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LOCKDOWN

Lockdown: é necessário ter mais dados e menos opiniões

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Segundo estudo do Instituto de Informações Científica e Tecnológica em Saúde e dos dados de Smartphone recebidos pelo Google, a circulação nos pontos de embarque e desembarque, chegou a ser reduzido em 44,3% em 24 de março.

Entretanto vem subindo em uma curva, isso significa que, a redução caiu para 22,2% em poucos dias.

E o prefeito já diz que vai aumentar as restrições em Cuiabá: rodizio de veículos, toque de recolher e Lockdown.

E assim nos resta entender mais uma medida que poderá ser tomada pelo prefeito de Cuiabá.

PS: Lockdown é uma palavra em inglês, para se referir ao sistema de quarentena. para conter a pandemia do novo “Coronavírus”, na avaliação de epidemiologistas, virologistas e infectologistas, e de modo geral, os especialistas apoiam o endurecimento de medidas para dissipar aglomerações.

Então vamos lá: existem aqueles que apoiam o Lockdown e outros que preferem algo mais brando. Em qual grupo você internauta vai estar? Com certeza depende do impacto de cada situação em particular. É bom certeza, as pessoas não estejam considerando na opinião de outros.

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As pessoas tomam decisões baseadas no que acontece na vida deles. Os impactos que geram na vida dos outros nunca são 100% internalizados. Não é egoísmo. O Blog do Valdemir, você, todos agem assim. Isso é absolutamente normal.

Para entender as opiniões do seu vizinho, basta entender como o Lockdown afeta a vida dele. Vamos assumir que o principal impacto do Lockdown na vida das pessoas seja na renda. A decisão de alguém, portanto, depende de incerteza da renda dela no caso do Lockdown. Quem tem salário garantido pelos próximos meses tende, o isolamento a melhor solução. Por outro lado, alguém que tenha a renda afetada pelo Lockdown tende a pedir algo menos brando, que não prejudique seu trabalho.

Nunca se esquecendo que Cuiabá é mais feito de motoristas de uber, diaristas, pedreiros, entregador de aplicativo do que funcionários públicos.

Ministério da Saúde e Lockdown

O Ministério da Saúde afirma que não adiantará fazer um Lockdown, o isolamento total, se houver uma aceleração dos casos do “Covid-19”.

Não adianta fazer isso no pico da curva, muitas vezes você vai ver uma queda que possivelmente não vai ser pelo Lockdown. O crescimento dessa doença é exponencial. Chega em um ponto de curva, em que não adianta, mas fazer o Lockdown, porque a transmissão já está disseminada em uma região“, disse nesta terça-feira, Wanderson Oliveira, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério.

Nota da redação

Em uma situação de bloqueio total, a Polícia controla a entrada e saída de cidadãos de suas casas. Apenas locais extremamente essenciais, a exemplo de farmácias e supermercados ficam abertos.

O momento não é de pensar em Lockdown, é de pensar em distanciamento social.

A verdade é que, tem que ir monitorando a ocupação de leitos que existia antes da epidemia.

Propaganda

Política

Começa o Horário Eleitoral Gratuito; indecisos podem definir eleição em MT

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A partir desta sexta-feira (28), começa a Propaganda Eleitoral Gratuita no Rádio e na Televisão para o primeiro turno das Eleições 2026. A veiculação segue até 1º de outubro. O Horário Eleitoral Gratuito é o espaço destinado para que Partidos, Federações e Coligações apresentem suas candidaturas e propostas aos eleitores. A legislação não permite propaganda eleitoral paga no Rádio e na Televisão.

A TV aberta teme que o horário eleitoral gratuito de 2026 provoque uma fuga de público para o streaming e cause um dano irreversível à audiência, especialmente no horário nobre. Executivos avaliam que telespectadores podem migrar para plataformas como Netflix e YouTube para escapar da propaganda política e, depois, simplesmente não voltar à programação linear. Globo, Record e SBT já estudam o impacto que a interrupção pode causar em suas principais faixas.

Na programação em redes, o Rádio terá dois blocos diários de segunda a sábado. Os programas serão transmitidos das 6h às 6h25 e das 11h às 11h25. Na Televisão, a propaganda será exibida das 13h16 às 13h25 e das 20h46 às 20h55.

Além dos programas eleitorais em bloco as emissoras reservarão diariamente 70 minutos para a divulgação de propaganda eleitoral por meio de inserções de 30 segundos distribuídos ao longo da programação.

Eitaaa lasqueiraaa, segue o fluxo!

Horário Eleitoral Gratuito

Certamente ainda tem sua importância na exposição dos candidatos e na definição dos votos dos eleitores, sobretudo no interior e na periferia das grandes cidades.

Quando pensamos em “Propaganda Eleitoral de Rádio e TV”, normalmente nos remetemos aos programas dos candidatos nos dois blocos diários do Horário Eleitoral Gratuito, exibidos na hora do almoço e a noite.

Mas há algo ainda mais importante: as inserções de 30 segundos veiculados no meio da programação, durante os intervalos comerciais.

Sejamos francos: na correria do dia a dia, quem realmente se detém para assistir do início ao fim, um bloco de 10 minutos do Horário Eleitoral, com o revezamento de candidatos na tela ou no Rádio? Muitos só escutam, ou veem distraidamente, enquanto executam uma tarefa doméstica, fazem uma refeição, mexem no computador ou celular (em nossa sociedade multi telas).

Entretanto, contudo, todavia, a inserção tem vantagem de ser um punch: como o comercial de um produto, pega o ouvinte ou espectador de surpresa, no intervalo da programação, podendo lhe transmitir uma mensagem curta, direta e impactante.

Nesse contexto, quem saí em vantagem na eleição ao Palácio Paiaguás é o Republicanos, Otaviano Pivetta. Ao longo do primeiro turno, hoje 28, até o dia 1° de outubro, o atual governador aparecerá em 467 inserções de 30 segundos (uma média de 13 a 14 por dia de exibição do horário eleitoral).

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Horário Eleitoral ainda faz diferença para decidir o voto?

O Horário Eleitoral começa em meio a um ambiente digital cada vez mais desgastado. Informações falsas, robôs e sequências de ataques e xingamentos nas redes levantam uma questão que ganha força entre marqueteiros e especialistas em eleição: até onde essas plataformas ainda conseguem influenciar a disputa pelo Palácio Paiaguás?

Para o estrategista político Alex Rabelo, parte do eleitorado está cansado do ambiente polarizado nas redes. Isso abre espaço para o Rádio e a TV, sobretudo para as inserções de poucos segundos que aparecem ao longo da programação e alcançam público que não costuma dar muita atenção ao que é tendência nas plataformas.

Isso não significa que o digital vá perder a importância: o dinheiro continuará chegando. As campanhas ainda terão de disputar espaço nos sites de busca, conquistar audiência para transmissão ao vivo programação conteúdo próprio.

Massss…, se o eleitor estiver realmente saturado do confronto permanente nas redes, concentrar boa parte da estratégia nesse ambiente corre o risco de se tornar um problema, sem tempo de correção de rumo. Afinal vamos as urnas daqui 37 dias.

Nesse cenário, o TIKTOK merece atenção. Em 2026, a plataforma tem chances de assumir um papel parecido com o WhatsApp teve em 2018. Naquela eleição, quem percebeu mais cedo o potencial do aplicativo conseguiu explorar uma ferramenta que ainda era pouco utilizada pelas campanhas.

Agora, conversa com assessores de candidatos que atuam na Terra de Rondon, indicam que o TIKTOK estará entre os principais campos de disputa, já que é cada vez mais visto como fonte de informações por públicos de diferentes idades.

Outro ponto também que está no radar das campanhas é como tratar a corrupção. A tendência é que os candidatos evitem sempre que possível, partir para ataques diretos aos adversários.

Esse papel deve ser exercido por influenciadores e parlamentares aliados, deixando os candidatos ao Palácio Paiaguás menos expostos ao confronto.

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Quer saber o motivo? Tá bom, o Boteco da Alameda, responde…a estratégia ganha importância diante de dois assuntos que ameaçam o discurso de duas principais campanhas ao Palácio Paiaguás: os desdobramentos dos casos da recente Operação da Policia Federal (PF) e das emendas para os municípios da terra de Rondon.

Os dois temas tem potencial para entrar no discurso eleitoral e devem exigir dos marqueteiros uma escolha cuidadosa sobre o momento e o porta voz de cada ataque.

Afinal o que os senhores e senhoras desejam nestes últimos dias de campanha eleitoral é atrair a atenção e o voto do eleitor. Porém, a forma, no entanto, deve ser bem diferente das eleições anteriores.

Se liga: as respostas começarão a chegar a partir da semana que vem.

Eleitores indecisos

É necessário separar indecisos de eleitores que declararam branco, nulo ou nenhuma opção. O primeiro grupo ainda não escolheu ou prefere não revelar. O segundo manifesta rejeição aos nomes disponíveis, embora possa mudar.

Por isso, esses percentuais não constituem um estoque automaticamente transferível a qualquer candidatura.

Até o primeiro domingo de outubro, dia 4, debates, propaganda eleitoral, desempenho econômico, propostas para problemas concretos, apoios, crises, denúncias e erros de campanha podem reorganizar preferências.

Conversas com familiares e amigos também pesam para quem acompanha pouco a disputa.

No ano atual, o eleitor independente dificilmente apaga sozinho vantagens amplas, mas pode retirar votos suficientes para provocar segundo turno, decidir quem avançará e definir a segunda cadeira de Mato Grosso na Casa Alta.

O Boteco vai falar

Há uma parcela do eleitorado que não se considera Pivetta, Wellton ou ligada a qualquer grupo e ainda não sabe em quem votar.

Esses eleitores independente e indecisos não forma necessariamente um bloco com ideias comuns. Reúne pessoas desinteressadas, pouco informado sobre os candidatos, insatisfeitos com as opções ou dispostos a decidir somente depois de debates, propaganda, propostas e acontecimentos da campanha.

Na disputa eleitoral, conhecer candidatos exige esforço adicional e maior consumo de informações.

Quando vê a lista o eleitor identifica figuras conhecidas e escolhe por lembrança ou rejeição.

Mas isso não quer dizer que é um voto consolidado. Os números devem mudar ao longo da campanha.

Segue o fluxo!

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