Search
Close this search box.

MAIS MORADIA EM MT

“O governo dos ricos para os ricos vai ser coisa do passado em Mato Grosso”

Publicados

em

No seu 11º programa eleitoral, Marcia Pinheiro, apresenta propostas do eixo Infraestrutura do Plano Gente. Integração de modais, construção de pontes, pavimentação de estradas vicinais e moradia popular. Obras estruturantes que vão fazer de Mato Grosso um Estado melhor.

Marcia Pinheiro, que é candidata ao Governo do Estado de Mato Grosso, da coligação “Para Cuidar das Pessoas”, na Federação Brasil de Esperança formada pelo PV, PT e PC do B, com apoio do PSD, PP e Solidariedade, anunciou em seu 11º programa eleitoral a construção de 50 mil casas populares, fruto de uma grande parceria com o Governo federal.

Será o maior programa de moradia da história do nosso Estado”, comemora a candidata.

Além de casas populares, Marcia reforçou sua meta em transformar Mato Grosso em um grande canteiro de obras com projetos para integrar regiões, facilitar a mobilidade, reduzir o custo do transporte, desenvolver a economia local, gerar empregos e mais oportunidades aos mato-grossenses, tornando o Estado, de fato competitivo, seja para verticalizar a produção agropecuária, seja no escoamento de produtos. Esse grande pacote de obras estruturantes integra o eixo Infraestrutura de seu plano de governo, o Plano Gente.

Ao lado de seu vice-governador, o engenheiro Vanderlúcio Rodrigues (PP), a candidata da “oposição”, Marcia Pinheiro apresenta propostas.

Esse grande tocador de obras, vai fazer de Mato Grosso um grande canteiro de obras de infraestrutura. Fizemos por Cuiabá e vamos fazer por todo Mato Grosso”.

Citando o ex-presidente da República, Washington Luís, conhecido pela frase “Governar é abrir estradas”, Marcia e Vanderlúcio firmam o compromisso de fortalecer a integração dos modais que formam a malha de transporte de Mato Grosso.

Vamos criar equilíbrio entre os modais, fazendo com que rodovias, ferrovias, hidrovias e os aeroportos tornem Mato Grosso mais competitivo”.

Entre as propostas do Plano Gente estão as substituições de pontes de madeira por pontes em concreto, a pavimentação de estradas vicinais para facilitar e baratear o escoamento da produção local, a pavimentação dos acessos a todos os municípios, e a reparação e conclusão do asfalto da BR-163, maior corredor logístico de cargas do Centro-Oeste  junto ao governo federal.

Ao integrar e criar conexões entre os modais de transporte estaremos tornando a produção mato-grossense mais competitiva, mais barata ao consumidor final e estaremos incentivando e beneficiando os produtores e seremos mais atrativos para ancoragem de novas indústrias”, pontuou Marcia.

Ainda conforme Marcia, “seu governo será para as pessoas. O governo dos ricos para os ricos vai ser coisa do passado em Mato Grosso”, assegurou.

Leia Também:  Figueiredo rechaça manobra de CPI do Paletó em manter oitivas às portas fechadas

RESULTADOS

O 11º programa eleitoral mostra ainda grandes obras de infraestrutura realizadas em Cuiabá e que tiveram a assinatura do vice-governador, Vanderlúcio Rodrigues. Entre elas, projetos que facilitaram a mobilidade na Capital, estão a construção de parques e praças por toda cidade, dois novos viadutos construídos com recursos próprios, da Beira Rio e da Avenida das Torres, recorde em pavimentação com mais de 300 quilômetros de asfalto novo com meio-fio e calçadas, e ainda a maior obra de mobilidade da história da Capital: o Contorno Leste. Serão 17 quilômetros de vias duplicada, criando uma nova ‘cidade’, criando desenvolvimento e novas oportunidades para todos os segmentos da economia de Cuiabá.

LULA PRESIDENTE

Novamente, o ex-presidente Lula volta a endossar seu apoio à Marcia.

Já provamos que o Brasil dá certo quando a gente coloca o pobre no orçamento. Esse tempo bom vai voltar apoiado pelo Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida e ampliação do FIES. Eu apoio a Marcia Pinheiro para construir uma grande rede de proteção social”.

Propaganda

Política

Abilio Brunini enfrenta semana decisiva em meio à “Crise Institucional” na Câmara de Cuiabá

Publicados

em

O cenário político da capital mato-grossense centraliza as atenções institucionais com o início de uma semana considerada crucial para a governabilidade do Poder Executivo Municipal. O embate gira em torno da estrutura de poder da Câmara Municipal de Cuiabá, onde se articulam as forças de sustentação e de oposição à atual gestão. O desfecho dessa complexa correlação de forças ditará o ritmo da administração pública municipal nos próximos anos, tensionando a relação entre os poderes locais.

A crise institucional tem como protagonista o Prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), cuja atuação política direta nos bastidores do Legislativo converteu-se no estopim de uma severa instabilidade entre os parlamentares. O chefe do Executivo Municipal concentra seus esforços na viabilização política e jurídica da candidatura de sua principal aliada para o comando do parlamento. A estratégia do prefeito visa consolidar uma base parlamentar amplamente dócil às demandas da prefeitura, assegurando tranquilidade para a aprovação de projetos de seu interesse.

O epicentro do confronto político localiza-se estritamente na Câmara Municipal de Cuiabá, a Casa de Leis que abriga as deliberações oficiais da Capital do Estado de Mato Grosso. O parlamento municipal transformou-se em uma verdadeira arena de disputa jurídica e partidária, onde cada bloco de vereadores tenta salvaguardar suas prerrogativas institucionais. O ambiente legislativo reflete a polarização e a fragmentação das forças partidárias que historicamente caracterizam a política da região Centro-Oeste do país.

As movimentações políticas e os debates jurídicos intensificaram-se de forma decisiva ao longo das últimas horas, com votações estratégicas formalmente agendadas para esta terça-feira. Este momento específico do calendário legislativo coincide com a necessidade de definição antecipada das regras que governarão a Mesa Diretora nos anos subsequentes da atual legislatura.

Leia Também:  PF aponta que o escândalo do INSS tem deputados e senadores envolvidos

A celeridade do processo legislativo gerou um clima de urgência entre os parlamentares, que se veem obrigados a tomar posições públicas definitivas sobre o tema.

Os motivos subjacentes à crise residem na tentativa de aprovação de um polêmico projeto de resolução que visa permitir a reeleição da Mesa Diretora para o Biênio posterior. A iniciativa atende diretamente aos interesses da atual presidente da Casa de Leis, a vereadora Paula Calil (PL), cuja permanência no cargo depende dessa alteração regimental. A oposição e setores independentes da Câmara de Cuiabá enxergam a manobra como um casuísmo político desenhado exclusivamente para perpetuar o grupo governista no controle do orçamento e da pauta do parlamento.

A dinâmica dos fatos envolveu o uso de mecanismos judiciais extraordinários por parte do grupo governista, que acionou o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJ/MT), para atingir seus objetivos políticos. O prefeito cuiabano Brunini atua ativamente na defesa de uma tese jurídica que solicita a redução do quórum de aprovação do projeto para maioria simples, contornando a exigência atual.

A estratégia jurídica foi adotada após a constatação de que a vereadora governista não dispõe, no momento, dos dezoito votos mínimos necessários para a alteração regimental por vias estritamente políticas.

Os procedimentos legislativos ganharam contornos de dramaticidade após a aprovação preliminar da matéria pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), órgão técnico responsável por avaliar a legalidade da proposta. A aprovação na comissão garantiu o envio imediato do texto para o plenário, deflagrando discussões acaloradas e trocas de acusações mútuas entre os vereadores de diferentes blocos. A pacificação interna do parlamento restou severamente comprometida após episódios de retaliação digital, que culminaram na exclusão de parlamentares desalinhados de canais formais de comunicação com o prefeito.

Leia Também:  "Janela Partidária" movimenta “dança das cadeiras” na Câmara Municipal

O objetivo estratégico do prefeito Abilio Brunini ao intervir diretamente no processo sucessório é assegurar a eleição de uma Mesa Diretora integralmente alinhada à sua agenda administrativa. A garantia de uma presidência simpática ao Palácio Alencastro evita a abertura de comissões investigativas e acelera a tramitação de pedidos de empréstimos e reformas administrativas complexas.

Para o Executivo Municipal, o controle do comando do Legislativo cuiabano representa a blindagem política necessária para a execução do plano de governo sem sobressaltos institucionais.

As consequências imediatas da interferência do Executivo manifestam-se no enfraquecimento da harmonia entre os poderes e no isolamento político de antigos aliados do Prefeito de Cuiabá. A postura centralizadora de Brunini foi publicamente rechaçada por lideranças de nível estadual, a exemplo do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), deputado estadual Max Russi (Podemos). A crise provocou fissuras profundas na base aliada, visto que até mesmo parlamentares simpáticos à gestão manifestaram desconforto com a quebra da promessa inicial de não intervenção no parlamento.

Os desdobramentos futuros deste embate redefinirão de maneira permanente o equilíbrio de forças na política cuiabana e o grau de independência do Poder Legislativo Municipal. A decisão soberana do plenário da Câmara Municipal sinalizará se o parlamento manterá sua autonomia fiscalizatória ou se curvará aos desígnios do poder central da capital. Independentemente do resultado numérico das votações, o episódio deixa como legado uma relação tensionada que exigirá intensa habilidade diplomática para a reconstrução pontes institucionais.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA