DERRUBANDO LIMINARES
Previsões do Boteco da Alameda para Saúde em Cuiabá
O menino da Rua Joaquim Murtinho, Emanuel Pinheiro (MDB), continua na Prefeitura de Cuiabá e, derrubando medidas e liminares judiciais todo ano, a população cuiabana deve estar atenta a uma forte tendência aos excessos de todos os tipos.
Uma dica aos moradores da Capital de todos os mato-grossenses, Cuiabá: nada melhor que seguir o caminho do meio. Procure introduzir em seus dias a cautela em poupar dinheiro, caso precisar para a sua Saúde, que será o seu aliado durante todo ano, que na verdade, para você começar a na segunda quinzena de janeiro.
Até o dia 15, a “Deusa da Justiça”, caminha através de liminares, medidas, na direção das incertezas. Portanto, prepare-se para todos os dias você ficar perdido de quem comanda a Saúde na Capital de todos os mato-grossenses.
Não será fácil, mas promete trazer novas estruturas para a nossa Saúde. Os próximos 28 dias será muito importante, com mudanças todos os dias, mas atenção, os melhores meses para cuidar da Saúde são: Janeiro, Fevereiro, Junho, Julho e Agosto.

Decisão 1
A presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Maria Thereza de Assis Moura, considerou que o regimento interno do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJ/MT), não prevê a possibilidade de liminar para determinar a intervenção estadual em município.
“Mesmo que se possa invocar o poder geral de cautela conferido aos magistrados em face dos princípios constitucionais incidente, especialmente, a autonomia municipal e a não intervenção, não se revela apropriado o deferimento de medida extrema de forma monocrática e provisória“, diz trecho da presidente do STJ.
A ministra Maria Thereza de Assis Moura, concluiu haver “desproporcionalidade e falta de razoabilidade em face dos riscos a que se sujeitarão a ordem e a Saúde Pública do município de Cuiabá se mantidos os efeitos da decisão aqui encontrada“.

Decisão 2
A decisão da ministra vale até que o pedido do ministério público seja julgado pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT). Ou seja, está nas mãos dos 13 desembargadores que compõem o Órgão Especial. Deixando claro que a presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), suspendeu apenas a liminar do desembargador Orlando de Almeida Perri. Os efeitos da decisão da ministra valerão até o julgamento do mérito, a ser analisado pelo colegiado.
O Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso voltará do recesso no dia 06 de janeiro.
Nenel Pinheiro
O nosso menino da Rua Joaquim Murtinho, o emedebista Nenel Pinheiro, vai recontratar os servidores comissionados que foram exonerados pelo interventor, Hugo Fellipe Lima, aproximadamente, uma lista com 21 nomes entre eles coordenadores, gestores, advogados, gerentes e diretores foram demitidos. No mesmo dia em que assumiu determinou a exoneração da secretária Suellen Alliend, do diretor da Empresa Cuiabana de Saúde (ECS), Paulo Barbosa, e de todos os secretários adjuntos.
Novo secretário
Pinheiro anunciou que o médico Guilherme Salomão será o secretário interino da Saúde de Cuiabá. Também retornam os secretários adjuntos, um coordenador técnico, gerente de urgência e o diretor financeiro da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), diretores das UPAs e Policlínicas de Cuiabá.
Decisão 3
O coronel Leovaldo Emanoel Sales, secretário municipal de Ordem Pública, foi impedido pelo interventor Hugo Fellipe Lima de entrar na sede da da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). O coronel Leovaldo Emanoel Sales compareceu ao local após a decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ).
“Não sabemos até que ponto isso representa uma arbitrariedade. Uma vez que a notícia da suspensão da intervenção já é pública e notória e o próprio Tribunal de Justiça do Estado já foi notificado, e eles montam essa operação aqui“,disse Sales.
Clima tenso
Servidores exonerados, chegaram a soltar fogos de artifício em frente à sede da pasta, no bairro Duque de Caxias. Logo após a soltura dos fogos, equipe do Batalhão de Ronda Ostensiva Tático Metropolitana (Bope), foi acionado por vizinhos, região cercada por clínicas médicas e veterinárias, para fazer a segurança no prédio e evitar qualquer confusão.
O interventor Hugo Fellipe Lima, disse que deixaria a função quando o Palácio Paiaguas fosse oficialmente notificado da decisão da presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ). A chave do prédio está sob poder de um dos seguranças de Hugo Lima.
Denuncia
Dentro das dependências da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), fotos e vídeos mostram que diversos locais da pasta foram revirados e computadores as CPUs, e os documentos do escritório de licitações, assim como os contratos da Empresa Cuiabana de Saúde, que está localizado dentro do Hospital Municipal de Cuiabá – Dr. Leoni Palma de Carvalho (HMC). O município registrou um Boletim de Ocorrência (BO), relatando os fatos acontecidos.
Política
Invasão cibernética na Saúde alimenta embate político em Mato Grosso
Um sofisticado incidente cibernético violou a infraestrutura tecnológica da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), deflagrando uma crise institucional que mobiliza o Poder Executivo e a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT). O episódio, classificado tecnicamente como uma “invasão hacker”, desestabilizou a percepção de segurança dos sistemas governamentais e gerou imediata repercussão no cenário político local. O evento expõe a vulnerabilidade digital da administração pública frente a ameaças externas cada vez mais ousadas e coordenadas.
Os alvos diretos e indiretos dessa ação criminosa envolvem a própria Secretaria de Saúde, responsável pelo gerenciamento de dados assistenciais, e a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), que atua como órgão fiscalizador. O presidente do Parlamento Estadual, deputado Max Russi (Podemos), assumiu o protagonismo institucional ao externar profunda preocupação com o ocorrido, enquanto a equipe técnica da pasta de Saúde e os investigadores da Polícia Civil desdobram-se para mitigar os danos colaterais e identificar os autores do ataque.
As consequências imediatas do ataque cibernético resultaram no impacto restrito a um volume inferior a 1 Terabyte (TB) de informações do acervo digital da pasta, o qual acabou sendo integralmente recuperado por meio de sistemas de contingência e redundância. No entanto, o desdobramento mais crítico manifestou-se no plano político, manifestado pelo temor de que o apagão de dados pudesse inviabilizar o fornecimento de documentos essenciais para os trabalhos de fiscalização parlamentar em andamento na capital do estado.
O epicentro do incidente localiza-se nos servidores centrais da Secretaria de Saúde, situados no Centro Político Administrativo de Cuiabá, irradiando seus efeitos institucionais diretamente para o Palácio Paschoal Moreira Cabral, sede do Poder Legislativo Mato-grossense.

A proximidade geográfica e administrativa dessas instituições amplificou o eco do debate sobre a eficiência da infraestrutura tecnológica pública estadual, transformando a capital mineira-mútua do Agronegócio em um palco de intensas cobranças governamentais.
A identificação original do ataque digital ocorreu em meados de março de 2026, porém o ápice do tensionamento institucional consolidou-se nesta quarta-feira, 3 de junho, durante uma sessão coletiva de imprensa convocada pelo presidente da Casa de Leis. O momento cronológico do anúncio revelou-se extremamente sensível, por coincidir exatamente com a fase de instalação e estruturação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a gestão da Saúde Pública no Estado.
A motivação presumida por trás da ação criminosa assume contornos ambíguos, dividindo-se entre a tentativa de extorsão financeira, prontamente rechaçada pelo Executivo, que negou qualquer pagamento de resgate, e a suspeita de sabotagem política. Parlamentares mais incisivos levantaram a hipótese de que a invasão visava ocultar passivos administrativos, embora a liderança do Legislativo tenda a encarar o episódio como uma nefasta coincidência oportunista que se aproveitou de fragilidades estruturais do sistema.
As justificativas técnicas apresentadas pela Secretaria de Saúde fundamentam-se na robustez de seus protocolos de segurança da informação, os quais permitiram o restabelecimento célere das atividades institucionais sem prejuízo ao atendimento da população. Por sua vez, a justificativa para a reação veemente do Parlamento baseia-se no dever constitucional de fiscalização, sustentando que qualquer instabilidade em bancos de dados governamentais representa uma ameaça direta à transparência e à estabilidade social.
O método operacional utilizado pelos criminosos consistiu na quebra de barreiras digitais de criptografia para acessar a rede interna da secretaria, seguido de uma suposta exigência financeira ilegal que acabou ignorada pelas autoridades. Do lado institucional, o método de resposta envolveu o acionamento imediato da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos e Cibernéticos (DRCI) para subsidiar a investigação criminal, além do anúncio de auditorias nos sistemas redundantes do Estado.

Os desdobramentos futuros desse imbróglio apontam para uma inevitável reformulação nas políticas de investimentos em segurança cibernética de Mato Grosso, com pressões para o fortalecimento da Empresa Pública de Tecnologia da Informação (MTI). Além disso, a Mesa Diretora do Legislativo garantiu que a comissão investigativa requisitará auditorias independentes para assegurar que nenhum dado relevante tenha sido permanentemente suprimido ou mascarado durante o período em que o sistema esteve vulnerável.
As perspectivas de encerramento do caso dependem agora do avanço do inquérito policial e da capacidade de o Estado demonstrar que seus mecanismos de salvaguarda digital são invioláveis contra futuras incursões. O presidente da Assembleia Legislativa assegurou que as investigações da CPI não sofrerão paralisações ou entraves técnicos, visto que os mecanismos de armazenamento externo garantirão o fluxo contínuo de provas, blindando o processo político contra interferências do crime virtual.
-
Destaques6 dias atrásApós denúncia do TCE, Taques amplia representação sobre obra da MT-170
-
Artigos1 dia atrásAntes da mina, vem a ciência: como um geólogo encontra ouro?
-
Política5 dias atrásContratos da Educação em Cuiabá alvejam rombo de R$ 70 Milhões e tensionam poderes
-
Política7 dias atrásDisputa pelo Palácio Paiaguás expõe “Racha Político” e “Guerra de Versões” em Mato Grosso
-
Artigos4 dias atrásA IGREJA, MARX E A JORNADA 6 X 1
-
Política23 horas atrásDéjàvu de 1998 na disputa eleitoral de 2026? Reviravolta na Câmara de Cuiabá
-
Política1 dia atrásA complexa engenharia de alianças entre “PL e MDB” frente ao conservadorismo regional
-
Política3 dias atrásEx-secretário de Educação coloca Abilinho em rota de colisão no “passeio ciclístico”




