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Benedito Figueiredo: – Prótese de mama ainda é a cirurgia plástica mais procurada no Brasil

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Prótese de mama ainda é a cirurgia plástica mais procurada no Brasil

Autor: Benedito Figueiredo

Uma pesquisa divulgada em dezembro de 2019 pela ISAPS – Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, no ano de 2018, aponta que a colocação de prótese de mama ainda é uma das cirurgias plásticas mais procuradas pelas mulheres no Brasil que é um dos campeões em procedimentos estéticos no mundo.

A colocação de prótese de silicone ou mama corresponde a 20% das cirurgias plásticas realizadas anualmente no país. Depois vem lipoaspiração (16,1%) e abdominoplastia (15,9%).

O implante por próteses é para aumentar mamas pequenas, flácidas ou com alguma deformação.

De qualquer forma se você tem interesse em colocar a prótese de silicone o primeiro passo é consultar um cirurgião plástico habilitado para que o sonho não vire pesadelo.

É importante tirar todas as dúvidas de tamanho, peso, simetria, pós-cirúrgico e fazer os exames pré-operatórios para ver se está apta a passar por esse procedimento que tem que ser feito em ambiente hospitalar.

Na consulta você deve conversar com o cirurgião de qual formato é o mais indicado para seu corpo. Sé é a prótese Anatômica que dá um aspecto super natural, já que seu formato é como o de uma gota.

Se deve ser a Cônica: indicada para pacientes que têm o tórax bem estreito, e que desejam uma mama projetada.

Ou ainda a Redonda: que dá um bom preenchimento do colo mamário, além de preencher a parte superior da mama.

Após a escolha da prótese e os resultados dos exames é marcada a cirurgia. Em seguida vem a fase dos cuidados pós-operatórios que são fundamentais para que a prótese tenha o efeito desejado.

Isso inclui evitar atividades físicas por 14 dias a 21 dias, pois os braços devem ficar em repouso, já que um simples movimento pode romper os pontos e deslocar a prótese, o uso do sutiã para dar suporte no pós-cirúrgico por volta de dois meses ou conforme recomendação médica, dormir apenas de barriga para cima e tomar a medicação anti-inflamatória indicada pelo médico.

O resultado final pode ser conferido com 06 meses, quando estará totalmente desinchado.

Hoje as próteses são de silicone gel, assim em caso de furar não escorre para o organismo e com a tecnologia não é mais necessário trocar a cada 10 anos.

Vale lembrar que como toda a cirurgia o implante de silicone oferece risco. Portanto antes de colocar a prótese converse com o seu cirurgião e tenha certeza do tamanho que quer colocar para depois não se arrepender e ter que fazer uma nova cirurgia para reduzir, aumentar ou ainda retirar (explante).

Benedito Figueiredo Junior é cirurgião plástico na Angiodermoplastic. CRM 4385 e RQE 1266. Email: [email protected]

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Gestor ou Psicólogo: O papel dos líderes na pós-pandemia

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Autora: Mariane Guerra –

Após um ano e meio de pandemia e com o avanço da vacinação, já é possível olhar em perspectiva as principais mudanças experimentadas pelas empresas e, também, listar processos e experiências que dificilmente retrocederão. Se por um lado foi extremamente desafiador para as companhias implementarem rotinas que viabilizassem a continuidade de suas operações, por outro foi igualmente estressante para os profissionais de RH liderarem todo este processo em um cenário cheio de incertezas.

E não chega a ser uma novidade para os gestores que as desigualdades existentes em nossa sociedade, como a distribuição por vezes injusta de responsabilidades no seio familiar entre homens e mulheres ou a falta de acesso a infraestrutura básica de comunicação em muitos bairros, mesmo nos grandes centros, impactam fortemente a performance do profissional no ambiente corporativo.

Contudo, ainda que exista uma conscientização muito maior dos líderes quanto à importância de atuar para mitigar estas situações – e verdade seja dita, existem iniciativas empresariais muito interessantes neste sentido -, é fato que ao se direcionar fisicamente ao trabalho as pessoas acabam centralizando estes problemas e tratando como questões particulares. Mas com muitos profissionais atuando em home office durante a pandemia, estas situações foram escancaradas e deixaram de ser uma questão particular do trabalhador ou do gestor de RH e precisaram ser enfrentadas pela alta liderança das companhias.

Neste cenário, adiciona-se questões trazidas pela própria pandemia, como o aumento da ansiedade e da depressão entre os trabalhadores. Para se ter uma ideia, um estudo realizado pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC), em dezembro, nos EUA, mostrou que 42% dos entrevistados afirmaram ter sintomas das enfermidades, o que significa um incremento de mais de 200% em relação à média de 2019. E no Brasil o cenário não é diferente, pois os dados de um levantamento realizado pela Universidade de São Paulo (USP), em onze países, mostrou que os brasileiros são os que mais tiveram casos de ansiedade (63%) e depressão (59%) durante a pandemia.

Assim, com este cenário precisando ser enfrentado pela alta liderança das empresas, a busca de soluções voltou-se novamente para os gestores de RH, que neste cenário acabou tendo a sua atuação confundida com a de um psicólogo. Mas apesar de parecer uma situação difícil ser superada pelas companhias, a solução é simples e se resume a uma palavra: Empatia.

Apesar dos avanços que observamos nos últimos anos no que diz respeito aos benefícios direcionados aos funcionários por parte das empresas, é fato que ainda existe uma certa resistência de alguns líderes – principalmente em corporações mais tradicionais – em implementar ações como, por exemplo, a possibilidade de flexibilizar o horário de entrada e saída dos colaboradores; ou a ampliação de programas voltados à saúde específica da mulher e a promoção da diversidade.

Por isso, a capacidade de exercitar a empatia é o ponto chave para que as empresas consigam superar tanto os desafios trazidos pela pandemia, quanto situações que já estavam postas antes deste período. Na área de gestão do capital humano não existe uma fórmula padrão, pois cada companhia tem suas peculiaridades, mas quando a alta liderança está comprometida em implementar programas e ações que extrapolam os muros da empresa e colaborem para a solução de um problema do funcionário todos saem ganhando. No cenário pós-pandemia, os líderes que resistirem em praticar a empatia, sem dúvida, estarão fadados ao fracasso.

  • Mariane Guerra é vice-presidente de Recursos Humanos da ADP na América Latina
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