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ELEITOR TEM QUE FICAR ATENTO COM AS NOVAS E VELHAS PROMESSAS

Eitaaa Mato Grosso: promessas mirabolantes e demagogia continuam em alta

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Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, como o tempo passa rápido demais e a gente acaba nem percebendo. E faltam penas 131 dias para as eleições gerais de 2026. Esta é a última semana do mês de maio, os termômetros da política se encontram em elevação, até o fim de semana, um curto de baixa atmosférica deve cruzar o Palácio Paiaguás e trazer chuvas aos quatro pré-candidatos. A precipitação deve chegar entre domingo e segunda-feira.

Segue o fluxo, porque lá vem ele, o “Guri refestelado da Guarita“, cutucando os frequentadores do Boteco da Alameda.

Na minha opinião, os frequentadores do Boteco da Alameda que cobrem a política do Palácio Paiaguás e a Casa de Leis, somente deveriam fazer matéria sobre promessas dos atuais pré-candidatos se eles explicassem “COMO” pretendem realizá-los“.

Eitaaa lasqueiraaa! Tudo bem meu pequeno gafanhoto, entendo o motivo da sua preocupação, especialmente porque não existe, “resolver um problema” e sim “trocar um problema de alto valor por outro de menor valor”.

É sabido que cada vez que se atua sobre um problema, geram se outros.

Exemplo: construir todos os hospitais, pontes, estradas, postos de saúde, escolas, viadutos, negociações de leis trabalhistas, mudanças na administração estadual, construir propostas diferentes para Mato Grosso, propostas de habitação popular, o BRT se estender até o Pedra 90, quitar perdas da Revisão Geral Anual (RGA). Ufaaaa!

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Mas…, não será possível fazer tudo isso em quatro anos, como vão prometer os possíveis candidatos.

Pega a visão: o Plano Plurianual (PPA) 2024-2027 com base, que previu R$ 153 bilhões para o quadriênio com base em investimentos.

A Secretária de Estado de Fazenda de Mato Grosso (SEFAZ/MT), disponibilizou até 31 de março de 2026, para a população escolher três áreas prioritárias para receber investimentos em 2027, incluindo Educação, Saúde, Infraestrutura e Segurança Público.

Os recursos federais também andam curtos e sem perspectiva de crescimento, e a capacidade de endividamento está sujeito a limitações ditadas pela crise.

As promessas vão explorar as reivindicações dos servidores públicos, como pagamento do RGA. É um direito adquirido e garantido.

Os professores e demais profissionais da Educação têm direito a ter seus salários aumentados. Atender às reivindicações justas dos servidores, para falar só neles, porque há outros absurdos, porém, depende da existência de recursos e da definição de prioridades.

Se houvesse racionalidade por parte dos candidatos, o que eles deveriam fazer é estabelecer o que consideram prioridades e a fixar nelas dentro da realidade.

Dizer o que é possível fazer em quatro anos e com que recursos. Ou então mostrar qual é a disponibilidade financeiro e deixar que, depois os mato-grossenses decidam o que consideram mais urgente e mais importante.

Afinal…, todos prometem aumentar a participação da população nas decisões e nas definições orçamentárias.

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Nota de rodapé: é comum, em período eleitoral, políticos e candidatos encontrarem soluções milagrosas para os inúmeros problemas que angustiam a população.

Por exemplo, o cidadão ficou oito anos no “PODER”, sem, contudo, conseguir levar água tratada. Agora, com a aproximação das eleições, garante que logo, a situação se será resolvido.

O Boteco vai falar

Mas o eleitor, o que realmente acha de tudo isso?
Estaria ele satisfeito com o que vê e ouve durante as pré e nas campanhas eleitorais?
Será que ele tem tirado algumas lições, ainda que de forma sintética, das reais intenções daqueles que buscam um mandato?
E o retorno prático dos discursos políticos, nessas ocasiões, será correspondido às expectativas do eleitorado?

