Search
Close this search box.

COMEÇANDO COM DUAS INDICAÇÕES

Vilma Barros é empossada vereadora por Cuiabá durante licença de Kássio Coelho

Publicados

em

O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Juca do Guaraná (MDB), deu posse nesta terça-feira (05), à vereadora Vilma Paula Barros de Assis (Patriota), obteve 701 votos e ficou como suplente de vereador em Cuiabá nas Eleições de 2020. Ela assumiu a vaga de Kassio Eduardo da Silva Coelho, o Kássio Coelho (Patriota), que ficará licenciado do cargo por 120 dias por questões pessoais.

Vilma é gestora pública e tem larga experiência na área social. Foi diretora da Casa de Retaguarda Doutor Paulo Prado, no bairro Morada do Ouro; local que abriga 14 meninas em situação de vulnerabilidade social; gerente de Creche Municipal Renisea Guilhermette Barua, no Bairro Vila Real; secretária-geral da União das Senhoras da Assembleia de Deus de Cuiabá e região (Usadecre) e, nos últimos dois anos, assessora parlamentar na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Vale ressaltar que Vilma Barros também atua como voluntária no serviço de Capelania Carcerária nos presídios de Cuiabá.

Leia Também:  Juíza pede retirada do vídeo das redes sociais e aplica uma multa de R$ 10 mil reais contra Elizeu

Em seu discurso de posse, a vereadora prometeu trabalhar por políticas sociais e disse que veio para somar e contribuir para o crescimento da capital.

Aproveitou a oportunidade para apresentar duas indicações ao prefeito Emanuel Pinheiro.

Vim de uma base de lideranças comunitárias e com esta força cheguei aqui hoje pela manhã. Vou continuar nos bairros, na periferia da capital, representando os menos favorecidos. Neste sentido, já vou apresentar ao prefeito da capital duas indicações: a primeira, para que mantenha o serviço contínuo de assistência social nas unidades básicas de saúde e nos PSFs de Cuiabá. Muitos cuiabanos têm dificuldades em acessar os serviços de saúde devido aos trâmites burocráticos e as assistentes sociais podem facilitar este acesso“, disse.

Também, pedir à prefeitura mais atenção e apoio aos centro comunitários instalados nos bairros da capital. Muitos estão depredados, abandonados. Quando estruturados, estes espaços são de acolhimento, assistência social integrada, convivência e até mesmo de educação através de oferta de cursos de capacitação em parceria com o poder público. Conto com o apoio dos nobres colegas para que possamos alcançar estes resultados, completou.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Galvan denuncia “suposto” esquema de devolução de Emendas Parlamentares e cobra fiscalização

Publicados

em

O debate sobre a destinação e a execução das Emendas Parlamentares voltou ao centro das discussões políticas em Mato Grosso após declarações do pré-candidato ao Senado Federal Antônio Galvan, do Avante. Segundo ele, o modelo atual de distribuição desses recursos tem gerado distorções que comprometem a aplicação do dinheiro público e enfraquecem investimentos considerados essenciais para a população.

A denúncia foi apresentada por Galvan durante manifestações públicas realizadas em 2026, período em que os gastos federais com emendas parlamentares ultrapassaram a marca de R$ 1,5 bilhão. De acordo com os dados mencionados pelo pré-candidato, o volume de recursos liberados neste ano já representa o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior.

As declarações concentram-se principalmente em municípios do interior de Mato Grosso, onde, segundo o político, prefeitos e ex-prefeitos relataram situações envolvendo a liberação de recursos oriundos de Emendas Parlamentares. O assunto ganhou repercussão por envolver diretamente a gestão municipal e a aplicação de verbas destinadas a obras e serviços públicos.

Conforme relatado por Galvan, alguns gestores municipais estariam sendo pressionados a devolver parte dos valores recebidos por meio das emendas. A prática foi classificada por ele como Lei do Retorno, expressão utilizada para descrever uma suposta exigência de repasse de recursos a terceiros como condição para a liberação das verbas destinadas aos municípios.

Leia Também:  Juíza pede retirada do vídeo das redes sociais e aplica uma multa de R$ 10 mil reais contra Elizeu

Segundo o pré-candidato, os percentuais que seriam exigidos variariam entre 30% e 50% dos valores encaminhados pelas emendas parlamentares. Ainda de acordo com seu relato, haveria prefeitos que optaram por não receber determinados recursos justamente por não concordarem com as supostas condições impostas para a sua liberação.

Galvan afirmou que essa dinâmica acabaria gerando interpretações equivocadas perante a população. Conforme explicou, parlamentares poderiam divulgar que determinado gestor recusou recursos públicos, quando, na versão apresentada pelos prefeitos ouvidos por ele, a rejeição teria ocorrido em razão da exigência de devolução de parte dos valores originalmente destinados ao município.

Além das denúncias relacionadas aos repasses, o pré-candidato criticou o modelo de distribuição das Emendas Parlamentares. Para ele, a sistemática atual favoreceria práticas irregulares, reduziria a eficiência da aplicação dos recursos públicos e contribuiria para a execução de obras com qualidade inferior à prevista nos projetos financiados.

Outro ponto levantado por Galvan envolve a utilização de contratações em municípios do interior como estratégia de fortalecimento político-eleitoral. Sem citar nomes, ele afirmou que agentes políticos estariam ampliando suas bases de apoio por meio de estruturas financiadas com recursos públicos, especialmente em períodos que antecedem disputas eleitorais.

Leia Também:  Pesquisa mostra que 90% dos brasileiros querem menos vereadores,deputados e senadores

As declarações também incluíram questionamentos sobre a atuação dos órgãos responsáveis pela fiscalização e pelo controle dos gastos públicos. O pré-candidato defendeu maior acompanhamento das transferências realizadas por meio das Emendas Parlamentares e cobrou medidas que garantam transparência na destinação e na execução dos recursos federais.

Apesar da gravidade das acusações, Galvan não revelou a identidade dos parlamentares que, segundo ele, estariam envolvidos nas supostas irregularidades. O tema, entretanto, não é inédito no cenário político mato-grossense. Em março deste ano, o então Governador do Estado de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, do partido Republicanos, também mencionou a existência da chamada “Lei do Retorno”, sem apresentar nomes.

Na ocasião, os senadores Jayme Campos do União Brasil (UB), e Wellington Fagundes do Partido Liberal (PL), defenderam que eventuais irregularidades fossem formalmente denunciadas às autoridades competentes para investigação e apuração dos fatos.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA