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CUIABÁ 40 GRAUS

Mauro e Edu Botelho sinalizam fumar o cachimbo da paz

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O presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Zé Edu Botelho do União Brasil (UB), na última terça-feira (13), esteve reunido com o governador mato-grossense também do União Brasil (UB), Mauro Mendes Ferreira, em uma reunião com representantes da Caixa Econômica Federal (CEF), para tratar das negociações para que o Governo do Estado assuma a concessão da BR 163.

E aí? Aí tem bingo!

Tudo bem que Mauro Mendes já havia fechado um acordo com a diretoria do banco, mas algo aconteceu: em um jantar em Brasília, o governador mato-grossense sinalizou “fumar o cachimbo da paz” com o Zé Edu Botelho.

Como é do conhecimento dos amigos internautas do Blog do Valdemir, Zé Edu Botelho tem buscado espaço para disputar a sucessão do Prefeito de Cuiabá, o emedebista Nenel Pinheiro, que não anda bem das pernas, opa!, ou melhor, não anda bem na polit6ica mato-grossense, com apoio do Palácio Paiaguas, entretanto, tem encontrado dificuldades já que, o deputado federal Fábio Garcia, o comandante da Secretaria de Estado de Fazenda (SEFAZ), Rogério Luiz Gallo, o secretario Chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho Junior, e o secretário da Secretaria de Saúde de Mato Grosso (SES), Gilberto Gomes de Figueiredo, que também tem as mesmas pretensões, a cadeira Número 1 do Palácio Alencastro.

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CRIma entre Mendes e Botelho

Apesar da imensa tensão que paira sobre o pleito eleitoral de 2024 para a Prefeitura de Cuiabá, e das críticas pesadas desferidas por Zé Edu Botelho e seus oficiais de guerra contra Mauro Mendes, os dois tem conseguido manter, entre si uma relação cordial.

Como! Uma relação cordial? Vixi.

Na última entrevista concedida a imprensa, por exemplo, o parlamentar do União Brasil, Zé Edu Botelho fez um gesto de paz endereçado a Mauro Mendes. Afirmou que tem por Mauro “respeito e carinho”.

Captando o gesto no ar, Mauro convidou Edu para o jantar, e os dois estiveram uma primeira conversa amistosa.

A conversa não foi conclusiva. Mas representou a abertura de um diálogo que pode culminar (ou não) com uma composição entre as duas partes.

O que existe do UB para 2024

Não existe um candidato declarado do governador Mauro Mendes e do Palácio Paiaguas, que hoje possui cinco nomes, Zé Edu, Mauro Carvalho, Fábio Garcia, Rogério Gallo e Gilberto Figueiredo. Mas, contando com o aval do 01, se torna mais fácil.

Edu Botelho se mostra disposto a se manter no páreo até abril de 2024. Como o próprio governador Mauro Mendes disse ao Blog do Valdemir, que ele (Mauro) trabalha pela construção entre os postulantes pertencentes ao União Brasil em Mato Grosso.

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Disputa

A verdade seja dita: conforme é do conhecimento dos amigos internautas do Blog do Valdemir, deve sair criada uma aliança única para enfrentar a turma do emedebista Nenel Pinheiro, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Carlos Henrique Baqueta Favaro do PSD, o desempregado Neri Geller do Partido Progressista (PP), os deputados estaduais Wilson Pereira dos Santos, Gilmar Fabris e Cia. LTDA.

Acontece que, caso aconteça a aliança, será incluído o Partido Liberal (PL), que tem o deputado federal eleito Abílio Brunini nas suas fileiras. Caso seja cumprido o que foi acertado no pleito eleitoral de outubro de 2022, o polêmico deputado Abílio Junior abrirá mão da disputa da Prefeitura de Cuiabá e apoiará o candidato do Palácio Paiaguas.

Agora entendem o motivo dessa tensão?

Cuiabá 40 graus

Nenel Pinheiro, o Prefeito da Capital de todos os mato-grossenses, escorregou na ribanceira do pecado e teria sido afastado na quarta feira (15), não fosse um providencial pedido de vista do ministro Raul Araújo, indicando que precisaria de mais tempo para se colocar a par do que aconteceu no caso em questão.

A sessão já corria célere para o prefeito cuiabano o emedebista Nenel Pinheiro, apear do poder, minado por acusações de erros à frente da Prefeitura de Cuiabá.

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Política

Invasão cibernética na Saúde alimenta embate político em Mato Grosso

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Um sofisticado incidente cibernético violou a infraestrutura tecnológica da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), deflagrando uma crise institucional que mobiliza o Poder Executivo e a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT). O episódio, classificado tecnicamente como uma “invasão hacker”, desestabilizou a percepção de segurança dos sistemas governamentais e gerou imediata repercussão no cenário político local. O evento expõe a vulnerabilidade digital da administração pública frente a ameaças externas cada vez mais ousadas e coordenadas.

Os alvos diretos e indiretos dessa ação criminosa envolvem a própria Secretaria de Saúde, responsável pelo gerenciamento de dados assistenciais, e a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), que atua como órgão fiscalizador. O presidente do Parlamento Estadual, deputado Max Russi (Podemos), assumiu o protagonismo institucional ao externar profunda preocupação com o ocorrido, enquanto a equipe técnica da pasta de Saúde e os investigadores da Polícia Civil desdobram-se para mitigar os danos colaterais e identificar os autores do ataque.

As consequências imediatas do ataque cibernético resultaram no impacto restrito a um volume inferior a 1 Terabyte (TB) de informações do acervo digital da pasta, o qual acabou sendo integralmente recuperado por meio de sistemas de contingência e redundância. No entanto, o desdobramento mais crítico manifestou-se no plano político, manifestado pelo temor de que o apagão de dados pudesse inviabilizar o fornecimento de documentos essenciais para os trabalhos de fiscalização parlamentar em andamento na capital do estado.

O epicentro do incidente localiza-se nos servidores centrais da Secretaria de Saúde, situados no Centro Político Administrativo de Cuiabá, irradiando seus efeitos institucionais diretamente para o Palácio Paschoal Moreira Cabral, sede do Poder Legislativo Mato-grossense.

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A proximidade geográfica e administrativa dessas instituições amplificou o eco do debate sobre a eficiência da infraestrutura tecnológica pública estadual, transformando a capital mineira-mútua do Agronegócio em um palco de intensas cobranças governamentais.

A identificação original do ataque digital ocorreu em meados de março de 2026, porém o ápice do tensionamento institucional consolidou-se nesta quarta-feira, 3 de junho, durante uma sessão coletiva de imprensa convocada pelo presidente da Casa de Leis. O momento cronológico do anúncio revelou-se extremamente sensível, por coincidir exatamente com a fase de instalação e estruturação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a gestão da Saúde Pública no Estado.

A motivação presumida por trás da ação criminosa assume contornos ambíguos, dividindo-se entre a tentativa de extorsão financeira, prontamente rechaçada pelo Executivo, que negou qualquer pagamento de resgate, e a suspeita de sabotagem política. Parlamentares mais incisivos levantaram a hipótese de que a invasão visava ocultar passivos administrativos, embora a liderança do Legislativo tenda a encarar o episódio como uma nefasta coincidência oportunista que se aproveitou de fragilidades estruturais do sistema.

As justificativas técnicas apresentadas pela Secretaria de Saúde fundamentam-se na robustez de seus protocolos de segurança da informação, os quais permitiram o restabelecimento célere das atividades institucionais sem prejuízo ao atendimento da população. Por sua vez, a justificativa para a reação veemente do Parlamento baseia-se no dever constitucional de fiscalização, sustentando que qualquer instabilidade em bancos de dados governamentais representa uma ameaça direta à transparência e à estabilidade social.

O método operacional utilizado pelos criminosos consistiu na quebra de barreiras digitais de criptografia para acessar a rede interna da secretaria, seguido de uma suposta exigência financeira ilegal que acabou ignorada pelas autoridades. Do lado institucional, o método de resposta envolveu o acionamento imediato da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos e Cibernéticos (DRCI) para subsidiar a investigação criminal, além do anúncio de auditorias nos sistemas redundantes do Estado.

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Os desdobramentos futuros desse imbróglio apontam para uma inevitável reformulação nas políticas de investimentos em segurança cibernética de Mato Grosso, com pressões para o fortalecimento da Empresa Pública de Tecnologia da Informação (MTI). Além disso, a Mesa Diretora do Legislativo garantiu que a comissão investigativa requisitará auditorias independentes para assegurar que nenhum dado relevante tenha sido permanentemente suprimido ou mascarado durante o período em que o sistema esteve vulnerável.

As perspectivas de encerramento do caso dependem agora do avanço do inquérito policial e da capacidade de o Estado demonstrar que seus mecanismos de salvaguarda digital são invioláveis contra futuras incursões. O presidente da Assembleia Legislativa assegurou que as investigações da CPI não sofrerão paralisações ou entraves técnicos, visto que os mecanismos de armazenamento externo garantirão o fluxo contínuo de provas, blindando o processo político contra interferências do crime virtual.

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