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CONTRA DETERMINAÇÃO NACIONAL

“Eu defendo que o partido não tenha candidatura”

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Baleia Rossi (SP), presidente nacional do MDB anunciou no começo de março, que a sigla não iria compor uma “Federação Partidária“, que é uma associação de duas ou mais siglas para atuar de forma unitária por, no mínimo, quatro anos, nas eleições de 2022.

E conforme o líder e cacique do MDB, a pré-candidata do partido à Presidência da República é a Senadora Simone Tebet (MS).

O MDB chegou a iniciar negociações para compor uma “Federação Partidária” com o União Brasil (UB), e o Partido Social da Democracia Brasileira (PSDB). O desejo era de construir uma candidatura alternativa a Jair Messias Bolsonaro e Luiz Inácio “Lula” da Silva já havia sido apresentado pelos três dirigentes dos partidos que defendiam a necessidade de uma “nova força política” capaz de moderar radicalizações.

O presidente nacional do MDB publicou a decisão do partido de não compor uma “Federação Partidária”, e também disse que a deliberação foi comunicada a todos os Senadores, Deputados e Diretórios do partido no país.

Mesmo a sigla sendo comunicada pela direção nacional que o MDB terá um nome a presidência da Republica nesta eleição de 2022, como via, a única parlamentar do MDB na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Janaína Greyce Riva, afirmou que irá fazer campanha e apoiar o presidente Jair Messias Bolsonaro do Partido Liberal (PL) nas eleições deste ano.

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A parlamentar estadual, o seu posicionamento não tem contradição pelo fato da sua defesa pelas pautas feministas e em defesa dos direitos da população LGBTQIA+ na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ela diz que a sua escolha foi pelo “menos pior”.

Como a maioria da população brasileira, eu não estou no que eu gostaria, mas eu estou no que tem hoje como opção e que eu considero menos ruim do que outra opção“.

Dizer que amaria apoiar, queria estar, concordo com tudo, não. Mas o meu voto vai ser pela maior identidade que hoje são com as pautas do Bolsonaro e não com as do ex-presidente Lula“.

A parlamentar cita como exemplo a questão territorial de Mato Grosso. Segundo ela, são pautas mais “pesadas” do que as pautas de “minorias”.

Não que isso não seja importante, mas para o Estado, por exemplo, os impactos das pautas territoriais, de propriedade, invasões, isso pesa muito. Então tem que analisar o que é melhor e mais conveniente. Mas dizer pra você que é algo ideal que eu sonhava em fazer, não“, justificou.

A emedebista também afirmou que a candidatura da Senadora Simone Tebet (MDB) para a presidência traria um prejuízo eleitoral para ela em Mato Grosso, além de acreditar que não existirá uma 3ª via, como o MDB nacional defende.

Eu defendo que o partido não tenha candidatura. Eu não gosto dessa história de mulher ser candidata por ser. Essas candidaturas hoje de uma mulher com pouco voto é o que deu a fama de nós mulheres sermos candidatas laranjas. Então eu não acredito mais em uma 3ª via“, pontuou.

A aproximação de Janaína Riva com o presidente da Republica, Jair Bolsonaro se consolidou com a filiação dele ao Partido Liberal (PL), que tem como presidente no Estado, o seu sogro e Senador da Republica, Wellington Antônio Fagundes.

Janaína Riva está participando de todas as agendas com Fagundes e fazendo discurso em defesa de Jair Bolsonaro. A parlamentar foi madrinha da Parada LGBTQIA+ em Mato Grosso anos atrás.

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Ela se destacou na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), por defender pautas ligadas ao movimento feminista e da diversidade sexual. – (Com Gazeta Digital).

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Política

Em MT: conta que preocupa Wellton e favorece Pivetta

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O embate entre o liberal Wellton Fagundes e o Republicanos, Otaviano Pivetta, pode tornar o primeiro turno mais decisivo do que parece hoje.

Para o estrategista político Alex Rabelo, a possibilidade de uma eleição terminar já na primeira votação não está descartada. Isso não significa, porém, que exista hoje um vencedor provável nessa etapa.

Alex Rabelo, vê forças atuando nas duas direções. O candidato do partido Republicanos, Otaviano Pivetta, pode ter no primeiro turno sua melhor oportunidade de alcançar a maioria necessária.

O atual governador do meu QUERIDO”, “LINDO” e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso, pode crescer entre eleitores que aprovam seu governo, mas não declararam voto nele.

O problema aparece entre os eleitores da médica e candidata ao Governo do Estado pelo PSD, Natasha Slhessarenko. Boa parte dos eleitores de Natasha, rejeita a continuidade do governo de Pivetta.

Quando você olha para os outros candidatos, eles são anti-governo, eles não querem que Pivetta continue, pontuou Alex Rabelo.

Isso reduz o espaço de Otaviano Pivetta para buscar novos votos em eventual segundo turno.

Pivetta melhor agora

O governador Otaviano Pivetta, recupera eleitores perdidos e avançou sobre votos antes distribuídos entre os candidatos.

O cenário não permite apontar quem teria mais chances de encerrar a disputa antecipada.

O Boteco da Alameda, não está dizendo que Pivetta vai ganhar no primeiro turno. O Blog do Valdemir não está dizendo que Wellton vai ganhar no primeiro turno.

A tese é que, com a disputa cada vez mais concentrada e pouco espaço para candidaturas intermediárias, o “VOTO ÚTIL” pode chegar antes do segundo turno e tornar-se a primeira votação mais decisiva do habitual.

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VOTO ÚTIL pode definir as eleições no primeiro turno?

De acordo com o estrategista político Alex Rabelo, o “VOTO ÚTIL” tem o “PODER”, nesta reta final de definir as eleições.

Historicamente, o “VOTO ÚTIL” teve um papel importante, mas de coadjuvante, ajudando mais os candidatos que estavam no segundo lugar.

Na Terra de Rondon, pela primeira vez, o “VOTO ÚTIL” pode ajudar a determinar as eleições em primeiro turno.

O voto útil pode ser uma estratégia utilizada por alguns candidatos para tentar ofuscar outras candidaturas e até implodir candidaturas. Então, por exemplo, quando você ver que tem um candidato que vem em terceiro ou quarto lugar que está crescendo e pode tirar votos daqueles que estão acima. Muitas vezes os que estão acima podem usar desse discurso para fazer com que os outros não cresçam”.

Do ponto de vista do eleitor, o voto útil “é direcionado para aqueles que têm alguma chance de vitória. Muita gente diz assim: ‘Ah, até gosto de tal candidato, tal candidata, mas não vou jogar o voto fora’. E aí acaba escolhendo um outro porque disseram que tem mais chance de ganhar ou porque as pesquisas apontaram que determinado candidato pode ganhar, é a ideia de voto útil”.

Segundo os frequentadores do Boteco da Alameda, o governador Otaviano Pivetta é quem tende a receber a vantagem dos possíveis votos úteis decididos a 18 dias das eleições, já que as pesquisas indicam que falta um percentual menor para que ele consiga vencer em primeiro turno.

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Evolução das intenções de voto

O Instituto Paraná Pesquisas, divulgada no dia 9 de setembro, aponta que a corrida maluca, rumo ao Palácio Paiaguás permanece aberta.

No cenário estimulado, Otaviano Pivetta se consolida com 40,8% das intenções de voto, frente a 30% do liberal Wellton Fagundes e de Natasha 12%. O levantamento mostra um avanço consolidado de Pivetta nas comparações direta entre os dois principais adversários.

Nota de rodapé: evolução das intenções de voto nos últimos 30 dias, Wellton Fagundes recuou cerca de 5 pontos percentuais no cenário estimulado.

Pivetta, oscilou positivamente e Natasha teve um crescimento de 3,3 pontos percentuais, atraindo parcela expressiva do eleitorado feminino.

O Boteco vai falar

Quer saber o que preocupa Wellton e favorece Pivetta nesta reta final de campanha? O eleitor de Mato Grosso, abrir mão de votar no seu candidato preferido e optar por outro para evitar um segundo turno.

Em uma disputa como o que vemos agora, em determinado momento, o eleitor começa a decidir não quem ele quer ganhe, mas quem ele quer que não ganhe.

Então, ele abandona no qual acreditava, mas que percebe que não ganhar, e vota com a expectativa de anular outro candidato.

Com Wellton e Pivetta, liderando as intenções de voto nas últimas pesquisas eleitorais feitas por Institutos de Pesquisas como o MT Dados, Percent, Paraná Pesquisas e Quaest, o apelo crescente pelo “VOTO ÚTIL” tem vindo principalmente dos eleitores Repúblicanos que tentam convencer, por exemplo, o eleitorado de Mato Grosso a mudar de escolha para segundo turno com o candidato bolsonarista não aconteça.

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