AINDA VAI TER SURPRESA?
Nenhuma surpresa: Emanuel coloca em suspeita líderes políticos dos Democratas e agora Eduardo e Fábio?
O prefeito Emanuel Pinheiro fala pelos quatro cantos da cidade que desde fevereiro de 2017, políticos estão torcendo que sua administração de errado para dizer “eu avisei”.
Mas, será que é bem assim? Será mesmo que é torcer contra ou isso é trabalho para a oposição.
O alcaide cuiabano que este ano completa 32 anos na vida política, sabe que no jogo democrático existe situação e oposição. A segunda faz a parte crítica ao governo, aponta onde as coisas estão erradas e o pode ser melhorado. Emanuel se lembra muito bem, quando foi eleito pela primeira vez como vereador e era o único opositor ao Prefeito de Cuiabá, Dante Martins de Oliveira.
Também se lembra quando foi líder do prefeito Frederico Campos na Câmara Municipal de Cuiabá.
Então nobre alcaide cuiabano, criticar o governo faz parte do exercício da cidadania. GOVERNO que não recebe críticas é Governo Distorial.
Emanuel Pinheiro lembra-se sempre: torcer contra ou a favor não deveria nem fazer parte do debate. Torcida se faz em jogo do Palmeiras. Lá há espaço para torcer, cantar e vibrar (torcida que canta e vibra). A política não é um campo de futebol.
Estamos com mil óbitos causados pela Covid-19, uma dívida pública imensa, falta de esgotos na maioria dos bairros da Capital e uma gama de outros problemas.
Emanuel Pinheiro, o Blog do Valdemir reforça: oposição é equilíbrio no jogo democrático, e equilibrar é necessário oposição é fiscalização e fiscalização também é necessário. Oposição é debate e debate também é necessário. Oposição é outra visão de Cuiabá e isso também é necessário.
Enquanto isso…, nenhuma surpresa.
Nos últimos anos Cuiabá está envolvido em escândalos políticos que tiveram repercussão nacional. Mas, quando acusa político de fazer uso da “máquina, nepotismo, funcionário fantasma e de rachadinha de verba indenizatória“, palavras de Emanuel que e ainda diz “o que incomoda? O que move essas pessoas? Será preocupação com Cuiabá? Ou porque não dei aumento de tarifa de ônibus?“, afirmou o prefeito Emanuel Pinheiro no debate eleitoral na Fecomercio.
Nota da redação
Para aí. O prefeito está ciente, e vai se omitir? A omissão não é um crime, a lei não obriga a sermos bons cidadãos. Para a Lei brasileira essa é uma decisão de foro pessoal e moral.
Código Penal diz que a omissão só passa a ser relevante, e por isso punível, quando as pessoas deviam e podiam agir. As duas palavras dever e poder.
Prefeito, o senhor disse que existe esquema no aumento do transporte coletivo. Emanuel o senhor disse que Abílio cobrou cargos na Prefeitura de Cuiabá.
Já se passaram 38 horas e o que Emanuel Pinheiro fez? Fez uma grave denúncia contra o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), José Eduardo Botelho, já que ele é acionista em empresas de ônibus e aí Botelho vai deixar ser taxado de chantagista no qual quer tomar a Prefeitura de Cuiabá?
E ai Fábio Garcia, lhe chamam de boneco de Mauro Mendes e fica por isso mesmo?
Que venham a público e colocam de uma vez por toda em pratos limpos e não ficam somente ameaçando.
Não se esqueçam: político não esquece, não perdoa e sempre tem uma nova carta na manga. Pelo jeito o contra ataque não vai demorar.
Política
Pivetta rebate acusações de coação e desafia fachada de oposição a apresentar denuncia formal
O candidato à reeleição ao Governo de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), rebateu publicamente as acusações formuladas pelo seu principal adversário político no pleito estadual, o senador Wellington Fagundes (PL). A declaração de contestação ocorreu durante um encontro oficial com a imprensa local, ocasião na qual o chefe do Executivo estadual rechaçou as insinuações de que estaria promovendo retaliações administrativas contra gestores municipais.
O embate político atingiu seu ponto culminante após o senador oposicionista denunciar publicamente que a máquina pública estaria sendo utilizada para cooptar lideranças regionais. Segundo o parlamentar, diversos chefes do Executivo municipal estariam sofrendo coação velada e ameaças diretas de retenção de recursos orçamentários, caso manifestassem apoio formal à sua candidatura.
A reação do governador mato-grossense ocorreu no contexto da dinâmica diária de cobertura do processo eleitoral mato-grossense. Diante dos questionamentos apresentados pelos jornalistas presentes à coletiva, a manifestação oficial teve como objetivo central desqualificar o teor das acusações, cobrando materialidade probatória das alegações transmitidas pela oposição.
A controvérsia desenrola-se no território do Estado de Mato Grosso, alcançando a esfera administrativa do Palácio Paiaguás e impactando diretamente a articulação política nos diversos municípios que compõem o mapa eleitoral da unidade federativa.
O cenário institucional abrange o ecossistema de prefeituras interdependentes das repasses estaduais.

O estopim para o acirramento do tom do debate deu-se em virtude de recentes declarações concedidas por Wellington Fagundes, nas quais o candidato citou relatos sigilosos de prefeitos. De acordo com a denúncia da oposição, até 90% das verbas estaduais vinculadas a convênios estariam pendentes de repasse desde o exercício financeiro anterior, funcionando como instrumento de pressão eleitoral.
Em resposta incisiva, Otaviano Pivetta ironizou a ausência de elementos probatórios que sustentem a denúncia apresentada pelo adversário. Com tom de serenidade, o gestor desafiou a oposição a registrar formalmente os fatos perante os órgãos de controle, argumentando que denúncias de extrema gravidade exigem a instauração de procedimentos legais cabíveis e a apresentação formal de boletim de ocorrência.
A fundamentação apresentada por Pivetta pauta-se no histórico de sete anos e meio de diálogo institucional ininterrupto mantido pelo Governo do Estado com todas as administrações municipais. O candidato sustentou que o atendimento aos prefeitos ocorre de maneira totalmente isenta e republicana, sem distinção de matizes ideológicos ou filiações partidárias.
O foco do conflito gravita em torno da celebração e execução dos convênios estaduais, instrumentos jurídicos fundamentais pelos quais o Governo repassa recursos diretos do seu orçamento para as prefeituras. Essa descentralização orçamentária destina-se ao custeio de obras de infraestrutura, implementação de políticas públicas e aquisição de insumos estratégicos para os municípios.
A desavença pública ganha proporções estratégicas por ocorrer em pleno período de consolidação de alianças políticas e captação de apoios regionais para a disputa das eleições. A neutralidade ou o alinhamento dos prefeitos locais representam ativos cruciais para a consolidação dos palanques estaduais na corrida ao Governo.
O desdobramento desse episódio aponta para um acirramento das tensões jurídicas e políticas na disputa do Executivo Estadual. Enquanto a oposição busca desgastar a imagem da gestão atual alegando uso indevido da máquina pública, o governo baseia sua defesa na cobrança por denúncias formais, sustentando a equidade do processo administrativo.
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