DESCENDO EM BREVE DO BARCO
União Brasil em MT nunca sentou para definir regras do “jogo eleitoral”
O presidente licenciado da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), deputado estadual pelo União Brasil (UB), Zé Edu Botelho, em uma de suas grandes jogadas, botou pesquisa para correr. Pesquisa alçada nas redes sociais, imprensa de cabeça é gol! É gol!! É gol! Opa! O gol foi anulado! Não valeu nada.
O deputado federal e concorrente a ocupar a cadeira número 1 da Prefeitura de Cuiabá, Fabio Paulino Garcia, o menino Fábinho, alegou que a pesquisa encomendada de Zé Edu Botelho não vale.
Pronto…o gol foi anulado mesmo, antecipou na jogada. Opa…, a pesquisa foi anulada sem validade, estava impedido na jogada. Opa…ou melhor… não tinha sido autorizada pelo juiz da partida. Opa…ou melhor… pelos caciques do União Brasil (UB).
Olha… hein? O que está acontecendo? O Boteco da Alameda acha?
O babado é forte, o G4 tá pressionando o Palácio Paiaguas… sei lá. É difícil analisar assim. Vamos pedir o replay, de repente você… bom… de repetente você tem outra visão da jogada.
O que está acontecendo? O que está acontecendo é que, essa é para aplaudir em pé… a regra é clara: primeiro você se salva, depois, talvez você estende a mão.
A regra é clara, nasceu feio tem que ser simpático, assim sendo, eu não estou conseguindo fingir que está tudo bem e segue o fluxo!
Todo o santo dia, boa parte do noticiário e dos analistas políticos insistem na tese de que, o nobre deputado federal pelo União Brasil (UB), o menino Fábio Garcia, ao persistir com a sua própria candidatura ao Palácio Alencastro, está criando, sim, embaraços na sigla de Mato Grosso.
Segundo a lógica de tais comentários, a candidatura de Fábio Garcia deve ser tida como “natural”, já que, no momento tem o total apoio do núcleo duro do Palácio Paiaguas. E tem mais caros leitores e amigos do Blog do Valdemir: não se incomodaria com o fato de Zé Edu Botelho abrir mão da Prefeitura de Cuiabá.
Ora, sejamos francos. Se há alguma candidatura natural dentro do União Brasil (UB) é quem o governador Mauro Mendes indicar. E por vários motivos e conhecidas razões. Seu governo é muito bem avaliado pela maioria dos eleitores, é conhecido em todos em todos os bairros da capital, goza de bons índices de intenção de voto. Não se trata de exercício de futurologia. É mais que provável que, após o início das convenções, da campanha e do horário eleitoral gratuito, ele venha a contar com o apoio da maioria dos eleitores.
Em Cuiabá, o menino Fábio Garcia conta com o apoio do Diretório Municipal. É natural, portanto, que pleiteie a vaga, até porque a sua carreira política está só começando, tem experiência administrativa, credibilidade e competência. Além disso, convém lembrar, que, quando Nenel Pinheiro em 2020 era considerado imbatível, ele era tido como melhor candidato do Palácio Paiaguas para enfrentá-lo.
Até porque ninguém se mostrava disposto a enfrentar o desafio.
O que os “oportunistas” reivindicam e neste pleito eles não estão sozinhos, ao contrário, é que os critérios de escolha não sejam definidos por quatro ou cinco pessoas por mais qualificados que sejam todas elas.
O que se quer é nada mais que absoluta clareza nas regras do jogo. Para o fortalecimento do próprio partido, é fundamental que seja levada em consideração a opinião do maior número possível de parlamentares, chefes de Executivo e lideranças políticas da sigla. Afinal, será eles, com apoio de militantes e simpatizantes, que terão de levar a candidatura por todos os cantos na Terra de Pascoal Moreira Cabral.
É evidente que Edu Botelho reúne todas as condições “e mais algumas” para ser um candidato de peso. Isso nunca esteve em questão. Ao contrário. Nunca se questionou os seus muitos. O que a maioria do partido reivindica é apenas o direito de influir na escolha. Se vitorioso, Zé Edu terá o apoio integral do partido, que saberá sim superar as divergências atuais. O mesmo deve valer para o menino Fábinho.
A dezesseis meses das eleições, não se pode tomar os resultados das pesquisas qualitativas como valores absolutos inquestionáveis.
Até dia 5 de abril 2024, muitas águas vão rolar no Rio Cuiabá. Quem é do ramo sabe disso.
Do Blog do Valdemir
Angú de Caroço
O União Brasil (UB), da capital de todos os mato-grossenses, vive atualmente, um verdadeiro “ANGÚ DE CAROÇO”, como se diz na gíria popular, que significa situação muito complicada, de difícil solução. Alguma coisa que causa confusão, desentendimento.
Pois muito bem caros amigos leitores do Blog do Valdemir, como se isso já não bastasse, os rumores que corre na cidade e chegou ao conhecimento deste blogueiro por pessoas ligadas ao União Brasil e da política local, é que os parlamentares, no tocante as próximas eleições para a Prefeitura de Cuiabá, em outubro de 2024, não toca na mesma banda. Inclusive uma fonte afirmou a este blogueiro, que Zé Edu Botelho, tem andado e deixando alguns amigos de sobre aviso para quem eles de preparem para descer do barco do União Brasil.
