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Política

Vidente diz se Bolsonaro vai morrer e faz terríveis previsões para o Brasil

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Conhecida por todo o Brasil, a Sensitiva Márcia Fernandes é muito admirada e respeitada por suas previsões divulgadas nas redes sociais e que dizem respeito principalmente à vida dos artistas.

A Sensitiva indica que o Brasil continuará com instabilidades políticas, mas que a posição de Mercúrio fará com que o povo mantenha a busca por transparência dos governantes e que muitos escândalos ainda virão à tona.

De janeiro a março, Sensitiva diz que a tensão estará sobre o Judiciário, atingindo a política externa do país. No Congresso Nacional, projetos, leis e medidas de grande magnitude, que geram notoriedade e impacto, deverão ser votados, e haverá um aumento da participação de grupos que se organizam para atuar de forma mais expressiva em várias áreas da vida do país.

Até março, Sensitiva diz que Urano em trígono com Netuno sinalizará uma tendência mais inovadora do Congresso, Câmara e Senado, seja em relação aos seus quadros, condutas ou pautas. O país, como um todo, afirma a astróloga, entra em uma fase de buscar soluções e caminhos alternativos:

Podemos falar em uma nova safra de ideias, pessoas e atividades“.

Em julho, o céu indica que haverá problemas com medidas de impacto impostas pelo presidente Jair Bolsonaro, havendo uma fase de declínio de seu governo.

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Já em novembro, afirma Márcia Sensitiva, haverá sinais visíveis de insatisfação e perda de apoio da população.

Poderemos esperar por um ano em que muitas situações de esquemas e maracutaias venham à tona e gerem bastante questionamento e necessidade de execução da Justiça“, diz Sensitiva.

E, até o final de 2020, Márcia Sensitiva diz que o Sol em quadratura com Netuno indica que deve haver muitas despesas mal calculadas e uso indevido do dinheiro público. Marte em quadratura com Netuno, diz a astróloga, trará desorganização e ausência de propósitos claros para o Senado, mas sem repercussão significativa para a sociedade.

Márcia é figurinha marcada nas tardes da TV brasileira através de sua participação no programa Tricotando, da RedeTV!

Vale lembrar que mesmo antes de Jair Messias Bolsonaro sofrer o atentado por conta da política, a espiritualista o viu em um centro cirúrgico.

O caso repercutiu na ocasião e foi mostrado ao vivo no dia 8 de setembro, pouco tempo depois o candidato sofreu o atentado e de lá para cá, já foi submetido há várias cirurgias.

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Recentemente, a paranormal, diz ter visto algo novo sobre a vida de Bolsonaro, apesar de dizer que não tem notícias das melhores para o presidente, garantiu que o que acontecerá com ele, não será para sua morte.

Mas, afirma que a saúde dele vai sofrer algumas alterações, e fora isso, ele terá muitos problemas na política.

Antes de concluir sua fala, ela disse que o Brasil enfrentará algumas situações ainda mais difíceis este ano, como o enfrentamento de muitas chuvas, catástrofes e desastres ambientais.

Ela lembra que somos responsáveis por toda esse desordem ambiental, pois quando a gente não cuida bem do nosso espaço na terra, quando a gente não protege a natureza, ela manda a conta, e não é barato.

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Política

Mauro Mendes denuncia “Conluio Político” e aciona a Justiça para proteger imagem na pré-campanha de 2026

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No complexo tabuleiro que antecede as eleições gerais no Brasil, o ex-governador de Mato Grosso e atual pré-candidato ao Senado da República, Mauro Mendes (UB), tornou-se o epicentro de uma contundente disputa de narrativas nos bastidores institucionais. O líder político manifestou-se publicamente por meio de um pronunciamento oficial em formato de vídeo, veiculado em suas redes digitais oficiais, denunciando a existência de uma articulação coordenada e difamatória contra sua imagem pública.

A referida manifestação atua como uma barreira de contenção contra o que a liderança considera ataques sistemáticos à sua reputação de gestor, adicionando novos elementos de tensão ao cenário pré-eleitoral mato-grossense neste período de severas movimentações partidárias.

A investida comunicacional de Mauro Mendes tem como alvo direto um suposto grupo articulado, classificado por ele como um “conluio” espúrio que reúne determinados atores da classe política e uma parcela restrita de profissionais da imprensa regional. O ex-chefe do Executivo Estadual asseverou textualmente que estes indivíduos agem em deliberada associação com o propósito de criar e propagar narrativas falsas que visam prejudicar seu desempenho eleitoral vindouro. O pré-candidato fez questão de ressaltar, contudo, que essa conduta reprovável restringe-se a uma minoria, mantendo sua profissão de fé e o respeito à maior parte dos jornalistas que atuam com responsabilidade social e seriedade informativa.

A reação intempestiva e enérgica do ex-governador estruturou-se por meio de uma manifestação gravada e distribuída diretamente aos seus milhares de seguidores, alcançando de forma imediata os principais veículos de comunicação e formadores de opinião do país. A adoção do formato digital e direto serviu para neutralizar intermediários, conferindo um tom de gravidade e pessoalidade ao desmentido oficializado pelo político em suas bases.

O conteúdo do vídeo cumpre o papel técnico de estabelecer uma linha de defesa transparente perante o eleitorado, apresentando-se como uma resposta firme e desprovida de ambiguidades em relação às especulações de bastidores.

A dinâmica dos fatos desenrola-se predominantemente nos eixos políticos de Cuiabá e Brasília, repercutindo com expressiva força nas instâncias partidárias nacionais em virtude da relevância geopolítica do Estado de Mato Grosso. O território mato-grossense, marcado pelo peso do agronegócio e por disputas de alta intensidade pelas vagas majoritárias ao Congresso Nacional, transforma-se no cenário ideal para embates que misturam disputas locais a controvérsias de âmbito federal. A localização geográfica dos ataques e a centralidade do debate demonstram que as fronteiras estaduais são permeáveis a escândalos que buscam influenciar o eleitorado de centros urbanos e do interior.

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O pronunciamento oficial ocorreu imediatamente após a circulação massiva de boatos e matérias jornalísticas que vinculavam o nome do ex-governador a agendas controversas, em um momento de extrema sensibilidade para a consolidação de sua pré-candidatura. O estopim para a crise institucional foi a disseminação de relatos sobre um suposto jantar realizado na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, cuja ocorrência teria se dado no ano de 2023.

O episódio ganhou contornos graves após ser publicamente atribuído a declarações do ex-governador do estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), o qual supostamente teria relatado o encontro informal a terceiros.

A motivação por trás da reação jurídica e política de Mauro Mendes repousa no teor do controverso jantar, no qual estaria presente o banqueiro Daniel Vorcaro, influente controlador e principal acionista do Banco Master. A associação a uma instituição financeira que tem figurado no centro de debates econômicos nacionais foi classificada pelo pré-candidato mato-grossense como uma manobra ardilosa para gerar desgastes desnecessários à sua biografia. O ex-governador identificou o movimento como uma tentativa deliberada de seus opositores de vinculá-lo a polêmicas corporativas alheias à sua atuação pública, desgastando seu capital político junto ao empresariado e à população.

O objetivo fundamental da ofensiva do ex-governador reside no restabelecimento pleno da verdade factual e na preservação de sua viabilidade eleitoral para as eleições de 2026, evitando a contaminação de suas propostas por agendas negativas. No vídeo divulgado, Mendes rechaçou de forma categórica e veemente a realização do referido encontro internacional, rotulando a notícia veiculada como “uma grande mentira” destituída de qualquer amparo documental.

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Para sustentar sua argumentação defensiva, o pré-candidato trouxe a público o posicionamento do próprio governador fluminense, Cláudio Castro, que assinou uma declaração formal desmentindo a versão inicial e assegurando a inexistência do jantar.

A consolidação dessa linha defensiva ampara-se no cumprimento rigoroso dos ritos institucionais e na apresentação de provas testemunhais idôneas, aptas a desarmar o arcabouço retórico construído pelos adversários nos bastidores do poder.

Com a declaração subscrita pelo chefe do Executivo do Rio de Janeiro, a assessoria jurídica de Mauro Mendes obteve o lastro necessário para desqualificar as informações que circulavam nos meios digitais. A articulação rápida entre as lideranças partidárias dos dois estados impediu que o boato ganhasse contornos de crise duradoura, isolando os propagadores da notícia inverídica e demonstrando a fragilidade das fontes utilizadas na denúncia.

Apesar da eficácia do desmentido político e da emissão de notas de esclarecimento por parte dos envolvidos, Mauro Mendes anunciou que não limitará sua resposta ao campo estrito da retórica pública e do debate partidário. O pré-candidato assegurou textualmente que adotará medidas drásticas e severas nas esferas do Poder Judiciário, determinando que seu corpo de advogados ingresse com representações criminais e ações de reparação cível.

A judicialização do caso visa identificar e punir civil e criminalmente todos os responsáveis pela formulação e replicação da notícia, sinalizando que o grupo político do União Brasil adotará tolerância zero com a propagação de desinformação.

O desdobramento futuro deste embate aponta para um endurecimento ainda maior nas relações entre o bloco governista e os setores oposicionistas que disputam o controle das principais vagas majoritárias em Mato Grosso. O acionamento do aparato judicial pelo ex-governador estabelece um precedente importante para o processo eleitoral de 2026, transformando os tribunais em arenas decisivas para a validação das narrativas de pré-campanha.

A expectativa do núcleo político de Mauro Mendes é de que as punições financeiras e criminais sirvam como efeito pedagógico, desestimulando novos ataques e garantindo um debate programático focado nas demandas estruturais do estado.

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