Search
Close this search box.

COPA DOS CAMPEÕES FEMININO

Arsenal vence o Corinthians e conquista Mundial Feminino

Publicados

em

Na tarde deste domingo, no Emirates Stadium, em Londres, o Arsenal é o primeiro Campeão Mundial Feminino, o e conquistou a Copa dos Campeões Feminina, em uma final decidida na prorrogação, o time inglês venceu o Corinthians por 3 a 2, é o primeiro torneio mundial de clubes organizado pela Fifa para o futebol feminino.

O Corinthians Feminino bem que tentou. As Brabas lutaram muito. Fizeram jus à história. Mas a maior qualidade e investimento do Arsenal acabou pesando. As inglesas ganharam por 3 a 2 na prorrogação e faturaram a Copa dos Campeões, o primeiro título mundial da modalidade organizado pela FIFA.

O placar foi aberto pelas europeias. Logo aos 14 minutos, depois da falha da zaga corintiana, Lelê salvou o chute de Russo. Mas Smith, no rebote, mandou para as redes.

A vantagem inglesa durou pouco. Aos 20, Andressa Alves cobrou escanteio, e Gabi Zanotti concluiu de cabeça para o gol. A goleira do Arsenal defendeu, mas a bola cruzou a linha antes mesmo de Belén Aquino completar. Depois de várias chances de lado a lado, o primeiro tempo encerrou-se com o placar igual: 1 X 1.

Leia Também:  Cuiabá e Campo Grande se enfrentam em duelo de xadrez entre seleções

Na etapa final do tempo regulamentar, o cenário de maior posse de bola do Arsenal e mais chances de gol das inglesas não se alterou. Aos 12 minutos, Wubben-Moy mandou para as redes de cabeça e colocou o time europeu na frente mais uma vez: 2 a 1.

Mantendo a tradição de muita luta e muita superação, as Brabas do Timão resistiram a pressão adversária e conseguiram um pênalti nos acréscimos após revisão do VAR. Vic Albuquerque cobrou e igualou aos 50 minutos: 2 x 2.

Na prorrogação, a decisão da final. Após Duda Sampaio perder uma bola no meio de campo, Foord aproveitou um rápido contra-ataque e chutou para definir o placar: 3 a 2.

Além da taça, o Arsenal ganhou US$ 2,3 milhões de dólares (cerca de R$ 11,9 milhões na cotação atual). O Corinthians ficou com US$ 1 milhão de dólares (cerca de R$ 5,2 milhões). Valores que representam um recorde para a modalidade.

Propaganda

ESPORTES

Neymar encerra ciclo, e Ancelotti acelera renovação para uma nova era

Publicados

em

A trajetória de Neymar com a camisa da Seleção Brasileira chegou ao fim. O técnico Carlo Ancelotti confirmou que o atacante comunicou a decisão de não voltar a defender o Brasil e indicou que a equipe inicia uma nova etapa após a Copa do Mundo. A saída do camisa 10 encerra um dos ciclos mais marcantes do futebol brasileiro nas últimas décadas e impõe ao treinador italiano o desafio de construir uma equipe sem sua principal referência técnica durante anos.

Segundo Carlo Ancelotti, a decisão partiu do próprio Neymar e está inserida em um processo mais amplo de renovação da Seleção. Na avaliação do treinador, o último Mundial representou o encerramento de uma geração iniciada em 2018, que atravessou três edições da competição. Embora alguns jogadores experientes ainda possam permanecer, a tendência é de uma transformação gradual, com maior espaço para atletas jovens e para a construção de uma nova identidade coletiva.

O Neymar já confirmou que não quer voltar à seleção. A Copa do Mundo encerrou uma geração que começou em 2018 e disputou três Mundiais. Alguns podem continuar, mas, no geral, precisamos de novos jogadores e uma nova identidade na seleção”, afirmou Ancelotti.

A declaração estabelece, de forma objetiva, o caminho que o treinador pretende seguir para reformular o elenco brasileiro.

A última participação de Neymar pela Seleção ocorreu na Copa do Mundo. Cercado por expectativas, o atacante chegou à competição como uma das principais referências ofensivas do Brasil, mas enfrentou problemas físicos e teve participação limitada. O torneio, que poderia representar mais um capítulo de protagonismo do jogador, acabou marcado como o encerramento de sua trajetória com a camisa amarela.

Leia Também:  "Lambança" do árbitro marcou o jogo entre Cuiabá e Juventude

Apesar das limitações físicas apresentadas pelo atacante, Ancelotti afirmou que não se arrepende de tê-lo convocado. Para o treinador, a qualidade demonstrada por Neymar ao longo da carreira justificava sua presença no grupo. Ao mesmo tempo, o italiano reconheceu que a ausência do camisa 10 não poderá ser solucionada pela escolha de um único substituto.

A avaliação de Ancelotti é que Neymar não pode ser reproduzido por outro jogador. Ao definir o atacante como um talento “extraordinário”, “único” e “irrepetível”, o técnico indicou que a Seleção precisará encontrar uma solução diferente. Em vez de concentrar responsabilidades em uma nova estrela, a proposta é fortalecer o funcionamento coletivo, ampliar as opções ofensivas e distribuir o protagonismo entre diferentes atletas.

A primeira convocação depois da Copa já apresentou sinais concretos dessa mudança.

Ancelotti chamou oito jogadores que ainda não haviam atuado pela equipe principal: os goleiros Pedro Morisco e Otávio; os laterais Matheuzinho e Mauro Junior; os zagueiros Arthur Dias e Jair; além dos volantes Breno Bidon e Gabriel Bontempo.

A lista evidencia a intenção de ampliar o número de alternativas disponíveis para o novo ciclo.

Leia Também:  Eduardo Botelho: - CUIABÁ 301

A presença de oito estreantes também demonstra que a renovação não deverá ocorrer de maneira pontual. A comissão técnica pretende observar diferentes nomes, aumentar a concorrência por posições e identificar jogadores capazes de assumir responsabilidades no futuro. O processo, portanto, ultrapassa a simples substituição de atletas experientes e aponta para uma reformulação estrutural do elenco brasileiro.

A mudança pode ser percebida ainda na faixa etária do grupo convocado. A primeira lista pós-Copa apresenta média de 24,4 anos, enquanto o elenco levado ao Mundial tinha média de 29,6 anos. A diferença superior a cinco anos evidencia a guinada promovida por Carlo Ancelotti, que passou a priorizar atletas com maior margem de desenvolvimento e capacidade de participar de um projeto esportivo de longo prazo.

O encerramento do ciclo de Neymar, portanto, não representa apenas a despedida de um dos maiores talentos de sua geração, mas também o início de uma nova construção na Seleção Brasileira. Ancelotti terá de desenvolver uma equipe capaz de competir sem buscar uma cópia do antigo Camisa 10. Com mais jovens, novas alternativas e responsabilidades distribuídas, o Brasil começa a virar a página e a procurar os protagonistas que poderão definir sua próxima era.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA