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Política

AL recebe de volta Max e Wilson que deixam Secretarias

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O que a maioria já sabe e esta vendo na politica mato-grossense todo mundo já sabe, os deputados estaduais Wilson Santos (PSDB), Secretario de Cidades (Secid) e Max Russi do PSB, secretario Chefe da Casa Civil, vão permanecer em seus cargos até o final de março no Governo Pedro Taques (PSDB), prazo final para deixarem o governo para disputar cargo eletivo, no caso a reeleição para deputado estadual.

Chegou-se a comentar nos bastidores, que os parlamentares poderiam deixar as suas pastas em janeiro, para que pudessem retomar suas funções na Assembleia Legislativa. O que foi negado pelos deputados estaduais que negaram as informações, a informação do próprio Secretario Chefe da Casa Civil, é que ele vai deixar a secretaria em março.

O secretario peessedebista da Casa Civil comentou: “Vamos sair no limite permitido para quem deseja ser candidato a algum cargo nas próximas eleições, quando temos que nos preparar para a reeleição para deputado estadual“.

Max que esta de malas prontas para deixar o PSB, esta esperando penas a abertura da “janela” para deixar a sigla. “Eu vou esperar até março para sair. O deputado Valtenir me impediu de sair do partido, então vamos esperar março. Ele falou que, se negociar ou se acertar, liberava, mas não vou dar dinheiro para sair de partido. Vou esperar março e saio”.

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O parlamentar estadual fez duras criticas ao presidente estadual do PSB, deputado federal Valtenir Pereira, pela forma que ele vem conduzindo o partido no estado, Pereira assumiu o partido em julho de 2017, o que não foi aceito pela maioria de seus membros.

Fui eleito pelo partido, contribuí muito com o PSB. Estou saindo em protesto à forma como Valtenir conduz o partido. Não tem condição de fazer política com quem não escuta, com quem não dialoga, não ouve ou quem quer mandar. Esse tempo não funciona mais”.

O Secretario da Casa Civil disse que ainda não definiu o partido pelo qual disputará a Eleição de 2018. “Eu vou sair candidato a deputado estadual e, se Deus permitir, serei reeleito. Ainda não sei para qual partido irei. Só vou definir isso em março, no limite do prazo para quem deseja sair candidato a reeleição“.

Nos bastidores é que o parlamentar estadual tem duas siglas partidárias que ele possa estar se filiando, os Democratas, dos irmãos Júlio e Jayme Campos, ou ate mesmo assentar no ninho tucano, do governador Pedro Taques.

Já o deputado estadual, e hoje ainda Secretario de Cidades (Secid), Wilson Santos também confirmou que ficará até o fim de março ou começo de abril, pois há diversas obras que pretende entregar na Pasta. “Todos nós vamos ficar até o fim do período permitido. Vou permanecer na Secid até o dia em que o governador quiser”.

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Santos ainda detalhou quais obras pretende concluir ou retomar antes de deixar a Secretaria de Cidades. “Tenho que entregar a Salgadeira, o Centro Oficial de Treinamento (COT) da UFMT e o Aeroporto Marechal Rondon. Além disso, também pretendemos retomar as obras do VLT, do COT do Pari e da Avenida Arquimedes Pereira Lima, a Estrada do Moinho”.

Wilson Santos declarou ainda que “pretendo enquanto eu permanecer na Secretaria, a gente possa avançar o máximo nessas obras que ainda estão travadas”.

Com a volta dos parlamentares, os suplentes de deputado, Adriano Silva (PSB) e Jajah Neves (PSDB), deixam o Parlamento.

O motivo da volta, segundo o Governo, é para que os titulares debatam suas emendas parlamentares e votem os projetos que estão em discussão na Casa de Leis. Após a agenda Legislativa, ambos devem retornar às funções no Governo do Estado.

As informações nos bastidores é de que a ida do deputado Max Russi para Assembleia Legislativa é para anular o suplente, Adriano Silva, que estaria se sentindo desconfortável em votar a segunda votação da PEC do Teto dos Gastos com o Governo do Estado.

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Política

Disputa interna no União Brasil e pressão sobre empréstimo bilionário sacodem a política de Mato Grosso

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A estabilidade política em Mato Grosso enfrenta um período de intensa reconfiguração com o acirramento das tensões partidárias internas. A disputa pelo controle de narrativas e espaços de “PODER” dentro do União Brasil (UB) atinge o seu ápice, mobilizando as principais lideranças do estado em uma contenda que reverbera diretamente nas articulações para os próximos pleitos eleitorais.

O embate centralizado envolve diretamente o senador Jayme Campos e o ex-governador Mauro Mendes, ambos filiados ao mesmo partido, o União Brasil (UB). O desentendimento entre as duas personalidades públicas expõe fraturas ideológicas e estratégicas profundas na base governista, evidenciando que a aparente unidade da sigla caminha sobre um terreno de constante e complexa “DISPUTA” de forças.

O cenário de “CRISE POLÍTICA” manifesta-se de forma explícita no território mato-grossense, e os principais redutos eleitorais do interior tornam-se o palco geográfico das negociações. A relevância econômica e política do estado no cenário nacional amplifica o impacto de qualquer instabilidade institucional gerada por esse racha partidário.

As movimentações de bastidores e os confrontos públicos entre as lideranças estendem-se até o dia 4 de agosto, data limite que funciona como um marco decisivo. Esse cronograma rigoroso impõe uma urgência extrema às negociações, uma vez que as convenções partidárias e os prazos legais exigem definições céleres e estratégicas por parte dos articuladores envolvidos.

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O estopim para a visibilidade pública dessa crise decorre diretamente da convocação de uma Convenção Partidária cujo formato surpreendeu os analistas de mercado. O edital prevê a duração de apenas uma hora para o encerramento dos trabalhos, com início estipulado para as 17 horas e término inflexível às 18 horas, um período considerado excessivamente exíguo para deliberações complexas.

A motivação por trás dessa “JANELA TEMPORAL” tão restrita visa, segundo interlocutores, limitar debates prolongados e acelerar decisões previamente coordenadas pelas cúpulas. Essa metodologia de gestão partidária busca mitigar desgastes públicos e evitar que dissidências internas ganhem contornos de maior publicidade, embora acabe por gerar o efeito inverso ao alimentar especulações.

A dinâmica conflituosa desenvolve-se por meio de declarações contundentes, reuniões de emergência e forte articulação junto aos deputados da base aliada. O senador Jayme Campos formalizou publicamente suas ressalvas à condução política atual, utilizando os canais de comunicação e as tribunas para demarcar sua posição de independência e contraposição às diretrizes da ala rival.

Oposição a contratação de um empréstimo financeiro no valor de R$ 1,5 bilhão

O descontentamento do senador expandiu-se também em direção à gestão do governador Otaviano Pivetta, do partido Republicanos. Jayme Campos posicionou-se como o primeiro opositor de peso a questionar frontalmente a proposta governamental que autoriza a contratação de um empréstimo financeiro no valor de R$ 1,5 bilhão.

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O montante bilionário pleiteado pelo Poder Executivo encontra-se atualmente sob rigorosa análise técnica e política dos parlamentares na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT). A oposição ao projeto fundamenta-se na necessidade de maior transparência sobre o impacto fiscal a longo prazo e sobre a real necessidade desse endividamento público na atual conjuntura.

Demonstrando plena convicção em seu capital político, o parlamentar federal argumenta que a proximidade do encerramento do mandato do atual gestor desaconselha a assunção de compromissos financeiros dessa magnitude.

A tese defendida sustenta que o fim de governo exige prudência administrativa, evitando que futuras gestões herdem passivos que possam comprometer os investimentos essenciais no Estado de Mato Grosso.

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