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VACINAÇÃO PARA JOVENS DE 12 A 17 ANOS

“Estaremos prontos para imunizar a todos desde que existam as vacinas necessárias”

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Após reunião de avaliação com a área técnica da Saúde Pública de Várzea Grande, o prefeito da cidade de Várzea Grande, Kalil Sarat Baracat de Arruda (MDB) e o secretário de Saúde, Gonçalo Barros, anunciaram a decisão de abrir preventivamente o pré-cadastro para novas faixas etárias abaixo dos 18 anos que já está desde o final de semana passada sendo vacinados em Várzea Grande a segunda maior cidade de Mato Grosso.

Como nosso planejamento tem funcionado com resultados positivos, decidimos abrir o pré-cadastro para três novas faixas de idade porque entendemos que todos devem ser vacinados diante de uma Pandemia da COVID-19 que a ciência e a medicina não conhecem em toda sua realidade”, disse Kalil Baracat.

Desde às 24 horas desta quinta-feira, 26 de agosto, estão abertos os pré-cadastros para as seguintes faixas de idade;

• 12 a 17 anos com comorbidades;
• 15 a 17 anos sem comorbidades;
• 12 a 14 anos sem comorbidades.

O prefeito da cidade de Várzea Grande, Kalil Sarat Baracat de Arruda e o secretário de Saúde, Gonçalo Barros frisaram que essas novas faixas dependem de novas remessas de doses de vacinas entregues pelo Ministério da Saúde (MS) e autorização do mesmo para essas novas faixas etárias além da definição dos mesmos no Plano Nacional de Imunização (PNI).

Seguimos a risca as determinações dos Governos Federal e Estadual, tanto que já formalizamos os pedidos para podermos avançar, então é necessário que as pessoas compreendam que aguardamos a autorização e a entrega para essas novas faixas, o que em nosso entendimento não deverá demorar mais do que alguns dias, explicou Gonçalo Barros.

O titular da Saúde de Várzea Grande frisou também que a estrutura da Secretaria de Saúde do Município está preparada para a aplicação de doses de reforça para idosos de 70 anos ou mais e aquelas pessoas imunossupressoras.

Existindo a vacina disponível e autorização do Ministério da Saúde, nós iremos cumprir todas as determinações e vacinar a todas as pessoas, até porque os números têm demonstrado que as vacinas têm efeitos e salvam vidas”, disse Gonçalo Barros.

Já o prefeito Kalil Baracat acrescentou que para se manter a ordem das coisas é necessário que a coordenação central do Ministério da Saúde seja eficiente e tenha disponível os imunizantes para vacinar as pessoas.

Estamos em contato direto com o Ministério da Saúde e com o Governo do Estado através do secretário de Saúde Gilberto Figueiredo para que as decisões sejam coordenadas e os resultados buscados que são a vacinação das pessoas aconteçam sem atropelos”, disse Kalil Baracat.

Tanto o Prefeito de Várzea Grande como o Secretário de Saúde, o avanço na vacinação e os índices baixos de contaminação não podem e não devem ser estímulo para as pessoas relaxarem nos cuidados pessoais que todos devem ter como manter o distanciamento, uso de máscara e meios de higienização como álcool em gel e muita água e sabão.

Se possível iremos flexibilizar ainda mais as regras de funcionamento de setores da economia, mas tudo com muito planejamento, cuidado e principalmente resguardando a vida das pessoas”, frisou Kalil Baracat alertando que não se furtará em adotar medidas mais endurecidas caso haja novo descontrole na Pandemia da COVID-19 e as pessoas deixem de compreender suas responsabilidades em todo este processo da doença que tomou conta de todas as pessoas em todo o Mundo.

Kalil Baracat reforçou o pedido para que as pessoas procurem seus direitos de serem vacinados e evitem que o vírus possa se multiplicar e novas variantes surjam pela propagação do mesmo.

Eu perdi parentes e todos conhecem vidas que foram ceifadas, portanto, é importante não relaxar e seguir as regras e ser vacinados, por isso apelo que todos procurem pois estaremos prontos para imunizar a todos desde que existam as vacinas necessárias”, disse Kalil Baracat.

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Seca e focos de queimadas elevam a migração de animais peçonhentos para residências urbanas em Várzea Grande

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A mudança desordenada do ambiente e o uso indiscriminado de venenos podem favorecer a proliferação de animais peçonhentos, como escorpiões, aranhas e cobras. Quando o ambiente natural é alterado, esses animais perdem seus abrigos e passam a buscar refúgio em áreas urbanas, residências e quintais. O uso de venenos sem orientação técnica elimina predadores naturais e presas, como insetos, desequilibrando o ecossistema.

Esse desequilíbrio faz com que os animais peçonhentos se espalhem com mais facilidade e apareçam com maior frequência. A melhor forma de prevenção é o controle ambiental: limpeza, eliminação de entulhos, manejo correto do lixo e orientação adequada da população.

As condições climáticas adversas observadas no município de Várzea Grande, caracterizadas pelo período de estiagem severa e pelo aumento dos focos de queimadas, estão forçando espécies peçonhentas, como escorpiões, aranhas, serpentes, abelhas e lacraias, a migrarem de seus habitats naturais rumo a perímetros urbanizados em busca de abrigo, água e alimento.

Os moradores de todas as regiões da cidade, com especial atenção aos residentes de bairros periféricos e de áreas próximas a terrenos baldios ou com acúmulo de entulhos, encontram-se expostos a essa aproximação sinantrópica, que exige maior rigor nas medidas preventivas cotidianas dentro e fora das habitações.

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O fenômeno atinge sua cúpula epidemiológica no período de estiagem de 2026, com dados coletados entre janeiro e agosto demonstrando a ocorrência sistemática de acidentes, sob a liderança dos escorpiões, que computaram 60 notificações no município durante os primeiros oito meses deste exercício.

A migração massiva fundamenta-se na destruição e degradação dos ecossistemas nativos pelo fogo, somadas às temperaturas extremas, dinâmica que compele os espécimes a buscarem ambientes sombreados, úmidos e com oferta abundante de presas, como as baratas urbanas.

Para conter a proliferação e o ingresso desses animais, o Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG) recomenda a aplicação rigorosa da “técnica dos quatro As” (eliminação de abrigo, acesso, alimento e água), aliada à vedação de ralos, eliminação de entulhos e manutenção de quintais limpos.

Embora os registros ocorram em todo o território municipal, a Região 1 desponta como o epicentro das notificações, englobando localidades densamente povoadas como Grande Cristo Rei, Parque do Lago, Uniparque, Santa Clara, Aurília Curvo, Manga e trechos do Ponte Nova.

Diante do surgimento recorrente de espécimes, o CCZ-VG disponibiliza vistorias técnicas e orientações preventivas por meio do canal oficial de atendimento via WhatsApp, no número (65) 98476-5719, desaconselhando terminantemente o uso indiscriminado de pesticidas químicos.

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Em eventuais casos de picadas ou ferimentos, o munícipe deve dirigir-se imediatamente ao Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande, Unidade de Saúde dotada de estrutura técnica e insumos específicos, incluindo soros antiveneno para avaliação médica criteriosa.

A preocupação das autoridades de saúde justifica-se pela elevada vulnerabilidade de crianças e idosos, grupos nos quais a toxicidade dos venenos pode acarretar complicações clínicas graves, independentemente do porte ou da coloração do animal envolvido na ocorrência.

Atuam na linha de frente desse trabalho de conscientização e monitoramento os biólogos e técnicos do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), a exemplo da especialista Thayse Oliveira, que mapeiam a presença de espécies de relevância médica nacional, como o Tityus serrulatus e o Tityus bahiensis, para orientar a população local.

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