Search
Close this search box.

TRANSPARÊNCIA TOTAL

Equipe de transição de Kalil Baracat recebe os projetos de Leis Orçamentarias para eventuais alterações

Publicados

em

A prefeita Lucimar Sacre de Campos formalizou oficialmente a entrega ao prefeito eleito, Kalil Baracat e a equipe de transição indicada pelo mesmo, das três principais peças orçamentárias e financeiras que vão permitir ao novo gestor que trabalhe seu primeiro ano de gestão com capacidade para atender as demandas e colocar em prática medidas de interesse popular e defendidas por ele na campanha eleitoral.

Estamos entregando a equipe de transição do prefeito Kalil Baracat, os projetos, da Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO/2021) e Lei Orçamentária Anual (LOA 2021), além do Plano Plurianual (PPA 2018/2021), inclusive com a possibilidade de serem alterados diante do bom relacionamento com os atuais vereadores, ou seja, se necessário a futura gestão pode solicitar alterações que estaremos prontas a ouvir e a promover as mudanças, assinalou a prefeita Lucimar Sacre de Campos.

O prefeito eleito apontou que pelas primeiras análises, não serão necessárias mudanças, até pelo fato da prefeita Lucimar Sacre de Campos e sua equipe tratar as coisas de forma mais transparente e eficiente possível, respeitando parâmetros de legalidade, impessoalidade, transparência e eficiência no Poder Público Municipal.

Estamos trabalhando ao mesmo tempo com os técnicos do Poder Executivo e do Poder Legislativo para que o interesse comum, que é o bem estar de Várzea Grande e a qualidade de vida da população estejam sempre contemplados em todas as medidas que serão adotadas a partir de 2021 e quero aqui deixar público a minha satisfação por ter participado da gestão da prefeita Lucimar Sacre de Campos e ter podido contar com seu apoio e do senador Jayme Campos que com certeza nos ajudará a continuar promovendo as mudanças necessárias para superar as adversidades de nossa querida Várzea Grande“.

O ex-vereador e ex-secretário Benedito Gonçalo de Figueiredo, mais conhecido como Dito Loro; o ex-secretário de Estado e de Várzea Grande, Gonçalo Aparecido de Barros; o empresário, William Cardoso e a professora Francismeire Pedrosa da Silva consideraram como imprescindível a interlocução entre eles e a equipe de transição da gestão da prefeita Lucimar Sacre de Campos que tem promovido fluir com maior transparência os dados para ajudar e impedir que haja solução de continuidade entre ambas as gestões.

Trabalhamos para que haja o mínimo de impacto entre as gestões Lucimar Sacre de Campos que é um exemplo para toda e qualquer gestão pública, para o futuro governo Kalil Baracat que vai se esforçar em dobro para manter o mesmo ritmo acelerado de investimentos, de políticas de desenvolvimento social e humano e principalmente que Várzea Grande jamais retroceda, disseram os membros da Comissão de Transição indicados pelo prefeito eleito.

Todos avaliaram não apenas como fundamental a boa relação entre o prefeito eleito e a atual prefeita, mas o fato de que ela e o Senador do Partido Democrata (DEM), Jayme Campos irão manter os esforços para que Várzea Grande continue a se desenvolver e a receber a devida atenção.

Existem compromissos assumidos pelas bancadas de deputados estaduais e federais e senadores, pelo próprio governador Mauro Mendes em nos ajudar a manter o nível de desenvolvimento de Várzea Grande e investir na qualidade de vida da população e de nossa cidade”, disse Kalil Baracat.

O Senador Jayme Campos, frisou que mais do que avalista da futura gestão, politicamente sempre deixou claro que nasceu, criou e sempre vai trabalhar em prol de Várzea Grande, sua gente e por um Mato Grosso e um Brasil melhor para todos.

Muitos fizeram compromisso com Várzea Grande e com Kalil Baracat e assim como ele eu também farei questão de lembrar todos estes compromissos, pois eles são com as pessoas e com a cidade”, frisou o Senador Jayme Campos.

Leia Também:  Gripe H3N2 pode levar à hospitalização em UTI e morte entre os que não estão vacinados
Propaganda

Política

Palanque de Wellington Fagundes “AVERMELHOU”

Publicados

em

A articulação política com vistas ao pleito de 2026 no Estado de Mato Grosso deflagrou uma profunda reorganização nas bases partidárias locais, unindo lideranças historicamente opostas em um mesmo palanque. O movimento central orbita em torno da pré-candidatura do senador Wellington Fagundes (PL) ao Governo do Estado, cuja base de sustentação passou a abrigar, direta e indiretamente, figuras proeminentes do cenário político estadual e nacional. Entre os articulações de destaque, constam o apoio do senador Jayme Campos (UB) e a aproximação tática do senador Carlos Fávaro (PSD), e aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), consolidando um arranjo político caracterizado pela pluralidade ideológica.

O epicentro do rearranjo partidário consolidou-se após o senador Jayme Campos romper estrategicamente com o grupo político de Mauro Mendes (UB). A cisão ocorreu após o parlamentar ser preterido por sua própria agremiação na disputa pela indicação ao governo estadual. Diante do impasse interno, a liderança de Várzea Grande declarou apoio formal à postulação de Wellington Fagundes, assumindo o papel de ponte interlocutora para atrair o grupo político de Carlos Fávaro para a mesma esfera de convergência eleitoral, alterando o equilíbrio das forças políticas regionais.

A reaproximação entre os grupos políticos ocorreu no âmbito do território mato-grossense, desdobrando-se em reuniões partidárias, articulações de bastidores e atos públicos nos principais colégios eleitorais do estado, com especial relevância para Cuiabá e Várzea Grande. O alinhamento progressivo ganhou visibilidade pública a partir das movimentações conjuntas e das declarações de lideranças estratégicas durante encontros institucionais de correligionários, definindo a geografia eleitoral que delimita os palanques das próximas eleições estaduais.

As motivações subjacentes a essa engenharia política fundamentam-se na busca por hegemonia eleitoral e na neutralização de adversários comuns dentro do próprio espectro partidário. A preservação da candidatura de Carlos Fávaro à reeleição pelo Senado, ainda que realizada de forma discreta por setores da coligação, visa enfraquecer concorrentes diretos, como o deputado federal José Medeiros (PL) e o próprio Mauro Mendes (UB), candidato a uma das vagas ao Senado Federal.

Leia Também:  Por que as eleições municipais são importantes?

Paralelamente, a deputada estadual Janaína Riva (MDB) também busca consolidar sua viabilidade ao Senado Federal construindo pontes transversais que transcendem as barreiras ideológicas tradicionais.

O desenrolar decisivo dessa convergência manifestou-se quando a deputada Janaína Riva declarou publicamente a intenção de compor uma chapa dobrada com o senador Carlos Fávaro rumo ao Congresso Nacional. A confirmação do alinhamento ocorreu durante uma reunião partidária promovida pelo deputado federal Emanuelzinho Pinheiro (PSD), vice-líder do governo federal na Câmara dos Deputados.

O respaldo público manifestado por Janaína Riva aos dois quadros do PSD formalizou a intersecção pragmática entre o MDB e setores alinhados à administração federal, expondo a complexidade das alianças regionais.

A reação do Prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), expôs as fraturas internas provocadas pela composição heterogênea do palanque oposicionista. Por meio de manifestações públicas e redes sociais, o gestor municipal criticou enfaticamente a aliança do Partido Liberal (PL) com o MDB, argumentando que a proximidade com nomes ligados ao governo federal descaracteriza o projeto político da direita conservadora no estado.

Brunini reiterou que a presença de quadros governistas e o apoio explícito a vice-líderes do Executivo Nacional configuram uma contradição ideológica perante o eleitorado conservador mato-grossense.

As engrenagens dessa complexa aliança eleitoral funcionam por meio de concessões mútuas e composições proporcionais que visam maximizar o tempo de propaganda rádio e televisiva, além de capilaridade regional. Enquanto a candidatura majoritária ao governo busca unificar o eleitorado sob uma bandeira de oposição à atual gestão estadual, as candidaturas ao Senado operam de forma autônoma para captar votos em nichos diversos. Essa dinâmica permite coexistir, no mesmo espaço político, projetos de poder que divergem substancialmente quanto às diretrizes econômicas e sociais no plano federal.

E aí está a ironia do roteiro.

Wellington Fagundes, o Lanterna Verde, o Homem da Camisa Verde, também identificado por setores da direita como Senador Melancia, Verde por fora e vermelho por dentro, terá que administrar um palanque no qual o VERMELHO já não parece estar escondido debaixo do palanque.

Leia Também:  Assaí Atacadista não poderá limitar ida de empregados ao banheiro

As consequências imediatas do arranjo refletem-se no tensionamento das instâncias partidárias locais e no silêncio seletivo do comando estadual do PL diante das composições regionais.

Enquanto a presidente estadual do partido, Ananias Filho, direciona severas críticas aos prefeitos liberais que declararam apoio à pré-candidatura do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), constata-se a ausência de penalizações ou manifestações oficiais a respeito da presença de lideranças alinhadas ao governo federal na base de Wellington Fagundes, sinalizando uma tolerância tática em prol da viabilidade eleitoral.

O cenário consolidado projeta desafios complexos para a gestão da imagem pública de Wellington Fagundes junto à sua base eleitoral de origem. Historicamente associado ao centro pragmático, o parlamentar enfrenta questionamentos de setores ortodoxos da direita, que utilizam a presença de elementos progressistas na coligação para contestar sua coerência doutrinária.

A necessidade de administrar um palanque de composição ideológica mista exigirá do candidato um contínuo exercício de equilíbrio político para reter o eleitorado conservador sem repelir os apoios estratégicos vindos do centro e da centro-esquerda.

Por fim, o panorama atual evidencia que o pragmatismo político em Mato Grosso sobrepôs-se às polarizações nacionais, redefinindo os contornos da disputa de 2026. A aliança que reúne sob o mesmo teto político o PL, o MDB, o PSD e alas do União Brasil (UB) demonstra que a busca pelo “Poder Estadual” suplantou divisões partidárias rígidas.

O sucesso dessa empreitada dependerá da capacidade dos articuladores em convencer o eleitorado de que a heterogeneidade da coligação representa amplitude governamental, e não incoerência ideológica, na construção do futuro político do estado.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA