Search
Close this search box.

NINHO SEM TUCANO - MDB RACHADO

PSDB e MDB na lista da extinção; e o Orçamento 2026?

Publicados

em

Duas siglas que já foram consideradas as maiores forças políticas do Estado de Mato Grosso, hoje seguem em busca de ressurgimento, igual o time do Palmeiras, e segue o fluxo!

Em um estado que tem histórico do “Homem das Diretas Já”, Dante Martins de Oliveira, ex-prefeito, ex-ministro, ex-governador do meu “QUERIDO”, “LINDO”, e “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso, teve a base da sua vida política desenvolvida tanto no Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), as duas siglas sempre foram partidos de grandes lideranças, possuí uma tradição de participar das cabeças de chapas de todas as eleições, mas hoje, com o desenvolvimento da política atual, corre risco de perder o protagonismo que ocupou nos últimos 40 anos de força política.

Quando o saudoso Dante de Oliveira foi Governador do Estado, a grande maioria dos prefeitos e vereadores seguiram a sua sigla partidária, assim também aconteceu com Carlos Bezerra, um político que é por muita gente considerado uma lenda viva, enquanto teve seu lugar de destaque na política estadual, com integrantes exercendo várias funções, de vereadores a secretários de Estado, a frase vamos ter uma das maiores bancada no parlamento, era comum, mas agora, finalizando 2025 ano pré-eleitoral, que já começa com uma “Janela Partidária”, que não são das melhores para o MDB e muito menos para o PSDB.

O deputado estadual, Carlos Avallone, o único representante do PSDB na Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT), terá que repensar as suas estratégias políticas, se quiser permanecer na vida pública, o partido terá condições de eleger ao menos um representante, é a principal indagação, se os integrantes da sigla fizeram um trabalho de reestruturação, as condições serão mais propícias, do contrário, até aquele que é apontado como o último dos “Moicanos”, terá que buscar outro caminho.

Leia Também:  A eleição municipal e as promessas dos candidatos

No MDB, a base vinha forte…

Afinal, são quatro deputados, sendo que o primeiro é secretário da Casa de Leis, o Dr. João José, é do partido, somados a única mulher, Janaína Riva, a nossa amiga a Mulher Maravilha, hoje presidente da sigla em todo o Estado, mais o cuiabano Jucá do Guaraná, e o deputado Thiago Silva, representante da região sul, de Rondonópolis.

Um time para ninguém por defeito, era para estar incluídos e sendo decisivas em quaisquer circunstâncias de projetos políticos, se a realidade não fosse outra.

De acordo com informações de fontes ligadas aos bastidores da corrida eleitoral, repassadas ao núcleo duro do Boteco da Alameda, diretrizes adotadas pela direção do partido, que supostamente foram tomadas de decisões sem a consulta e aprovação da maioria, teria motivado os integrantes buscarem outros rumos, até porque, sem a devida organização e crescimento do partido, muitos que exercem os cargos hoje, ficaram sem viabilidades para disputar com reais chances de ganhar no próximo ano, desta forma, se nada mudar no início de 2026, uma verdadeira debandada poderá ser vista no MDB.

Um problema que agrava a situação da pré-candidata ao Senado da República, daMulher Maravilha, que poderá rever suas intenções de disputa, porque seu grupo, como irá disputar uma eleição composta por figurões, ou vai apostar na contradição popular, de que um raio não cai no mesmo lugar duas vezes, projetando o que aconteceu com a eleição da ex-senadora Serys Slhessarenko.

O caminho das duas siglas, se confirmarem os rumores, é bem nebuloso, contraditória de toda sua trajetória na política do estado, mostrando que há muito por fazer nos próximos dias, comemorar o Natal, Réveillon e bora trabalhar, férias deixa para depois das eleições, isso é claro, para quem deseja permanecer na vida pública, do contrário, já pega seu banquinho, um período de descanso prolongado para os próximos dois anos.

Leia Também:  Fecomércio-MT promove diálogo com candidatos ao Senado Federal e Governo do Estado

Eitaaa lasqueiraaa!

E o orçamento 2026?

A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), adiou a votação do Projeto da Lei Orçamentária Anual para segunda-feira (22), após discussão sobre as Emendas Impositivas. Os deputados mato-grossenses cobram o empenho de R$ 265,5 milhões.

Segundo Fábio Garcia, secretário-Chefe da Casa Civil, não há nenhum prejuízo para a população por alguns dias de atraso.

Não há queda de braço com o Legislativo. Na verdade, não vejo aqui nenhum prejuízo a população de Mato Grosso, porque é uma coisa natural você empenhar emendas até 31 de dezembro“.

Fabio Garcia garantiu que cumprirá o acordo de pagar as Emendas Parlamentares antes da votação do Orçamento do Governo do Estado para 2026.

Para o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), deputado estadual Max Russi, ainda no PSB, não há risco de descumprimento da aprovação.

Não tem acordo. A Assembleia tem até o dia 30 para votar o orçamento e o Governo tem até o dia 30 para fazer o empenho das emendas. As emendas são impositivas e está caminhando bem…se não avançar, os deputados estão dispostos a vir dias 27 e 28, fazer sessões a noite e até no sábado. Queremos vencer o ano votando o orçamento e as pautas importantes“, pontuou Max Russi.

Segue o fluxo!

