VÁRZEA GRANDE INVESTIRÁ EM OBRAS

“Estamos trabalhando fortemente para o desenvolvimento de Várzea Grande”

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Em execução há seis meses, as obras de construção do Parque Tecnológico de Mato Grosso, a ser instalado em Várzea Grande na região do Chapéu do Sol, entrou na pauta do prefeito Kalil Baracat que se reuniu com o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Nilton Borgato.

De acordo com informações do secretário Nilton Borgato as obras estão em estágio inicial.

Estamos executando a fundação dos prédios. O cronograma ainda prevê um ano e meio de muito trabalho”, disse Borgato.

Para acelerar as obras, Kalil Baracat se comprometeu em executar obras para as redes, de água, esgoto e energia na região.

Além dessa infraestrutura necessária para acelerar a obra e deixá-la mais barata nos comprometemos a executar uma parte do asfalto. Vale ressaltar que a pavimentação já está sendo executada pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística, a Sinfra; porém conforme foi solicitado pela Seciteci também contribuiremos com parte da pavimentação a fim de agilizar o cronograma de obras, detalhou o prefeito.

Durante a reunião, o chefe do Executivo Municipal ressaltou a importância do empreendimento para promover pesquisa e inovação na área tecnológica e reafirmou o compromisso da Prefeitura Municipal com o desenvolvimento da cidade.

Estamos trabalhando fortemente para o desenvolvimento de Várzea Grande. Tomamos conhecimento que recentemente o governador assinou o decreto que regulamenta a lei voltada à ciência, tecnologia e pesquisa no Estado, que com certeza será fundamental para a autonomia do Parque Tecnológico que será gerido pelo Estado e sediado em nosso município. Por isso, tudo o que estiver ao nosso alcance será feito”, afirmou Kalil Baracat.

Prefeito da segunda maior cidade de Mato Grosso, Kalil Baracat, lembrou de recente pesquisa da Federação das Indústrias (FIEMT) que apontam para Várzea Grande estar entre as 100 maiores cidades do Brasil em preferência para realização de negócios com a industrialização, ou seja, existe uma forte procura das indústrias para se instalarem no município.

A superintendente de Desenvolvimento Científico Tecnológico e de Inovação da Seciteci, Letícia Figueiredo, também participou da reunião e ressaltou a importância destas iniciativas para acelerar as obras do Parque Tecnológico.

Esta reunião foi importante para sanar dúvidas, recebermos ideias e alinharmos as ações voltadas ao Parque, que vai estimular a cooperação entre Município e Estado, falou.

Nilton Borgato, explica que o empreendimento será um importante mecanismo no processo de inovação tecnológica de Mato Grosso, em especial por ter a capacidade de promover o desenvolvimento de empresas a partir de ideias e tecnologias geradas em instituições de ensino e pesquisa, mas com a parceria de executivos e empresários.

Este momento é de suma importância porque as ações do Parque estão avançando, e agora estamos promovendo esta conversa. Queremos construir juntos os processos, disse.

O Parque será um ambiente voltado à criação, desenvolvimento, disponibilização de soluções tecnológicas e atração de empresas inovadoras ao mercado. Localizado na região do Chapéu do Sol, em Várzea Grande, a área total do Parque Tecnológico é de 16 hectares.

O projeto moderno com estruturas metálicas prevê a implantação de um centro de inovação, incubadoras, aceleradoras, centro de pesquisas, edifícios corporativos, estacionamento, parques, restaurantes e espaço para prestadoras de serviço.

Em maio de 2020, o governador Mauro Mendes e a então prefeita de Várzea Grande Lucimar Sacre de Campos, assinaram a ordem de serviço para construção do Centro de Inovação do Parque Tecnológico Mato Grosso, em Várzea Grande. Estão sendo investidos R$ 8 milhões na obra.

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat) é parceira do projeto. Participando das ações de tecnologia e inovação do Parque Tecnológico, por meio de oferta de bolsas e recursos para a construção do Centro de Inovação, com investimento de aproximadamente R$ 16 milhões.

O prefeito Kalil Baracat lembrou que o funcionamento do Parque Tecnológico transformará Várzea Grande em um polo estudantil, já que ali também estão sendo implantadas unidades da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT); Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat); Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), e também a sinalização de grandes grupos de ensino superior e tecnológico que manifestaram interesse de também se instalar aqui.

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ECONOMIA

Produção industrial de Mato Grosso acumula queda de 5,8% até novembro de 2020

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Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que o setor da indústria, no Mato Grosso, acumulou queda de 5,8% na produção até novembro de 2020. O segmento mais afetado foi fabricação de produtos de madeira, que registrou perda de 24,7%. Já para os produtos alimentícios a redução foi de 2,4%. O único resultado positivo foi para fabricação de produtos químicos, que teve alta de 2,4%.

Segundo o superintendente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (FIEMT), Mauro Santos, o desempenho do setor no estado esteve em linha com o nacional, que teve recuo de 5,5% no acumulado de 2020.

Para ele, com essa baixa, os consumidores tiveram que pagar mais por produtos cujas matérias primas sofreram impacto no valor.

Essa falta de matéria-prima impacta nos preços, porque aumenta os custos da indústria, e esse custo é repassado ao consumidor final. Isso porque diversas matérias-primas tiveram aumento no preço que varia de 30% a 70%. Cito o exemplo do TDI poliol e do aço, que aumentaram mais de 100%, contribuindo para a alta nos preços dos produtos acabados”, explica.

Apesar disso, Santos projeta que, para 2021, haja um crescimento da produção industrial motivados pelo consumo de alimentos, de combustíveis e pela dinâmica da construção civil, que está incentivada por juros mais baixos e um estoque que atende às demandas.

Setor frigorífico

Considerado um dos mais representativos dentro da agroindústria de Mato Grosso, o setor frigorífico perdeu 8,06% de produção no mesmo período. A informação é do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Ao todo, foram abatidas 4,8 milhões de cabeças até novembro do ano passado. Na avaliação do presidente do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos (Sindifrigo/ MT), de Paulo Bellicanta, a tendência é de continuidade na queda em 2021.

É claro e natural que o seu impacto foi o aumento no preço da carne para o consumidor final. Isso é inevitável. É uma lei de mercado: oferta e procura. De setembro em diante, houve uma escassez significativa na alta de preços, com a influência que eu acabei de dizer, relata.

Ainda segundo Bellicanta, a demanda continua e isso é notado com a elevação nos preços da carne.

A situação só deve se normalizar a partir do segundo semestre de 2022, quando finaliza o ciclo da pecuária, que leva de dois a três anos de duração”, afirma.

  • (Brasil61)
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