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POLÍTICA DE VAIDADES

Vaidades ou projetos pessoais não podem estar acima de projeto para MT

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No pleito eleitoral de 2022, o momento é de pensar no Estado de Mato Grosso, não em partidos políticos ou projetos pessoais. Mato Grosso é e sempre será mais importante de quem governa. Mato Grosso é e será sempre maior que projetos pessoais e políticos.

Sextou minha gente, e na política nenhuma alteração substancial no tabuleiro político. Temos peças que tem legitimidade para propor as suas postulações e assim está sendo feito, mas nada mais natural do que esses líderes do processo eleitoral poderem conversar.

A oposição neste momento está na costura junto aos demais partidos que pleiteiam a chamada “segunda via”.

A legitimidade de sentar a mesa com outros partidos é do progressista Neri Geller, e de Carlos Henrique Baqueta Favaro do PSD, os estaduais Valdir Mendes Barranco e Lúdio Frank Mendes Cabral do Partido dos Trabalhadores (PT), Max Joel Russi do PSB, Fábio Paulino Garcia do União Brasil (UB), e do menino da Rua Joaquim Murtinho, o emedebista Emanuel Pinheiro, e eles têm feitos esses movimentos de afunilar com outros partidos para construir a via definitiva.

Hoje os líderes partidários se reúnem, para poder construir essas pautas conjunta, e esses critérios para definir a chapa para disputar o Palácio Paiaguas em 2 de outubro, cada partido tem suas preferências, com nomes excepcionais.

Entretanto, porém, contudo, existe o projeto pessoal. Alguns postulantes ao cargo letivo de 2022, possuí trajetória como vereador, prefeito, deputado, ministro, que comprova que suas ações estão fundamentadas em projetos pessoais.

Suas construções na política sempre foram voltadas para os projetos próprios, nunca de governo e de partido.

A manifestação de alguns líderes difere da realidade e demonstram apenas uma estratégia de ataque. Mato Grosso possui políticos que estão à disposição para construir alternativas. Mas, na contramão os políticos em 2022, assumiram o que todos já sabiam nos bastidores da política: estão em um projeto pessoal e não de conjunto.

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O incrível é que tentam iludir a população dizendo que estão conversando com as grandes lideranças políticas da terra de Rondon: o Senador do União Brasil (UB), Jayme Veríssimo de Campos, o progressista e ex-governador Blairo Borges Maggi, o cacique do MDB, Carlos Gomes Bezerra, com o ex-presidente da República, Luís Inácio “Lula” da Silva, com o presidente do Clube Esportivo Dom Bosco, com o presidente do Mixto Esporte Clube, com o presidente do Cuiabá Esporte Clube, etc…etc…tec…, mas eles esquecem em dizer que a única palavra que ouvem nos mi-mi-mis é: NÃO para composição.

Mas eles têm motivo para não falar, com o NÃO dessas lideranças eles perdem forças e, com isso tem medo de perder a densidade eleitoral.

Uma dica aos senhores candidatos: alguns vem privilegiando projetos pessoais e ações de alianças imediatistas que acabam fortalecendo, em alguns momentos, seus principais adversários. Neste momento, projeto político partidário pessoal deve ser colocado em segundo plano.

A população já demonstrou querer, de fato representantes que estejam em sintonia com o povo. Neste momento devemos discutir o que de fato é interesse para o Estado de Mato Grosso.

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Bocas malditas

As bocas malditas do Boteco da Alameda, falaram que o discurso está afinado para os próximos dias: nós vamos continuar dialogando em favor da construção de um Mato Grosso novo.

Agora, compreendemos que tanto o governador e sua base tem um projeto maduro e que, quem sabe mais na frente, a gente possa se encontrar“.

Contudo, entretanto, os tomadores de cerveja, após o expediente e antes dos jogos do Cuiabá no brasileirão, afirmaram que não enxergam nenhuma alteração substancial no rumo das coisas. A nossa equipe de reportagem do Blog do Valdemir questionou os frequentadores sobre a possível união das oposições, eis a resposta:ainda estamos a 11 dias das convenções”.

Então, adiante a eles vão continuar conversando, mas entendemos que cada movimento político tem legitimidade de propor candidaturas.

Tá bom! Mas, ainda tem gente que faz questão de dizer que seu projeto não é fruto de desejo pessoal.