Esses são apenas algumas das indagações do “Guri refestelado da Guarita”, que precisam desde já, compor o mosaico das preocupações dos que vão as urnas nas eleições deste ano.

O embate eleitoral é próprio do regime democrático, mas é preciso que o eleitor fique atento as propostas dos futuros candidatos, para depois, não dizer que foi enganado.

Nos dias que nos separam do pleito eleitoral 2026, muita bobagem, muita promessa e muito desespero ainda serão testemunhados.

Importa destacar, contudo que o eleitor não é o mesmo de outra. Muitas coisas mudaram. Agora a sociedade sabe muito mais como se mobilizar e exigir o respeito que é próprio dos cidadãos.

Segue o fluxo!

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Política

PL exige fidelidade partidária e homologa chapa em meio a tensões internas

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No Brasil, existe a regra da fidelidade partidária pra candidaturas em eleições proporcionais que abrangem os cargos de deputadas e deputados estaduais, federais e distritais, bem como vereadoras e vereadores. Uma exceção a essa regra é a chamada “Janela Partidária”, período de 30 dias pra que parlamentares possam mudar de partido sem perder o mandato.

Isso acontece seis meses antes das eleições e se consolidou como uma saída pra troca de legenda, após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabelecer que o mandato pertence ao partido, e não à candidatura eleita.

O Partido Liberal (PL) deu início ao processo de consolidação de suas candidaturas em Mato Grosso ao exigir estrito alinhamento ideológico de seus correligionários e alertar contra eventuais infidelidades partidárias nas eleições estaduais. A movimentação visa coibir divergências internas e centralizar o palanque da legenda no estado perante as disputas majoritárias que se aproximam.

A manifestação pública foi conduzida pelo senador e pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), tendo como alvos diretos os prefeitos e lideranças liberais, a exemplo do Prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), que declararam apoio ao pré-candidato adversário Otaviano Pivetta (Republicanos).

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A consolidação política ocorreu publicamente no município de Rondonópolis, epicentro da polêmica partidária, com desdobramentos de alcance regional e repercussão direta no Palácio Paiaguás, sede do Poder Executivo Estadual em Cuiabá, onde se concentram as decisões estratégicas do pleito.

As declarações formais foram prestadas em entrevistas concedidas a emissoras de rádio locais e durante os preparativos finais para a Convenção Estadual da agremiação, consolidando o posicionamento público da sigla antes da oficialização do período de propaganda eleitoral.

O desentendimento partidário emergiu após o anúncio explícito de apoio de mandatários filiados ao Partido Liberal (PL) a nomes da oposição estadual, situação que deflagrou especulações sobre possíveis sanções disciplinares e gerou forte desgaste entre os grupos políticos que compõem a legenda.

A conduta de cobrança de disciplina interna justifica-se pela necessidade estritamente estratégica de preservar a coerência ideológica do partido, assegurar a densidade eleitoral do palanque próprio e garantir o cumprimento do regimento estatutário sobre a fidelidade partidária.

O objetivo precípuo das declarações e dos procedimentos de articulação reside em ratificar a coesão partidária, homologar formalmente a candidatura de Wellington Fagundes ao governo estadual e garantir a unidade das bases municipais durante a campanha oficial.

As divergências internas desencadearam um cenário de elevada tensão política nos bastidores liberais, trazendo à tona a possibilidade de aplicação de penalidades estatutárias aos desalinhados e reacendendo cobranças relativas a repasses e convênios firmados para obras de infraestrutura no interior.

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Em contraponto às pressões por alinhamento, lideranças locais do PL buscam manter autonomia política ao flertar com a candidatura de Otaviano Pivetta, enquanto a direção partidária sustenta que a participação na sigla impõe a obrigação de seguir incondicionalmente as deliberações das convenções oficiais.

Nos próximos passos do calendário eleitoral, o PL realizará sua convenção para oficializar as chapas majoritárias e proporcionais, encaminhando as definições sobre coligações e escolhas de vice-governador para momento posterior, enquanto monitora a conduta de seus filiados.

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