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Política

Após exigência do PSL, Taques fecha com Selma

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O governador José Pedro Gonçalves Taques (PSDB), trabalhou e conseguiu fechar com a chapa que sempre desejou para as eleições 2018, a Juíza aposentada Selma Rosane de Arruda, na chapa majoritária ao lado de Nilson Leitão como pré-candidato a Senador da Republica.

Nos últimos dias o governador Zé Pedro Taques, vinha mantendo contato diariamente com o deputado federal Victório Galli, presidente estadual do Partido Social Liberal (PSL), e com a pré-candidata ao Senado da Republica, Selma Arruda e, na noite desta segunda-feira (16), foi sacramentado a aliança partidária.

Para sacramentar a união entre as duas siglas, o PSL de Galli e Selma aguardava apenas o cumprimento de 4 itens do grupo liderado pelo PSDB juntamente com o PSB, PPS, Patriota, Avante e o Solidariedade, partidos estes que estão fechados com Pedro Taques nesta eleição de 7 de outubro.

Foto: Reprodução

Umas das exigência, segundo o federal Victório Galli, era de que tinham que montar um palanque eleitoral para o presidenciável Jair Bolsonaro em Mato Grosso, outra seria conceder uma das vagas de Senado da Republica para o PSL, com o nome da Juíza aposentada Selma Rosane de Arruda, uma chapa pura para estadual e a ultima seria montar uma coligação para federal.

Para o líder do Partido Social Liberal, Victório Galli, não aconteceu um casamento com outros partidos porque tinham restrições politicas, e isso acabou inviabilizando uma união com o Partido da Republica, do pré-candidato ao governo Wellington Fagundes, já que o PR tem no grupo o PCdoB, que o PSL Nacional tem vetos com a sigla.

Nas conversas entre o PSL e o PSDB, existiu a possibilidade de Selma Arruda colocar seu nome como vice na chapa de Pedro Taques, o que chegou a ser colocado na discussão entre as siglas, mas o PSL disse que só viria para compor com o nome de Selma Arruda como candidata ao Senado da Republica, o que é a intenção do partido. Galli chegou a dizer que, “Selma Arruda não tem pretensão de ser vice de ninguém, a pretensão do PSL é Senado da Republica com a o nome de nossa representante”.

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O governador tucano José Pedro Gonçalves Taques disse que não tem nenhum preconceito em relação ao deputado federal e pré-candidato a presidência Republica, Jair Bolsonaro. “Nós não podemos ter preconceitos em razão de pensamentos, nós temos que ter preconceito com aquele que rouba, com aquele que desvia patrimônio do povo brasileiro”.

Apesar das conversações de Pedro Taques com o deputado federal Adilton Sachetti, o parlamentar resistiu o fechar com a sigla tucana e tentará a reeleição na chapa do ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes Ferreira, o Homem de Ferro do Partido Democrata (DEM).

Conforme o Blog do Valdemir publicou, já está acabando o tempo dos partidos de fazer as articulações, tendo em vista nos próximos dias começam as convenções, agora é o momento em ver quem tem café no bule para atrair aliados.

Vamos para as últimas articulações:

O DEM, um grupo cada vez mais forte, muito bem articulado pelas lideranças em torno de Mauro Mendes.

O ex-vice-governador Carlos Henrique Baqueta Favaro, presidente estadual do Partido Social Democrático (PSD) aceitou o convite para participar da coligação juntamente com os Democratas.

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O MDB se aproximou para com os Democratas, apesar negociar com o pré-candidato senador Wellington Antônio Fagundes, presidente estadual do Partido da Republica (PR) em Mato Grosso, e pré-candidato ao Governo do Estado. O partido liderado pelo deputado federal Carlos Bezerra, coloca ainda o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro no lado oposto do governador ZE PEDRO.

Hoje, além de Taques, são candidatos ao Governo do Estado de Mato Grosso: Mauro Mendes Ferreira e Wellington Antônio Fagundes, e Mauro já conta com o “carimbo” do MDB em seu grupo de apoio.

Já o governador tucano, Zé Pedro Taques, continua em busca de um pré-candidato à vice-governador em sua chapa para a reeleição. As informações de bastidores dão conta de que a corrida de Pedro Taques seria um nome vindo do Agronegócio, e o sonho seria ter o nome de Erai Maggi como seu vice na chapa para 7 de outubro.

O prazo oficial para realizar as convenções é de 20 de julho até 5 de agosto, porém os grandes partidos devem deixar seus encontros para o último dia, como o MDB, PSDB, PR e DEM.

Estes partidos mostram que a estratégia é esticar a definição até a ultima hora, para conseguir o maior espaço possível na TV e no Rádio.

Nota da redação:

O principal fator das negociações entre os partidos para a coligação é o tempo de expor em rádio e televisão, visto que o tempo de campanha está reduzido desde 2016, quando caiu de 90 para 45 dias.

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Política

Palácio Paiaguás: tudo pode acontecer com Janayna Riva e Max Russi

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Há um momento em que toda eleição a política deixa de ser especulação e passa a ser realidade institucional.

Esse momento começou, com o período das Convenções Partidárias. Até aqui, nós, do Blog do Valdemir, e os cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Alameda, acompanhamos meses de articulações, reuniões reservadas, pesquisas eleitorais, construções de narrativas, e movimentos estratégicos. Tudo isso faz parte da pré-campanha eleitoral de 2026. A partir de agora, o jogo muda de natureza.

As Convenções Partidárias, que poderão ser realizada até o dia 5 de agosto, oficializam os candidatos escolhidos pelos partidos e consolidam as primeiras alianças.

É quando a disputa sai dos bastidores para ganhar contornos formais perante o eleitor.

Mas é importante desfazer uma percepção comum: a Convenção Partidária não encerra as negociações políticas. Muito pelo contrário. É justamente após esse momento que muitas das conversas mais importantes acontecem.

A legislação permite que, respeitada a deliberação partidária, determinadas definições sejam concluídas antes do registro das candidaturas, cujo prazo termina em 15 de agosto.

Isso explica por que, mesmo com candidatos homologados, ainda veremos intensas negociações sobre a composição das chapas. E é exatamente aí que entra uma figura que, historicamente, costuma ser subestimada: o candidato a vice.

Durante muito tempo, a escolha do (a) vice era tratado (a) quase como uma formalidade.

Hoje, ela representa uma das decisões mais estratégicas para a campanha do Republicanos, Otaviano Pivetta e o liberal, Senador Wellton Fagundes.

O (a) deixou de ser apenas um substituto eventual do titular para se transformar em instrumento de articulação de alianças, fortalecimento e sinalização ao mercado, aos partidos e ao próprio eleitor.

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Após o encerramento das Convenções Partidárias, os partidos terão até 15 de agosto para registrar suas candidaturas na Justiça Eleitoral. No dia seguinte, 16 de agosto, começa oficialmente a campanha eleitoral.

A partir daí, a disputa deixa definitivamente os bastidores e passa a ocupar as ruas, as redes sociais e, posteriormente, o horário eleitoral gratuito.

Guia eleitoral

O período de Convenções Partidárias guarda nos bastidores uma guerra particular que será estratégico para as campanhas majoritárias na Terra de Rondon.

Considerado um ativo na corrida às urnas, o guia eleitoral vem sendo tratado como prioridade pelas campanhas do governador Otaviano Pivetta, pré-candidato a reeleição e pelo candidato bolsonarista Wellton Fagundes.

Nas trincheiras, o apoio de partidos políticos é o alvo principal.

Senão venhamos e convenhamos: o cálculo do programa eleitoral tem como base o tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados.

Segundo a Legislação, 90% do tempo é distribuído principalmente ao número de representante na Câmara dos Deputados e os outros 10% igualmente entre os candidatos dos partidos que superaram a cláusula de barreira.

Com base na representatividade no Legislativo, a Federação União Progressista, formado pelos partidos União Brasil (UB) e Partido Progressista (PP), terá o maior tempo de propaganda. O bloco partidário está na base do governo.

Segundo levantamento dos frequentadores do Boteco da Alameda, a sigla deve ter 2 minutos 28 segundos e 19 centésimos, ou 20,78% do total, do guia.

O tamanho coloca a legenda como fiel da balança na disputa pela exposição midiática, com um peso relevante na base do pré-candidato Repúblicanos.

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O analista político Alex Rabelo, avalia que a popularização das redes sociais reduziu o peso da propaganda partidária, mas ponderou que o veículo segue com um peso relevante.

Tudo pode acontecer

A definição do União Brasil na Terra de Rondon pelo apoio a reeleição do governador Otaviano Pivetta, mudou o cenário político e levou a cúpula do MDB a intensificar a negociação sobre o futuro da emedebistaMulher Maravilha.

Em reunião realizada na manhã de ontem (31), em Cuiabá, dirigentes da legenda discutiram o caminho que o partido adotará na disputa estadual, com Mulher Maravilha, dividida entre a Casa Alta, possibilidade de integrar a chapa governista como candidata a vice-governadora.

A expectativa é de que as tratativas avancem até este domingo (2), quando a legenda pretende definir o caminho a ser seguido.

O Boteco vai falar

As convenções do MDB e Podemos estão marcadas para o próximo dia 4 de agosto.

E os internautas do Blog do Valdemir querem a última das últimas? O cenário que se desenha no horizonte e pode adiantar planos de alguns políticos é uma aliança entre aMulher Maravilha e o “Branquelo de Jaciara”.

O “Branquelo de Jaciara”, já afirmou que ser candidato ao Palácio Paiaguás não “ESTAVA” nos planos e que pretendia disputar a reeleição para a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT).

A Mulher Maravilha admite a possibilidade de disputar o Governo de Mato Grosso, e abandonar o projeto para a Casa Alta.

O partido passou a discutir a possibilidade de candidatura própria, ou com o deputado Max Russi disputando o Governo do Estado. São duas possibilidades“, disse Mulher Maravilha.

Segue o fluxo!

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