Search
Close this search box.

REFORÇO ELEITORAL

PSD reforça sigla que chega a 15 prefeituras em MT

Publicados

em

O Prefeito da Cidade de Rio Branco, Luiz Carlos, é o mais novo filiado ao Partido Social Democrático (PSD). Ele assinou sua ficha de filiação nesta ultima quinta-feira (5) e foi recebido na nova sigla pelo presidente estadual do PSD, Senador Carlos Henrique Baqueta Fávaro. Com isso, o partido passa a contar com 15 prefeitos em Mato Grosso, além de 11 vice-prefeitos.

Luiz Carlos possui um longo histórico de serviços prestados à administração pública. Filiado ao PSDB desde 1994, ele foi vereador por dois mandatos, presidente da Câmara Municipal d Rio Branco por dois Biênios, Secretário de Saúde, Administração e chefe da Ciretran por oito anos durante o governo Dante de Oliveira.

É uma alegria fazer parte deste grande partido, gosto muito do senador Fávaro, um político decente e isso me orgulha. Caminho para uma nova sigla com muita felicidade e estarei junto para o fortalecimento do PSD”, afirmou o prefeito ao comentar a mudança partidária.

Para o Senador Carlos Fávaro, a vinda do novo prefeito é um passo importante na consolidação do PSD como uma das principais siglas de Mato Grosso, a exemplo do que ocorre em todo o Brasil.

Temos feito um trabalho de busca de lideranças políticas em todas as regiões, sempre com o intuito de tornar nosso partido mais forte e esta nova filiação nos enche de orgulho”.

Ele destacou que nesta semana, em Brasília, participou da filiação do ex-prefeito de São Luís (MA), Edvaldo Holanda Júnior, pré-candidato do partido ao governo estadual.

Ao longo dos meses, nosso presidente Gilberto Kassab tem trabalhado em trazer pessoas comprometidas com o Brasil. Aqui em Mato Grosso, pensamos da mesma forma e seguiremos buscando novas e importantes adesões”, pontuou.

Suplementar

O PSD também comemorou a vitória de Diego Taques, prefeito eleito da Cidade de Acorizal, confirmado nas urnas em uma eleição suplementar realizada no último domingo (1º). Ex-vereador do município, o técnico em agronomia recebeu mais de 55% dos votos válidos e comanda a coligação “Acorizal nas mãos de quem faz”.

Além do PSD, integram a chapa o MDB, PT e Podemos.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  ALMT conta apenas com uma deputada estadual após 90 anos do direito ao voto feminino no Brasil
Propaganda

Política

A engenharia de bastidores que molda a “Grande Aliança” para a sucessão de 2026

Publicados

em

Uma movimentação política estratégica começou a redesenhar os rumos da sucessão governamental e das vagas parlamentares em Mato Grosso. Trata-se da articulação para a construção de uma ampla e robusta coligação partidária majoritária. Essa engenharia eleitoral visa unificar forças que outrora trilhavam caminhos distintos, neutralizar potenciais focos de oposição e garantir a manutenção da hegemonia do atual grupo governista nas esferas estadual e federal. O movimento altera a correlação de forças locais e redefine as prioridades dos principais diretórios partidários vigentes.

Os protagonistas dessa complexa negociação são o governador Otaviano Pivetta do partido Republicanos, o ex-governador Mauro Mendes (UB), o senador Jayme Campos (UB), e a deputada estadual Janaina Riva, legítima representante do Movimento Democrático Brasileiro (MDB). A parlamentar emedebista desempenha papel crucial ao conceder aval formal para que seu grupo político dialogue diretamente com o núcleo duro do governo. Essa iniciativa demonstra maturidade política e posiciona os quatro líderes como os grandes artífices do novo tabuleiro político mato-grossense, consolidando uma frente partidária de densidade eleitoral expressiva.

Essas tratativas de alta política ganharam contornos definitivos nas últimas semanas, intensificando-se à medida que se aproxima o calendário oficial estabelecido pela Justiça Eleitoral para o pleito de 2026. Embora as eleições ainda pareçam distantes do eleitorado comum, os prazos legais para filiações e desincompatibilizações exigem antecipação dos líderes. Esse cronograma rigoroso obriga as lideranças a definirem as diretrizes de suas respectivas legendas com antecedência, transformando o período atual no momento ideal para consolidações e acordos programáticos profundos.

