A VOLTA DO COMÉRCIO

“Reabertura de shoppings em Cuiabá é uma vitória”

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O Presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Misael Oliveira Galvão, havia solicitado que o Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro a considerasse volta dos estabelecimentos comercias, com todas as medidas de segurança, e considerou uma “vitória” o anúncio do prefeito cuiabano, de que shoppings, restaurantes e bares possam reabrir, de forma parcial e lenta, a partir da próxima semana.

A reabertura destes espaços, principalmente dos shopping centers e Shopping Popular, havia sido um pedido de Misael no fim do mês de abril. À época, o parlamentar justificou que “o não estabelecimento de data e de regras para o funcionamento das atividades comerciais trouxe incerteza e angústia tanto para os empregados quanto para os empregadores“.

Ainda, conforme justifica o chefe do Poder Legislativo, o setor de shopping centers responde por quase 2,7% do PIB e mais de 3 milhões de empregos diretos e indiretos em todo país. E, em Cuiabá, a ABRASCE (Associação Brasileira de Shopping Centers) destaca que são 4 Shopping Centers no município, que geram mais de 21.000 mil empregos em sua cadeia. No caso do Shopping Popular, são mais de 2 mil empregos gerados.

É uma vitória o prefeito ter nos ouvido e entender a necessidades dessas milhares de pessoas. Desde o começo, o que pedíamos era exatamente uma reabertura gradual, atendendo todas as normas de segurança previstas pelos órgãos nacionais e internacionais de saúde. Agora, meu pedido especial é que a população escute e respeite todos eles, completa Misael Galvão.

PRAZO

Os shopping centers poderão reabrir a partir da próxima terça-feira (03.06), das 14h às 22h. Poderão abrir de segunda à sábado. Até 30 de junho, eles poderão abrir com 30% da capacidade total e, depois, com 50% de sua capacidade total.

No caso do Shopping Popular, ele poderá funcionar das 9h às 17h, também com 50% de sua capacidade. O funcionamento também será de segunda à sábado.

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ECONOMIA

Associação Comercial de Cuiabá e demais entidades do comércio entregam manifesto contrário ao “Novo Decreto Municipal”

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A Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC) e demais representantes do comércio fizeram uma manifestação nesta sexta-feira (03), em frente à Prefeitura de Cuiabá, contrários às decisões do Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) em relação ao Decreto nº 7.975, de 02/07/2020. A medida institui o rodízio de carros e de CPF para o acesso ao comércio, bancos, lotéricas e mercados da Capital.

Os representantes das entidades foram recebidos pelo chefe de gabinete da Prefeitura de Cuiabá, Antônio Monreal Neto, e entregaram o manifesto assinado por todos, para conhecimento do prefeito. Neto ficou de agendar uma reunião com Emanuel Pinheiro para discussão das novas decisões. Também participaram da reunião os vereadores Orivaldo da Farmácia e Diego Guimarães e o deputado Ulysses Moraes.

Dentre os questionamentos do manifesto, foram apontados a falta de diálogo do prefeito com os comerciantes quanto às medidas tomadas diante do combate ao novo Coronavírus (COVID-19), bem como os critérios e embasamentos técnicos adotados. Além disso, as entidades reivindicaram a participação de membros do comércio no “Comitê de Enfrentamento à “Covid-19“”.

Há necessidade de abrir o diálogo com a sociedade, porque as medidas estão sendo tomadas dentro do gabinete, sem a participação dos representantes do comércio, que neste caso é o segmento que mais sofre com as consequências das decisões”, alertou Jonas Alves, presidente da ACC e da Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso (Facmat), que também assinou o manifesto.

Segundo ele, as entidades uniram-se e tentam amenizar os impactos para o setor.

O empresário já fez muitos sacrifícios, nós pedimos que pelo menos essas medidas possam dar tempo para que se preparem. Não há alinhamento e todos ficam perdidos com essas decisões”, frisou Alves.

Além da ACC e Facmat, assinam o documento a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio/MT), Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL/MT) e CDL Cuiabá.

A essas entidades, juntarem-se outras que também se sentiram prejudicadas pelo decreto, entre elas, o Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de Mato Grosso (Sincovaga) e o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado (Creci/MT).

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