Para bom entendedor, meia palavra basta.
Política
Invasão cibernética na Saúde alimenta embate político em Mato Grosso
Um sofisticado incidente cibernético violou a infraestrutura tecnológica da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), deflagrando uma crise institucional que mobiliza o Poder Executivo e a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT). O episódio, classificado tecnicamente como uma “invasão hacker”, desestabilizou a percepção de segurança dos sistemas governamentais e gerou imediata repercussão no cenário político local. O evento expõe a vulnerabilidade digital da administração pública frente a ameaças externas cada vez mais ousadas e coordenadas.
Os alvos diretos e indiretos dessa ação criminosa envolvem a própria Secretaria de Saúde, responsável pelo gerenciamento de dados assistenciais, e a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), que atua como órgão fiscalizador. O presidente do Parlamento Estadual, deputado Max Russi (Podemos), assumiu o protagonismo institucional ao externar profunda preocupação com o ocorrido, enquanto a equipe técnica da pasta de Saúde e os investigadores da Polícia Civil desdobram-se para mitigar os danos colaterais e identificar os autores do ataque.
As consequências imediatas do ataque cibernético resultaram no impacto restrito a um volume inferior a 1 Terabyte (TB) de informações do acervo digital da pasta, o qual acabou sendo integralmente recuperado por meio de sistemas de contingência e redundância. No entanto, o desdobramento mais crítico manifestou-se no plano político, manifestado pelo temor de que o apagão de dados pudesse inviabilizar o fornecimento de documentos essenciais para os trabalhos de fiscalização parlamentar em andamento na capital do estado.
O epicentro do incidente localiza-se nos servidores centrais da Secretaria de Saúde, situados no Centro Político Administrativo de Cuiabá, irradiando seus efeitos institucionais diretamente para o Palácio Paschoal Moreira Cabral, sede do Poder Legislativo Mato-grossense.

A proximidade geográfica e administrativa dessas instituições amplificou o eco do debate sobre a eficiência da infraestrutura tecnológica pública estadual, transformando a capital mineira-mútua do Agronegócio em um palco de intensas cobranças governamentais.
A identificação original do ataque digital ocorreu em meados de março de 2026, porém o ápice do tensionamento institucional consolidou-se nesta quarta-feira, 3 de junho, durante uma sessão coletiva de imprensa convocada pelo presidente da Casa de Leis. O momento cronológico do anúncio revelou-se extremamente sensível, por coincidir exatamente com a fase de instalação e estruturação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a gestão da Saúde Pública no Estado.
A motivação presumida por trás da ação criminosa assume contornos ambíguos, dividindo-se entre a tentativa de extorsão financeira, prontamente rechaçada pelo Executivo, que negou qualquer pagamento de resgate, e a suspeita de sabotagem política. Parlamentares mais incisivos levantaram a hipótese de que a invasão visava ocultar passivos administrativos, embora a liderança do Legislativo tenda a encarar o episódio como uma nefasta coincidência oportunista que se aproveitou de fragilidades estruturais do sistema.
As justificativas técnicas apresentadas pela Secretaria de Saúde fundamentam-se na robustez de seus protocolos de segurança da informação, os quais permitiram o restabelecimento célere das atividades institucionais sem prejuízo ao atendimento da população. Por sua vez, a justificativa para a reação veemente do Parlamento baseia-se no dever constitucional de fiscalização, sustentando que qualquer instabilidade em bancos de dados governamentais representa uma ameaça direta à transparência e à estabilidade social.
O método operacional utilizado pelos criminosos consistiu na quebra de barreiras digitais de criptografia para acessar a rede interna da secretaria, seguido de uma suposta exigência financeira ilegal que acabou ignorada pelas autoridades. Do lado institucional, o método de resposta envolveu o acionamento imediato da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos e Cibernéticos (DRCI) para subsidiar a investigação criminal, além do anúncio de auditorias nos sistemas redundantes do Estado.

Os desdobramentos futuros desse imbróglio apontam para uma inevitável reformulação nas políticas de investimentos em segurança cibernética de Mato Grosso, com pressões para o fortalecimento da Empresa Pública de Tecnologia da Informação (MTI). Além disso, a Mesa Diretora do Legislativo garantiu que a comissão investigativa requisitará auditorias independentes para assegurar que nenhum dado relevante tenha sido permanentemente suprimido ou mascarado durante o período em que o sistema esteve vulnerável.
As perspectivas de encerramento do caso dependem agora do avanço do inquérito policial e da capacidade de o Estado demonstrar que seus mecanismos de salvaguarda digital são invioláveis contra futuras incursões. O presidente da Assembleia Legislativa assegurou que as investigações da CPI não sofrerão paralisações ou entraves técnicos, visto que os mecanismos de armazenamento externo garantirão o fluxo contínuo de provas, blindando o processo político contra interferências do crime virtual.
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