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BURLOR FILA DE VACINAÇÃO

Paccola protocola pedido de cassação de Pinheiro

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O vereador de Cuiabá Marcos Eduardo Ticianel Paccola, o Tenente Coronel Paccola, do Partido Republicanos, protocolou mais um pedido de cassação contra o Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB).

De acordo com às informações o pedido em desfavor do prefeito cuiabano foi protocolo nesta segunda-feira 23, na Câmara Municipal de Cuiabá alegado que o Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), fosse afastado por crime de responsabilidade.

O motivo seria porque o Prefeito da Capital Emanuel Pinheiro teria furado fila, autorizando familiares e amigos a tomar a vacina contra Covid-19 na frente de outras pessoas,se beneficiando do cargo público.

Na perícia que o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO), realizou nos aparelhos apreendidos do Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MBD), teriam sido identificados vários pedidos para furar a fila da vacina da Covid-19 na capital.

No pedido, autoridades enviavam listas para que o prefeito Emanuel Pinheiro determinasse a inclusão dos nomes. Pelo menos 3 magistrados e um deputado estadual foram flagrados pedindo o “favor”.

Não se sabe ainda se os “figurões” foram mesmos atendidos, mas se isso ocorreu demonstra o descaso da prefeitura em seguir o Plano Nacional de Vacinação. O Gaeco também investiga se parentes próximos de Emanuel Pinheiro teriam cometido as supostas ilegalidades.

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Em 2021, Emanuel sancionou Lei que multa a quem furar a fila prioritária de vacinação

Há pouco mais de um ano, Emanuel Pinheiro sancionou uma Lei que estabelecia, no período de calamidade pública decorrente de emergência em Saúde Pública, uma multa que pode chegar em até R$ 21,8 mil e demais sanções para quem fraudasse a ordem prioritária estabelecida para a imunização contra a Covid-19.

Assinada em 26 de março de 2021, a lei é de autoria do vereador Eduardo Magalhães (Republicanos) e foi bastante elogiada pelo Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro à época.

O crime de responsabilidade só foi descoberto na “Operação Capistrum”, que apreendeu o celular do Prefeito de Cuiabá e nele foi visto o agendamento para 46 pessoas da vacina que ainda não estava disponível, para toda a população.

O vereador Tenente Coronel Paccola reforçou ainda, que o próprio prefeito teria sancionado uma Lei que furar fila da vacina era criminoso, a pessoa pagaria um multa de R$ 21 mil, e ele mesmo faz isso.

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Em entrevista a imprensa o vereador disse que este é a sétimo pedido de cassação do prefeito, e espera que essa sétima vez seja aprovado pelos colegas parlamentares, e alfinetou dizendo que infelizmente alguns colegas tem cabresto ou seja; Não faz o que tem que ser feito ,só recebem ordens do que fazer”.

O voto para a decisão do afastamento ou não do Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro acontece nesta quinta-feira 26, no Plenário da Câmara Municipal de Cuiabá.

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Política

Investimento milionário em redes sociais pressiona estratégias digitais ao Senado

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O candidato ao Senado José Antonio Medeiros (PL) assumiu a liderança absoluta dos gastos com impulsionamento de conteúdo digital entre todos os concorrentes à vaga por Mato Grosso. De acordo com a prestação parcial de contas entregue à Justiça Eleitoral, a campanha do postulante liberou R$ 500 mil diretamente para a plataforma Facebook. O valor atesta o peso estratégico que o marketing nas redes sociais passou a exercer nas disputas estaduais contemporâneas.

O aporte volumoso efetuado pelo liberal José Medeiros ganha relevância quando confrontado com o seu orçamento global disponível para o pleito. O montante repassado à rede social corresponde a 19,7% dos R$ 2,53 milhões declarados pelo candidato até a data limite de 8 de setembro. Tal proporção confirma que a consolidação da presença virtual tornou-se uma das prioridades orçamentárias mais expressivas de sua equipe técnica de comunicação.

Em termos comparativos, o candidato do PL abriu ampla margem de vantagem em relação aos demais postulantes ao cargo parlamentar. O atual senador Carlos Fávaro (PSD) oficializou o repasse de R$ 255 mil à mesma empresa, enquanto o ex-governador Mauro Mendes (UB) registrou a destinação de R$ 175 mil para promover suas publicações no ambiente digital. As cifras ressaltam a heterogeneidade das estratégias adotadas pelos grupos políticos majoritários.

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Outros concorrentes também formalizaram aportes expressivos voltados ao engajamento de seus eleitores nas redes. A candidata Janaina Riva (MDB) destinou R$ 150 mil à DLocal Brasil, operadora de pagamentos utilizada para gerenciar campanhas de publicidade digital. Já Pedro Taques (PSB) formalizou diretamente à plataforma a prestação de contas no valor de R$ 108 mil para alavancar sua projeção.

Apesar de encabeçar a lista no acumulado de despesas gerais da disputa pelo Senado, Margareth Buzetti (PP) adotou postura cautelosa no ambiente virtual. A candidata alocou R$ 57 mil no Facebook, número nitidamente inferior ao patamar fixado pela campanha de Medeiros. Essa discreta movimentação contrasta com o volume de investimentos de sua chapa em outras frentes de propaganda eleitoral.

Somadas as declarações de todos os pleiteantes, abrangendo os valores direcionados diretamente ao Facebook e a intermediação da DLocal, os gastos ultrapassam a marca de R$ 1,25 milhão no estado. Essa cifra global demonstra o forte direcionamento de recursos financeiros para o ecossistema digital no atual período do calendário eleitoral de Mato Grosso.

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A relevância do montante mobilizado pela campanha de José Medeiros fica evidenciada na análise percentual do fluxo de caixa. Como praticamente um quinto das receitas declaradas por ele foi canalizado para o impulsionamento de mídia digital, a estratégia expõe uma aposta ostensiva no alcance das redes sociais para a conversão de votos e consolidação de sua imagem.

Os dados apurados têm como base o encerramento do prazo oficial da Justiça Eleitoral para o envio da prestação parcial de contas, ocorrido no domingo (13). O balanço público contempla detalhadamente todas as receitas arrecadadas e despesas contratadas pelas chapas desde a abertura formal da campanha até o dia 8 de setembro.

Esse cenário de fortes aportes no Estado de Mato Grosso espelha um movimento consistente e estruturado em escala nacional. Até a última sexta-feira (11), candidatos e agremiações partidárias de todo o país já haviam registrado o montante significativo de R$ 46,5 milhões junto à plataforma Facebook. A consolidação desses dados posiciona a gigante de tecnologia como a maior fornecedora individual de serviços para as campanhas eleitorais brasileiras.

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