MAGIA DO NATAL
Natal Abençoado do SER Família será aberto nesta quinta-feira
“O Natal Abençoado do SER Família acontece marcado por grandes agitações, onde o Papai Noel parece ser o personagem central: luzes, propagandas, ofertas especiais, ceias, presentes e muitas cores. Em meio a tanta luz, nós cristãos, somos chamados pela Palavra de Deus a reavivar as esperanças, a partir de um menino pobre, da periferia, que não tinha onde ficar, que surge em nosso meio como Emanuel, Deus Conosco”.
Há quem diga: “quem dera todos os dias fossem como o Natal!” E isso tem uma razão muito especial. Aquela sensação boa que se espalha, contagiando todos, até aqueles que dizem não gostar, simplesmente porque a magia natalina está por todos os cantos; nas casas, na rua, em cidades inteiras e até nas pessoas.
Qual é a primeira imagem que vem à sua cabeça quando pensa no Natal? Independente da lembrança, ela certamente vem acompanhada de muitos elementos: luzes, bolinhas de natal, presentes, presépios e vários outros adereços que tornam tudo mágico.
Pois bem, como já dissemos, as lembranças vêm acompanhadas da magia natalina. Isso porque ela está não só nos detalhes, mas também e, principalmente, nos sentimentos que a data intensifica. Cria-se uma atmosfera diferente que por vezes não conseguimos explicar, mas sabemos que é algo único e típico da época.

Com o objetivo e dever de não descuidar do verdadeiro sentido da Festa Natalina, o Governo do Estado de Mato Grosso está preparando intensamente para que a verdadeira alegria do Natal aconteça em cada Coração, em cada Família e em cada Comunidade Cristã.
“O Natal é uma data muito especial, por tudo o que ele envolve, principalmente para as crianças e adolescentes. Poder ajudá-los a ter um fim de ano melhor, é uma perspectiva animadora e muito reconfortante”.
A chegada da criança nascida na manjedoura é sinal de grande alegria. Jesus Cristo é mudança, é luz sobre as trevas, é a liberdade sobre os poderes que escravizam e ameaçam a vida. A vinda de Cristo é a renovação da esperança em uma sociedade marcada pelas injustiças e desigualdades. É a promessa do pão nosso de cada dia.
Que possamos continuar cultivando sorrisos, histórias e solidariedade. Em amorosidade e ousadia, construímos uma vida plena e digna para toda a Criação.

Arena em festa
O Natal Abençoado do SER Família, idealizado pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, será aberto nesta quinta-feira (14), às 18h30, com ingresso solidário. Os visitantes poderão doar uma caixa de chocolate, leite em pó ou fraldas descartáveis na portaria do evento, sendo um item por família. Porém, a doação não é obrigatória para entrar no espaço.
O governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes atenderão a imprensa antes da abertura do evento.
Montado na Arena Pantanal, em Cuiabá, o parque natalino contará com uma estrutura de 5 mil m², com 14 cenários diferentes e encantadores, mantendo preservado o gramado do Estádio.
Com iluminação especial, programação remota e sonorização envolvente, as crianças mergulharão no universo natalino. Além disso, espetáculos com coreografias natalinas, show de luzes e apresentações audiovisuais encantarão os visitantes.
O Natal Abençoado fica na Arena Pantanal até o dia 30 de dezembro e pode ser visitado das 18h às 22h. No dia 24 de dezembro, porém, a Arena estará fechada para o público.

Entrada solidária
As doações arrecadadas durante o Natal Abençoado são destinadas para famílias assistidas pelos programas sociais do Governo de Mato Grosso.
Destaques
Como a retirada do sigilo do caso “Dark Horse” reorganiza o xadrez da sucessão presidencial brasileira
A exatos vinte e um dias da realização do primeiro turno das eleições presidenciais, a divulgação de relatórios da Polícia Federal referentes às investigações do caso “Dark Horse” colocou os comitês de campanha e o meio político em estado de alerta máximo. A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de retirar o segredo de justiça de trechos das apurações provocou um forte abalo nos gabinetes de Brasília. Monitores de pesquisas eleitorais, estrategistas e analistas dedicam-se agora a dimensionar como a sucessão de episódios escandalosos influenciará a decisão final dos eleitores diante das urnas.
O levantamento do sigilo ocorreu no ápice de um período de intensa fricção institucional ocorrida no interior do próprio Supremo Tribunal Federal (STF). O debate público travado entre integrantes da Corte expôs discordâncias profundas sobre a condução das investigações, arrastando o tribunal para a iminência de uma grave crise de governabilidade. Esse clima de alta voltagem jurídica acelerou o movimento de abertura das apurações vinculadas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, transformando os desdobramentos judiciais no tema central do debate político nacional.
No centro desse cenário conturbado, a dimensão ético-moral passou a se sobrepor aos ritos estritamente policiais e jurídicos no debate público. A publicização de provas e depoimentos causou apreensão generalizada nos meios políticos, ao atingir a imagem de nomes de destaque da República. A controvérsia sobre condutas pessoais e arranjos institucionais impôs um novo enquadramento à corrida eleitoral, convertendo a reputação moral dos envolvidos em um fator decisivo de desgaste político e de reorganização das preferências do eleitorado.
No Congresso Nacional, a reação das lideranças partidárias reflete a gravidade do momento político. Parlamentos e caciques de bancadas expressivas, a exemplo do senador Ciro Nogueira (PP), encontram-se no centro das investigações conduzidas pelas autoridades policiais. Os relatórios apontam a existência de um dos esquemas de corrupção mais articulados da história recente do país, gerando nos bastidores do Poder Legislativo a apreensão direta quanto à possibilidade de deflagração de medidas cautelares ou decretos de prisão antes da votação de 4 de outubro.
A despeito da gravidade dos fatos revelados pelas investigações, as agendas públicas das campanhas mantêm um ritmo de aparente normalidade. Nos programas eleitorais de televisão e no rádio, os postulantes aos cargos executivos sustentam discursos focados em austeridade fiscal, responsabilidade na gestão e combate à corrupção. Essa discrepância entre os fatos expostos pelo Poder Judiciário e o tom das peças publicitárias de campanha explicita o esforço dos comitês eleitorais para blindar a imagem dos candidatos diante da opinião pública.
Entre os concorrentes ao Palácio do Planalto, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) figura como a única liderança da disputa formalmente investigada no âmbito desse inquérito. As autoridades policiais reuniram interceptações telefônicas, áudios e registros de encontros presenciais com o investigado. A investigação apura as explicações prestadas sobre o repasse de mais de R$ 60 milhões efetuados pelo empresário para o custeio de uma obra cinematográfica sobre a trajetória de Jair Bolsonaro.
Mesmo figurando no polo passivo da apuração judicial, o candidato do PL mantém intensa agenda de comícios e discursos críticos aos seus opositores. Em seus pronunciamentos públicos, o senador adota uma postura ofensiva, direcionando acusações de corrupção aos adversários de campanha. Essa estratégia busca manter a mobilização da sua base de apoio, ao mesmo tempo em que a apuração sobre os aportes financeiros do filme Dark Horse ganha centralidade nos debates eleitorais promovidos pelos meios de comunicação.
Surpreendendo parte dos analistas políticos, as apurações judiciais ainda não provocaram queda do candidato nas intencionalidades de voto registradas pelas pesquisas de opinião pública. Os levantamentos mais recentes indicam uma trajetória de crescimento numérico do senador nas intenções de voto, desenhando um cenário de competitividade acirrada com chances reais de vitória em um eventual segundo turno. O fenômeno demonstra a alta polarização do eleitorado e a complexidade de mensurar o impacto imediato de escândalos no comportamento das urnas.
Paralelamente, o ambiente de tensão no Supremo Tribunal Federal ampliou-se com o envolvimento do ministro Alexandre de Moraes em controvérsias associadas à condução de procedimentos correlatos ao processo. A reverberação do caso no meio político levou os articuladores de campanha a associar indiretamente o nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao debate sobre a lisura das instituições. A oposição utiliza a instabilidade nos tribunais para levantar questionamentos e desgastar a imagem do governo federal perante a opinião pública.
Embora os relatórios da Polícia Federal não apresentem qualquer elemento de prova que vincule o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos negócios do ex-banqueiro, a exploração política do episódio transformou-se em uma tática central da oposição. O enquadramento dos fatos nas redes sociais e nas peças de campanha tem garantido ganhos narrativos ao candidato do PL, que reverteu perdas pontuais e estabilizou seu desempenho na reta final da disputa pela Presidência da República.
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