Search
Close this search box.

OUVIR E DAR VOZ AO POVO

A primeira “canetada” na Prefeitura de Cuiabá dos cuiabanos

Publicados

em

A política do futuro está nas periferias. Diante da atual crise política, representativa e institucional, enfrentada em todo o mundo neste tumultuado século XXI, florescem novas práticas políticas a partir da emancipação de sujeitos periféricos. Esse deslocamento lança luz sobre novos pontos de vista e práticas que enfocam formas de atuação capazes de reinventar as formas tradicionais de fazer política.

Na busca por uma política diferenciada e mais próxima das necessidades da população, o pré-candidato a Prefeito de Cuiabá pelo Partido Novo, Reginaldo Teixeira, vem se destacando por sua abordagem única e comprometida com as pessoas.

Em um cenário político, muitas vezes distante e burocrático, Reginaldo Teixeira, rompe as barreiras e se lança, incansavelmente, nas ruas da cidade com um objetivo: ouvir e dar voz ao povo. Seja em uma conversa informal com moradores ou em uma manifestação, Reginaldo Teixeira dá total atenção aos anseios e preocupações dos cidadãos. Essa postura empática e receptiva cria uma conexão genuína entre o pré-candidato a Prefeito de Cuiabá pelo Partido Novo e a comunidade, estabelecendo uma relação de confiança mútua.

Leia Também:  Crise no DAE expõe ruptura política entre Flávia Moretti e Tião da Zaeli em Várzea Grande

A série de vídeos tem divertido internautas na cidade de Cuiabá e tem levantado questões de interesse da população sobre transporte publico, “indústria da multa”, cultura entre outros assuntos que estão sendo abordados nas ruas por onde tem passado.

Reginaldo Teixeira, pré-candidato a Prefeito de Cuiabá pelo Partido Novo, foi para as ruas da Capital e perguntou para moradores qual seria a primeira “canetada” no primeiro dia de seu governo, caso os cuiabanos fossem o Prefeitos de Cuiabá.

O primeiro vídeo lançado de uma série de 10 vídeos mostra com bom humor que uma das respostas apresentadas disse que se fosse prefeito entregaria um helicóptero para cada pessoa da cidade. O morador diz também que não haveria nem Veiculo Leve sobre Trilhos (VLT) e nem Ônibus de Transporte Rápido (BRT).

Em resposta, Reginaldo Teixeira responde a inviabilidade da ação.

“Helicóptero é difícil, é quase impossível! Mas temos sim formas de arrumar o trânsito em Cuiabá, que hoje tá um caos. Hoje se você sai em horário de pico você demora mais de hora para chegar em certos pontos da cidade. Precisamos sim melhorar“, comenta Reginaldo Teixeira.

“Eu como gestor, por exemplo, podemos implementar uma trincheira na região da Viola de Cocho, uma trincheira na entrada do Centro de Eventos do Pantanal, uma trincheira no Círculo Militar e um viaduto ali na região do Coxipó para melhorar o nosso trânsito. Com certeza se não tiver corrupção, o dinheiro sobra e faremos“, conta o empresário.

Propaganda

Política

Reta final: bombardeio de informação de última hora; efeito manada e o voto útil

Publicados

em

Quintouuuu caros amigos e frequentadores do Boteco da Alameda, saibam que os políticos na minha “LINDA”, “QUERIDA”, “QUENTE” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon, estão pulando e não conseguem parar. Será que o eleitor no dia da eleição, também vai pular?

Então se liga caros internautas do Blog do Valdemir, é o Aquecimento do Léo Megga: “pula pra cá, pula pra lá, pula parado só não pare de pular“.

A música é uma referência a uma declaração da senadora, Margareth Buzetti (PP), criticando as constantes trocas de apoio e alianças oportunistas no cenário político na Terra de Rondon.

O Boteco da Alameda, no momento, não vai pular vai, mas…, vai esperar, afinal…

A eleição para o Palácio Paiaguás entrou definitivamente em sua fase mais aguda. A 10 dias do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, o Republicanos, Otaviano Pivetta e o liberal Wellton Fagundes, se consolidaram como dois polos centrais da campanha.

E, considerando as últimas pesquisas de intenção de voto, o atual cenário segue altamente polarizado entre Pivetta e Wellton.

Enquanto algumas pesquisas apontam uma vantagem para Wellton, ainda que não muito acentuado, outras indicam maior vantagem para Otaviano, candidato a reeleição.

Mas…, o fato é que na grande maioria dos levantamentos, os candidatos enfrentam empate técnico ao concorrerem em um segundo turno eleitoral.

Diante disso, o esforço concentrado é para atrair os votos dos candidatos indecisos ou que declararam que podem mudar de voto.

Táticas

Diante disso, neste momento, há dois movimentos simultâneos que precisam ser adotados pelas campanhas de Pivetta e de Wellton: consolidar e mobilizar a própria base e buscar os eleitores que ainda podem mudar de posição.

As campanhas precisam deixar muito claro para o eleitor o que está em jogo e por que aquele candidato deve ser escolhido.

Leia Também:  Eleições 2026 complicada na chapa majoritária

Agora é hora de martelar para que o eleitor consiga gravar as principais bandeiras (dos candidatos) e aumentar essa proximidade com o eleitor.

Na reta final, a campanha que faz um candidato ganhar é uma campanha menos sobre apresentar novidades e mais sobre consolidar a percepção pública.

Não basta ter simpatizantes, é preciso transformar apoio em comparecimento às urnas. Só mesmo tempo, qualquer fato novo ganha um peso maior, porque há pouco tempo para reagir.

Uma declaração mal colocada, uma denúncia, um debate ou uma crise institucional pode ocupar os últimos dias de campanha e mudar completamente o tabuleiro político.

Ponto de vista: a campanha de Otaviano Pivetta, entra na reta final da disputa eleitoral com uma estratégia clara e assertiva: forçar o voto útil, transformando o avanço conquistado nas pesquisas em uma missão concreta para encerrar a corrida para o Palácio Paiaguás, já no dia 4 de outubro.

Por que eleitores mudam de opinião na reta final?

Os eleitores da minha “LINDA”, “QUERIDA”, “QUENTE” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon mudam de voto nos últimos dias antes das eleições, conforme documentos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), impulsionado por voto útil, pressão social e bombardeio de informações de última hora.

Efeito manada e o voto útil

Quando a eleição se aproxima muitos eleitores abandonam o candidato que preferem para votar em quem tem mais chance de vencer ou de impedir a vitória de um adversário.

Leia Também:  Mauro Mendes denuncia "Conluio Político" e aciona a Justiça para proteger imagem na pré-campanha de 2026

Esse movimento, chamado de voto útil, ganha força nas últimas semanas porque as pesquisas passam a mostrar com mais clareza quem está na disputa real.

Nota de rodapé: eleitores que declararam intenção de voto em candidatos com menos de 10% nas pesquisas, frequentemente migram para os dois primeiros colocados na última semana.

A lógica é simples, ninguém quer desperdiçar o voto. Esse comportamento se intensifica quando há rejeição elevada a um dos candidatos. Nesses casos, o voto deixa de ser uma escolha positiva e passa a ser uma estratégia de contenção: votar não em quem se admira, mas em quem tem força para derrotar quem se rejeita.

O Boteco vai falar

A última semana de campanha costuma concentrar o maior volume de propaganda eleitorais, debates, notícias e ataques entre candidatos. Esse fluxo intenso de informação atinge eleitores que, até então, acompanhavam a disputa com pouca atenção.

O estrategista político Alex Rabelo, disse que os eleitores de baixo envolvimento, aqueles que não acompanha notícias políticas regularmente, tomam decisões com base em informações recentes e simplificadas.

Um escândalo revelado cinco dias antes da eleição pode ter impacto muito maior do que um debate de 20 dias atrás, simplesmente porque está fresco na memória.

Ao mesmo tempo, campanhas investem recursos financeiros e estratégicos na etapa final, justamente porque sabem que há um contingente expressivo de eleitores ainda sem decisão firme.

Anúncios massivos, ataques coordenados e até “Fake News” são estratégias deliberadas para capturar esses votos de última hora.

Segue o fluxo!

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA