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ELEIÇÕES DE 2022

Nó eleitoral está perto de ser desfeito

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A base aliada do governo Mauro Mendes (UB) na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), se encontram em parafuso sobre o que fazer com a sucessão estadual.

No auge da indefinição, até nomes que nada fizeram para Mato Grosso foram apresentados como alternativas para a cabeça de chapa governista.

O meu amigo do Bairro Alameda informou que, a cada reunião dos deputados com o governador Mauro Mendes (UB), o clima esquenta e, se vê alguns vertendo lágrimas, ao dizer que não acredita no que está assistindo e que, dessa forma, sua reeleição irá, definitivamente, para o ralo.

Alguns aliados não escondem a angústia pela indefinição política. Segundo conversas na Alameda, os deputados se encontram no mar a ver navios. Não tem definição de nada. Eu não sei se foi para agradar a nossa equipe de reportagem do Blog do Valdemir que eles (os deputados) sabem é através do Blog que já afirmou que Mauro Mendes Ferreira do União Brasil (UB) vai mesmo encarar à reeleição.

Nos bastidores da Alameda, a conversa é que: nesta altura do campeonato, como está parecendo, Mauro Mendes Ferreira irá conviver com os efeitos colaterais à partir de janeiro de 2022.

Este descontentamento que os deputados estaduais estão passando será cobrado. A indecisão do governador Mauro Mendes a reeleição interfere nas decisões dos pré-candidatos e desgasta o grupo político.

O partido não pode ser prejudicado e muito os pré-candidatos. Precisamos decidir nosso destino brevemente. Infelizmente essa demora desgasta seu grupo político“, disse um líder político.

Calma senhores deputados, os primeiros sinais de que Mauro Mendes, apesar de ainda estar resistindo, vai aceitar a reeleição em prol da unidade de todo o grupo, numa solução que unirá: Mauro Mendes (UB), Jayme Veríssimo de Campos (UB), Blairo Borges Maggi (PP), Júlio José de Campos, Wellton Antônio Fagundes (PL), Max Joel Russi (PSB), Janaína Greyce Riva (MDB), Carlos Gomes Bezerra (MDB), e Cia.

Nó eleitoral está perto de ser desfeito

Meu amigo da Alameda disse que alguns deputados estaduais consideram delirante e, um deputado não gritou por respeito ao espaço em que o encontro aconteceu.

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Então vamos lá: o impasse eleitoral na terra de Rondon caminha para uma solução. A configuração da chapa majoritária para o pleito eleitoral em outubro 2022, segura aí, vamos apresentar a chapa:

Mauro Mendes (UB) – reeleição,
Wellton Fagundes (PL) – vice
Otaviano Pivetta – Senado da Republica
Neri Geller (PP) – reeleição a Câmara Federal.

Esse xadrez eleitoral vem sendo jogado com calma, por dois motivos: excesso de candidatos para poucas vagas e um passo em falso pode comprometer eventual adesão dos “revoltados“.

A situação está complicada porque o progressista Neri Geller pretendia a vaga ao Senado da República e por isso negociava o apoio de Mauro Mendes. Isso não incomodou apenas Neri Geller, mas outros atores interessados na disputa. Além disso, há quem considere que Otaviano Olavo Pivetta não tem a mesma força de Neri Geller na corrida ao salão “tapete azul”.

O PP, partido aliado do presidente da República Jair Messias Bolsonaro (PL) no plano nacional, também faz parte da base de apoio de Mauro Mendes. O partido não aceita fazer parte de um segundo plano. Além disso, sonham com a vaga única ao Senado da República.

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Nota da redação

Mesmo sem ter declarado que será candidato a reeleição, o Blog do Valdemir não tem dúvida que Mauro Mandes Ferreira do União Brasil (UB) irá a disputa no pleito eleitoral deste ano.

Sempre foi uma tradição de Mauro Mendes somente oficializar suas candidaturas, dias antes do prazo final.

Desde que está na vida pública e concorre as eleições, nunca chegou 24 horas antes do prazo, sem declarar publicamente se era ou não candidato.

Isso vem deixando os deputados estaduais sem dormir tamanho o desespero de uma indefinição do líder.

Mauro Mendes vem sofrendo uma grande pressão a ser candidato, por deputados entregues a própria sorte e por não ter alguém que faz a diferença.

Tudo bem! Mauro, entrelinhas, já admite que será candidato a reeleição.

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Política

Reta final ganha novo componente; campanhas ficam à mercê do noticiário

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Quintouuuu! E os eleitores da nossa “AMÁVEL”, “QUERIDA”, “LINDA” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon, nesta reta final se posicionou para às eleições de 2026.

Levantamentos do Instituto Percent Brasil, divulgado no dia de ontem (15), sobre o posicionamento político ideológico do eleitorado mato-grossense, mostrou que a maioria é direita.

Senão vejamos e acompanhamos: 44,9% dos entrevistados se consideram de direita, 10,7% de centro e 15,7% de esquerda. Outros 19,3% não tem posicionamento político e 9,5% não souberam, não responderam.

Bom e daí? E daí é que chegamos na reta final de 2026 com o candidato do Partido Liberal (PL), Wellton Fagundes, e o candidato pelo partido Republicanos, Otaviano Pivetta, tecnicamente empatados na disputa pelo comando do Palácio Paiaguás.

Dito isso, bom, significa que: independentemente de tudo o que tenha acontecido no longo transcurso da campanha, os dois corredores entram na reta final, segundo pesquisas, cabeça a cabeça.

Independentemente de se a situação é essa mesma, porque as pesquisas fazem parte da campanha e tratam de animar a medica e candidato pelo PSD, Natasha Slhessarenko e demais adversários, para que não bata o desânimo, se aceitam o “PODER” da máquina administrativa, trata-se de jogar tudo na reta final.

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O que está em jogo é muita coisa, para se deixar levar por qualquer atitude que dificulta o resultado final.

Disputa-se o futuro do Estado de Mato Grosso. Se se priorizarão as políticas sociais, os combates as desigualdades ou os interesses do capital financeiro e o ajuste fiscal.

Jogar todas as fichas significa também deixar de lado as musiquinhas históricas, que só consolidam o voto de quem já está com Pivetta para tratar de atingir os que estão indecisos, ou que estão do outro lado, mas podem mudar de posição, conforme a abordagem que demos.

A esquerda joga a parada dos descontentes, do contra tudo isso que está aí. Por uma ou outra razão, muitos estão descontentes com algo, seja ou não culpa do Governo.

Quem está no governo sempre leva a culpa do descontentamento das pessoas. Quem governa paga o preço de tudo o que está aí na nossa AMÁVEL”, “QUERIDA”, “LINDA” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon.

Não basta controlar o passado, ter uma interpretação correta do que já foi. As pessoas estão votando pelo futuro, para satisfazer suas insatisfações. Esse tema a ser o rumo da propaganda na reta final.

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Reta final deixa campanhas à mercê do noticiário

– Não basta explorar o desgaste do adversário, é preciso evitar que o próximo capítulo mude novamente quem está no ataque e quem está na defensiva;
– Quem ganha com o noticiário de hoje pode estar na defensiva amanhã;
– A reta final ganha, um componente novo: não basta explorar o desgaste do adversário. É preciso evitar que o próximo capítulo mude novamente quem está no ataque e quem está na defensiva.

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