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Política

Pinheiro aciona Wilson na Justiça por injúria, difamação e calúnia

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O candidato ao cargo de prefeito por Cuiabá, da ColigaçãoUm Novo Prefeito para Uma Nova Cuiabá” do peemedebista Emanuel Pinheiro, acionou na Justiça, o seu adversário político da COLIGAÇÃODANTE DE OLIVEIRA”, o tucano Wilson Santos.

emanuel-pinheiro-justicaNesta Terça Feira, o candidato a prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro apresentou uma representação criminal eleitoral contra o tucano por denúncia vazia, ou seja, por injúria, difamação e calúnia.

A segunda representação, uma noticia crime, é pela suposta prática de Caixa 2. Na representação criminal, Emanuel Pinheiro disse que o seu adversário Wilson Santos, de forma irresponsável, imputou falsamente a prática de fato definido como crime, bem como fatos ofensivos à reputação de Emanuel, a dignidade e decoro.

Conforme a representação, o tucano, sem prova alguma, criou um factoide e atribuiu a Pinheiro um suposto envolvimento em negociações para concessão de incentivos fiscais, faltando uma semana para o fim das eleições. Sem nenhuma prova ou qualquer documento, o tucano divulgou a informação sobre uma suposta ilegalidade durante debate na TV Record.

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"A referida denúncia possui nítido fim eleitoreiro, sem qualquer fundamento, já que o próprio denunciado afirma que tais fatos lhes foram noticiados há aproximadamente 30 dias atrás e o mesmo não tomou nenhuma providência, não informando as autoridades competentes para que promovessem as devidas investigações", diz trecho da representação.

Pinheiro afirmou que está tomando todas as medidas necessárias para que se possa demonstrar a sociedade, que "não aceitamos em hipótese alguma que se brinque com minha reputação". "Tenho 28 anos de vida pública baseada em muito trabalho prestado a Cuiabá. Sou ficha limpa e não vou aceitar que inescrupuloso nenhum venha atentar contra a minha honra", defendeu o candidato Emanuel Pinheiro no ato da protocolização das representações.

O tucano também terá de dar explicações à Justiça sobre as afirmações dadas pelo jornalista Ely Santo Antônio, que confirmou em postagem em seu site, o Cacetão Cuiabano, que estava trabalhando na campanha de Wilson e recebia quinzenalmente. Wilson terá de comprovar como efetuou o pagamento ao jornalista, já que não há na prestação de contas nenhum lançamento referente a isso. "Isso é pratica de Wilson Santos, fez isso em 2004 com Alexandre e depois nada ficou provado, fez isso com Mauro Mendes em 2008 quando feriu e atacou sem piedade a família dele. Sempre faz isso, isso é desespero e ele pagará no rigor da lei", afirmou.

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Caso a justiça entenda que Wilson cometeu o crime de Caixa 2, ele poderá ter o registro de candidatura cassado. "Afinal, movimentar e utilizar valores não contabilizados na campanha eleitoral implica, necessariamente, na prática de falsidade ideológica, tendo-se em vista o dever que tanto o partido, como os candidatos possuem de prestar contas da campanha eleitoral", conforme defendeu a assessoria jurídica do candidato, formada pelos escritórios de advocacia, Nestor Fidelis e Dias Lessa.

A noticia crime e a representação criminal eleitoral foram propostas na Justiça Eleitoral na tarde desta segunda-feira (24).

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Política

MDB se posiciona como o pivô das articulações estratégicas na disputa pelo Governo de Mato Grosso

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A movimentação nos bastidores políticos do Estado de Mato Grosso atingiu um novo patamar de intensidade nas últimas horas, impulsionada por intensas negociações de bastidores. O cenário eleitoral recente aponta para uma articulação avançada que visa consolidar uma robusta aliança partidária entre diferentes frentes. O foco central dessas tratativas é a estruturação definitiva das composições majoritárias que disputarão o comando do Poder Executivo Estadual nas próximas eleições, redesenhando o mapa de forças locais.

Esta complexa engenharia política está se desenvolvendo diretamente nos principais eixos de articulação partidária do Estado de Mato Grosso, englobando diretórios e escritórios estratégicos. A relevância geográfica do Estado, um dos motores econômicos do país, amplifica o impacto dessas decisões. As reuniões e acordos concentram-se na capital e irradiam influência para os colégios eleitorais mais importantes do interior mato-grossense, onde as bases partidárias acompanham atentamente os desdobramentos.

O processo de aproximação e fechamento de acordos ganhou força significativa nas últimas horas, um período considerado crucial devido à proximidade das Convenções Partidárias oficiais. O fator tempo atua como um catalisador para as lideranças políticas, que buscam definir suas posições e garantir vantagens competitivas antes do encerramento dos prazos legais. A urgência cronológica exige decisões rápidas e certeiras por parte dos articuladores, que trabalham contra o relógio.

Os protagonistas dessa movimentação são as lideranças e os integrantes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e do Republicanos, que buscam uma composição sólida para as próximas disputas. Além dessas duas siglas, o União Brasil (UB),  uma ala expressiva do Partido Liberal (PL) participam ativamente como defensores dessa ampla aliança. No centro da dinâmica institucional destaca-se também a deputada estadual Janaina Riva, atual presidente do diretório do MDB em Mato Grosso.

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A principal motivação por trás dessa intensa articulação é a busca por maior viabilidade eleitoral e o fortalecimento de uma chapa majoritária que demonstre robustez e capilaridade política. O objetivo imediato das legendas envolvidas é garantir uma estrutura partidária pesada e com tempo de propaganda necessário para assegurar o êxito nas urnas.

Para o MDB, especificamente, o movimento representa a oportunidade de consolidar sua relevância histórica e ditar os rumos da sucessão estadual.

O arranjo político em desenvolvimento prevê que a chapa majoritária resultante dessa união seja oficialmente encabeçada pelo atual governador do estado, Otaviano Pivetta. A proposta central consiste em integrar formalmente o MDB e o Republicanos na estrutura de apoio direto à liderança do atual chefe do Executivo. A estratégia visa apresentar ao eleitorado uma frente ampla e de continuidade administrativa, unindo forças tradicionais e novas correntes do cenário político.

A viabilização desse acordo ocorre por meio de reuniões estratégicas, diálogos reservados e avaliações criteriosas de cenários por parte de um grupo de emedebistas entusiasmados com o projeto. Estes membros do partido têm endossado publicamente a aliança, atuando como pontes entre as diferentes siglas. O método adotado envolve a superação de arestas internas e a construção de consensos programáticos que possam justificar a coligação perante os filiados e os eleitores.

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A necessidade de uma articulação tão profunda decorre do fato de que as três principais legendas aliadas, União Brasil, Republicanos e a ala dissidente do Partido Liberal (PL), ainda não fecharam suas chapas definitivas para a disputa ao Senado Federal.

Até o presente momento, o bloco conta com apenas um pré-candidato consolidado para a vaga senatorial. Essa lacuna na chapa majoritária cria a necessidade de preenchimento estratégico, transformando o espaço vago em uma valiosa moeda de troca nas negociações.

Um dos principais fatores de complexidade nesse processo reside na postura da deputada estadual Janaina Riva, que atualmente não nutre uma relação estreita com o governador Otaviano Pivetta. Apesar do distanciamento pessoal e político entre a presidente da sigla e o chefe do Executivo, o clamor interno do partido tem pesado a favor da coligação.

A parlamentar emedebista avalia minuciosamente o cenário para identificar qual caminho oferecerá a maior viabilidade para sua própria projeção e futura disputa ao Senado.

Como consequência direta dessas variáveis, o MDB converteu-se oficialmente na chamada “noiva da vez” do mercado político mato-grossense às vésperas das Convenções Partidárias. O posicionamento estratégico do partido confere a ele o “PODER” de definir os rumos das alianças majoritárias e o peso do apoio governamental.

O desfecho dessa aproximação consolidará o desenho das forças que disputarão o voto do eleitorado, estabelecendo as bases para o próximo ciclo político do Estado de Mato Grosso.

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