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PRÉ-CAMPANHA NÃO É TERRA SEM LEI

O que tiver que vir, virá: 2026 repetirá a “baixaria” de 2002 em Mato Grosso?

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Sextouuu! Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, e tenham a plena certeza: nesta época a criatividade dos nossos pré-candidatos vão as alturas e a gente vê realmente de tudo.

É a temporada oficial das promessas mirabolantes, das alianças implacáveis e daquela enxurrada de abordagens inusitadas.

Em ano de eleição, o que mais circula é desinformação. Vale a pena chegar aos principais portais de notícias para confirmar a veracidade das promessas e histórias que andam circulando pela sua cidade (e isso, sabem que no Blog encontra).

Pelo menos, entretimento é assunto para debate não faltam!

O que de mais absurdo ou curioso, você já ouviu por aí nesta temporada?

Então pega aí: eles estão cutucando a onça com vara curta“, “que não me provoquem mais“, “vamos dançar conforme a música. Se eles atacarem de lá, rebateremos de cá“, “o povo é quem está exigindo que a gente faça críticas“. As pessoas cobram da gente, “quem está na chuva é para se molhar“, “sei mais de Mato Grosso do que ele, que chegou outro dia“, prometem os nossos futuros representantes na política da Terra de Rondon.

O Boteco da Alameda na boa manda a real: pré-campanha não é terra sem lei. Muita gente acha que antes da campanha eleitoral “vale tudo”. Mas não é bem assim.

Existem regras claras sobre o que pré-campanha podem ou não fazer antes do período oficial da campanha.

E ignorar isso pode gerar multa e dor de cabeça. Quem conhece as regras faz uma pré-campanha mais forte, estratégica e segura. Quer saber? Você não sabe que o núcleo duro do Boteco da Alameda tem conhecimento.

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Entretanto, contudo, todavia, o que passou, passou, não voltará. E o que tiver que vir, virá.

Vem ni mim sexta-feira sua linda!

Segue o fluxo!!

2026 repetirá a baixaria?

As eleições de 2026 em Mato Grosso prometem ser uma verdadeira guerra. A julgar pela temperatura do início do ano na disputa entre o grupo do “Capitão Jaymão” e o Homem de Ferro, o que aguarda o eleitor mato-grossense é uma batalha campal aberta.

Ambos os grupos estão numa escalada de hostilidade de parte a parte desde o segundo semestre do ano passado, intensificada com os escândalos de início deste ano.

O ex-governador, o unista Mauro Mendes está sob pressão. Os dias de “político intocável” terminaram e ele enfrenta uma onda de críticas, impulsionadas pelo mesmo espaço que o fez emergir como liderança promissora: a internet.

Parece uma espécie de feitiço voltando-se contra o feiticeiro.

O fortalecimento da oposição na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) tem papel central nisso, mas também uma rede de blogs e páginas críticas a sua gestão tem atuado de forma eficiente para usar a fragilidade de seu governo contra ele.

O ponto máximo desse processo ocorreu no apagar das luzes de 2025. O surgimento do caso da “OI” colocou o ex-governador no centro de uma história sobre o suposto favorecimento…

A oposição aproveitou bem o episódio e conseguiu ligar os pontos da teia de acontecimentos que parecem apontar, no mínimo, para coincidências estranhas, e cá para nós, mal explicadas por Mauro Mendes.

Tal episódio impactou a imagem e a credibilidade de um político até então acostumado apenas a elogios e confetes…

Nessas idas e vindas de acusações, escândalos e guerra declarada, entre os grupos políticos em Mato Grosso, preocupa muito que métodos clandestinos tomem conta da disputa eleitoral.

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A seguir assim, está eleição se tornará uma batalha violenta de dossiês, detetives, xingamentos, baixaria e agressividade.

É preciso que os grupos batem o pé no freio. Caso contrário, entrarão numa disputa autodestrutiva, que pode deixar o vencedor e o perdedor nas urnas com feridas expostas tão feias que no final a derrota política será de ambos.

Ao que tudo indica, 2026 deve repetir e superar as eleições anteriores.

Desta vez, porém, a coisa promete ser pior. Agora o páreo será duro e o critério de Justiça promete ser “olho por olho, dente por dente”.

Quem perde com isso é o povo de Mato Grosso, refém de uma violência política de parte a parte que vem ignorando até aqui o debate sobre os problemas reais da nossa gente.

É preciso restabelecer a qualidade do debate democrático da Terra de Rondon, este ano.

Nosso estado esteve na vanguarda na luta pela redemocratização e não pode aceitar esse nível de disputa.

A Justiça Eleitoral e o conjunto da sociedade precisam trabalhar para evitar uma escalada irracional na temperatura da disputa, para o bem de nossa democracia.

A disputa que nós queremos não é de dossiês e acusações, mas de desigualdade que os sucessivos governos que passam no Palácio Paiaguás e não resolveram.

O eleitor de Mato Grosso merece respeito e exige que seja a melhor de sua vida, e não a cobiça pelo “PODER”.

Nota de rodapé: corrupção, obras inacabadas e operações policiais continuam pesando na memória do eleitor na Terra de Rondon.

O meu QUERIDO”, “LINDO” e “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso acumula uma série de escândalos que deixaram marcas profundas na política.

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Política

Presidência do TCE/MT rechaça acusações de recebimento de “Emendas” e defende isenção em vistorias

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O Conselheiro Sérgio Ricardo de Almeida, atual presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), rebateu de forma veemente e categórica as acusações proferidas contra a corte orçamentária no parlamento estadual. A manifestação pública do magistrado preza pela defesa da integridade administrativa da instituição de controle externo, que se viu envolvida em uma contenda discursiva que reverberou imediatamente nos bastidores dos poderes constituídos em Mato Grosso.

O deputado estadual Chico Guarnieri, filiado ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), figura como o autor das denúncias e das movimentações que originaram o conflito institucional na esfera pública. O parlamentar utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) para vocalizar suas suspeitas e demandar providências fiscalizatórias rigorosas contra a conduta da corte de contas.

A manifestação do parlamentar consistiu no anúncio formal de sua intenção de articular a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com o propósito específico de investigar a legalidade de fluxos financeiros. Além disso, o deputado questionou publicamente a lisura, a fidedignidade e as reais motivações técnicas que fundamentam as recentes e minuciosas fiscalizações de obras públicas que a Corte de Contas vem conduzindo em solo mato-grossense.

O cerne do questionamento parlamentar baseia-se em um suposto repasse financeiro de grande monta, estimado no valor substancial de R$ 20 milhões, o qual teria sido destinado diretamente ao Tribunal de Contas do Estado. Os indícios levantados pelo deputado apontavam para uma triangulação de recursos públicos federais que, conforme a tese apresentada, careceria de amparo legal e de transparência contábil adequada.

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A suposta origem do montante financeiro sob suspeita estaria atrelada a uma Emenda Parlamentar de autoria do senador Wellington Fagundes, integrante dos quadros do Partido Liberal (PL). A acusação sugeria que o direcionamento dessa verba orçamentária federal possuiria propósitos alheios às funções institucionais ordinárias do órgão de controle, vinculando o recebimento do recurso a uma possível mitigação do rigor fiscalizador da corte.

A dinâmica orçamentária do Tribunal de Contas de Mato Grosso restringe-se exclusivamente aos duodécimos e repasses constitucionais que são devidamente programados e oriundos unicamente da fonte do Governo do Estado. Ao detalhar a engenharia financeira do setor público, o presidente do TCE/MT ressaltou a impossibilidade jurídica e técnica de a instituição absorver emendas parlamentares diretas de deputados federais ou de senadores da República.

A reação do conselheiro Sérgio Ricardo ocorreu de forma imediata e contundente nos espaços de interlocução com a imprensa e nas dependências oficiais da própria corte fiscalizatória, logo após a repercussão das declarações do deputado. A resposta célere teve como objetivo principal estancar a disseminação de narrativas desfavoráveis e esclarecer o que o tribunal classificou como um grave mal-entendido ou uma deliberada distorção dos fatos contábeis.

A motivação que impulsionou o pronunciamento defensivo do presidente do TCE/MT decorre da necessidade premente de preservar a imagem institucional da Corte de Contas perante a sociedade civil e o mercado financeiro. O magistrado justificou sua postura assertiva ao afirmar categoricamente que o Tribunal de Contas não se sujeitará a servir de palanque político gratuito para agentes públicos que buscam projeção eleitoral por meio de notícias falsas.

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As insinuações de natureza política que foram rebatidas pelo conselheiro sugeriam que ele estaria utilizando o calendário de vistorias técnicas em obras de infraestrutura estadual como plataforma de autopromoção visando ao pleito eleitoral de 2026.

Em sua defesa, Sérgio Ricardo sustentou que as auditorias e visitas de campo representam atribuições eminentemente constitucionais e rotineiras do órgão, dissociadas de quaisquer pretensões partidárias futuras.

O desfecho deste embate sinaliza um acirramento nas relações políticas institucionais em Mato Grosso, exigindo que os parlamentares foquem nos próprios mandatos em vez de formularem denúncias desprovidas de comprovação documental.

O cenário projeta um monitoramento ainda mais rigoroso das contas públicas, uma vez que o Tribunal de Contas sinalizou que manterá seu cronograma técnico de fiscalizações de forma totalmente independente e imune às pressões político-partidárias locais.

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