As negociações ocorrem nos bastidores institucionais de Cuiabá, estendendo-se desde os gabinetes oficiais do Palácio Paiaguás e da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), até mesmo nos ambientes discretos de diálogo restrito na capital, conhecidos como o núcleo duro do Boteco da Alameda. Esses espaços, formais e informais, funcionam como verdadeiros laboratórios de engenharia política. Neles, mapas de votação municipal e projeções estatísticas são minuciosamente analisados pelos articuladores, garantindo que cada decisão tomada na capital ecoe com precisão em todas as regiões do Estado de Mato Grosso.

Leia Também:  ALMT conta apenas com uma deputada estadual após 90 anos do direito ao voto feminino no Brasil

O processo de construção dessa aliança ocorre por meio de reuniões reservadas, consultas jurídicas, telefonemas estratégicos e cafés discretos entre os principais interlocutores das siglas envolvidas. A aproximação dá-se de maneira gradual e calculada, com o objetivo claro de mitigar resistências internas e alinhar os discursos públicos das lideranças. Essa metodologia de concertação política prioriza a construção de consensos prévios sobre os projetos de desenvolvimento econômico estaduais, evitando desgastes precoces antes da oficialização das candidaturas em convenções partidárias.

A motivação central dessa articulação reside na “necessidade mútua de sobrevivência e fortalecimento político institucional” diante das fragmentações partidárias observadas no cenário regional. O MDB busca novos caminhos devido às severas resistências internas encontradas na ala bolsonarista do Partido Liberal (PL), liderada pelo Prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e pelo deputado federal José Medeiros, que vetam uma composição com a deputada Janaina Riva. Esses vetos impulsionam a busca por alternativas viáveis que assegurem protagonismo à legenda emedebista.

O objetivo estratégico dessa coalizão é unificar a reconhecida eficiência administrativa do grupo governista atual à capilaridade municipal do MDB e à musculatura eleitoral conquistada por Mauro Mendes. Pretende-se estruturar uma chapa praticamente “IMBATÍVEL”, na qual as duas vagas ao Senado seriam disputadas por Mauro Mendes e Janaina Riva, enquanto a liderança ao governo estadual ficaria com Otaviano Pivetta ou Jayme Campos.

Busca-se, portanto, garantir estabilidade política e perenidade aos projetos de infraestrutura e desenvolvimento socioeconômico em andamento no Estado.

Essa arquitetura de “PODER” está sendo erguida mediante a fusão de interesses do União Brasil (UB), do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e do Republicanos. Além desses partidos, há um flanco aberto por interlocutores ligados a Otaviano Pivetta que defendem a inclusão da deputada Janaina Riva na vaga de vice-governadora. Essa proposta alternativa agregaria indiscutível presença regional e densidade eleitoral à chapa de Pivetta, consolidando o apoio definitivo de prefeitos e vereadores da base emedebista que endossam a liderança da parlamentar.

Leia Também:  Na gangorra eleitoral, Emanuel cai e pulveriza votos em Cuiabá

Os desdobramentos imediatos dessa articulação política apontam para o isolamento das alas mais radicais da oposição e para a necessidade de reorganização interna dos partidos preteridos. O PL, dividido por vetos internos e disputas ideológicas, precisará reavaliar suas estratégias de isolamento para não perder espaço na disputa majoritária. Em contrapartida, as siglas aliadas à nova engenharia governista tendem a ampliar significativamente suas bancadas e suas influências no interior mato-grossense, fortalecendo as bases municipais para os desafios eleitorais vindouros.

O cenário atual exige atenção permanente e acompanhamento das próximas definições institucionais dos partidos, uma vez que as conversações de bastidores passarão a se refletir nos discursos públicos. Os discursos oficiais ainda priorizarão os princípios partidários e as defesas programáticas, enquanto os bastidores continuarão a selar as composições de chapas e a distribuição de espaços de “PODER”.

Resta observar como as bases partidárias absorverão essas acomodações, sabendo-se que as divergências políticas locais costumam ceder diante da iminente proximidade do poder econômico e político.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA