DIGA AO POVO QUE FICO
Mauro Mendes recua da candidatura ao Senado
Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, sexxxtouuu, e o Boteco da Alameda voltou! Depois de todos acontecimentos nos seis primeiros meses de 2025, podemos afirmar que o P, não é o único detalhe em comum, que envolve o vice-governador, Otaviano Olavo Pivetta, do partido Republicanos, e a Sociedade Esportiva Palmeiras, a resiliência na busca pelos seus objetivos marcam as coincidências entre os dois, um sem “Mundial” e o outro sem sentar na cadeira número 1 do “Governo do Estado”.
Bom…, neste ano, o Mundial de Clubes realizado nos Estados Unidos, foi o marco de mais uma oportunidade para o time do Palmeiras, que seria evitar o que vem acontecendo há mais de 70 anos, com as outras torcidas afirmando “o Palmeiras não tem mundial“.
O maior Campeão do Brasil até tentou, tentou, lutou, lutou, foi bravo, digno de louvor, mas…, mais uma vez, não deu, o Palmeiras foi barrado pelo “paredão” do time “BILIONÁRIO” do Chelsea, e assim continua no estilo a saga pelo título do “Mundial”, se conseguir ganhar a Libertadores, competição que decorre até o final do ano, o clube terá mais uma chance para disputar o tão sonhado e desejado, o “Mundial”.

No caso de Otaviano Pivetta, vice de Mauro Mendes, depois de duas tentativas consecutivas, conquistando o cargo de vice-governador mato-grossense, era chegada a hora, com sua mira apontada para cadeira número 1 do Governo do Estado de Mato grosso.
De acordo com informações de fontes ligadas aos bastidores da política do meu “QUERIDO” Estado de Mato Grosso, repassadas para os integrantes do núcleo duro do Boteco da Alameda, fazer o dever de casa seria o básico, o simples bem feito, tipo “arroz com feijão”, porque condições como estar livre, sem tornozeleira, viavelmente apto para concorrer ao cargo, e financeiro compatível com a missão já estava garantido, porém ainda faltava, formar grupo político e combinar com o povo.
Pronto, o vice-governador estava indo em busca do seu objetivo, mesmo com dificuldades, ganhando espaço dia pós dia, até uma “bomba” cair dentro da Casa de Leis, a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT), a investigação envolvendo 14 deputados estaduais, referente aos supostos esquemas com Emendas Parlamentares, kits da agricultura e perfurações de poços, abrindo precedentes para dúvidas de outros setores.
Bom…, teve Emendas Parlamentares que foram totalmente destinas as festas particulares, as chamadas festas caipiras. E hoje o que se são os deputados dando suas explicações sobre as verbas que foram usadas irregularmente, e que deveriam ser destinas as necessidades dos municípios.
Denúncia que segundo relato do representante da Justiça, que participou de uma oitiva na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), partiu de dentro do gabinete da vice governadoria, o que teria estremecido pior que um “terremoto” o relacionamento envolvendo a maioria dos deputados com o vice-governador.
Pelo que tudo indica, o impacto entre os “Poderes” é semelhante ao que o time do Chelsea fez com o Palmeiras na busca pelo “Mundial”.
Hoje, ainda existem algumas pessoas que acreditam na possibilidade de candidatura do vice-governador, na disputa eleitoral em 2026.
Para outros, o caminho da utopia é mais provável, porque sem uma base política fortalecida, de nada adianta ter vontade, estar livre, sem tornozeleira, com capital econômico em potencial, prova disso foi o que aconteceu em 2024, na disputa municipal, quando ficou comprovado que recurso na eleição é importante, mas de nada adianta gastar sem combinar, seja com os políticos, e principalmente com o povo.
“Uma reunião realizada entre os caciques da política do estado, teria estremecido ainda mais o cenário da corrida eleitoral, porque nem todos participaram e nem foram convidados, revelando que algo não está certo nas movimentações das eleições de 2026“.
Enfim, diante de tanta repercussão ocorrida nos últimos dias, o time do Palmeiras segue sem “Mundial”, com a derrota pegou o avião e retornou para a Rua Palestra Itália em Perdizes.
Já o vice-governador mato-grossense, do partido Republicanos, Otaviano Olavo Pivetta, a cidade de Lucas do Rio Verde é logo ali, do Palácio Paiaguas até ao hangar do Grupo Bom Futuro, são poucos minutos, o jatinho só estaria aguardando o passageiro, que sem grupo político, segue sem condições de disputar a cadeira número 1 do Governo do Estado de Mato Grosso.

O Boteco da Alameda…
Bate o martelo e confirma nesta sexta-feira dia 11 de julho: o meu “AMIGO”, o “Homem de Ferro”, o governador Mauro Mendes Ferreira, cacique número 1 do União Brasil (UB), vai continuar sentado na cadeira até o fim do seu mandato, automaticamente, sem abrir espaço para o seu vice Otaviano Pivetta.
“Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto. Diga ao povo que fico”.
Esse é o fato novo para o dia de hoje.
O que aconteceu? Mauro Mendes analisou, analisou, analisou, avaliou, avaliou, refletiu, refletiu, refletiu, e enxergou, que será melhor politicamente para a sua trajetória de gestor ficar no cargo e fazer pessoalmente as entregas de grandes obras que ficarão prontas até o final de 2026.
E agora?
Bom…, agora com o recuo de Mauro Mendes mudará por completo o cenário político eleitoral no Estado de Mato Grosso. Ou seja, o vice-governador mato-grossense, o Republicanos, Otaviano Olavo Pivetta, perde a condição de disputar o governo com a caneta de governador na mão; Mauro Mendes passará a ser o maior cabo eleitoral de 2026, comandando a sua própria sucessão e as candidaturas ao Senado entre os partidos do seu arco de aliança e sem Mauro Mendes candidato, a composição com o Partido Liberal (PL), dos bolsonaristas, pode ser revista, implicando em novas alianças.
Quem pegou, pegou, duvidou? Espere a boa vontade de Mauro Mendes confirmar.
Segue o fluxo!
Política
PL impõe disciplina rigorosa em MT e ameaça expulsar filiados aliados a Pivetta
O Partido Liberal (PL) de Mato Grosso deflagrou uma ofensiva política interna para conter o avanço de dissidências em suas bases municipais e reorganizar seu alinhamento partidário. Sob o comando do presidente estadual da legenda, Ananias Martins de Souza Filho, a agremiação formalizou uma postura inflexível contra qualquer apoio externo ao projeto da sigla. O posicionamento oficial busca neutralizar a dispersão de forças em um momento decisivo para a consolidação de diretrizes regionais e reforçar a liderança sobre as executivas locais.
O estopim para o acirramento das tensões ocorreu após declarações públicas de apoio à pré-candidatura do atual governador Otaviano Pivetta, filiado ao Republicanos, ao Governo do Estado nas eleições de 2026. A adesão explícita de chefes do Executivo Municipal a um projeto majoritário concorrente foi interpretada pela cúpula do Partido Liberal (PL) como uma violação direta dos compromissos partidários. O alinhamento com a candidatura adversária gerou apreensão imediata quanto à perda de capital político em importantes colégios eleitorais de Mato Grosso.
A reação assertiva manifestou-se por meio de Ananias Martins de Souza Filho, que assumiu a linha de frente do discurso punitivo para coibir a onda de insubordinação. O dirigente estadual ressaltou ter obtido garantias diretas da liderança nacional para punir os desvios de conduta com rigor e celeridade extrema. Em declaração contundente direcionada aos correligionários, Ananias Filho advertiu que os membros que não mantiverem fidelidade às deliberações oficiais da sigla serão prontamente expulsos dos quadros da agremiação.
O epicentro geopolítico do conflito reside em Mato Grosso, onde a disputa pelo controle de bases eleitorais consolidadas mobiliza prefeitos e vereadores de múltiplos municípios estratégicos. A polarização atingiu maior relevância política na região metropolitana de Cuiabá e em polos produtivos do interior, locais onde a influência dos mandatários locais possui elevado peso eleitoral.
O descontentamento com os rumos estaduais tornou pública uma intrincada rede de alianças pragmáticas que contrariam expressamente a cartilha da direção liberal.
A controvérsia ganhou dimensão pública nas últimas semanas de 2026, momento crucial para as definições de pré-candidaturas e para a formalização das coligações partidárias no Estado. O avanço do calendário eleitoral acelerou as articulações regionais, levando governantes a anteciparem suas posições no cenário político local. O encavamento de prazos decisivos pressionou a Executiva Partidária a intervir prontamente para impedir que as dissidências municipais se consolidassem como um movimento irreversível de debandada.
A principal motivação para a medida disciplinar drástica é o enfraquecimento contínuo do projeto eleitoral próprio do PL frente à atratividade do nome do governador Otaviano Pivetta. O temor da cúpula partidária centra-se na perda de protagonismo nas urnas, além do enfraquecimento da coesão ideológica e da disciplina partidária.
Ao estabelecer sanções severas, a liderança visa sinalizar a todo o eleitorado e à classe política que a legendariedade e o alinhamento com as diretrizes centrais prevalecerão sobre negociações individuais.
A operação disciplinar está sendo operacionalizada por meio da abertura de processos administrativos internos, orientados pela liderança estadual para cassar a filiação dos envolvidos. Ananias Martins instruiu abertamente a veiculação de gravações de áudio e vídeo em grupos digitais e redes sociais como instrumento explícito de intimidação e contenção política. A estratégia busca dissuadir novas rebeliões no meio político ao expor a instabilidade jurídica e a eventual perda de legenda para os gestores insubordinados.
A crise ganhou musculatura com a adesão pública da Prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, juntamente com gestores de relevância econômica no Estado. Somaram-se ao grupo de apoio a Pivetta os Prefeitos de Cuiabá, Abílio Brunini, de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, de Primavera do Leste, Sérgio Machnic, e de Campo Novo do Parecis, Edilson Antonio Piaia. A aliança desses expressivos líderes municipais com o Republicanos escancarou a profundidade do racha interno e intensificou os confrontos dentro do partido.

A retórica de Ananias Martins fundamenta-se na autorização concedida pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, que chancelou a expulsão sumária de integrantes rotulados como “traidores”. A diretiva prevê a remoção imediata de prefeitos ou vereadores que continuarem atuando em dissonância com o projeto estatutário, sem espaço para conciliações. O respaldo do comando nacional confere respaldo jurídico e político para o expurgo dos dissidentes, independentemente do porte populacional ou econômico do município afetado.
A repercussão das medidas repressivas sinaliza um cenário de profunda incerteza quanto à recomposição das forças políticas de Mato Grosso até o pleito. A tentativa da executiva de restaurar a ordem partidária sob forte pressão digital pode acelerar o despartidamento de lideranças regionais de grande apelo popular.
O desfecho dessas sanções disciplinares definirá o grau de unidade do Partido Liberal (PL) para a disputa governamental e reconfigurará o arcabouço de alianças na corrida rumo ao Palácio Paiaguás.
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