ORQUESTRA DESAFINADA DO GRUPO DE "OPOSIÇÃO"
Jogo político: deixar sangrar a gestão de Mauro é a aposta da “oposição”
O Boteco da Alameda informaaaa: o jogo político maquiavélico de alguns parlamentares mato-grossenses que tem como intenção “sangrar” a administração do “Homem de Ferro”, o governador unista Mauro Mendes Ferreira, já está sendo colocada em prática, conforme alertado pela equipe de reportagem do Blog do Valdemir.
A “orquestra” está afinada apenas entre os “descontentes“, os “raivosos”, os “murdidos”, os “zangados”, mas bem desafinada perante a população da Terra de Rondon, que é a mais importante de todo o conjunto.
Acham-se o suprassumo da sapiência e acreditam que nos 36 meses de administração poderão ser comparadas com os anos de Silval da Cunha Barbosa e Zé Pedro Taques. Que por sinal…, administração “PIFIA”.
Agora, essa orquestra desafinada tenta dar o tom na acusação dos projetos do Executivo Estadual. São apenas falácias dos desesperados que desejam infelicitarem nosso querido e quente Estado de Mato Grosso, com suas ideologias de “quanto pior melhor”.
É preciso entender, hoje, o governo estadual tem a confiança do povo. Só isso. Segue o fluxo!

Quando chegaram ao parlamento estadual, alguns deputados pareciam disposto a encarnar o papel de líder da “oposição”. O governador unista Mauro Mendes, o nosso “Homem de Ferro”, reuniu-se com a bancada na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), e pontos importantes dos projetos do Executivo Estadual foram aprovados.
Mauro Mendes refez sua estratégia, foi modulando a ação e o discurso para escapar do isolamento dos “descontentes”, dos “raivosos”, dos “murdidos”, dos “zangados”, e ter tranquilidade na sua administração.
Agora, chegou o momento em que, Mauro Mendes deverá passar o seu segundo mandato debelando crises. A base está dividida ao meio pelo anseio de se viabilizarem candidatos para os pleitos de 2024 e do pragmatismo de alguns que se colocam como líder da “oposição”.
E as manobras de bastidores, aumentam o “poder” político. O que está em causa hoje não é só a manutenção de alguns, mas a própria eleição de 2024. E o resultado é o mais duro golpe que a gente pode imaginar.
Dá para dizer que as balizas que vem sendo decididos é o que vai acontecer em 2024. E a situação é de guerra no campo da centro-direita. Há uma divisão que não é só uma divisão, é uma cisão que se tornará incontornável, irretrocedível.
A base do governador Mauro Mendes está rachada no meio. Uma metade quer construir um polo para a eleição de 2024 que organiza o alto clero da Assembleia Legislativa Mato-grossense e se liga a ele. A outra parte pensa que, se ficar pendurada ao governo Mauro e alto clero na “MARAVILHOSA” Casa de Leis, não tem chance eleitoral em 2026.
Se percebe que não há um cálculo ideológico desse segundo grupo, porque as pesquisas apontam que a popularidade de Mauro Mendes é relevante. É um cálculo eleitoral que não estão analisando.
Assim sendo, temos o líder do União Brasil (UB), no Estado de Mato Grosso, Mauro Mendes, no primeiro grupo e os “descontentes”, os “raivosos”, os “zangados”, os “murdidos” no outro, e não há mais acordo.
Eles jogam da seguinte forma: enquanto Mauro Mendes estiver vivo politicamente há uma disputa entre ambos pela candidatura governamental. A partir do momento que Mauro é ferido em sua administração, os descontentes acham que irá ganhar por W.O.
Entretanto, contudo, todavia, o jogo não vai ser fácil. O que os “descontentes”, os “raivosos”, os “zangados”, os “murdidos” fizeram? Eles grudaram no governo Mauro e grudou na base.
O que estamos vendo agora é uma tentativa de construir um novo polo em plano estadual, juntar esses descontentes com uma parte do PSD e a Federação Brasil da Esperança. Por que isso interessa aos descontentes? Para os descontentes defender o Mauro é defender a si mesmo. E o mesmo vale para a maioria dos políticos com mandato parlamentar. Quando votam sim, nos projetos do Executivo Estadual, os parlamentares estão fazendo uma autodefesa.
Como alguns já não tem o Governo do Estado ao seu lado, eles precisam dos “descontentes”, dos “raivosos”, dos “zangados”, dos “murdidos” para compensar, para ter algo para oferecer para esse grupo que eles estão formando.
Qual a vantagem? Estar grudado no governo estadual significa uma vantagem enorme. Se por um lado tem que carregar um governo popular, por outro você tem cargo e recursos, tem a máquina. E ter boas condições de campanha é essencial para se reeleger e conseguir se manter em evidência na política mato-grossense.
Jogando a carapuça para o alto: ou se apresente como algo diferente do que está aí ou não terá chance na eleição municipal. É essa a guerra.
E tem mais: não há espaço para dois anseios.
E também não há um Plano C (entendeu plano C).
Criaram um apêndice para si, um anexo que era o União Brasil (UB). Mas veja as manobras dos “descontentes”, dos “raivosos”, dos “zangados”, dos “murdidos”. Esvazia a base e faz com que os parlamentares migrem para o PSD, reforçando a “oposição”. Então é um ataque especulativo fortíssimo.
Ou seja, alguém perdeu a briga dentro do União Brasil (UB), o PSD é a alternativa para ele, pode ficar muito reduzido. Ao mesmo tempo líderes políticos aproveitam a posição estratégica que eles têm e negociam com o “Homem de Ferro”, o governador Mauro Mendes.
Do Blog do Valdemir
O “Homem de Ferro“ não gosta de ser pressionado.
Política
Engrenagens “Proporcionais” e “Majoritárias” definem a ocupação de 1.626 cadeiras Legislativas em 2026
O sistema eleitoral brasileiro se prepara para movimentar a estrutura política do país no pleito de 2026, quando os eleitores escolherão os ocupantes de 1.626 vagas legislativas nas esferas federal, estadual e distrital. A renovação engloba representações na Câmara dos Deputados, no Senado Federal, nas Assembleias Legislativas dos Estados e na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Esse processo complexo reorganiza as forças partidárias e redefine as bancadas que atuarão na formulação de leis e na fiscalização do Poder Executivo ao longo dos próximos anos.
A disputa abrange a totalidade das vagas para a Câmara dos Deputados e para as casas legislativas regionais, além da renovação de dois terços do Senado Federal. No plano federal, 513 parlamentares buscarão um mandato de quatro anos, enquanto nas instâncias estaduais e distrital estarão em jogo 1.035 vagas para deputados estaduais e 24 para deputados distritais, perfazendo 1.059 cadeiras regionais. Concomitantemente, a eleição senatorial definirá 54 novos representantes, garantindo a renovação de duas das três vagas pertencentes a cada unidade da Federação.
O processo de votação e apuração ocorrerá em todo o território nacional durante o pleito geral agendado para o ano de 2026. Todos os estados brasileiros e o Distrito Federal participarão simultaneamente da escolha de seus representantes federais e locais. Os eleitores comparecerão às urnas para depositar seus votos em uma única jornada eleitoral, definindo as lideranças que assumirão seus respectivos cargos no início da legislatura subsequente.

A motivação central dessa mobilização institucional cumpre a determinação constitucional de alternância periódica do “PODER” e de renovação representativa. A eleição legislativa permite que a sociedade atualize a composição das Casas de Leis de acordo com as correntes de pensamento e os anseios políticos contemporâneos. A distribuição de mandatos reflete diretamente as mudanças na preferência do eleitorado, moldando as maiorias e minorias parlamentares necessárias para a governabilidade.
O preenchimento dessas vagas não obedece a um critério único de votação, visto que a legislação eleitoral brasileira adota simultaneamente dois modelos distintos: o proporcional e o majoritário.
Enquanto os senadores são eleitos por votação majoritária simples na qual vencem os candidatos mais votados em cada estado, os deputados federais, estaduais e distritais dependem do sistema proporcional. Essa dualidade exige estratégias partidárias bem estruturadas para a captação de votos em diferentes frentes.
No sistema proporcional aplicável aos deputados, não é possível prever uma quantidade exata de votos necessários para assegurar uma cadeira antes da apuração final. O cálculo depende primordialmente do quociente eleitoral, obtido pela divisão do total de votos válidos pelo número de vagas disponíveis na circunscrição. Em seguida, estabelece-se o quociente partidário, que distribui as vagas entre os partidos e as federações com base no somatório das votações nominais de seus candidatos e dos votos de legenda.

Pouca renovação em MT
Os impactos das regras eleitorais refletem-se intensamente nas articulações locais, como se observa nas projeções para a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT). O presidente da Casa de Leis mato-grossense e dirigente regional do Podemos, deputado estadual pelo Podemos, Max Russi, projeta uma taxa de renovação parlamentar entre 5 e 10 cadeiras na próxima Legislatura. A estimativa cautelosa busca equilibrar as expectativas dos atuais mandatários que tentarão a reeleição e dos novos postulantes ao cargo.
O dinamismo das campanhas antecipadas demonstra que as lideranças políticas já atuam nos bastidores para consolidar bases de apoio com vistas ao pleito. Nos bastidores políticos estaduais, observadores apontam que as articulações conduzidas por dirigentes como Max Russi visam não apenas à manutenção da vaga na Assembleia Legislativa Mato-grossense, mas também à construção de governabilidade futura e à permanência no comando do Poder Legislativo regional após a consolidação das urnas.
A indefinição sobre o número exato de votos necessários para a eleição proporcional impõe às legendas a necessidade de formar chapas competitivas e coesas. Como a soma dos votos de todos os candidatos do partido determina o número total de cadeiras obtidas pela agremiação, o desempenho individual de cada concorrente contribui diretamente para o sucesso coletivo da legenda ou da Federação Partidária, impedindo garantias prévias de vitória.
Diante desse cenário complexo, as eleições de 2026 reafirmam o papel central das regras matemáticas e regimentais na consolidação da democracia brasileira. A combinação entre a escolha direta de senadores e o cálculo proporcional para deputados garante uma representação heterogênea nas Casas Legislativas, refletindo as dinâmicas locais e nacionais que conduzirão os rumos políticos, econômicos e sociais do país pelos anos seguintes.
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