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RABISCOS ELEITORAIS ANIMAM BASTIDORES DA POLÍTICA

Eleições 2026 complicada na chapa majoritária

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Quintouuu caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, e por incrível que pareça o Boteco da Alameda retornou para afirmar: dividir os votos ao Senado pode não ser uma boa estratégia para a pretensa chapa majoritária do grupo como um todo e, de quebra, fortalecer a aliança dos adversários.

É uma engenharia complicada colocar duas candidaturas a Casa Alta, e que atuam em lados opostos, na chapa majoritária.

Fica a dica e segue o fluxo!

Se os políticos compreenderem as razões dos votos de 2024, e o que de fato aconteceu naquele ano, poderão tomar boas decisões sobre as candidaturas de 2026.

O resultado consolidou a fragorosa derrota do Partido dos Trabalhadores (PT) em Mato Grosso, mas confirmou o conceito que o deputado estadual petista, Ludio Cabral, derrotado em Cuiabá no 2° turno, embutiu: de que o bolsonarismo não tem dono.

Esse conceito mostra que a direita, vocalizada a partir da vitória de Jair Bolsonaro em 2018, pertence a quem defende as teses vitoriosas, mesmo que não tenham o apoio do ex-presidente.

É claro que o liberal Jair Bolsonaro por si só continua muito forte e, se puder ser candidato, ou até mesmo indicar alguém com o mesmo perfil, poderá levar todos os votos.

Mas se for candidato ou simplesmente apoiar alguém, talvez escolha a derrota em 2026. No caso de Lula a sua desistência de tentar o quarto mandato, praticamente tudo mudaria a nível nacional ou estadual.

Esse cenário rearranjaria o tabuleiro político, radicalmente, nesse pedaço do mundo chamado Mato Grosso.

Quase tudo passaria a ser incógnita. Isso implicaria, profundamente, na reformulação dos palanques eleitorais majoritários na Terra de Rondon.

Por sobrevivência e segurança, alguns até repensariam voos mais altos.

A engenharia é complicada. Mas, se os políticos compreenderem as razões dos votos em 2024, poderão tomar boas decisões sobre as candidaturas de 2026.

Isso sim poderá influenciar no futuro de voto do eleitorado de direita, e do centro pendular, que vota pela rejeição a um candidato, e não por opção.

O 2° turno em Cuiabá trouxe algo importante, que não estava presente na eleição municipal anterior: a vitória do Palácio Paiaguás na eleição. Nesse quesito, aliás, o Paiaguás foi o grande vitorioso.

Acumulou não só a Capital, mas a maioria dos municípios do Estado de Mato Grosso. Só que essas vitórias, em vez de aumentarem seu brilho, vão lhe prejudicar na articulação política, cada dia mais clara.

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Isso porque, ao bancar o apoio ao Prefeito de Cuiabá, o liberal Abilinho, o unista e cacique do União Brasil (UB), Mauro Mendes se indispôs com o eleitorado do petista Ludio Cabral e do companheiro de partido o também unista Edu Botelho.

Outro ponto, não menos importante, foi que o governador Mauro Mendes sinalizou mal para a política em alguns municípios.

Isso lhe custará uma fatura a ser paga, que pode ser inclusive a dificuldade de obtenção de apoio para sua candidatura a Casa Alta e do seu sucessor, o Republicano Otaviano Olavo Pivetta, coisa que sinceramente o Boteco da Alameda não acredita.

Rascunhos para 2026

Anos ímpares, sem eleição, então os políticos estão na calmaria política na disputa correto?

Aparentemente tranquilo, o ano de 2025 começa com cenários esboçados, no mínimo, rascunhados do que poderá vir o desenho para 2026 na Terra de Rondon.

Vamos a alguns desses rabiscos que já animam os bastidores com alcances, interesses, consistências e viabilidades variadas.

O Republicano em Mato Grosso não trabalha, até aqui, com outra tese que não seja a candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta.

O União Brasil (UB), é citado para a vice do Republicano (ou seria PL?), o deputado federal licenciado e hoje sentado na cadeira da Casa Civil, Fábio Garcia.

Um dos argumentos seria o fato de Republicanos e União Brasil (UB) serem os “maiores” partidos do Estado de Mato Grosso entre as 142 Prefeituras mato-grossenses.

Para a Casa Alta, uma das candidaturas iria para o atual governador Mauro Mendes. A segunda candidatura ficaria com o Partido Liberal (PL), com o nome do hoje deputado federal José Medeiros. Por sinal, o parlamentar liberal teria grande parte dos votos dos colégios eleitorais.

No hipotético cenário de a chapa majoritária de 2026 em Mato Grosso entregue ao Republicano, União Brasil (UB) e Partido Liberal (PL), como ficariam forças auxiliares do Palácio Paiaguás, a exemplos de PSB, PP, MDB?

Segundo os frequentadores Boteco da Alameda são praticamente unânimes: a engenharia tá complicada.

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O PSB tem Max Russi na presidência da Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT). Ao Partido Progressista (PP) poderia ser apresentada uma suplência de senador. Já o MDB… bom…, aí é o complicador.

As variáveis

Tomando Cuiabá como referência, o que aconteceu em 2024 é um indicativo para 2026. O grupo ampliado chegou a deter mais da metade de intenção de votos na Capital.

Dividiu-se na pré-campanha, quando tentaram se reagrupar era tarde demais. Daí as perguntas:

– Serão quantas chapas majoritárias fora da órbita do Palácio Paiaguás? A situação vai unida ou rachada? O mesmo raciocínio serve para a oposição ao Paiaguás terá quantos nomes? Teremos terceira via? A oposição tem estratégia, planejamento visando 2026? A decisão será na mesma chapa ou se serão chapas diferentes, para se unir no 2° turno?

É uma construção que vai depender realmente dos nomes para 2026, que está muito prematuro ainda para decidir e não estão postos nem do União Brasil (UB) e nem do Partido Liberal (PL), que tem pré-candidaturas postas e tem um diálogo com a direita.

O Boteco vai falar

Qual a chapa ideal para 2026?

Um dos frequentadores do Boteco da Alameda vai revelar qual seria a chapa majoritária dos seus sonhos para a disputa das eleições de 2026.

É difícil a gente fazer uma previsão dessa quando estão construindo uma candidatura. Mas você perguntou qual seria a chapa dos sonhos do boteco, então digo: eu sendo candidato a governador, o meu amigo de Vadjú indicando o vice-governador e o meu amigo do Alvorada e o editor do Blog do Valdemir disputando as duas vagas para a Casa Alta”, revelou, um dos frequentadores do Boteco da Alameda.

Distante quase dois anos do pleito, o Boteco da Alameda já partiu na frente se lançando pré-candidato a governador pelo BA (Boteco da Alameda), e já com apoio da maioria dos frequentadores daquele local, e de mais 50 donos de botecos.

Segue o fluxo!

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Política

MDB se posiciona como o pivô das articulações estratégicas na disputa pelo Governo de Mato Grosso

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A movimentação nos bastidores políticos do Estado de Mato Grosso atingiu um novo patamar de intensidade nas últimas horas, impulsionada por intensas negociações de bastidores. O cenário eleitoral recente aponta para uma articulação avançada que visa consolidar uma robusta aliança partidária entre diferentes frentes. O foco central dessas tratativas é a estruturação definitiva das composições majoritárias que disputarão o comando do Poder Executivo Estadual nas próximas eleições, redesenhando o mapa de forças locais.

Esta complexa engenharia política está se desenvolvendo diretamente nos principais eixos de articulação partidária do Estado de Mato Grosso, englobando diretórios e escritórios estratégicos. A relevância geográfica do Estado, um dos motores econômicos do país, amplifica o impacto dessas decisões. As reuniões e acordos concentram-se na capital e irradiam influência para os colégios eleitorais mais importantes do interior mato-grossense, onde as bases partidárias acompanham atentamente os desdobramentos.

O processo de aproximação e fechamento de acordos ganhou força significativa nas últimas horas, um período considerado crucial devido à proximidade das Convenções Partidárias oficiais. O fator tempo atua como um catalisador para as lideranças políticas, que buscam definir suas posições e garantir vantagens competitivas antes do encerramento dos prazos legais. A urgência cronológica exige decisões rápidas e certeiras por parte dos articuladores, que trabalham contra o relógio.

Os protagonistas dessa movimentação são as lideranças e os integrantes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e do Republicanos, que buscam uma composição sólida para as próximas disputas. Além dessas duas siglas, o União Brasil (UB),  uma ala expressiva do Partido Liberal (PL) participam ativamente como defensores dessa ampla aliança. No centro da dinâmica institucional destaca-se também a deputada estadual Janaina Riva, atual presidente do diretório do MDB em Mato Grosso.

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A principal motivação por trás dessa intensa articulação é a busca por maior viabilidade eleitoral e o fortalecimento de uma chapa majoritária que demonstre robustez e capilaridade política. O objetivo imediato das legendas envolvidas é garantir uma estrutura partidária pesada e com tempo de propaganda necessário para assegurar o êxito nas urnas.

Para o MDB, especificamente, o movimento representa a oportunidade de consolidar sua relevância histórica e ditar os rumos da sucessão estadual.

O arranjo político em desenvolvimento prevê que a chapa majoritária resultante dessa união seja oficialmente encabeçada pelo atual governador do estado, Otaviano Pivetta. A proposta central consiste em integrar formalmente o MDB e o Republicanos na estrutura de apoio direto à liderança do atual chefe do Executivo. A estratégia visa apresentar ao eleitorado uma frente ampla e de continuidade administrativa, unindo forças tradicionais e novas correntes do cenário político.

A viabilização desse acordo ocorre por meio de reuniões estratégicas, diálogos reservados e avaliações criteriosas de cenários por parte de um grupo de emedebistas entusiasmados com o projeto. Estes membros do partido têm endossado publicamente a aliança, atuando como pontes entre as diferentes siglas. O método adotado envolve a superação de arestas internas e a construção de consensos programáticos que possam justificar a coligação perante os filiados e os eleitores.

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A necessidade de uma articulação tão profunda decorre do fato de que as três principais legendas aliadas, União Brasil, Republicanos e a ala dissidente do Partido Liberal (PL), ainda não fecharam suas chapas definitivas para a disputa ao Senado Federal.

Até o presente momento, o bloco conta com apenas um pré-candidato consolidado para a vaga senatorial. Essa lacuna na chapa majoritária cria a necessidade de preenchimento estratégico, transformando o espaço vago em uma valiosa moeda de troca nas negociações.

Um dos principais fatores de complexidade nesse processo reside na postura da deputada estadual Janaina Riva, que atualmente não nutre uma relação estreita com o governador Otaviano Pivetta. Apesar do distanciamento pessoal e político entre a presidente da sigla e o chefe do Executivo, o clamor interno do partido tem pesado a favor da coligação.

A parlamentar emedebista avalia minuciosamente o cenário para identificar qual caminho oferecerá a maior viabilidade para sua própria projeção e futura disputa ao Senado.

Como consequência direta dessas variáveis, o MDB converteu-se oficialmente na chamada “noiva da vez” do mercado político mato-grossense às vésperas das Convenções Partidárias. O posicionamento estratégico do partido confere a ele o “PODER” de definir os rumos das alianças majoritárias e o peso do apoio governamental.

O desfecho dessa aproximação consolidará o desenho das forças que disputarão o voto do eleitorado, estabelecendo as bases para o próximo ciclo político do Estado de Mato Grosso.

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