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BATE E ASSOPRA AO MESMO TEMPO

Boteco da Alameda: Welton jogou a toalha? Parece que sim

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Certa vez, em um certo lugar no Estado de Mato Grosso, um certo político disse que seu grupo político não se preocupava com adversários políticos:

Quem estiver lá, nós estaremos preparados cá. Apenas pode ter mudança de algum tipo de estratégia. Agora, é muito difícil a gente comentar chapa de outros“.

Este certo político emendou;

Se isso se concretizar (comentar) significa que estão jogando a toalha. Significa que o nosso candidato, não conseguiu um crescimento, uma densidade eleitoral“.

O Boteco da Alameda foi ao delírio: não aguentou 10 dias. A realidade apareceu! Antonio Galvan estava certo. Me preocupei e me questionei: Wellton Fagundes jogou a toalha na reeleição de Bolsonaro? PARECE QUE SIM.

Vamos então pontuar:

1- Apesar de apoiar oficialmente a reeleição de Jair Bolsonaro a presidência da República, Wellton não está contribuindo.
2- Wellton não vem construindo apoios que aglutinam tanto eleitores de direita quanto petistas.
3- Wellton precisa explicar a entrevista para o site Brasil 247: “os agricultores vão pular no colo de Lula depois da eleição. Eles são muitos pragmáticos… Bolsonaro vai abrir mão do Poder, sem contestar o resultado no dia 30 de outubro”.

Será que Antônio Galvan estava certo? Deixa pra lá, então venha se explicar Wellton.

Não dá para acreditar. O Senador do Partido Liberal (PL), reeleito no último dia 2 de outubro, Wellton Fagundes, foi convidado pelo presidenciável Jair Messias Bolsonaro, também de seu mesmo partido no Palácio Alvorada no dia 5 de outubro para fortalecer a base eleitoral, e reverter a porcentagem de votos no segundo turno das eleições.

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Wellton Fagundes no encontro representou o Agronegócio mato-grossense, já que é membro da frente parlamentar de agricultura. Inacreditável!

No dia 4, em seu primeiro pronunciamento, pós eleição, no Senado disse:

Nós confiamos, acreditamos e temos certeza de que a população brasileira está fazendo uma reflexão e saberá escolher“.

Não acredito que você enganou a todos os mato-grossenses! Mas não adianta tentar se explicar, para o site Brasil 247 nos mostrou a verdade.

Nas “entrelinhas”, o Senador do Partido Liberal (PL), que era pra ajudar, Wellton Fagundes, está “jogando a toalha” e admitindo que já perdeu “o segundo turno”.

Na avaliação do Boteco da Alameda, o Wellton Fagundes não considera que o seu amigo, isto é, ele diz que é amigo, Jair Bolsonaro vá conseguir se reeleger.

O Boteco da Alameda avisa: não há espaço para jogo duplo na eleição deste ano em Mato Grosso, o aviso é referente a postura do Senador Wellton Antônio Fagundes que no primeiro turno, pressionou todo mundo, principalmente o governador para apoiar publicamente o presidenciável Jair Bolsonaro na Terra de Rondon.

O governador reeleito com quase 70% dos votos de todos os mato-grossenses, Mauro Mendes Ferreira, do União Brasil (UB), desistiu de ter um palanque aberto. O acordo foi desenhado para abrigar Wellton como candidato ao Senado e fechou espaço para o progressista Neri Geller e a pequena grande mulher, Dr. Natasha (PSB).

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Na ocasião saiu uma pérola; nas eleições de 2022, não há espaço para neutralidade ou para jogo duplo“.

O jogo duplo de Wellton

Na avaliação das bocas malditas do Boteco da Alameda, quando se pensa nas entrevistas de Wellton Fagundes, também é preciso lembrar da importância. Do Planalto para o posto que foi reeleito. O Palácio Alvorada e Paiaguas apoiou Wellton. Há vinte anos vemos o Wellton um pouco pendular. Esse pêndulo é uma questão estratégica, porque ele já está olhando para 2026.

Ao mesmo tempo e que joga para Jair Bolsonaro, ele também joga para outro presidenciável, Luiz Inácio “Lula” da Silva. Joga para Mauro Mendes, também joga para o emedebista e Prefeito de Cuiabá, Nenel Pinheiro.

Quando vemos algumas declarações meio truncados, meio dúbia dele (Wellton), pode ter certeza que está de olho no próximo pleito eleitoral.

É o Wellton batendo e assoprando, garantindo um apoio do Palácio do Planalto, Paiaguas, Alencastro ou Dante de Oliveira.

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Política

MPE impõe protocolos rigorosos contra infiltração do crime organizado nos partidos em Mato Grosso

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O Ministério Público Eleitoral (MPE), expediu uma recomendação formal aos presidentes dos diretórios estaduais dos partidos políticos em Mato Grosso, exigindo a adoção imediata de medidas de integridade. A iniciativa busca impedir que indivíduos com vínculos com organizações criminosas disputem o pleito, blindando as estruturas partidárias contra a influência das facções.

O procurador regional eleitoral Fabrizio Predebon da Silva assinou o documento oficial, fundamentando a decisão nos princípios constitucionais de moralidade e probidade. A chefia do órgão ministerial utilizou prerrogativas legais para compelir as agremiações a exercerem um controle interno rigoroso e proativo sobre seus quadros.

A notificação ocorreu nesta semana, antecipando as Convenções Partidárias e o registro oficial das candidaturas na Justiça Eleitoral. O momento estratégico visa permitir que as legendas tenham tempo hábil para estruturar Comissões de Ética e analisar os históricos dos filiados antes do início oficial da campanha.

As dependências da Procuradoria Regional Eleitoral em Mato Grosso serviram como o núcleo de elaboração dessa diretriz, cujo impacto direto se estende a todos os municípios do estado. A abrangência geográfica reflete a preocupação das autoridades com a capilaridade das facções criminosas nas câmaras municipais e prefeituras.

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A proliferação de indícios de financiamento ilícito de campanhas e a tentativa de controle territorial por grupos armados motivaram a ação preventiva do Ministério Público. Diante do risco iminente à soberania do voto popular, o órgão considerou urgente a criação de barreiras burocráticas e jurídicas antes da homologação dos nomes.

O plano operacional estabelece que os partidos criem mecanismos permanentes de governança corporativa, incluindo sindicâncias internas para verificar a compatibilidade patrimonial e os vínculos territoriais dos postulantes. As comissões partidárias deverão exercer o papel de primeira linha de defesa, bloqueando candidaturas suspeitas na origem.

A base jurídica para essa exigência fundamenta-se na própria Constituição Federal, que veda expressamente a utilização de organizações paramilitares por agremiações políticas, além de jurisprudência pacificada. O texto evoca o “Caso Belford Roxo”, julgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que definiu que o envolvimento com o crime gera inelegibilidade.

A implementação prática dessas exigências ocorrerá mediante a obrigatoriedade de apresentação, por parte dos pré-candidatos, de certidões criminais detalhadas das Justiças Estadual e Federal. Os partidos políticos deverão realizar cruzamentos de dados públicos e afastar sumariamente qualquer filiado que apresente notório envolvimento com facções.

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As lideranças partidárias receberam um prazo peremptório de 20 dias, contados a partir do recebimento da notificação, para comprovar documentalmente ao Ministério Público quais protocolos de integridade foram adotados. A resposta tempestiva determinará a regularidade das agremiações perante a fiscalização eleitoral.

O descumprimento deliberado das orientações contidas no documento sujeitará os dirigentes partidários a sanções graves, configurando dolo e desídia administrativa. A omissão das legendas será utilizada pelo Ministério Público como elemento probatório robusto em futuras ações de impugnação de mandato eletivo.

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