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Política

Entre Podemos e Republicanos, Flávia Moretti avalia futuro partidário após crise no PL

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A Prefeita de Várzea Grande, Flávia Petersen Moretti de Araújo, mais conhecida como Flávia Moretti, poderá escolher entre o Podemos e o Republicanos caso deixe o Partido Liberal (PL), segundo informações repassadas por uma fonte próxima à gestora municipal da Cidade Industrial, a definição sobre o futuro partidário da prefeita ganhou força diante da possibilidade de abertura de um processo interno na legenda e de eventual expulsão por divergências políticas relacionadas à sucessão do Governo de Mato Grosso.

A chefe do Executivo Municipal várzea-grandense, Flávia Moretti teria recebido convites de diferentes partidos nos últimos dias, em meio às especulações sobre sua permanência no PL. Neste momento, porém, as conversas estariam concentradas principalmente entre o Podemos e o Republicanos. A movimentação ocorre enquanto a prefeita acompanha os desdobramentos da crise interna e aguarda os próximos encaminhamentos da direção estadual da sigla à qual está filiada.

O impasse teve origem após Flávia Moretti manifestar publicamente apoio à reeleição do governador Otaviano Pivetta, do Republicanos, enquanto o Partido Liberal (PL) trabalha para consolidar a pré-candidatura do senador Wellington Fagundes ao Governo de Mato Grosso. O posicionamento da prefeita foi interpretado pela direção partidária como uma divergência em relação ao projeto político defendido pelo PL para as próximas eleições estaduais.

O presidente estadual do Partido Liberal, Ananias Filho, confirmou que Flávia Moretti e o Prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, serão submetidos a procedimentos internos. De acordo com ele, os filiados que declararam apoio a candidatos de outras legendas serão formalmente notificados e terão prazo para apresentar defesa antes que qualquer decisão definitiva seja tomada pela Executiva Estadual.

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Segundo Ananias Filho, a direção estadual deverá reunir informações sobre a conduta dos prefeitos e instaurar procedimentos para analisar cada caso. Após essa etapa, os processos serão encaminhados a relatores, responsáveis por examinar as circunstâncias, avaliar os argumentos apresentados e ouvir as defesas dos envolvidos, seguindo as regras internas estabelecidas pela legenda.

Concluída a fase de análise, os relatores deverão elaborar pareceres e relatórios sobre os processos. A previsão informada pelo presidente estadual é de que uma decisão seja tomada em um período estimado entre 30 e 60 dias. Além da possibilidade de expulsão, os procedimentos poderão resultar na aplicação de outras medidas disciplinares, conforme a avaliação da executiva partidária.

Ao comentar o processo, Ananias Filho afirmou que a finalidade da apuração é examinar a conduta dos filiados antes da definição de qualquer punição.

Esse procedimento é para analisar a conduta deles e aí o relator faz o relatório. Eu, se fosse relator de algum caso, relatava pela expulsão”, declarou o dirigente, ao demonstrar sua posição pessoal sobre a eventual penalidade.

A crise também já provocou uma saída no interior do Estado. Em Campo Novo do Parecis, o prefeito Edilson Piaia decidiu deixar o Partido Liberal e formalizou o pedido de desfiliação da legenda. O episódio reforça o cenário de tensão provocado pelas divergências entre lideranças municipais e a estratégia eleitoral definida pela direção estadual do partido para a disputa pelo comando de Mato Grosso.

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Uma possível filiação de Flávia Moretti ao Republicanos encontra respaldo em declarações recentes do governador Otaviano Pivetta. O chefe do Executivo Estadual afirmou que prefeitos eventualmente expulsos de seus partidos em razão do apoio à sua candidatura serão recebidos pela legenda caso manifestem interesse em integrar o grupo político, ampliando as alternativas da prefeita em uma eventual saída do PL.

Acho que não há nenhum prefeito precisando de partido, mas os que quiserem serão bem-vindos. Eu vou convidar os bons prefeitos, as boas prefeitas”, declarou Pivetta.

Enquanto o PL conduz os procedimentos internos e a prefeita avalia as possibilidades de permanência ou mudança de legenda, o futuro partidário de Flávia Moretti permanece em aberto, com Podemos e Republicanos despontando, segundo a fonte ouvida, como os principais destinos em discussão.

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