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Conflito institucional acirra disputas de “PODER” e expõe divergências de narrativas em Mato Grosso

Publicados

em

O ambiente político do Estado de Mato Grosso transformou-se em um cenário de intensa disputa institucional após o ex-governador Mauro Mendes desferir duras críticas públicas direcionadas ao conselheiro Sérgio Ricardo, atual presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O desentendimento, que ultrapassou a esfera meramente administrativa para atingir o campo da retórica política personalizada, evidenciou um racha profundo entre o antigo chefe do Poder Executivo Estadual e a principal autoridade da Corte de Contas Mato-grossense, desestabilizando a aparente harmonia entre as lideranças locais.

Este embate de proporções inéditas eclodiu a partir de questionamentos públicos acerca da qualidade e da execução dos contratos de pavimentação asfáltica em rodovias estaduais que recentemente passaram por processos de concorrência pública, com destaque para a situação crítica da BR-170. O panorama rodoviário estadual, marcado por trechos severamente esburacados e alvo de recorrentes reclamações populares, funcionou como o estopim técnico para que as divergências latentes de bastidores sobre a condução da máquina pública e os limites da atuação fiscalizatória emergissem de forma definitiva na imprensa.

A escalada das tensões e as manifestações públicas mais contundentes concentraram-se na capital, Cuiabá, ecoando imediatamente nas sedes dos poderes constituídos e nos principais veículos de comunicação da região Centro-Oeste. O epicentro geográfico do conflito institucional localiza-se nos gabinetes governamentais e na sede da Corte de Contas, embora os desdobramentos práticos e os discursos políticos das autoridades envolvidas repercutam diretamente ao longo de toda a malha viária do interior do estado.

As declarações incisivas foram proferidas no atual contexto pós-mandato de Mauro Mendes (UB), refletindo o acúmulo de insatisfações com o modelo de controle externo adotado nos últimos meses pelo tribunal sob a nova presidência. A cronologia do confronto demonstra que o desgaste nas relações político-institucionais vinha sendo pavimentado progressivamente, culminando em um ponto de inflexão pública em que as cortesias diplomáticas tradicionais da política foram integralmente abandonadas pelas partes envolvidas.

Leia Também:  Medicamentos à base de heparina para gestantes deverão ser fornecido pelo Governo do Estado 

A principal motivação subjacente ao posicionamento veemente do ex-governador reside no inconformismo com o que ele classifica como espetacularização e excesso de exposição midiática das fiscalizações promovidas pelo órgão de controle.

Mauro Mendes sustenta a tese jurídica de que os conselheiros do Tribunal de Contas deveriam adotar uma postura de estrito recato institucional, semelhante à magistratura judicial, priorizando o silêncio obsequioso e a manifestação técnico-formal nos autos dos processos em detrimento de entrevistas frequentes e pronunciamentos públicos.

Em contrapartida, a presidência do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), fundamenta sua linha de atuação na premissa da transparência pública ativa e no direito constitucional da sociedade de acompanhar as inspeções de engenharia em tempo real.

Sob a gestão de Sérgio Ricardo, a Corte de Contas adotou um modelo de fiscalização externa marcadamente presencial, transferindo os auditores dos gabinetes climatizados diretamente para os canteiros de obras rodoviárias, utilizando as redes sociais e os canais de comunicação social para dar visibilidade aos relatórios técnicos.

O método utilizado por Mauro Mendes para externar sua contrariedade consistiu em um ataque verbal direto à postura comunicacional de Sérgio Ricardo, exigindo publicamente que a autoridade fiscalizadora substituísse o uso frequente de microfones pela discrição inerente ao cargo.

Sérgio Ricardo deveria trocar o microfone pelo silêncio institucional“.

Por outro lado, o presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), reagiu intensificando as vistorias técnicas de campo e reiterando a independência constitucional do órgão, transformando as inspeções em eventos públicos de grande repercussão política para demonstrar que o controle externo não se submeterá a pressões do Executivo.

Leia Também:  Ministério Público Eleitoral se posiciona contra plebiscito sobre VLT/BRT

Os defensores da estratégia adotada pelo Tribunal de Contas argumentam que a visibilidade pública conferida às auditorias rodoviárias funciona como um mecanismo indispensável para constranger empresas inadimplentes e acelerar a reparação das estradas.

Na visão desse grupo multissetorial, a publicidade dos atos administrativos constitui um preceito democrático moderno que assegura a eficiência dos gastos públicos, impedindo que auditorias cruciais sobre o dinheiro dos contribuintes fiquem engavetadas longe do escrutínio da população.

Inversamente, os críticos do atual modelo comunicacional da Corte de Contas, alinhados ao pensamento do ex-governador, alertam para os riscos do protagonismo político excessivo e da contaminação eleitoreira de um órgão estritamente técnico.

Esse segmento político argumenta que prejulgamentos veiculados na imprensa antes da conclusão definitiva dos processos administrativos violam o princípio do devido processo legal e maculam injustamente a imagem de gestores e de concessionárias de serviços públicos.

As consequências imediatas desse espetáculo político de bastidores traduzem-se em uma paralisia no diálogo institucional entre importantes forças políticas de Mato Grosso, onde as palavras assumiram o papel de armas em uma guerra de narrativas pelo controle da opinião pública.

O desfecho dessa disputa de poder permanece incerto, mas analistas políticos convergem na avaliação de que, enquanto o foco estiver centralizado nos microfones e nos relatórios de impacto midiático, o ritmo de recuperação das rodovias continuará secundário diante da velocidade do embate político.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA