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Política

Brito é o novo presidente do MT Saúde

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Carlos Brito de Lima é o novo presidente do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado (MT Saúde). A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado, que circulou nesta sexta-feira (28), sob o ato Nº 6.064/2015, e assumi o Instituto no lugar de Flávio Alexandre Taques da Silva.

carlos-brito-2O MT Saúde foi criado pela Lei Complementar nº 127, em 2003 para realizar a assistência à saúde aos servidores ativos, inativos, pensionistas e temporários do estado, bem como seus dependentes. O plano tem por objetivo possibilitar o acesso dos servidores a uma assistência médica de qualidade a um baixo custo.

O novo presidente afirmou que está realizando um levantamento detalhado da atual condição da autarquia. “O MT Saúde é um sistema de saúde suplementar para atender os servidores, porém desde a sua criação vem vivendo bons e maus momentos, com certa instabilidade. A nossa missão é reestruturar a autarquia para que ela cumpra o seu papel”.

Carlos Brito tem um problema enorme para resolver, é o caso de falta de médicos e de hospitais que negam fazer o atendimento aos mais de 28 mil associados que o MT Saúde do Estado tem cadastrado entre titulares e dependentes do plano de saúde devido a falta de pagamentos.

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Segundo o novo secretário do MT Saúde, nos próximos dias, deverá se reunir com a Secretaria de Estado de Gestão para discutir e definir um plano estratégico para o Instituto.

Brito já foi vereador de Cuiabá, e também presidente da Câmara Municipal de Cuiabá e até mesmo prefeito interino. Entre 2003 e 2004 foi chefe da Secretaria de Estado Casa Civil.

Em 2007 também foi secretário estadual de Justiça e Segurança Pública e, em 2009, assumiu a diretoria de Infraestrutura da extinta Agência da Copa (Agecopa). Durante 2012 e 2014, Carlos Brito foi secretário de Esportes da Prefeitura de Cuiabá.

Carlos Brito trocou o partido que era comandado pelo ex-parlamentar da Assembleia Legislativa, José Riva (PSD), pelo PSB do prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes em 2013, quando se candidatou à reeleição (e foi derrotado) como deputado estadual, obtendo apenas 9.178 votos.

Um dos maiores problemas e a nova missão que o novo presidente do MT Saúde vai ter que enfrentar é com relação a não aceitação de sua indicação pelo Fórum Sindical.

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Política

Polarização e Capilaridade definem disputa interna por vagas parlamentares na Federação União/PP em Mato Grosso

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A corrida eleitoral para a Câmara dos Deputados no Estado de Mato Grosso passa a registrar um afunilamento decisivo no âmbito da Federação Partidária constituída pelo União Brasil e pelo Progressistas. O cenário político regional aponta para uma concentração das atenções nas articulações promovidas por lideranças tradicionais que buscam viabilizar suas candidaturas com foco nas próximas eleições proporcionais.

As movimentações de bastidores e os dados apurados pelas pesquisas recentes de intenção de voto revelam a consolidação de uma polarização direta entre dois nomes de expressiva trajetória no estado. O atual deputado federal Fabinho Garcia e o ex-deputado federal Nilson Leitão despontam como os principais postulantes dentro do agrupamento partidário, concentrando a preferência nas sondagens internas e na preferência do eleitorado local.

Essa disputa ganha dimensão estratégica no centro do debate político mato-grossense, onde a formação do bloco União/PP visa garantir a ampliação das bancadas e a manutenção da influência legislativa em Brasília. A definição dos quadros mais competitivos torna-se prioridade para a cúpula da Federação, que busca otimizar o Quociente Eleitoral e assegurar a ocupação do maior número possível de assentos destinados à representação do estado no Congresso Nacional.

A dinamização do processo ocorre no atual momento do calendário político, período em que os partidos intensificam as composições regionais e os alinhamentos programáticos antes do pleito. As conversas e os levantamentos estatísticos têm sido conduzidos de forma contínua, servindo como termômetro para a tomada de decisões da cúpula partidária sobre a distribuição de recursos e o apoio logístico durante a campanha.

O fator determinante para a ascensão das duas lideranças reside na sólida inserção eleitoral demonstrada por ambos em suas respectivas regiões de influência. Enquanto Fabinho Garcia ostenta musculatura política respaldada pelo mandato atual e por forte atuação em áreas urbanas estratégicas, Nilson Leitão sustenta seu favoritismo com base no histórico de representação e no trânsito consolidado junto ao setor produtivo e aos municípios do interior.

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A relevância da disputa fundamenta-se na necessidade de viabilizar nomes capazes de obter alta votação individual para puxar legenda e fortalecer a chapa proporcional. Diante da nova legislação eleitoral e das exigências de desempenho das federações, o perfil dos candidatos escolhidos impacta diretamente a capacidade da aliança de sobressair-se perante os blocos adversários na disputa pelas cadeiras destinadas a Mato Grosso.

Para garantir a liderança no processo, tanto Fabinho Garcia quanto Nilson Leitão vêm empregando estratégias focadas na ampliação das redes de apoio municipalista. Os pré-candidatos articulam o fortalecimento de alianças com prefeitos, vereadores e lideranças comunitárias, ao mesmo tempo em que alinham discursos voltados às demandas do agronegócio, da infraestrutura e do desenvolvimento econômico regional.

O desenrolar desse favoritismo dá-se por meio de reuniões fechadas, encontros regionais e análises constantes de dados demográficos e estatísticos pelo comitê diretivo da Federação. A avaliação minuciosa da capilaridade e dos índices de rejeição de cada nome orienta a construção das chapa, assegurando que o grupo entre na disputa eleitoral com alto grau de competitividade e coesão interna.

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A análise do panorama político indica que a presença de nomes com densidade eleitoral comprovada minimiza os riscos de fragmentação e maximiza os dividendos políticos da Federação União/PP. O favoritismo compartilhado exige das lideranças uma condução equilibrada das candidaturas, evitando desgastes internos que possam comprometer a performance coletiva do agrupamento nas urnas.

Por fim, os desdobramentos dessa competição interna apontam para uma definição estruturada da representação mato-grossense no cenário nacional, consolidando a influência das oligarquias regionais na política federal. A consolidação dos nomes de Fabinho Garcia e Nilson Leitão projeta uma chapa de forte apelo popular e político, posicionando a aliança entre o União Brasil e o Progressistas no centro das decisões eleitorais do Estado de Mato Grosso.

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