O JOGO AINDA ESTÁ CABULOSO
Eleições 2026 em Mato Grosso: ninguém sabe mesmo o que deve acontecer
Sabadão chegou caros amigos e leitores do Blog do Valdemir! Então já se passaram 100 dias do ano de 2023. É hora de olhar para as promessas e para a realidade. Cuiabá merece planejamento, ação e respeito com quem nela vive. As eleições de 2026 já estão no centro das articulações políticas e devem definir os rumos do cenário institucional.
E os primeiros 100 dias de uma gestão municipal são um marco de extrema relevância para prefeitos (as) e vices recém-empossados (as).
Esse período é amplamente observado por especialistas, imprensa e pela própria população como um indicativo do estilo de governo e da capacidade de execução das promessas de campanha.
É o momento de definir o tom da administração consolidar a equipe e estruturar as bases para um mandato eficiente e transparente.

100 dias de Abilinho…
Foram marcados por ações emergenciais em diversas áreas, com foco na reorganização da cidade e no reequilíbrio fiscal. 2 partes que o núcleo duro do Boteco da Alameda destaca são: a renegociação de R$ 2,3 bilhões em passivos com o Governo Federal, INSS e Cuiabá-Prev, e a retomada do diálogo com o Governo do Estado de Mato Grosso, incluindo articulações para o retorno da Santa Casa de Misericórdia.
Só lembrando: A “CRISE” entre o Governo do Estado com a Prefeitura de Cuiabá foi causada na administração passada. Rusgas, Ataques, Denúncias e muito disse-me disse levaram o afastamento do Governo do Estado na ajuda a Capital de todos os mato-grossenses. E segue sempre o fluxo.
No entanto, os objetivos dos 100 primeiros dias não foram alcançados pelo prefeito cuiabano, o liberal Abilinho Brunini, que ainda tem muitos, mas muitos outros 100 dias para fazer a diferença na sua administração.
E para as eleições 2026…
Faltam 18 meses para as próximas eleições para o Palácio Paiaguás, Senador, Câmara Federal e para uma das cadeiras na Casa de Leis. O caminho até outubro de 2026 ainda é cercado por incertezas, mas o cenário político já se desenha com movimentações de ambos os lados.
Convenhamos, falar de eleições para o Palácio Paiaguás agora é exercício de futurologia.
Mesmo que recheados de “fundamentos”, a filosofia por trás desse exercício é a mesma de arremessar uma moeda de R$ 0.25 centavos para cima num “cara ou coroa”.
Mas por que o núcleo duro do Boteco da Alameda só fala sobre isso nos últimos 10 dias? O jogo tá cabuloso? Pode até soar como um, mas o que sobrou para nos agarrarmos?
Está muito claro o caminho que o “Homem de Ferro”, o cacique número 1 do União Brasil (UB), o governador Mauro Mendes, deve seguir até o fim: a esperança de entregar o prometido.
Reparem: nas últimas semanas, as notícias locais, mesmo que ruins, não mexem com o cenário eleitoral da mesma forma que as peças no tabuleiro político.
Os bastidores da política na Terra de Rondon gasta sua energia numa mistura de paciência para esperar com um vislumbre do que será a disputa em 2026.
As teses são diversas…
Otaviano Pivetta, do partido Republicanos, como único representando o núcleo duro do Palácio Paiaguás e demais supostos pretendentes a posição concorrendo com uma tentativa da candidatura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e do atual presidente Lula, do Partido dos Trabalhadores (PT).
Os partidos, tanto o União Brasil (UB), e o MDB em Mato Grosso, convivem sob desconfianças e críticas, já faz um bom tempo.
Nos bastidores e corredores palacianos, existe uma sinalização que há espaço para o diálogo e quem sabe uma parceria política entre o PSD, o MDB e o grupo de Jayme Campos (UB).
Sabem que a Federação Partidária entre o UB e o PP, isolam o grupo dos irmãos Campos.
Ou seja, tudo encaminha para que o Senador pelo União Brasil (UB), Jayme Campos venha buscar outro partido e se preparar para 2026.

Na verdade…
Os três partidos com as maiores bancadas na Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT): UB, MDB e PSB ainda enfrenta indefinições sobre a disputa ao Palácio Paiaguás.
As alternativas com as quais eles lidam a 18 meses são:
1 – Lançar um nome que atenda aos eleitores “nem-nem” refratários ao ex-presidente Bolsonaro e ao atual presidente Lula.
2 – Compor uma aliança de um candidato que se diz “nem-nem”, seja acreditando que a união pode ser vencedora.
3 – Lançar um nome pró-forma apenas para não se comprometer com uma aliança no primeiro turno e depois negociar na segunda etapa da disputa do Palácio Paiaguás.
No fim, ninguém sabe mesmo o que deve acontecer.
Segue o fluxo!
Política
Pivetta rebate acusações de coação e desafia fachada de oposição a apresentar denuncia formal
O candidato à reeleição ao Governo de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), rebateu publicamente as acusações formuladas pelo seu principal adversário político no pleito estadual, o senador Wellington Fagundes (PL). A declaração de contestação ocorreu durante um encontro oficial com a imprensa local, ocasião na qual o chefe do Executivo estadual rechaçou as insinuações de que estaria promovendo retaliações administrativas contra gestores municipais.
O embate político atingiu seu ponto culminante após o senador oposicionista denunciar publicamente que a máquina pública estaria sendo utilizada para cooptar lideranças regionais. Segundo o parlamentar, diversos chefes do Executivo municipal estariam sofrendo coação velada e ameaças diretas de retenção de recursos orçamentários, caso manifestassem apoio formal à sua candidatura.
A reação do governador mato-grossense ocorreu no contexto da dinâmica diária de cobertura do processo eleitoral mato-grossense. Diante dos questionamentos apresentados pelos jornalistas presentes à coletiva, a manifestação oficial teve como objetivo central desqualificar o teor das acusações, cobrando materialidade probatória das alegações transmitidas pela oposição.
A controvérsia desenrola-se no território do Estado de Mato Grosso, alcançando a esfera administrativa do Palácio Paiaguás e impactando diretamente a articulação política nos diversos municípios que compõem o mapa eleitoral da unidade federativa.
O cenário institucional abrange o ecossistema de prefeituras interdependentes das repasses estaduais.

O estopim para o acirramento do tom do debate deu-se em virtude de recentes declarações concedidas por Wellington Fagundes, nas quais o candidato citou relatos sigilosos de prefeitos. De acordo com a denúncia da oposição, até 90% das verbas estaduais vinculadas a convênios estariam pendentes de repasse desde o exercício financeiro anterior, funcionando como instrumento de pressão eleitoral.
Em resposta incisiva, Otaviano Pivetta ironizou a ausência de elementos probatórios que sustentem a denúncia apresentada pelo adversário. Com tom de serenidade, o gestor desafiou a oposição a registrar formalmente os fatos perante os órgãos de controle, argumentando que denúncias de extrema gravidade exigem a instauração de procedimentos legais cabíveis e a apresentação formal de boletim de ocorrência.
A fundamentação apresentada por Pivetta pauta-se no histórico de sete anos e meio de diálogo institucional ininterrupto mantido pelo Governo do Estado com todas as administrações municipais. O candidato sustentou que o atendimento aos prefeitos ocorre de maneira totalmente isenta e republicana, sem distinção de matizes ideológicos ou filiações partidárias.
O foco do conflito gravita em torno da celebração e execução dos convênios estaduais, instrumentos jurídicos fundamentais pelos quais o Governo repassa recursos diretos do seu orçamento para as prefeituras. Essa descentralização orçamentária destina-se ao custeio de obras de infraestrutura, implementação de políticas públicas e aquisição de insumos estratégicos para os municípios.
A desavença pública ganha proporções estratégicas por ocorrer em pleno período de consolidação de alianças políticas e captação de apoios regionais para a disputa das eleições. A neutralidade ou o alinhamento dos prefeitos locais representam ativos cruciais para a consolidação dos palanques estaduais na corrida ao Governo.
O desdobramento desse episódio aponta para um acirramento das tensões jurídicas e políticas na disputa do Executivo Estadual. Enquanto a oposição busca desgastar a imagem da gestão atual alegando uso indevido da máquina pública, o governo baseia sua defesa na cobrança por denúncias formais, sustentando a equidade do processo administrativo.
-
Artigos6 dias atrásO roubo de carga está caindo e ficando mais perigoso
-
Artigos5 dias atrásMandato de 12 anos para ministros do STF
-
Política7 dias atrásSTF avalia possível descumprimento de medidas cautelares de Mendes e Garcia
-
Artigos6 dias atrásPreparação por completo
-
Artigos3 dias atrásPOR QUE PRECISAMOS COMBATER O CONSUMISMO E O DESPERDÍCIO?
-
Política5 dias atrásPalanque de Wellington Fagundes “AVERMELHOU”
-
Política5 dias atrásWellton! Até que ponto um prefeito consegue transferir votos para candidato ao Palácio Paiaguás?
-
ESPORTES5 dias atrásCuiabá reage, goleia o Athletic e renova esperança pelo acesso



