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A POLÍTICA ODEIA TRAÍDORES

Boteco da Alameda faz um alerta: abra os olhos Mauro Mendes!

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Na década de 1990, o gaúcho Leonel de Moura Brizola, cunhou certa feita uma frase que disse para o ex-governador do Estado de Mato Grosso, Dante Martins de Oliveira.

A política ama a traição e odeia o traidor“.

Essa frase de Leonel Brizola para o ex-governador naquela época de ouro, Dante Martins de Oliveira, quando ele se aproximou do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e já estava de malas prontas para trocar o PDT pelo PSDB.

Eis que a profecia do gaúcho Leonel de Moura Brizola, ganha força extra na reta final da disputa da Prefeitura de Cuiabá em 2024.

Na Terra de Pascoal Moreira Cabral, a traição corre solta e contra o tempo, no campo da campanha eleitoral, já que a eleição será realizada no dia 27 de outubro.

Com o avanço dos candidatos pretendentes a sentar na cadeira número 1 da Prefeitura de Cuiabá, Abílio Jaques Brunini, pelo partido Liberal (PL), e Ludio Frank Mendes Cabral, do Partido dos Trabalhadores (PT), para o segundo turno das eleições municipais, alianças políticas, eleitorais e acordos de bastidores, os traidores saíram das catacumbas para protagonizar um golpe contra a coerência.

“Centro Direita” migram para a “Esquerda”, e vice-versa. Quem tinha alguma contrapartida ficou de mão abanando, quem nada tinha acabou recompensado.

O Boteco da Alameda reconhece que eleição, candidatos e eleitos dependem de acordos, mas trair a própria consciência é algo que Cuiabá terá pela frente. Trair aliados é pior ainda.

Aos atores da política cuiabana, em sua maioria, pouco importa o conjunto da necessidade da população ou as propostas dos partidos e seus candidatos, desde que seus objetivos, sejam alcançados, chegar ao “PODER” ou nele se permanecer.

A política de Cuiabá, infelizmente, tem essa incompreensível mecânica, a qual precisa ser modificada para que o sonho de uma cidade melhor se torne realidade.

Do contrário, continuaremos andando de lado por causa de forças que ora se unem, ora se opõem.

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Certa vez o ex-governador de Minas Gerais, José de Magalhães Pinto disse:

A política é como nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Olha de novo e ela já mudou“.

O grande entrave na política, que compromete as mudanças almejadas, é a vaidade de quem frequenta esse universo.

Ninguém aceita abrir mão de um projeto político em nome de Cuiabá e seu povo. Falta civismo, falta comprometimento com nossa Cidade Verde, falta desprendimento. E o Blog do Valdemir ainda diz: Falta homem de palavra.

É chegado a hora de mudança, de saber o que muito nos custou para ser construído a democracia.

Se há traição em elevada potência, essa é a da classe política relação aos eleitores, que permitem a cada um de nós existir no terreno da coisa pública.

Os eleitores mato-grossenses não podem ser traídos, os eleitores cuiabanos menos ainda.

O Boteco da Alameda repete Leonel Brizola, se a “política ama a traição e odeia o traidor” é melhor o povo da Terra de Pascoal Moreira Cabral, começar a odiá-los também.

Abra os olhos Mauro Mendes

A traição dentro da “Direita” e “Centro Direita”, já se tornou uma coisa recorrente e eles já estão acostumados com essa história de traição.

Eu vou trair você tá seguinte forma: eu vou pedir seu voto, falar que sou conservador. Vou correr atrás do seu voto e, na hora que entrar eu vou lá fazer campanha com Lula, ou melhor eu vou entrar com o voto conservador com o apoio do Mauro Mendes e vou contra o Abílio“.

E aí? Os senhores internautas, amigos e leitores do Blog do Valdemir estão vendo isso acontecendo nesta eleição na nossa querida Cidade Verde, Cuiabá, agora, chutam o balde. O Boteco da Alameda vê que Mauro Mendes, Otaviano Pivetta e Cia.…abram o olho para 2026!

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Pega aí: chegando em 2025, dois fatores preponderantes iniciará a “derrocada” dos mauristas.

Primeiro, políticos rompe com agora aliado e amigoMauro Mendes e passam a atacar a sua gestão, mostrando que querem o Palácio Paiaguás e as duas vagas ao Senado, de goela abaixo, os “grupos” não vão aceitar o governador Mauro Mendes no jogo.

Acuado e visivelmente isolado, alguns vão desejar ter uma conversa com o Governador do Estado de Mato Grosso. E a conversa…vai ser duríssima.

Agora lá vem: qual será o plano da vez?

O cacique número 1 do União Brasil (UB), Mauro Mendes será mais uma vítima secreta do processo eleitoral em 2026?

Jesus foi traído por Judas Iscariotes, um dos doze discípulos. Judas entregou Jesus aos seus inimigos por trinta moedas de prata. A traição de Judas foi um pecado terrível e ele acabou cometendo suicídio.

O Boteco vai falar

Não há nada escondido que não venha a ser revelado, nem oculto que não venha a se tornar conhecido“, Mateus 10:26.

É com esse versículo bíblico que o Boteco da Alameda, termina a sua participação no Blog do Valdemir, neste domingão.

Falando sobre a dubiedade de alguns políticos cuiabanos, que a sede do poder fala mais alto, mostrando que Maquiavel tinha razão quando disse:

Dê o poder ao homem, e descobrirá quem ele realmente é“.

Alinhadíssimo com a “Direita” e “Centro Direita”, rompe com o grupo, pensando maquiavelicamente em 2026, mais antes precisam de um pretexto para rachar, criando a primeira cisão em 2024.

Se liga: o que vem acontecendo já aconteceu na década de 90 e não muda, só mostra que os planos para chegarem ao Palácio Paiaguás e Senado Federal estão a pleno vapor.

Pegou aí Mauro Mendes!

Segue o fluxo!

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Política

Abilio Brunini enfrenta semana decisiva em meio à “Crise Institucional” na Câmara de Cuiabá

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O cenário político da capital mato-grossense centraliza as atenções institucionais com o início de uma semana considerada crucial para a governabilidade do Poder Executivo Municipal. O embate gira em torno da estrutura de poder da Câmara Municipal de Cuiabá, onde se articulam as forças de sustentação e de oposição à atual gestão. O desfecho dessa complexa correlação de forças ditará o ritmo da administração pública municipal nos próximos anos, tensionando a relação entre os poderes locais.

A crise institucional tem como protagonista o Prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), cuja atuação política direta nos bastidores do Legislativo converteu-se no estopim de uma severa instabilidade entre os parlamentares. O chefe do Executivo Municipal concentra seus esforços na viabilização política e jurídica da candidatura de sua principal aliada para o comando do parlamento. A estratégia do prefeito visa consolidar uma base parlamentar amplamente dócil às demandas da prefeitura, assegurando tranquilidade para a aprovação de projetos de seu interesse.

O epicentro do confronto político localiza-se estritamente na Câmara Municipal de Cuiabá, a Casa de Leis que abriga as deliberações oficiais da Capital do Estado de Mato Grosso. O parlamento municipal transformou-se em uma verdadeira arena de disputa jurídica e partidária, onde cada bloco de vereadores tenta salvaguardar suas prerrogativas institucionais. O ambiente legislativo reflete a polarização e a fragmentação das forças partidárias que historicamente caracterizam a política da região Centro-Oeste do país.

As movimentações políticas e os debates jurídicos intensificaram-se de forma decisiva ao longo das últimas horas, com votações estratégicas formalmente agendadas para esta terça-feira. Este momento específico do calendário legislativo coincide com a necessidade de definição antecipada das regras que governarão a Mesa Diretora nos anos subsequentes da atual legislatura.

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A celeridade do processo legislativo gerou um clima de urgência entre os parlamentares, que se veem obrigados a tomar posições públicas definitivas sobre o tema.

Os motivos subjacentes à crise residem na tentativa de aprovação de um polêmico projeto de resolução que visa permitir a reeleição da Mesa Diretora para o Biênio posterior. A iniciativa atende diretamente aos interesses da atual presidente da Casa de Leis, a vereadora Paula Calil (PL), cuja permanência no cargo depende dessa alteração regimental. A oposição e setores independentes da Câmara de Cuiabá enxergam a manobra como um casuísmo político desenhado exclusivamente para perpetuar o grupo governista no controle do orçamento e da pauta do parlamento.

A dinâmica dos fatos envolveu o uso de mecanismos judiciais extraordinários por parte do grupo governista, que acionou o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJ/MT), para atingir seus objetivos políticos. O prefeito cuiabano Brunini atua ativamente na defesa de uma tese jurídica que solicita a redução do quórum de aprovação do projeto para maioria simples, contornando a exigência atual.

A estratégia jurídica foi adotada após a constatação de que a vereadora governista não dispõe, no momento, dos dezoito votos mínimos necessários para a alteração regimental por vias estritamente políticas.

Os procedimentos legislativos ganharam contornos de dramaticidade após a aprovação preliminar da matéria pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), órgão técnico responsável por avaliar a legalidade da proposta. A aprovação na comissão garantiu o envio imediato do texto para o plenário, deflagrando discussões acaloradas e trocas de acusações mútuas entre os vereadores de diferentes blocos. A pacificação interna do parlamento restou severamente comprometida após episódios de retaliação digital, que culminaram na exclusão de parlamentares desalinhados de canais formais de comunicação com o prefeito.

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O objetivo estratégico do prefeito Abilio Brunini ao intervir diretamente no processo sucessório é assegurar a eleição de uma Mesa Diretora integralmente alinhada à sua agenda administrativa. A garantia de uma presidência simpática ao Palácio Alencastro evita a abertura de comissões investigativas e acelera a tramitação de pedidos de empréstimos e reformas administrativas complexas.

Para o Executivo Municipal, o controle do comando do Legislativo cuiabano representa a blindagem política necessária para a execução do plano de governo sem sobressaltos institucionais.

As consequências imediatas da interferência do Executivo manifestam-se no enfraquecimento da harmonia entre os poderes e no isolamento político de antigos aliados do Prefeito de Cuiabá. A postura centralizadora de Brunini foi publicamente rechaçada por lideranças de nível estadual, a exemplo do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), deputado estadual Max Russi (Podemos). A crise provocou fissuras profundas na base aliada, visto que até mesmo parlamentares simpáticos à gestão manifestaram desconforto com a quebra da promessa inicial de não intervenção no parlamento.

Os desdobramentos futuros deste embate redefinirão de maneira permanente o equilíbrio de forças na política cuiabana e o grau de independência do Poder Legislativo Municipal. A decisão soberana do plenário da Câmara Municipal sinalizará se o parlamento manterá sua autonomia fiscalizatória ou se curvará aos desígnios do poder central da capital. Independentemente do resultado numérico das votações, o episódio deixa como legado uma relação tensionada que exigirá intensa habilidade diplomática para a reconstrução pontes institucionais.

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