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Mauro: “Novo hospital público São Benedito será 100% SUS”

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O Prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB) juntamente com o governador do estado Pedro Taques (PDT) entregaram a população o termino da reforma e ampliação do novo Hospital Municipal São Bendito em Cuiabá, que fica localizado no bairro Quilombo, onde funcionava o Hospital das Clínicas, que estava fechado há 12 anos e foram investidos cerca de R$ 3 milhões nas obras de reforma e segundo o prefeito, “foi um momento histórico, que levou mais de 30 anos  para que a população viesse assistir este momento de ter um novo hospital”.

mauro-taques-hospital-2"Hospital Municipal São Bendito será 100% SUS (Sistema Único de Saúde) que vai atender gratuitamente toda população cuiabana, e Cuiabá estava precisando um novo hospital para ajudar desafogar principalmente o Pronto Socorro de Cuiabá, e acabar com a grande filas de espera para cirurgia de alta complexidade como  coração, bariátrica, neurológica, ortopedia, e será referencia em atendimento, e agora o caminho a seguir é o Ministério da Saúde, para que ele venha acertar o custeio que ficara em torno de R$ 7 milhões de reais por mês só com a manutenção". Disse o prefeito.

O prefeito Mauro Mendes disse que “foi apresentado um projeto junto ao Ministério da Saúde, para que o município assumisse o hospital, e que o município não tem recursos para bancar o custeio sozinho”, destacou que foi entregue apenas a obra, esta pronta pra funcionar com todos o equipamento necessário, mas agora e hora do ministro da saúde fazer a sua parte, foi cumprido a parte da prefeitura que pegou prédio abandonado 30 anos, reformou e ampliou , mas o custeio é problema, e quem financia a Saúde Publica no Brasil é o Fundo Nacional de Saúde, e foi combinado que  se fosse feito a obra e terminado, teríamos recursos do Ministério da Saúde”. Disse Mauro 

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Mauro informou que a Empresa Cuiabana de Saude é quem vai gerenciar o novo Hospital São Bendito no prazo 45 dias, edital será publicado e vai iniciar procedimento de contratação e treinamento de pessoal, cera de 350 pessoas que incluem médicos, enfermeiros e técnicos, pessoal de apoio e do treinamento do pessoal estarão trabalhando para dar um melhor atendimento a população que necessita de atendimento medico de alta complexidade.

Estarão disponíveis 126 leitos, dos quais 96 estão na enfermaria e 30 na UTI (Unidade de Terapia Intensiva). 

Já o Governador Pedro Taques (PDT), afirmou que o Estado assumira o compromisso de repassar R$ 2 milhões de reais para o Novo Hospital São Bendito que serão empregados na manutenção da nova unidade de saúde.

Taques disse que essa participação de ação do governo de Mato Grosso faz parte de um planejamento que visa incrementar e regularizar os repasses aos municípios que hoje esta girando em torno de R$ 28 milhões referentes às transferências financeiras de Impostos sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

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O Governador Pedro Taques disse ainda que estará na próxima semana em Brasília para cobrar os compromissos assumidos pelo Ministério de Saúde, junto com o prefeito Mauro Mendes e também com toda a Bancada de Deputados Federais de Mato Grosso, para "buscar e cobrar do Governo Federal os R$ 5 milhões que são necessários para o custeio do Novo Hospital São Bendito”. 

O Governador Pedro Taques visitou o Novo Hospital São Bendito juntamente com o prefeito Mauro Mendes e varias autoridades presentes, para conhecer o interior do hospital acabou fazendo elogios a reforma e ampliação pela qualidade da obra apresentada. 

Estamos preocupados com a saúde publica de Mato Grosso. E este novo hospital vai atender não só o cuiabano, mas a todos os mato-grossenses”, disse o governador.

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Liberdade de escolha no trabalho é direito: pressão por voto pode caracterizar assédio eleitoral

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O voto é um direito individual e secreto, e a relação de trabalho não pode ser utilizada para constranger trabalhadores ou influenciar suas escolhas políticas. Em períodos eleitorais, ameaças, intimidações, promessas de vantagens ou outras formas de pressão relacionadas à preferência eleitoral podem caracterizar assédio eleitoral e gerar consequências nas esferas trabalhista e eleitoral. O alerta integra as ações de prevenção promovidas pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) para proteger a liberdade de escolha dos trabalhadores.

