DUAS VELAS ACESAS
Apoio de Mauro e a sigla União Brasil para o Senado vai além de pesquisa
Você acredita que as pesquisas definirão o candidato do governador Mauro Mendes, para o Senado em Mato Grosso? Se você não acredita, espere e verás.
Se você, por outro lado, acredita já sabe: O “Homem de Ferro”, Mauro Mendes Ferreira (UB) estará apoiando quem estiver em primeiro lugar, entre o Senador do Partido Liberal (PL), Wellton Antônio Fagundes, e o parlamentar federal, Neri Geller do Partido Progressista (PP).
Nesse cenário vamos lá: o “Homem de Ferro”, o governador Mauro Mendes, disse que aquele que estiver pontuando melhor nas pesquisas de intenção de voto sairá com o apoio do Palácio Paiaguas e do Partido União Brasil (UB).
Percebe-se que o arranjo para a chapa majoritária em Mato Grosso, depende do acordo entre Mauro Mendes e a sigla União Brasil. A dobradinha (Mauro e Pivetta), ainda não está fechada, mas está em andamento.
Deixarmos Pivetta descansar e vamos focar em Wellton e Neri. Fiquem os senhores sabendo que não será só a pontuação da pesquisa que definirá o candidato que terá apoio do governador Mauro Mendes e automaticamente do União Brasil (UB).
Wellton Fagundes e Neri Geller, precisam evitar ataques entre si para não favorecer em um “pesadelo” de uma disputa entre o governador e o candidato do prefeito cuiabano, o emedebista Nenel Pinheiro.
A opinião é do meu amigo de Vadjú, ele diz que a definição sobre candidatura única do governador Mauro Mendes deve ficar em julho, dia 31 na convenção do partido é que, em sua opinião, a escolha vai exigir paciência e resiliência. Isso é devido a possibilidade de ambos estarem no mesmo palanque de Mauro Mendes, deixando claro que está “possibilidade”, ainda não foi colocado na conversa.
Meu amigo de Vadjú disse que, esse assunto só passará a ser cristalizado em junho e, provavelmente, vai invadir julho também.

Qualquer decisão ou tentativa de precipitar uma decisão será fracassada. Entretanto, não impede que o diálogo seja fortalecido. Segundo o meu amigo de Vadjú, Wellton e Neri não devem se atacarem, tem que se protegerem, porque tem pré-candidatos com grandes possibilidades de surpreender.
No boteco da Alameda a conversa é que os dois se agredindo, vão se auto destruírem. A “turma” da Alameda, afirmou que, se a definição de pesquisa e popularidade fossem suficientes, talvez seria escolhido alguém completamente fora da política, do mundo do Agronegócio, ou do mundo do Judiciário. Mas essa pessoa teria condições de fazer o enfrentamento em uma campanha contra os caciques da política mato-grossense?
O exemplo de 2020 serve de referência e vai refrescar a memória, porque é muito próximo e foi um desastre. E o desastre foi um segundo turno em que tinha contra o menino da Rua Joaquim Murtinho, Nenel Pinheiro e, contra os ”nenelzitos” um único personagem despreparado.
Júlio diz que impasse a Senado continuará
Uma das lideranças mais influentes da política mato-grossense, Júlio José de Campos, confirmou o que o Blog do Valdemir já havia antecipado, no qual a definição para a escolha do nome para o Senado será em julho, nas convenções partidárias.
“Esse imbróglio só será definido a partir de junho e julho, quando concretiza o processo de aliança e coligação“, disse Júlio Campos em entrevista a TV Vila Real.
Para o ex-governador Júlio Campos, a eleição para o Senado deve ser mais concorrida que a disputa a de Governo. Isso porque, segundo Júlio não há nenhum nome posto além de Mauro Mendes.
“E pelos rumos dos acontecimentos, temos colocados vários nomes pretendendo ser Senador. Aliás, a eleição do Senado está muito mais disputada e ambiciosa que a de governador. Governador até agora só surgiu um nome, que é do próprio Mauro Mendes“, disse Júlio Campos.
Uma vela para Mauro outra para Nenel
O progressista Neri Geller nesta segunda-feira (11), em visita a obra da Praça Santos Dumont, elogiou tanto a administração do prefeito cuiabano, Nenel Pinheiro (MDB), que no boteco da Alameda, estão dizendo que Mauro Mendes não está gostando desse joguinho que o deputado federal do Partido Progressista (PP), Neri Geller vive praticando, e isso pode atrapalhar as relações com Mauro Mendes.
Perguntaram se Neri não sabe que Nenel e Mauro são inimigos políticos? O eleitor está atento as movimentações. Depois não venha com mi-mi-mis.
Política
Palácio Paiaguás: tudo pode acontecer com Janayna Riva e Max Russi
Há um momento em que toda eleição a política deixa de ser especulação e passa a ser realidade institucional.
Esse momento começou, com o período das Convenções Partidárias. Até aqui, nós, do Blog do Valdemir, e os cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Alameda, acompanhamos meses de articulações, reuniões reservadas, pesquisas eleitorais, construções de narrativas, e movimentos estratégicos. Tudo isso faz parte da pré-campanha eleitoral de 2026. A partir de agora, o jogo muda de natureza.
As Convenções Partidárias, que poderão ser realizada até o dia 5 de agosto, oficializam os candidatos escolhidos pelos partidos e consolidam as primeiras alianças.
É quando a disputa sai dos bastidores para ganhar contornos formais perante o eleitor.
Mas é importante desfazer uma percepção comum: a Convenção Partidária não encerra as negociações políticas. Muito pelo contrário. É justamente após esse momento que muitas das conversas mais importantes acontecem.
A legislação permite que, respeitada a deliberação partidária, determinadas definições sejam concluídas antes do registro das candidaturas, cujo prazo termina em 15 de agosto.

Isso explica por que, mesmo com candidatos homologados, ainda veremos intensas negociações sobre a composição das chapas. E é exatamente aí que entra uma figura que, historicamente, costuma ser subestimada: o candidato a vice.
Durante muito tempo, a escolha do (a) vice era tratado (a) quase como uma formalidade.
Hoje, ela representa uma das decisões mais estratégicas para a campanha do Republicanos, Otaviano Pivetta e o liberal, Senador Wellton Fagundes.
O (a) deixou de ser apenas um substituto eventual do titular para se transformar em instrumento de articulação de alianças, fortalecimento e sinalização ao mercado, aos partidos e ao próprio eleitor.
Após o encerramento das Convenções Partidárias, os partidos terão até 15 de agosto para registrar suas candidaturas na Justiça Eleitoral. No dia seguinte, 16 de agosto, começa oficialmente a campanha eleitoral.
A partir daí, a disputa deixa definitivamente os bastidores e passa a ocupar as ruas, as redes sociais e, posteriormente, o horário eleitoral gratuito.
Guia eleitoral
O período de Convenções Partidárias guarda nos bastidores uma guerra particular que será estratégico para as campanhas majoritárias na Terra de Rondon.
Considerado um ativo na corrida às urnas, o guia eleitoral vem sendo tratado como prioridade pelas campanhas do governador Otaviano Pivetta, pré-candidato a reeleição e pelo candidato bolsonarista Wellton Fagundes.
Nas trincheiras, o apoio de partidos políticos é o alvo principal.
Senão venhamos e convenhamos: o cálculo do programa eleitoral tem como base o tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados.

Segundo a Legislação, 90% do tempo é distribuído principalmente ao número de representante na Câmara dos Deputados e os outros 10% igualmente entre os candidatos dos partidos que superaram a cláusula de barreira.
Com base na representatividade no Legislativo, a Federação União Progressista, formado pelos partidos União Brasil (UB) e Partido Progressista (PP), terá o maior tempo de propaganda. O bloco partidário está na base do governo.
Segundo levantamento dos frequentadores do Boteco da Alameda, a sigla deve ter 2 minutos 28 segundos e 19 centésimos, ou 20,78% do total, do guia.
O tamanho coloca a legenda como fiel da balança na disputa pela exposição midiática, com um peso relevante na base do pré-candidato Repúblicanos.
O analista político Alex Rabelo, avalia que a popularização das redes sociais reduziu o peso da propaganda partidária, mas ponderou que o veículo segue com um peso relevante.
Tudo pode acontecer
A definição do União Brasil na Terra de Rondon pelo apoio a reeleição do governador Otaviano Pivetta, mudou o cenário político e levou a cúpula do MDB a intensificar a negociação sobre o futuro da emedebista “Mulher Maravilha“.
Em reunião realizada na manhã de ontem (31), em Cuiabá, dirigentes da legenda discutiram o caminho que o partido adotará na disputa estadual, com “Mulher Maravilha“, dividida entre a Casa Alta, possibilidade de integrar a chapa governista como candidata a vice-governadora.
A expectativa é de que as tratativas avancem até este domingo (2), quando a legenda pretende definir o caminho a ser seguido.

O Boteco vai falar
As convenções do MDB e Podemos estão marcadas para o próximo dia 4 de agosto.
E os internautas do Blog do Valdemir querem a última das últimas? O cenário que se desenha no horizonte e pode adiantar planos de alguns políticos é uma aliança entre a “Mulher Maravilha“ e o “Branquelo de Jaciara”.
O “Branquelo de Jaciara”, já afirmou que ser candidato ao Palácio Paiaguás não “ESTAVA” nos planos e que pretendia disputar a reeleição para a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT).
A “Mulher Maravilha“ admite a possibilidade de disputar o Governo de Mato Grosso, e abandonar o projeto para a Casa Alta.
“O partido passou a discutir a possibilidade de candidatura própria, ou com o deputado Max Russi disputando o Governo do Estado. São duas possibilidades“, disse “Mulher Maravilha“.
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