2024 e 2026 É LOGO ALI
Luta que segue: 2026 é logo ali
Amigos internautas do Blog do Valdemir, todos os mato-grossenses sabem que em janeiro de 2023, será empossado como Governador do Estado de Mato Grosso, Mauro Mendes Ferreira (UB). Nenhuma novidade, nada de mudanças na disputa da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT). Nomes de secretariados? Só o que todos sabem: Mauro Carvalho Junior, como secretario chefe da Casa Civil. Se é assim vamos falar de 2026.
Com o fim do primeiro turno das eleições gerais, sendo definidos os eleitos para a Assembleia Legislativa, Câmara dos Deputados, Senado Federal e Governo do Estado, já há quem pense nas eleições de 2024 no município de Cuiabá, e sobre como os resultados do pleito deste ano podem influenciar na escolha do novo prefeito e dos novos vereadores cuiabanos.
Deixando um recado para os navegantes, não estamos atropelando o processo, muito menos antecipando, só comunicando um recado do meu amigo de Vadjú: políticos traçam estratégia eleitorais há longo prazo, daqui pra 8 anos. Não se esquecendo que essas estratégias e essas alianças feitas no pleito eleitoral em Mato Grosso de 2022, tem a ver com as eleições de 2024 e 2026.
Mauro Mendes
A reeleição do governador Mauro Mendes (UB), abriu caminho para o unista daqui a quatro anos: o de se candidatar ao Senado Federal, além de se tornar o protagonista junto com o Senador Jayme Veríssimo de Campos (UB) da centro-direita em Mato Grosso.

Nos bastidores da política mato-grossense, quem frequenta a cozinha do governador fala que Mauro Mendes, pretende tocar uma boa gestão em seu segundo mandato no Palácio Paiaguas para pavimentar sua candidatura ao Senado Federal que terá duas vagas.
Como tem boa influência dentro do União Brasil, seria natural que fosse o nome escolhido pela legenda, o primeiro do atual Senador Jayme Campos para a reeleição.
Vamos ao comentário da boca maldita do Boteco da Alameda: o governador reeleito Mauro Mendes construí uma ampla aliança. Isso vem deste antes da pandemia onde ele foi construindo palanques municipais e atraindo prefeitos e esse processo se consolidou ainda mais em março, deste ano na “Janela Partidária”, quando ele demonstrou robustez e trato político, na hora de arregimentar bases por todo o interior. Eitaaa lasqueira!
Segundo o meu amigo de Vadjú, o unista Mauro Mendes cresceu, amadureceu e mudou a sua compreensão sobre o que significa estar na vida pública e descobriu que representar a sociedade é muito mais difícil do que se imagina. No meio do caminho recebeu apoios importantes de partidos políticos, e ao perceber os desafios que havia pela frente, foi capaz de somar e não dividir. A luta segue…2026 é logo ali.
E aí Favaro esperando dia 30 outubro?
Mesmo com a derrota dos candidatos que apoiou no pleito eleitoral, 2 de outubro, alguns, avaliam positivamente o resultado. Segundo os frequentadores do Boteco da Alameda, o Senador do PSD, Carlos Henrique Baqueta Favaro, inclusive, caso “Lula” seja eleito se fortalecerá politicamente para chegar forte em 2026.

Na avaliação do Boteco da Alameda, mesmo com a derrota da candidata da “oposição” do Partido Verde (PV), Márcia Pinheiro e do progressista Neri Geller, candidato ao Senado Federal nesta eleição, o Senador do PSD mostrou que pode construir um espaço de liderança. A “oposição” mostrou que tem “cacife” político na Terra de Rondon e não vão jogar fora. Vai colocar na “poupança” e esperar o que pode acontecer. Ou seja, o luto já passou. A lamentação ainda não.
A expectativa agora fica para o dia 30 de outubro. Agora esperar, um domingo que não seja de frustração em dose dupla. O ex-aliado de Mauro Mendes e de Jair Bolsonaro, não entrou por detalhes na coordenação da campanha do candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), Luiz Inácio “Lula” da Silva em Mato Grosso.
Favaro e Lula, estão muitos amigos nesse processo do segundo turno. Deram mesmo certo, principalmente sobre o Agro.
Favaro terá algum Ministério em eventual governo Lula? Não há nenhum compromisso de Lula com ele em relação a cargos e não pensa nisso.
Entretanto, porém, contudo… O acordo para coordenar a campanha de Lula em Mato Grosso, colocou foco na eleição para o Palácio Paiaguas. O acerto entre Favaro e Lula para que o Senador mato-grossense declarasse apoio a Lula passa pelas eleições de 2026.
PS: derrota de Lula acaba com o sonho de Favaro de “peitar” a “Mulher Maravilha”, a emedebista campeã de votos Janaína Riva ou o deputado estadual reeleito Max Joel Russi (PSB) para ocupar o Palácio Paiaguas em 2027.
Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, além de um chazinho de humildade, muitos nesta eleição, precisa adaptar sua visão política à realidade “rangeliana” e fazer o ‘Recall’ em 2022, ação necessária para não se afastar do seu eleitorado.
Como diria um célebre pensador rangeliano, “A política escolhe quem a política já escolheu“.
Política
Conflito institucional acirra disputas de “PODER” e expõe divergências de narrativas em Mato Grosso
O ambiente político do Estado de Mato Grosso transformou-se em um cenário de intensa disputa institucional após o ex-governador Mauro Mendes desferir duras críticas públicas direcionadas ao conselheiro Sérgio Ricardo, atual presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O desentendimento, que ultrapassou a esfera meramente administrativa para atingir o campo da retórica política personalizada, evidenciou um racha profundo entre o antigo chefe do Poder Executivo Estadual e a principal autoridade da Corte de Contas Mato-grossense, desestabilizando a aparente harmonia entre as lideranças locais.
Este embate de proporções inéditas eclodiu a partir de questionamentos públicos acerca da qualidade e da execução dos contratos de pavimentação asfáltica em rodovias estaduais que recentemente passaram por processos de concorrência pública, com destaque para a situação crítica da BR-170. O panorama rodoviário estadual, marcado por trechos severamente esburacados e alvo de recorrentes reclamações populares, funcionou como o estopim técnico para que as divergências latentes de bastidores sobre a condução da máquina pública e os limites da atuação fiscalizatória emergissem de forma definitiva na imprensa.
A escalada das tensões e as manifestações públicas mais contundentes concentraram-se na capital, Cuiabá, ecoando imediatamente nas sedes dos poderes constituídos e nos principais veículos de comunicação da região Centro-Oeste. O epicentro geográfico do conflito institucional localiza-se nos gabinetes governamentais e na sede da Corte de Contas, embora os desdobramentos práticos e os discursos políticos das autoridades envolvidas repercutam diretamente ao longo de toda a malha viária do interior do estado.
As declarações incisivas foram proferidas no atual contexto pós-mandato de Mauro Mendes (UB), refletindo o acúmulo de insatisfações com o modelo de controle externo adotado nos últimos meses pelo tribunal sob a nova presidência. A cronologia do confronto demonstra que o desgaste nas relações político-institucionais vinha sendo pavimentado progressivamente, culminando em um ponto de inflexão pública em que as cortesias diplomáticas tradicionais da política foram integralmente abandonadas pelas partes envolvidas.
A principal motivação subjacente ao posicionamento veemente do ex-governador reside no inconformismo com o que ele classifica como espetacularização e excesso de exposição midiática das fiscalizações promovidas pelo órgão de controle.
Mauro Mendes sustenta a tese jurídica de que os conselheiros do Tribunal de Contas deveriam adotar uma postura de estrito recato institucional, semelhante à magistratura judicial, priorizando o silêncio obsequioso e a manifestação técnico-formal nos autos dos processos em detrimento de entrevistas frequentes e pronunciamentos públicos.
Em contrapartida, a presidência do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), fundamenta sua linha de atuação na premissa da transparência pública ativa e no direito constitucional da sociedade de acompanhar as inspeções de engenharia em tempo real.
Sob a gestão de Sérgio Ricardo, a Corte de Contas adotou um modelo de fiscalização externa marcadamente presencial, transferindo os auditores dos gabinetes climatizados diretamente para os canteiros de obras rodoviárias, utilizando as redes sociais e os canais de comunicação social para dar visibilidade aos relatórios técnicos.
O método utilizado por Mauro Mendes para externar sua contrariedade consistiu em um ataque verbal direto à postura comunicacional de Sérgio Ricardo, exigindo publicamente que a autoridade fiscalizadora substituísse o uso frequente de microfones pela discrição inerente ao cargo.
“Sérgio Ricardo deveria trocar o microfone pelo silêncio institucional“.
Por outro lado, o presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), reagiu intensificando as vistorias técnicas de campo e reiterando a independência constitucional do órgão, transformando as inspeções em eventos públicos de grande repercussão política para demonstrar que o controle externo não se submeterá a pressões do Executivo.
Os defensores da estratégia adotada pelo Tribunal de Contas argumentam que a visibilidade pública conferida às auditorias rodoviárias funciona como um mecanismo indispensável para constranger empresas inadimplentes e acelerar a reparação das estradas.
Na visão desse grupo multissetorial, a publicidade dos atos administrativos constitui um preceito democrático moderno que assegura a eficiência dos gastos públicos, impedindo que auditorias cruciais sobre o dinheiro dos contribuintes fiquem engavetadas longe do escrutínio da população.
Inversamente, os críticos do atual modelo comunicacional da Corte de Contas, alinhados ao pensamento do ex-governador, alertam para os riscos do protagonismo político excessivo e da contaminação eleitoreira de um órgão estritamente técnico.
Esse segmento político argumenta que prejulgamentos veiculados na imprensa antes da conclusão definitiva dos processos administrativos violam o princípio do devido processo legal e maculam injustamente a imagem de gestores e de concessionárias de serviços públicos.
As consequências imediatas desse espetáculo político de bastidores traduzem-se em uma paralisia no diálogo institucional entre importantes forças políticas de Mato Grosso, onde as palavras assumiram o papel de armas em uma guerra de narrativas pelo controle da opinião pública.
O desfecho dessa disputa de poder permanece incerto, mas analistas políticos convergem na avaliação de que, enquanto o foco estiver centralizado nos microfones e nos relatórios de impacto midiático, o ritmo de recuperação das rodovias continuará secundário diante da velocidade do embate político.
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