PARTÍDOS QUEREM MOSTRAR FORÇA PARA 2026
Por que a escolha de políticos com mandato para o Alencastro em 2024?
Os partidos políticos em Cuiabá, irão utilizar parlamentares da Câmara Federal, da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) e Câmara Municipal, para impulsionar a eleição municipal em outubro deste ano. A sigla petista planeja lançar Ludio Cabral ou será Rosa Neide? Já que ninguém se entende por lá, vamos direto ao Partido Liberal (PL), no qual tem pretensões de lançar o polêmico deputado federal Abílio Jaques Brunini.
Pelas bandas do União Brasil (UB), depois de muitas reuniões e lágrimas, a sigla está firme e forte com o nome escolhido do deputado estadual Zé Edu Botelho, que não abre mão de sua candidatura à Prefeitura de Cuiabá.
Os nomes para o Palácio Alencastro só serão confirmados nas Convenções Partidárias em julho e agosto.
Os partidos têm até o dia 15 de agosto para oficializar as candidaturas das Eleições de 2024 na Justiça Eleitoral. Entretanto, antes, é necessária a realização de Convenções Partidárias.
Nos eventos, que devem ser realizados entre 20 de julho e 5 de agosto, as siglas deliberam sobre coligações e escolhem os candidatos e candidatas para as disputas do Executivo e do Legislativo. Antes desse período, quem deseja disputar a eleição deve dizer que é pré-candidato, seja ao cargo de prefeito ou de vereador.

Assim sendo, é importante destacar que o nome da Federação Brasil da Esperança na Terra de Pascoal Moreira Cabral, poderá passar por alteração, um dos motivos: nem ocorreram a conferência partidária.
A possibilidade de alguns balões de ensaios anunciados a rodo, não irem para frente também são avaliados pelos partidos. Com as negociações as siglas podem fazer acordos que envolvam a retirada de candidatura em prol de apoio político.
O Partido Liberal (PL), segura a estratégia de utilizar o nome do polêmico deputado federal, Abílio Brunini, um nome já consolidado do partido para criar musculatura política para o futuro candidato à presidência da República em 2026.
A utilização de nomes conhecidos faz parte da dinâmica eleitoral dos partidos para os pleitos eleitorais.
O Boteco da Alameda informaaaa: é comum políticos com mandato, que tenham uma certa presença, disputarem eleições para prefeituras. Existe um caminho que costuma ser mais lógico: vereador, deputado estadual, deputado federal. Mas existem deputados que enxergam uma oportunidade para disputar a eleição municipal.
Geralmente, são nomes conhecidos dentro do partido. Muitos fazem isso para marcar presença, visando as próximas eleições. Melhorando o palavreado: Usam o partido, as lideranças da sigla de escadas para se elegerem.
Projeto político
Mas, por que as legendas escolhem parlamentares com mandato? O processo de escolha das candidaturas dos partidos envolve diversos fatores, como a popularidade do pré-candidato e a real possibilidade de eleição.
Ao utilizarem os parlamentares, as siglas possuem mais possibilidades de se consolidarem em redutos eleitorais já cativados. Por outro lado, os postulantes se beneficiam ao ganharem prospecção eleitoral, podendo aumentar o próprio capital político para as eleições gerais.
Na realidade o fator preponderante quando se fala em candidatura partidária é o projeto pessoal do candidato.
Ele mesmo almeja um certo nível de poder e de influência, de relevância no cenário político mato-grossense.
Geralmente, os políticos que conseguem fazer isso são políticos robustos, aqueles que são importantes dentro da própria estrutura governativa do partido, da sua direção ou que são, eles mesmos, figuras em ascensão dentro da hierarquia do partido.
A eleição de um parlamentar para o Executivo Municipal também facilita o repasse de emendas parlamentares destinados para prefeituras.
Quando um parlamentar se torna prefeito, por ter sido parlamentar, conhece o caminho para gerar emendas orçamentárias que são dirigidas diretamente às prefeituras. Ele conhece o caminho, tem noção dos atalhos institucionais que promovem isso. No seu lugar vai ficar seu suplente, que vai se encarregar de aportar recursos para a Prefeitura que ele vai governar.

Polarizada e impactada
Nos bastidores, há muita negociação em troca de apoio político e suspense por parte de alguns partidos. Mais uma vez, a disputa deve ser polarizada entre as siglas de direita e esquerda, com foco na parte de costumes sustentabilidade, transportes, saúde e segurança pública.
O cenário específico para o próximo pleito na capital, paira sobre a movimentação eleitoral incertezas os reflexos das “operações policiais” que investiga, aquele que é considerado o maior escândalo de corrupção em Cuiabá e que levou prisões de secretários da Prefeitura de Cuiabá, e o afastamento do emedebista Nenel Pinheiro.
Neste momento, no “xadrez eleitoral”, as candidaturas encaminhadas, as siglas buscam apoio de outros partidos para formar coligações e ganhar corpo.
A maioria não esconde que o principal foco da eleição em 2024, é sentar na cadeira número 1 e comandar o Palácio Alencastro. O entendimento é de que a conquista da Prefeitura de Cuiabá gera ganho político para 2026, quando serão eleitos em Mato Grosso, governador, senadores, deputados federais e estaduais.
Assim o pleito de 2024 é visto como estratégico pelos partidos para, na sequência, alçar voos mais altos na política.
A tendência é que, com as coligações, se tenham menor número de candidaturas, reforçando o viés ideológico das chapas, que podem ter combinações diferentes em Cuiabá, mas com o PCdoB, PV, PT e PSD num extremo, e UB, PL, PP, Republicanos, PSB, PSDB, MDB, como representantes do governo Mauro Mendes (UB).
Pega aí: aquilo de chapa puro sangue tende a diminuir e, nesse sentido, levará a uma redução de candidaturas.
Para o dia de amanhã aguardem: quem é o favorito em Cuiabá? Primeiro turno será “batalha de rejeições”; edunistas apostará em reforçar a ideia de que seu adversário levará Cuiabá ao caos. Abílio Brunini (PL), e Federação Brasil da Esperanças insistirá em vincular o candidato do União Brasil (UB), Zé Edu Botelho ao emedebista Nenel Pinheiro, que acusa de ser um péssimo prefeito.
Dica do Boteco da Alameda: se você tem munição, você não diz para o seu adversário. Você não diz que a carta na mão seja, Às de Ouro.
“Xeque Mate”, ou melhor, segue o fluxo!
Política
Invasão cibernética na Saúde alimenta embate político em Mato Grosso
Um sofisticado incidente cibernético violou a infraestrutura tecnológica da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), deflagrando uma crise institucional que mobiliza o Poder Executivo e a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT). O episódio, classificado tecnicamente como uma “invasão hacker”, desestabilizou a percepção de segurança dos sistemas governamentais e gerou imediata repercussão no cenário político local. O evento expõe a vulnerabilidade digital da administração pública frente a ameaças externas cada vez mais ousadas e coordenadas.
Os alvos diretos e indiretos dessa ação criminosa envolvem a própria Secretaria de Saúde, responsável pelo gerenciamento de dados assistenciais, e a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), que atua como órgão fiscalizador. O presidente do Parlamento Estadual, deputado Max Russi (Podemos), assumiu o protagonismo institucional ao externar profunda preocupação com o ocorrido, enquanto a equipe técnica da pasta de Saúde e os investigadores da Polícia Civil desdobram-se para mitigar os danos colaterais e identificar os autores do ataque.
As consequências imediatas do ataque cibernético resultaram no impacto restrito a um volume inferior a 1 Terabyte (TB) de informações do acervo digital da pasta, o qual acabou sendo integralmente recuperado por meio de sistemas de contingência e redundância. No entanto, o desdobramento mais crítico manifestou-se no plano político, manifestado pelo temor de que o apagão de dados pudesse inviabilizar o fornecimento de documentos essenciais para os trabalhos de fiscalização parlamentar em andamento na capital do estado.
O epicentro do incidente localiza-se nos servidores centrais da Secretaria de Saúde, situados no Centro Político Administrativo de Cuiabá, irradiando seus efeitos institucionais diretamente para o Palácio Paschoal Moreira Cabral, sede do Poder Legislativo Mato-grossense.

A proximidade geográfica e administrativa dessas instituições amplificou o eco do debate sobre a eficiência da infraestrutura tecnológica pública estadual, transformando a capital mineira-mútua do Agronegócio em um palco de intensas cobranças governamentais.
A identificação original do ataque digital ocorreu em meados de março de 2026, porém o ápice do tensionamento institucional consolidou-se nesta quarta-feira, 3 de junho, durante uma sessão coletiva de imprensa convocada pelo presidente da Casa de Leis. O momento cronológico do anúncio revelou-se extremamente sensível, por coincidir exatamente com a fase de instalação e estruturação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a gestão da Saúde Pública no Estado.
A motivação presumida por trás da ação criminosa assume contornos ambíguos, dividindo-se entre a tentativa de extorsão financeira, prontamente rechaçada pelo Executivo, que negou qualquer pagamento de resgate, e a suspeita de sabotagem política. Parlamentares mais incisivos levantaram a hipótese de que a invasão visava ocultar passivos administrativos, embora a liderança do Legislativo tenda a encarar o episódio como uma nefasta coincidência oportunista que se aproveitou de fragilidades estruturais do sistema.
As justificativas técnicas apresentadas pela Secretaria de Saúde fundamentam-se na robustez de seus protocolos de segurança da informação, os quais permitiram o restabelecimento célere das atividades institucionais sem prejuízo ao atendimento da população. Por sua vez, a justificativa para a reação veemente do Parlamento baseia-se no dever constitucional de fiscalização, sustentando que qualquer instabilidade em bancos de dados governamentais representa uma ameaça direta à transparência e à estabilidade social.
O método operacional utilizado pelos criminosos consistiu na quebra de barreiras digitais de criptografia para acessar a rede interna da secretaria, seguido de uma suposta exigência financeira ilegal que acabou ignorada pelas autoridades. Do lado institucional, o método de resposta envolveu o acionamento imediato da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos e Cibernéticos (DRCI) para subsidiar a investigação criminal, além do anúncio de auditorias nos sistemas redundantes do Estado.

Os desdobramentos futuros desse imbróglio apontam para uma inevitável reformulação nas políticas de investimentos em segurança cibernética de Mato Grosso, com pressões para o fortalecimento da Empresa Pública de Tecnologia da Informação (MTI). Além disso, a Mesa Diretora do Legislativo garantiu que a comissão investigativa requisitará auditorias independentes para assegurar que nenhum dado relevante tenha sido permanentemente suprimido ou mascarado durante o período em que o sistema esteve vulnerável.
As perspectivas de encerramento do caso dependem agora do avanço do inquérito policial e da capacidade de o Estado demonstrar que seus mecanismos de salvaguarda digital são invioláveis contra futuras incursões. O presidente da Assembleia Legislativa assegurou que as investigações da CPI não sofrerão paralisações ou entraves técnicos, visto que os mecanismos de armazenamento externo garantirão o fluxo contínuo de provas, blindando o processo político contra interferências do crime virtual.
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