Política
Habeas Corpus de Riva depende do desembargador Gilberto Giraldelli
O desembargador Gilbeto Giraldelli, da Terceira Câmara Criminal relator do processo e o mesmo que determinou a soltura do ex-presidente da Câmara Municipal de Cuiabá e vereador cassado e ex-genro de Riva, João Emanuel, solicitou pedido de "Habeas Corpus" junto a 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que foi impetrado pelos advogados de defesa do ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Geraldo Riva. O processo corre em segredo de justiça. A decisão atende a um pedido da defesa do ex-parlamentar.
O desembargador Giraldelli poderá emitir sua decisão sobre uma provável soltura de Riva ainda nesta sexta-feira. O ex-parlamentar foi preso na terça-feira (13), na segunda fase da Operação Metástase, do Gaeco ao deixar uma farmácia na Avenida Lava-pés onde tinha ido comprar remédios, sob a acusação de liderar uma quadrilha que teria desviado R$ 1,7 milhão dos cofres da Assembleia Legislativa por meio da extinta verba de suprimentos com valores entre R$ 4 mil e R$ 8 mil, que eram destinadas para pequenos gastos mensais de gabinetes.
O dinheiro desviado, segundo o Gaeco, servia para o pagamento de despesas pessoais do ex-deputado, como o combustível de sua aeronave particular, pagamento de honorários advocatícios, entre outros. Além disso, o ex-deputado teria usado parte do montante para o pagamento de um “mensalinho” para políticos e lideranças políticas do interior do Estado. A distribuição de “mimos”, como uísque, pagamento de festas de formatura, jantares e massagistas também faziam parte da lista. O esquema tentava dar aparência de legalidade aos gastos.
A prisão de terça-feira é a terceira contra Riva em 2015 as outras duas, ele foi encaminhado parar atrás das grades durante as operações Imperador e Ventríloquo, que também foi realizado pelo Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Assim como nas prisões anteriores, Riva deverá ser levado para o Centro de Custódia de Cuiabá (CCC). O ex-deputado responde a mais de 100 ações na Justiça, entre cíveis e criminais. O ex-presidente da "Casa de Leis" divide espaço com o ex-governador SIlval Barbosa (PMDB) e os ex-secretário Pedro Nadaf e Marcel de Cursi.
Política
Reta final ganha novo componente; campanhas ficam à mercê do noticiário
Quintouuuu! E os eleitores da nossa “AMÁVEL”, “QUERIDA”, “LINDA” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon, nesta reta final se posicionou para às eleições de 2026.
Levantamentos do Instituto Percent Brasil, divulgado no dia de ontem (15), sobre o posicionamento político ideológico do eleitorado mato-grossense, mostrou que a maioria é direita.
Senão vejamos e acompanhamos: 44,9% dos entrevistados se consideram de direita, 10,7% de centro e 15,7% de esquerda. Outros 19,3% não tem posicionamento político e 9,5% não souberam, não responderam.
Bom e daí? E daí é que chegamos na reta final de 2026 com o candidato do Partido Liberal (PL), Wellton Fagundes, e o candidato pelo partido Republicanos, Otaviano Pivetta, tecnicamente empatados na disputa pelo comando do Palácio Paiaguás.
Dito isso, bom, significa que: independentemente de tudo o que tenha acontecido no longo transcurso da campanha, os dois corredores entram na reta final, segundo pesquisas, cabeça a cabeça.
Independentemente de se a situação é essa mesma, porque as pesquisas fazem parte da campanha e tratam de animar a medica e candidato pelo PSD, Natasha Slhessarenko e demais adversários, para que não bata o desânimo, se aceitam o “PODER” da máquina administrativa, trata-se de jogar tudo na reta final.

O que está em jogo é muita coisa, para se deixar levar por qualquer atitude que dificulta o resultado final.
Disputa-se o futuro do Estado de Mato Grosso. Se se priorizarão as políticas sociais, os combates as desigualdades ou os interesses do capital financeiro e o ajuste fiscal.
Jogar todas as fichas significa também deixar de lado as musiquinhas históricas, que só consolidam o voto de quem já está com Pivetta para tratar de atingir os que estão indecisos, ou que estão do outro lado, mas podem mudar de posição, conforme a abordagem que demos.
A esquerda joga a parada dos descontentes, do contra tudo isso que está aí. Por uma ou outra razão, muitos estão descontentes com algo, seja ou não culpa do Governo.

Quem está no governo sempre leva a culpa do descontentamento das pessoas. Quem governa paga o preço de tudo o que está aí na nossa “AMÁVEL”, “QUERIDA”, “LINDA” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon.
Não basta controlar o passado, ter uma interpretação correta do que já foi. As pessoas estão votando pelo futuro, para satisfazer suas insatisfações. Esse tema a ser o rumo da propaganda na reta final.
Reta final deixa campanhas à mercê do noticiário
– Não basta explorar o desgaste do adversário, é preciso evitar que o próximo capítulo mude novamente quem está no ataque e quem está na defensiva;
– Quem ganha com o noticiário de hoje pode estar na defensiva amanhã;
– A reta final ganha, um componente novo: não basta explorar o desgaste do adversário. É preciso evitar que o próximo capítulo mude novamente quem está no ataque e quem está na defensiva.
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