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"QUERO SER PREFEITO DE CUIABÁ"

Russi diz que Botelho quer continuar na presidência para “construir o alicerce” de sua candidatura à Prefeito

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Eu quero ser candidato a prefeito, quero ser agora, você tem outros projetos, não vai disputar a prefeitura. Então você disputa na próxima”. Eu quero disputar outro cargo, vice-governadoria, Senado, deputado federal, e é lógico, que a presidência nos últimos dois anos é melhor”.

Foi a informação repassada pelo parlamentar estadual do PSB, o 1º secretario da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Max Joel Russi sobre a conversa que vem tendo como o companheiro de parlamento e candidato a reeleição na Casa de Leis para o Biênio 2023/2025.

E conforme Max Russi, o interesse de José Eduardo Botelho (UB) pela presidência da Mesa Diretora da Casa envolve uma possível construção de candidatura para a Prefeitura de Cuiabá. Botelho inclusive teria pedido para Russi desistir da disputa para presidência e formarem juntos uma chapa única, onde Max seria o primeiro-secretário na disputa para a Mesa Diretora do Biênio 2023-2025.

A ideia do Botelho é ele ser agora, porque ele quer ser candidato a prefeito“.

Max destacou que se reunirá com seu grupo de apoiadores à eleição na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) para uma tomada de decisão e deverá anunciar seu veredito final até quarta-feira (25). Ele ainda refutou uma afirmação recente feita por Botelho, de que Russi estaria cooptando apoiadores do seu possível adversário para ampliar seu placar na disputa.

Não estou buscando cooptar ninguém. Estou conversando com todo mundo, converso com todos os deputados, eu tenho conversado para ver qual é o entendimento, eu acho que a disputa está bastante dividida, não é questão de cooptação, é questão de definição mesmo”.

Eduardo Botelho (UB) nos últimos dias vem tentado de todas as formas conquistar o apoio de Max Russi para fazer parte da chapa, e formarem juntos uma chapa única, onde ele seria vice de Botelho na disputa pela Mesa Diretora do Biênio 2023/2025. aconselhou a ele que seria melhor ele disputar a presidência da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) no próximo Biênio de 2025-2026, visto que Russi pretende alçar voos e disputar outros cargo nas eleições de 2026.

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O líder do PSB em Mato Grosso disse que vai estar se reunindo com todo grupo político que o acompanha para uma tomada de decisão e deverá anunciar seu veredito final até esta quarta-feira (25). Ele ainda refutou uma afirmação recente feita por Eduardo Botelho, de que Russi estaria cooptando apoiadores do seu possível adversário para ampliar seu placar na disputa.

Não estou buscando cooptar ninguém. Estou conversando com todo mundo, converso com todos os deputados, eu tenho conversado para ver qual é o entendimento, eu acho que a disputa está bastante dividida, não é questão de cooptação, é questão de definição mesmo”.

Recentemente, Russi comentou que, caso tenha duas chapas, a votação será apertada e a diferença de um para outro será de um voto ou até mesmo empate.

Eu considero muito empatado o resultado, muito próximo. Acho que a disputa vai ficar de 13 a 11, 12 a 12, nada diferente disso”.

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Política

Entre Podemos e Republicanos, Flávia Moretti avalia futuro partidário após crise no PL

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A Prefeita de Várzea Grande, Flávia Petersen Moretti de Araújo, mais conhecida como Flávia Moretti, poderá escolher entre o Podemos e o Republicanos caso deixe o Partido Liberal (PL), segundo informações repassadas por uma fonte próxima à gestora municipal da Cidade Industrial, a definição sobre o futuro partidário da prefeita ganhou força diante da possibilidade de abertura de um processo interno na legenda e de eventual expulsão por divergências políticas relacionadas à sucessão do Governo de Mato Grosso.

A chefe do Executivo Municipal várzea-grandense, Flávia Moretti teria recebido convites de diferentes partidos nos últimos dias, em meio às especulações sobre sua permanência no PL. Neste momento, porém, as conversas estariam concentradas principalmente entre o Podemos e o Republicanos. A movimentação ocorre enquanto a prefeita acompanha os desdobramentos da crise interna e aguarda os próximos encaminhamentos da direção estadual da sigla à qual está filiada.

O impasse teve origem após Flávia Moretti manifestar publicamente apoio à reeleição do governador Otaviano Pivetta, do Republicanos, enquanto o Partido Liberal (PL) trabalha para consolidar a pré-candidatura do senador Wellington Fagundes ao Governo de Mato Grosso. O posicionamento da prefeita foi interpretado pela direção partidária como uma divergência em relação ao projeto político defendido pelo PL para as próximas eleições estaduais.

O presidente estadual do Partido Liberal, Ananias Filho, confirmou que Flávia Moretti e o Prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, serão submetidos a procedimentos internos. De acordo com ele, os filiados que declararam apoio a candidatos de outras legendas serão formalmente notificados e terão prazo para apresentar defesa antes que qualquer decisão definitiva seja tomada pela Executiva Estadual.

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Segundo Ananias Filho, a direção estadual deverá reunir informações sobre a conduta dos prefeitos e instaurar procedimentos para analisar cada caso. Após essa etapa, os processos serão encaminhados a relatores, responsáveis por examinar as circunstâncias, avaliar os argumentos apresentados e ouvir as defesas dos envolvidos, seguindo as regras internas estabelecidas pela legenda.

Concluída a fase de análise, os relatores deverão elaborar pareceres e relatórios sobre os processos. A previsão informada pelo presidente estadual é de que uma decisão seja tomada em um período estimado entre 30 e 60 dias. Além da possibilidade de expulsão, os procedimentos poderão resultar na aplicação de outras medidas disciplinares, conforme a avaliação da executiva partidária.

Ao comentar o processo, Ananias Filho afirmou que a finalidade da apuração é examinar a conduta dos filiados antes da definição de qualquer punição.

Esse procedimento é para analisar a conduta deles e aí o relator faz o relatório. Eu, se fosse relator de algum caso, relatava pela expulsão”, declarou o dirigente, ao demonstrar sua posição pessoal sobre a eventual penalidade.

A crise também já provocou uma saída no interior do Estado. Em Campo Novo do Parecis, o prefeito Edilson Piaia decidiu deixar o Partido Liberal e formalizou o pedido de desfiliação da legenda. O episódio reforça o cenário de tensão provocado pelas divergências entre lideranças municipais e a estratégia eleitoral definida pela direção estadual do partido para a disputa pelo comando de Mato Grosso.

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Uma possível filiação de Flávia Moretti ao Republicanos encontra respaldo em declarações recentes do governador Otaviano Pivetta. O chefe do Executivo Estadual afirmou que prefeitos eventualmente expulsos de seus partidos em razão do apoio à sua candidatura serão recebidos pela legenda caso manifestem interesse em integrar o grupo político, ampliando as alternativas da prefeita em uma eventual saída do PL.

Acho que não há nenhum prefeito precisando de partido, mas os que quiserem serão bem-vindos. Eu vou convidar os bons prefeitos, as boas prefeitas”, declarou Pivetta.

Enquanto o PL conduz os procedimentos internos e a prefeita avalia as possibilidades de permanência ou mudança de legenda, o futuro partidário de Flávia Moretti permanece em aberto, com Podemos e Republicanos despontando, segundo a fonte ouvida, como os principais destinos em discussão.

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