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OS GARIMPEIROS DO VOTO

Nova fase com o encerramento das Convenções Partidárias

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Com o prazo final das Convenções Partidárias marcada para hoje, 5 de agosto, as eleições municipais em Mato Grosso estão prestes a entrar em uma nova fase.

Candidato a prefeito e vereadores que até agora estiveram focados na formação de suas chapas e nas consolidações de apoios internos, se preparam para intensificar suas campanhas e apresentar suas propostas aos eleitores.

Pelas movimentações desses eventos já é possível perceber que muita coisa em termos de consciência política precisa mudar para que tenhamos as transformações necessárias que almejamos para a coletividade por meio de uma eleição.

A começar pelo desconhecimento de muitos que foram e vão para as convenções municipais e pela postura dos próprios candidatos que lançam suas candidaturas.

As Convenções Partidárias podem ser comparadas como uma eleição interna das siglas partidárias em que os filiados desses partidos escolham, por meio de votação individual, quem serão os candidatos.

Mas, muito nem sabem disso, e essa eleição geralmente nem ocorre de forma aberta e clara, resumindo-se, uma lista previamente elaborada e acertada entre os caciques políticos para que as pessoas filiadas a assinem, sem muitos nem saberem para quê.

Logo, as Convenções Partidárias são tratadas como comícios em que os cabos eleitorais ali presentes estão apenas para aplaudir seus candidatos, na promessa de que serão remunerados para trabalhar durante a campanha eleitoral.

Ou pensando na chamada “boca de urna”, que é a compra/venda de voto às vésperas da votação, na “feira livre eleitoral” aceita por uma boa parcela dos eleitores sob a conveniência de todos.

A encenação na Convenção Partidária é tão evidente que os candidatos que terão seus nomes abonados nem se preocupam em falar de suas propostas e ideias, e limitam-se a bajular os caciques de suas siglas e as autoridades que estão ali para prestar apoio partidário.

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E tudo se transforma em um “circo eleitoral” de discurso seguidos de gritos, aplausos e bandeiradas.

Está tudo dentro do jogo democrático, mas em termos de consciência política há uma verdadeira aberração em que historicamente os partidos decidem entre quatro paredes, entre conchavos e jantares, restando ao povo ser cooptado para ir aplaudir e gritar durante a convenção para abonar o que os donos da política já decidiram. E assim se faz a política cuiabana.

É por isso que não se pode esperar muito do que será apontado pelas urnas, obviamente com aquelas honrosas exceções em que um reduzido número de candidatos consegue furar a bolha.

É isso o que resta a quem não cede a este jogo do poder, que é acreditar que ainda resta um pouco de consciência entre os que não hesitam em vender seu voto ou que buscam somente seus interesses pessoais e familiares.

Após as convenções o que esperar

Uma polarização entre o lulo-petismo e o bolsonarismo. A influência de temas nacionais será mais forte do que nunca.

Historicamente, apenas as eleições de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte são nacionalizadas.

Porém, em 2024, essa tendência deve se expandir para Cuiabá, já que alguns eleitores afirmam que o alinhamento na sua decisão de voto.

O Boteco da Alameda informaaa: o impacto das figuras políticas nacionais na campanha de Cuiabá, torna a dinâmica eleitoral ainda mais complexa.

Apesar da polarização os temas locais serão fundamentais para Saúde, Desemprego, Educação, Moradia e Segurança Pública, são as principais preocupações da população cuiabana.

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Esses temas refletem as necessidades imediatas e cotidianas dos eleitores, que esperam soluções concretas dos candidatos para melhorar suas condições de vida.

Praticamente todos os parlamentares estão envolvidos na campanha eleitoral porque as eleições municipais elegem vereadores e sobretudo prefeitos, que serão seus cabos eleitorais em 2026. Portanto é estratégico eleger aliados.

Na disputa da Prefeitura de Cuiabá, três parlamentares vão disputar o pleito eleitoral. Ambos têm chances reais de vencer, refletindo um cenário competitivo e incerto.

A participação desses parlamentares pode ser vista como uma tentativa de fortalecer suas bases e garantir maior influência política.

Pega a visão

A expectativa é de que as próximas semanas sejam decisivas, com os candidatos se esforçando para conquistar a confiança e o voto dos eleitores.

O encerramento das Convenções Partidárias marcam, assim, o início oficial da corrida eleitoral, com todas as atenções voltadas para as propostas e estratégias dos candidatos.

Os eleitores, por sua vez, terão a oportunidade de conhecer melhor os planos e promessas daquele que buscam governar suas cidades, permitindo uma escolha informada e consciente no dia da eleição.

Ah, o Boteco vai falar!

A premissa de que toda política é local continua sendo válida. A avaliação do eleitorado sobre a qualidade da zeladoria dos prefeitos será fundamental nessa questão.

Os eleitores devem equilibrar suas preocupações locais com a influência de grandes temas nacionais, tornando a eleição de 2024 um evento complexo e multifacetado.

As promessas de campanha focadas em melhorias tangíveis para Cuiabá serão essenciais para conquistar o eleitorado.

Isso significa que, para ter sucesso na política, é crucial entender é responder às preocupações e necessidades das pessoas que você representa em sua base eleitoral local.

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Política

Pesquisas: Pivetta continua avançando; tá chegando a hora, debates na TV

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Faltando 12 dias do primeiro turno das eleições de 2026, os levantamentos de intenção de voto começam a ganhar peso diferente na corrida rumo ao Palácio Paiaguás. A experiência do pleito eleitoral de 2024, em Cuiabá, no entanto, mostra que o cenário ainda pode sofrer mudanças importantes na reta final de campanha.

A disputa para o Palácio Paiaguás é um dos que apresentou diferentes parâmetros de cenário até o momento.

A divulgação mais recente do Paraná Pesquisas aponta o atual governador Otaviano Pivetta, liderando de forma isolada com 42,4%, abrindo vantagem sobre o Wellton Fagundes que pontuou com 29,6%.

No entanto, a disputa segue dinâmica após Atlasintel indicar um cenário mais parelho. O liberal Wellton aparece na frente, com 34,4% das intenções de voto, enquanto o Republicanos, Pivetta, registrou 30,8%. A diferença de 3,6% pontos percentuais fica dentro do intervalo da respectiva margem de erro.

Nesta reta final, a divulgação de novas pesquisas de intenção de voto, intensificaram os trabalhos dos marqueteiros e fizeram recalcular as estratégias.

Querem saber o motivo? No centro das atenções: tabu de 36 anos, poderá ser derrubado em Mato Grosso com a realização do segundo turno.

Levantamentos até agora, mostra diferenças importantes entre Institutos e Metodologias e não permite tratar a uma leitura de segundo turno definido.

Nota de rodapé: desde 1990 na “QUERIDA” e “QUENTE” Terra de Rondon, foram realizadas nove eleições consecutivas para o Palácio Paiaguás e todas foram resolvidas no primeiro turno.

Será que vai ser quebrado uma sequência que atravessa toda a história eleitoral na nossa “QUERIDA” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon, sob a Constituição de 1988?

PS: entre as pesquisas realizadas a Quaest é uma das principais e, está em campo fazendo levantamento. A publicação será em 25 de setembro, na sexta-feira.

O teste final que convence eleitores indecisos

Tá chegando a hora em que muitos eleitores (as) começam a decidir o seu voto! O tempo está passando. E você já sabe os dias dos debates na televisão Vila Real e Centro América?

Pois muito bem caros amigos e leitores do Blog do Valdemir! Muitos eleitores só decidem o voto nos últimos dias antes da eleição. Nos momentos finais, os debates na televisão se tornam a principal fonte de informação para quem ainda está em dúvida.

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Pesquisa de 2026 mostram que mais da metade dos mato-grossenses acredita que os confrontos ao vivo têm mais poder de convencimento do que a propaganda eleitoral e as mensagens trocadas em aplicativos.

Historicamente, os debates de TV têm sido decisivos. Em 2002, o debate para o Palácio Paiaguás mostrou como um deslize pode derrubar um candidato e como uma boa resposta pode lança-lo.

Mesmo com o crescimento da internet, o formato ao vivo continua importante para avaliar a capacidade dos candidatos de lidar com pressão e responsabilidade.

Pega a visão: mais da metade dos eleitores consideram os debates mais influentes que propagandas;

Os debates permitem observar a reação dos candidatos a ataques inesperados;
Erros cometidos ao vivo são rapidamente espalhados nas redes sociais;
Candidatos que estão à frente nas pesquisas evitam correr riscos nos debates;

A linguagem corporal e o controle emocional são avaliados pelo público.

Então fica ligado… dia 29 de setembro às 21: 30 horas na TV Centro América e no dia 1° de outubro na TV Vila Real.

Para o conhecimento dos internautas do Blog do Valdemir, existe uma expectativa muito grande em torno do confronto que promete ser decisivo para conquistar os eleitores, principalmente, os indecisos.

Nota de rodapé: pesquisa do MT Dados, divulgada nesta segunda-feira (21), aponta que os indecisos na “QUERIDA” e “QUENTE” Terra de Rondon chega a 50,4%.

O Boteco vai falar

Na política, quem confunde amizade com aliança termina traído pelos dois.

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– Na política, o erro não é confiar em amigo. É achar que amigo e aliado são a mesma coisa.
– Muita gente quebra a cara achando que amizade política é eterna. Mas não é. A amizade nasce do afeto. A aliança nasce de interesse. E quando o interesse acaba, o “amigo” vira crítico.
– Isso tem explicação: todo relacionamento, inclusive o político, se mantém enquanto dá resultado para os dois lados. Quando um ganha mais que o outro, o jogo vira.
– O problema é que político emocional confunde lealdade com dependência. Acha que quem toma café com ele todo dia vai defender ele para sempre. Mas quem paga o preço da traição é sempre o mais carente de poder.
– A política é feita de trocas. Só que tem gente que dá voto, espaço e cargo em nome da amizade e depois descobre que entregou o poder de bandeja.

Quer se blindar e parar de ser traído pelos dois lados?

1 – Separe amigo de aliado. Amigo te liga quando você perde. Aliado te liga quando você ganha.
2 – Combine o jogo. Política é negociação. Se não tiver acordo claro, vai ter ressentimento depois.
3 – Não misture coração com voto. Amigo pode te dar conselho. Mas quem decide é a estratégia.
4 – Saiba sair antes, aliança tem prazo de validade. Se esperar acabar para perceber, já é tarde.
5 – Na política, quem age com o coração demais perde o rumo. Quem age com método, constrói poder e dorme tranquilo.

Segue o fluxo!

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