SEM DESGASTES?
Ano pré-eleitoral aparece desgaste e crise entre Executivo e Legislativo
No momento em que os holofotes apontam para a crise política entre o Executivo e o Legislativo, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), deputado estadual Max Joel Russi do Partido Socialista Brasileiro (PSB) tem feito avançar, apesar das dificuldades, as pautas do Governo do Estado.
Deste que assumiu o comando da Casa de Leis, o deputado Russi vem conseguindo, como um trator, limpar o terreno para a aprovação de uma extensa agenda, em sintonia com as demandas dos parlamentares estaduais.
Entretanto… está ocorrendo umas “tretas”, e não enxergam aqueles que não quer, e isso ficou claro nos últimos embates nas pautas polêmicas dentro da Casa de Leis: isenção da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a energia solar e o Projeto de Lei que permite a readmissão de servidores demitidos da Empresa Mato-grossense de Pesquisa Assistência e Extensão Rural (Empaer).
Deputado diz que não há desgaste
O deputado estadual João Batista Pereira de Souza (Pros), disse que:
“Sinceramente, eu acredito que não há desgaste algum. A base do Governo, muito embora, vote contra (em alguns projetos), no outro dia senta no Palácio, dialoga com o Governo. Cada parlamentar tem a sua base para atender. E o Governo atende essas demandas (dos deputados)“, disse o parlamentar.
Antes de continuar o texto, a equipe de reportagem do Blog do Valdemir aconselha a leitura ouvindo o DVD acústico de Rita Lee.
Tempo pré-eleitoral
Outra vez encontramos com o tempo, pré-eleitoral, dirigido pelos nossos políticos da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Nossos nobres deputados enfrentam um drama: Eleição de 2022. A Assembleia Legislativa desconfia que o Governo do Estado não se preocupa com os deputados estaduais.
Os deputados e governo precisam se reunir. O desenrolar de um entendimento se dará na medida estreita entre a confiança o amor ao povo mato-grossense.
Ano pré-eleitoral é o que chamamos de estratégia de sobrevivência no tabuleiro dos interesses políticos.
Há muitos anos utilizamos um dito popular para quem vive essa, situação dos deputados do Palácio Dante de Oliveira “acende uma vela para Deus e outra para o diabo“. O dito define a situação.

Se o governador Mauro Mendes nada fazer, segundo semestre o jogo vai continuar.
Antes uma explicação: neste momento é nítido que os políticos pouco estão importando com os secretários, com novos programas, projetos, leis, o que nos leva a certeza “podem mudar os insetos, mas a carcaça ou a carnagem dos quais vivíamos não podem nos serem retirados“.
Enquanto houver interesses pessoais, haverá essa dúvida. Não a respondes com palavras talvez seja a saída ou o início de mais um dia.
As cartas estão na mesa. A questão da de parceria é para alguns o que justifica a relação de respeito, confiança e fidelidade. No entanto, esta fidelidade pode ser ao mesmo tempo. Porém, não podemos nunca se esquecer: o que une é o que distância. Uma vez que nesse segundo momento seria apenas uma máscara vestida.
PS: “Pouca sinceridade é uma coisa perigosa e muita sinceridade, absolutamente fatal“, já dizia Oscar Wilde.
Mauro Mendes não se perca
Neste segundo semestre o governador Mauro Mendes, determinar o chefe da Casa Cívil Mauro Carvalho Junior uma reunião com a sua base governista na Assembleia Legislativa, para alinhar os Projetos de Lei de interesse da administração estadual.
Neste segundo semestre o Governo do Estado precisa determinar que Mauro Carvalho esteja presente nas sessões plenárias na Casa de Leis. Não comparecendo somente para levar projetos de interesse do Governo do Estado e se reunir um dia antes com os parlamentares estaduais para levar o projeto para votação.
Tenha certeza que encontrarás menos obstáculos para aprovação das matérias e, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi, a Mesa Diretora da Casa de Leis e os deputados irão elogiar a atitude do Governo do Estado. É o que esperamos claro.
Política
Palácio Paiaguás: tudo pode acontecer com Janayna Riva e Max Russi
Há um momento em que toda eleição a política deixa de ser especulação e passa a ser realidade institucional.
Esse momento começou, com o período das Convenções Partidárias. Até aqui, nós, do Blog do Valdemir, e os cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Alameda, acompanhamos meses de articulações, reuniões reservadas, pesquisas eleitorais, construções de narrativas, e movimentos estratégicos. Tudo isso faz parte da pré-campanha eleitoral de 2026. A partir de agora, o jogo muda de natureza.
As Convenções Partidárias, que poderão ser realizada até o dia 5 de agosto, oficializam os candidatos escolhidos pelos partidos e consolidam as primeiras alianças.
É quando a disputa sai dos bastidores para ganhar contornos formais perante o eleitor.
Mas é importante desfazer uma percepção comum: a Convenção Partidária não encerra as negociações políticas. Muito pelo contrário. É justamente após esse momento que muitas das conversas mais importantes acontecem.
A legislação permite que, respeitada a deliberação partidária, determinadas definições sejam concluídas antes do registro das candidaturas, cujo prazo termina em 15 de agosto.

Isso explica por que, mesmo com candidatos homologados, ainda veremos intensas negociações sobre a composição das chapas. E é exatamente aí que entra uma figura que, historicamente, costuma ser subestimada: o candidato a vice.
Durante muito tempo, a escolha do (a) vice era tratado (a) quase como uma formalidade.
Hoje, ela representa uma das decisões mais estratégicas para a campanha do Republicanos, Otaviano Pivetta e o liberal, Senador Wellton Fagundes.
O (a) deixou de ser apenas um substituto eventual do titular para se transformar em instrumento de articulação de alianças, fortalecimento e sinalização ao mercado, aos partidos e ao próprio eleitor.
Após o encerramento das Convenções Partidárias, os partidos terão até 15 de agosto para registrar suas candidaturas na Justiça Eleitoral. No dia seguinte, 16 de agosto, começa oficialmente a campanha eleitoral.
A partir daí, a disputa deixa definitivamente os bastidores e passa a ocupar as ruas, as redes sociais e, posteriormente, o horário eleitoral gratuito.
Guia eleitoral
O período de Convenções Partidárias guarda nos bastidores uma guerra particular que será estratégico para as campanhas majoritárias na Terra de Rondon.
Considerado um ativo na corrida às urnas, o guia eleitoral vem sendo tratado como prioridade pelas campanhas do governador Otaviano Pivetta, pré-candidato a reeleição e pelo candidato bolsonarista Wellton Fagundes.
Nas trincheiras, o apoio de partidos políticos é o alvo principal.
Senão venhamos e convenhamos: o cálculo do programa eleitoral tem como base o tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados.

Segundo a Legislação, 90% do tempo é distribuído principalmente ao número de representante na Câmara dos Deputados e os outros 10% igualmente entre os candidatos dos partidos que superaram a cláusula de barreira.
Com base na representatividade no Legislativo, a Federação União Progressista, formado pelos partidos União Brasil (UB) e Partido Progressista (PP), terá o maior tempo de propaganda. O bloco partidário está na base do governo.
Segundo levantamento dos frequentadores do Boteco da Alameda, a sigla deve ter 2 minutos 28 segundos e 19 centésimos, ou 20,78% do total, do guia.
O tamanho coloca a legenda como fiel da balança na disputa pela exposição midiática, com um peso relevante na base do pré-candidato Repúblicanos.
O analista político Alex Rabelo, avalia que a popularização das redes sociais reduziu o peso da propaganda partidária, mas ponderou que o veículo segue com um peso relevante.
Tudo pode acontecer
A definição do União Brasil na Terra de Rondon pelo apoio a reeleição do governador Otaviano Pivetta, mudou o cenário político e levou a cúpula do MDB a intensificar a negociação sobre o futuro da emedebista “Mulher Maravilha“.
Em reunião realizada na manhã de ontem (31), em Cuiabá, dirigentes da legenda discutiram o caminho que o partido adotará na disputa estadual, com “Mulher Maravilha“, dividida entre a Casa Alta, possibilidade de integrar a chapa governista como candidata a vice-governadora.
A expectativa é de que as tratativas avancem até este domingo (2), quando a legenda pretende definir o caminho a ser seguido.

O Boteco vai falar
As convenções do MDB e Podemos estão marcadas para o próximo dia 4 de agosto.
E os internautas do Blog do Valdemir querem a última das últimas? O cenário que se desenha no horizonte e pode adiantar planos de alguns políticos é uma aliança entre a “Mulher Maravilha“ e o “Branquelo de Jaciara”.
O “Branquelo de Jaciara”, já afirmou que ser candidato ao Palácio Paiaguás não “ESTAVA” nos planos e que pretendia disputar a reeleição para a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT).
A “Mulher Maravilha“ admite a possibilidade de disputar o Governo de Mato Grosso, e abandonar o projeto para a Casa Alta.
“O partido passou a discutir a possibilidade de candidatura própria, ou com o deputado Max Russi disputando o Governo do Estado. São duas possibilidades“, disse “Mulher Maravilha“.
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