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UMA GRANDE FISSURA NO UB DE DIFÍCIL REPARAÇÃO

“Eu vou para o quebra coco”; “Capitão Jaymão” realmente vai endurecer o jogo!

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Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, estamos em mais um início de semana! E, o núcleo duro do Boteco da Alameda vai iniciar a semana, que homenageia o Patrono de Telecomunicação, o levergense e mimoseano, Cândido Mariano da Silva Rondon, o “Marechal Rondon”, que andou por este “QUERIDO”, “LINDO”, e “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso.

Segue o fluxo, porque na Terra de Rondon existe um ditado que diz o seguinte, “o último será o primeiro“, como também, “aquele que for humilhado será exaltado“, embora estamos de ditado bíblicos, massss…, aqui no cenário político, tende de ser semelhantes a isso A, B e C, esteja com maior índice de rejeição, que não pode ser eleito.

Lá vem o guri refestelado da Guarita, querendo fazer intriga, saí daí guri“.

O núcleo duro do Boteco da Alameda, já conhece os jogadores do xadrez político mato-grossense de mamando a cutucando, então é difícil errar os apontamentos aqui colocados, ah… o núcleo duro, também conhece o jogo dos atores que atuam no “Comitê da Maldade”, mas será?

Vamos que vamos, eitaaa lasqueiraaa!

Em menos de dois anos, estamos acompanhando uma novela com o mesmo roteiro e com os mesmos atores, agora estamos vendo que nem “Sassá Mutema”, pode salvar a “pátria”, de quem dizia ser patriota, com o “coração vermelho”, ardendo em chamas, aparecia em pesquisa com um ar de suspeita, de liderança absoluta, mas…

Mas digamos que, é bom lembrar que existiam candidato abraçado pelo Homem de Ferro, inclusive esteve votando juntos, neste dia ele estava de “bambolê”, nos pés (dizer cuiabano para esteve de chinelo de dedo), cantando vitória, mas no final teve que pegar um “coletivo” para voltar pra casa, pois nem para o segundo foi, surpresa? Digamos que foram “votos virados”, os de última hora.

“As pesquisas são 100% confiáveis”? Bem, o Boteco da Alameda vai responder: “as pesquisas são confiáveis, desde que não haja ‘intermediação’ nos resultados”, que isso pode pesar e muito na reta final.

Vamos relembrar: os principais nomes que apareceram nas eleições para Prefeito de Capital, “Kuririn”, personagem do desenho Dragon Ball, “Dr. Flitz”, médico espiritual Kardecista, e o “Bobo da Corte”, nem vamos entrar no mérito né.

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Continuando… agora pega a primeira: “entender é diferente saber”, por isso caros frequentadores do Boteco da Alameda, antes de pedir o prato, consulte o cardápio para entender o que vocês vão querer degustar se é aquele velho e delicioso pirão de pacu-peva ou si é sardinha enlatada com macarrão.

Nesta eleição o mesmo roteiro, só muda os personagens. Tem o mais rejeitado, mas não renegado. Tem o que já está cantando vitória, sem nem passar pela convenção e o sonhador andando de braços, com a “luz dos meus olhos”, a máquina…

Dia 5 de maio, dia de “Marechal Rondon”, será que o tuiuiú pantaneiro vai conseguir “bisbilhotar” alguma coisa lá em Mimoso, a Terra de Rondon?

Enquanto isso…

As peças no tabuleiro político eleitoral mato-grossense, uma coisa é certa: o jogo será decidido no dia 15 de agosto.

As ações e especulações atuais são apenas um processo que deve se intensificar nos próximos 60 dias.

Prestem muita atenção: o sinal vermelho será ligado, e muitos atores relevantes para o cenário político vão emergir ou se reinventar, e não é sugerido que figuras antes desacreditadas voltem ao palco com novas estratégias.

O tempo é um fator decisivo e, como em qualquer partida de xadrez, quem tiver a seu favor terá uma vantagem significativa.

Enquanto isso, sigamos atentos, pois muita água vai rolar debaixo da ponte do nosso querido Rio Cuiabá.

Como o internauta do Blog do Valdemir avalia o cenário político em Mato Grosso versão 2026?

Bom…, as especulações tomam conta dos debates, refletindo visões que variam de acordo com a ideologia política de cada interlocutor, seja ele de direita, centro ou de esquerda.

Enquanto uns tentam puxar “a sardinha para o seu lado”, com argumentos emocionais que favorecem suas preferências partidárias/ideológicas, outro se esforça para traçar um paralelo com a situação de 28 anos atrás, quando antigos caciques aplicaram uma aliança que nada resultou, liga o sinal: Júlio Campos e Carlos Bezerra, então oponentes, se uniram na chapa contra Dante de Oliveira, que tentava se reeleger. Moral do desfecho da eleição de 1888: Bezerra saiu vencedor e Júlio derrotado, mesmo sendo o favorito.

Pegou a visão ou quer que desenhe? O CONTEXTO ATUAL NÃO É DIFERENTE.

O “SINAL FECHOU” e o Boteco da Alameda alertou para os navegantes: nomes que, até pouco tempo, eram considerados “cartas fora do baralho” podem surpreender e voltar ao jogo com força.

A política tem suas reviravoltas, e o cenário na Terra de Rondon não é exceção.

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A famosa frase do político mineiro Magalhães Pinto continua sendo uma metáfora precisa para descrever o ambiente político local:

A política é igual a uma nuvem. Você olha está de um jeito. Olha de novo e já mudou“.

As conversas sobre alianças e possíveis candidatos se intensificam a cada dia, refletindo um cenário incerto.

Enquanto alguns políticos trabalham para fortalecer suas bases, outros se movimentam nos bastidores, articulando alianças e conversando com lideranças de diferentes espectros.

A possibilidade de resgatar “velhas alianças” ou de construir “novas frentes políticas” é um tema constante, mas, até agora, nada perece estar definitivamente fechado.

O Boteco vai falar

O Capitão Jaymão tá que tá, e o moço de Vadjú continua mandando seu recado:

Não tem prêmio de consolo, coisa alguma. Eu vou para o quebra coco“.

Eitaaa lasqueiraaa! Jayme Campos vai realmente endurecer o jogo? Ele afirma que não pretende recuar, menos que seja derrotado internamente na Convenção Partidária.

Eu vou para o pau e vou ganhar a eleição… Vou abrir a caixa de ferramentas. Falar a verdade para o povo do Mato Grosso o que está acontecendo nesse estado“.

Eitaaa, é prá acabar mesmo! “Só sei que nada sei“.

E, para finalizar pega aí: independente do resultado, com ou sem convenção o União Brasil (UB) do meu “QUERIDO”, “LINDO”, e “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso está rachado, com uma grande fissura de difícil reparação, o que remete a uma situação ainda mais danosa: as consequências nas eleições de outubro.

Segue o fluxo!

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Política

Uma articulação para unificar a Direita em Mato Grosso

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Em um movimento estratégico que redesenha as pretensões eleitorais no Estado de Mato Grosso, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos), e seu predecessor, Mauro Mendes (UB), reuniram-se com o presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto. O encontro, realizado sob reserva em um escritório de advocacia na capital Cuiabá, teve como objetivo central a costura de uma aliança robusta entre a atual administração estadual e a ala bolsonarista do estado. A proposta apresentada pelos mandatários visa consolidar um bloco governista de direita, capaz de neutralizar fragmentações e garantir hegemonia nas urnas no pleito de 2026.

A proposta levada a Valdemar Costa Neto fundamenta-se em uma permuta de apoios que altera as atuais pré-candidaturas postas no tabuleiro político eleitoral mato-grossense. No epicentro do acordo, o grupo liderado por Pivetta e Mendes comprometeu-se a empenhar esforços para eleger o deputado federal José Medeiros (PL) ao Senado da República. Em contrapartida, a cúpula do PL nacional deveria intervir no cenário mato-grossense para que o senador Wellington Fagundes (PL) abdicasse de sua pré-candidatura ao Governo do Estado, abrindo caminho para a chapa encabeçada por Otaviano Pivetta.

A viabilidade desse rearranjo ganha contornos pragmáticos devido à transição de forças e às afinidades ideológicas demonstradas nos bastidores da política nacional. Otaviano Pivetta, embora pertença ao Republicanos, goza de notória simpatia por parte do ex-presidente Jair Bolsonaro, o que confere ao vice-governador um trunfo diplomático dentro da direita conservadora. Esse alinhamento é reforçado por interlocuções prévias com o senador Flávio Bolsonaro, indicando que a chapa governista busca não apenas um acordo partidário, mas a bênção definitiva do núcleo central do bolsonarismo.

O impacto imediato dessa negociação gerou uma forte onda de resistência interna, personificada na figura do senador Wellington Fagundes. Ao tomar conhecimento do diálogo ocorrido à revelia da sua liderança regional, o senador reagiu com contundência, classificando a manobra como uma tentativa de submeter o Partido Liberal aos interesses do Palácio Paiaguás.

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Para Fagundes, a legenda possui história e autonomia suficientes para não ser tratada como um mero apêndice, ou “puxadinho“, da atual gestão estadual, o que sinaliza uma crise de coordenação entre as bases locais e o comando nacional da sigla.

A justificativa de Fagundes para manter sua candidatura ancora-se em sua performance recente nas pesquisas de intenção de voto, onde ele alega liderar a preferência do eleitorado. Em declarações públicas, o senador sugeriu que a iniciativa de Pivetta e Mendes advém de um suposto receio eleitoral perante sua competitividade nas urnas. Ele defende que o processo democrático exige uma disputa aberta e criticou o que chamou de “política de gabinete“, argumentando que a tentativa de controlar ou extinguir adversários prévios enfraquece a legitimidade da representação política em Mato Grosso.

No aspecto interno da sigla, a tensão é agravada pelo papel desempenhado pelo deputado José Medeiros, apontado como o articulador da reunião entre os líderes governistas e Valdemar Costa Neto. Enquanto Fagundes preza pela candidatura própria ao governo como motor da legenda, Medeiros parece priorizar o projeto de fortalecimento da bancada do PL no Senado, vendo na aliança com o governo uma rota mais segura para sua eleição.

Essa divergência de prioridades revela uma fissura estratégica dentro do próprio Partido Liberal mato-grossense, onde o projeto majoritário estadual colide com as ambições parlamentares federais.

O cronograma de definições partidárias promete novos capítulos nos próximos dias, quando o senador Fagundes deverá se reunir pessoalmente com Valdemar Costa Neto em Brasília. A expectativa é que o comando nacional pondere o peso da lealdade histórica de Fagundes frente ao potencial de unificação oferecido por Pivetta. O desfecho dessa queda de braço determinará se o PL seguirá como protagonista com candidatura própria ou se assumirá o papel de coadjuvante estratégico em uma coalizão mais ampla liderada pelo grupo de Mauro Mendes e seu sucessor natural.

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Historicamente, as composições políticas em Mato Grosso costumam ser pautadas por setores fortes da economia, como o agronegócio, que exercem pressão por estabilidade e alinhamento com Brasília. A oferta do grupo governista inclui, inclusive, a garantia de apoio à reeleição de Fagundes ao Senado em 2030, tentando suavizar a retirada de sua candidatura atual com uma promessa de longevidade política. No entanto, a imposição de decisões “de fora para dentro”, como apontado pelo senador, enfrenta resistência cultural em um estado que valoriza o diálogo com as bases locais antes das deliberações de cúpula.

A análise técnica desse movimento indica que, se concretizada, a aliança poderá isolar candidaturas de oposição, criando um “superbloco” de direita e centro-direita. Por outro lado, o vazamento da reunião secreta e a subsequente irritação de lideranças tradicionais podem provocar o efeito inverso, estimulando dissidências que fragmentariam o apoio conservador.

A inteligência política exigida agora recai sobre Valdemar Costa Neto, que precisará equilibrar a expansão de poder do PL no Senado com a manutenção da harmonia e da força do partido no executivo estadual.

Em conclusão, o tabuleiro eleitoral de Mato Grosso permanece em estado de fluxo, aguardando a síntese entre o pragmatismo das cúpulas e o clamor das bases. A disputa entre a continuidade do modelo atual e a afirmação da identidade partidária do PL definirá não apenas os nomes nas urnas, mas a própria natureza da influência bolsonarista na região. O que se observa, essencialmente, é a luta por controle de narrativa e território, onde cada movimento de peça busca assegurar que o destino do estado seja decidido entre aliados, ainda que sob o custo de tensões internas profundas.

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