A prática pode ocorrer quando empregadores, gestores ou superiores hierárquicos utilizam a posição profissional para tentar direcionar o voto de empregados, servidores ou outros trabalhadores vinculados à atividade. Entre as condutas apontadas pelo MPT estão ameaças de demissão, perda de função ou redução salarial, além da promessa de benefícios condicionados ao resultado eleitoral ou à escolha de determinado candidato.

Também podem configurar assédio eleitoral situações em que trabalhadores são pressionados a participar de atos de campanha, utilizar roupas ou símbolos relacionados a candidatos, compartilhar conteúdos políticos, comparecer a reuniões destinadas a orientar escolhas eleitorais ou demonstrar publicamente sua preferência política. A caracterização, contudo, depende das circunstâncias concretas de cada caso e da finalidade de influenciar ou manipular a manifestação política do trabalhador.

A quem se aplica essa proteção? Segundo orientações do MPT, o assédio eleitoral pode atingir trabalhadores de diferentes vínculos e ocorrer tanto no setor privado quanto na administração pública. Empregados, servidores, terceirizados, estagiários, autônomos e outros trabalhadores podem ser alcançados por práticas de coação, intimidação, ameaça ou constrangimento relacionados ao processo eleitoral.

Por que a conduta é considerada grave? Porque a liberdade de escolha política integra os direitos fundamentais protegidos no processo eleitoral e nas relações de trabalho. O MPT destaca que o poder diretivo do empregador possui limites e não autoriza interferências indevidas na orientação política ou no exercício do voto pelo trabalhador. O voto, por sua natureza, deve expressar a vontade individual do eleitor, sem submissão a pressões econômicas ou profissionais.

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Quando uma situação pode exigir atenção especial? Principalmente quando existe uma relação entre a manifestação política exigida e alguma consequência profissional, como ameaça de dispensa, promessa de promoção, concessão de vantagem, redução de direitos ou tratamento discriminatório. A fiscalização ou cobrança sobre o voto também aparece entre os exemplos de condutas que podem caracterizar assédio eleitoral.

Onde essas práticas podem ocorrer? O assédio eleitoral não está restrito ao ambiente físico da empresa. Conforme orientação institucional do MPT, a conduta pode ocorrer presencialmente ou por meios virtuais, inclusive em situações relacionadas ao trabalho. Reuniões, mensagens, grupos de comunicação e outras formas de interação profissional podem ser utilizadas para exercer pressão indevida sobre trabalhadores.

Quem presencia ou sofre esse tipo de situação pode procurar os canais oficiais das instituições competentes para registrar uma denúncia. O MPT mantém mecanismos próprios de recebimento de relatos e atuação sobre irregularidades trabalhistas, enquanto as autoridades eleitorais também possuem atribuições relacionadas à proteção da liberdade do voto. A formalização da denúncia permite que os órgãos responsáveis avaliem os fatos e adotem as providências cabíveis.

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A legislação eleitoral também estabelece mecanismos destinados a proteger o sigilo e a liberdade do sufrágio. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforça que o voto é secreto e que as regras eleitorais buscam impedir situações capazes de revelar ou constranger a escolha do eleitor. No ambiente de trabalho, portanto, qualquer tentativa de transformar a relação profissional em instrumento de pressão política deve ser analisada pelas autoridades competentes conforme as circunstâncias do caso.

Diante desse cenário, trabalhadores e empregadores têm responsabilidades distintas no período eleitoral: enquanto o trabalhador deve ter preservada sua liberdade de escolha, o empregador deve respeitar os limites legais de sua atuação. A orientação das instituições responsáveis é clara quanto à necessidade de prevenir e combater práticas que comprometam o voto livre e secreto.

Em caso de ameaça, constrangimento ou promessa de vantagem vinculada à escolha eleitoral, o registro pelos canais oficiais pode contribuir para a apuração dos fatos e para a responsabilização, quando houver comprovação de irregularidade.

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