Política
Júlio Campos surpreende médicos e pode deixar hospital nesta semana
Depois de mais um dia de pequenas caminhadas no quarto do hospital onde está internado em Fortaleza, no estado do Ceará, o ex-governador e ex-deputado federal Júlio Campos afirmou não ver a hora de deixar a instituição hospitalar, iniciar um novo ciclo do tratamento do transplante de fígado na casa alugada pela família no Nordeste do país e se preparar para retornar para casa, em Cuiabá.
Apesar de estar internado em um quarto hospitalar, Júlio Campos não perde o contato com Cuiabá. Tem mantido seguidas conversas com o irmão Jayme Campos, onde afirma estar tendo uma excelente recuperação e que não vê a hora de retornar para casa e voltar a manter suas atividades rotineiras como as caminhadas que faz pela manhã em uma das principais avenidas da Capital e os encontros políticos.
“Está caminhado bem. As informações estão acima das expectativas”, ressalta, disse Júlio em um dos contatos telefônicos com Jayme.
A expectativa é que Júlio Campos deixe o hospital ainda nesta semana seguindo para a casa onde a família alugou em Fortaleza para continuar o tratamento nos próximos 90 dias antes de retornar para Cuiabá.
Jayme agradeceu o carinho que a população tem demonstrado, o que ajudou muito na recuperação do irmão. “Família recebendo solidariedade, orando por ele. Júlio muito querido. Nesses momentos é que a solidariedade aumenta. Quando se trata de saúde temos que ser humano e solidário, com quem que seja. Recebi manifestação do povo que está fazendo orações”, diz.
Política
Palácio Paiaguás: tudo pode acontecer com Janayna Riva e Max Russi
Há um momento em que toda eleição a política deixa de ser especulação e passa a ser realidade institucional.
Esse momento começou, com o período das Convenções Partidárias. Até aqui, nós, do Blog do Valdemir, e os cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Alameda, acompanhamos meses de articulações, reuniões reservadas, pesquisas eleitorais, construções de narrativas, e movimentos estratégicos. Tudo isso faz parte da pré-campanha eleitoral de 2026. A partir de agora, o jogo muda de natureza.
As Convenções Partidárias, que poderão ser realizada até o dia 5 de agosto, oficializam os candidatos escolhidos pelos partidos e consolidam as primeiras alianças.
É quando a disputa sai dos bastidores para ganhar contornos formais perante o eleitor.
Mas é importante desfazer uma percepção comum: a Convenção Partidária não encerra as negociações políticas. Muito pelo contrário. É justamente após esse momento que muitas das conversas mais importantes acontecem.
A legislação permite que, respeitada a deliberação partidária, determinadas definições sejam concluídas antes do registro das candidaturas, cujo prazo termina em 15 de agosto.

Isso explica por que, mesmo com candidatos homologados, ainda veremos intensas negociações sobre a composição das chapas. E é exatamente aí que entra uma figura que, historicamente, costuma ser subestimada: o candidato a vice.
Durante muito tempo, a escolha do (a) vice era tratado (a) quase como uma formalidade.
Hoje, ela representa uma das decisões mais estratégicas para a campanha do Republicanos, Otaviano Pivetta e o liberal, Senador Wellton Fagundes.
O (a) deixou de ser apenas um substituto eventual do titular para se transformar em instrumento de articulação de alianças, fortalecimento e sinalização ao mercado, aos partidos e ao próprio eleitor.
Após o encerramento das Convenções Partidárias, os partidos terão até 15 de agosto para registrar suas candidaturas na Justiça Eleitoral. No dia seguinte, 16 de agosto, começa oficialmente a campanha eleitoral.
A partir daí, a disputa deixa definitivamente os bastidores e passa a ocupar as ruas, as redes sociais e, posteriormente, o horário eleitoral gratuito.
Guia eleitoral
O período de Convenções Partidárias guarda nos bastidores uma guerra particular que será estratégico para as campanhas majoritárias na Terra de Rondon.
Considerado um ativo na corrida às urnas, o guia eleitoral vem sendo tratado como prioridade pelas campanhas do governador Otaviano Pivetta, pré-candidato a reeleição e pelo candidato bolsonarista Wellton Fagundes.
Nas trincheiras, o apoio de partidos políticos é o alvo principal.
Senão venhamos e convenhamos: o cálculo do programa eleitoral tem como base o tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados.

Segundo a Legislação, 90% do tempo é distribuído principalmente ao número de representante na Câmara dos Deputados e os outros 10% igualmente entre os candidatos dos partidos que superaram a cláusula de barreira.
Com base na representatividade no Legislativo, a Federação União Progressista, formado pelos partidos União Brasil (UB) e Partido Progressista (PP), terá o maior tempo de propaganda. O bloco partidário está na base do governo.
Segundo levantamento dos frequentadores do Boteco da Alameda, a sigla deve ter 2 minutos 28 segundos e 19 centésimos, ou 20,78% do total, do guia.
O tamanho coloca a legenda como fiel da balança na disputa pela exposição midiática, com um peso relevante na base do pré-candidato Repúblicanos.
O analista político Alex Rabelo, avalia que a popularização das redes sociais reduziu o peso da propaganda partidária, mas ponderou que o veículo segue com um peso relevante.
Tudo pode acontecer
A definição do União Brasil na Terra de Rondon pelo apoio a reeleição do governador Otaviano Pivetta, mudou o cenário político e levou a cúpula do MDB a intensificar a negociação sobre o futuro da emedebista “Mulher Maravilha“.
Em reunião realizada na manhã de ontem (31), em Cuiabá, dirigentes da legenda discutiram o caminho que o partido adotará na disputa estadual, com “Mulher Maravilha“, dividida entre a Casa Alta, possibilidade de integrar a chapa governista como candidata a vice-governadora.
A expectativa é de que as tratativas avancem até este domingo (2), quando a legenda pretende definir o caminho a ser seguido.

O Boteco vai falar
As convenções do MDB e Podemos estão marcadas para o próximo dia 4 de agosto.
E os internautas do Blog do Valdemir querem a última das últimas? O cenário que se desenha no horizonte e pode adiantar planos de alguns políticos é uma aliança entre a “Mulher Maravilha“ e o “Branquelo de Jaciara”.
O “Branquelo de Jaciara”, já afirmou que ser candidato ao Palácio Paiaguás não “ESTAVA” nos planos e que pretendia disputar a reeleição para a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT).
A “Mulher Maravilha“ admite a possibilidade de disputar o Governo de Mato Grosso, e abandonar o projeto para a Casa Alta.
“O partido passou a discutir a possibilidade de candidatura própria, ou com o deputado Max Russi disputando o Governo do Estado. São duas possibilidades“, disse “Mulher Maravilha“.
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