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LIDERANÇAS PULANDO DO BARCO

Eitaaa 2025, um ano de mobilizações para disputa de 2026

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Mal começou o ano de 2025 e os olhos dos frequentadores do núcleo duro do Boteco da Alameda estão voltados para 2026. Como este ano não é um ano eleitoral, os próximos meses serão uma janela para as articulações e fortalecimentos de lideranças e partidos para o ano seguinte.

O ano de 2025 será marcado pela corrida velada entre o Senador unista Jayme Campos e o vice-governador Otaviano Pivetta do partido Republicanos, ambos fortes pré-candidatos para disputar a tão cadeira cobiçada do Palácio Paiaguás em 2026.

Os dois tem condições privilegiadas para um gestor público. Jayme Campos, ao longo de sua carreira política, consolidou os seus trabalhos em todos os municípios na Terra de Rondon.

Otaviano Pivetta, investe na expansão de sua visibilidade política além da Região Metropolitana de Cuiabá. No entanto, para o ano e as eleições de 2025, o desafio será consolidar sua presença no interior do nosso querido Estado de Mato Grosso e articular alianças estratégicas para fortalecer uma possível candidatura ao Palácio Paiaguás.

A sucessão de 2026, exigirá articulação e alinhamento com as forças políticas que irão compor brevemente o governo do unista Mauro Mendes.

Assim sendo, o que tem que acontecer é o diálogo com os partidos da base.

Segue o fluxo!

Cenário político em Mato Grosso

Os deputados estaduais que integram a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) devem viver um ano político bastante agitado, com diversos fatores políticos previstos e outros decorrentes, além dos imprevistos, influenciando fortemente a atuação dos parlamentares.

A reacomodação do quadro partidário com fusões, formação de Federações devem alterar as bancadas fazendo com partidos deixem de existir para a disputa eleitoral do próximo ano e pôr fim a abertura de duas vagas no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT).

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O futuro presidente da MARAVILHOSA” Casa de Leis, o deputado estadual Max Russi (PSB), que toma posse dia 1° de fevereiro, mesmo sem admitir publicamente que será um ano agitado, deu declaração para o Boteco da Alameda, conclamando os deputados estaduais a que a agitação prevista não interfira nos debates em plenário.

Vamos manter a harmonia entre os poderes com o governador, ajudando no desenvolvimento do Estado“, disse Max Russi.

Pega a visão: o cenário político de Mato Grosso pode passar por mudanças significativas com as articulações de fusões e Federações Partidárias.

O movimento, que ocorre em âmbito nacional, já reflete na Terra de Rondon e tem potencial para alterar alianças e disputas locais, especialmente com vistas às eleições de 2026.

Uma das tratativas que mais chama atenção é a possível união entre o Progressista (PP), Repúblicanos e União Brasil (UB). Caso se confirme, essa Federação seria a maior força política no Congresso, com 153 deputados federais e 17 senadores.

Em Mato Grosso, a aliança “uniria” ao menos temporariamente Jayme Campos e Otaviano Pivetta que vão disputar o Palácio Paiaguás.

A reorganização partidária também pode influenciar diretamente as forças políticas já consolidadas em Mato Grosso.

A Federação atual do Partido dos Trabalhadores (PT) com Partido Verde (PV) e PCdoB, está sob ameaça. O PV, cogita deixar o bloco, o que enfraqueceria o PT e aumentaria o desafio para manter a representatividade e alianças.

Outro impacto pode vir da reestruturação do PSDB. Em cenário nacional, o partido analisa duas possibilidades: a fusão com o PSD ou a formação de uma Federação com Solidariedade e Podemos. Caso o PSDB se integre ao PSD.

Além desta fusão, existe ainda uma possibilidade do atual Senador Jayme Campos assumir o comando da fusão PSDB e PSD.

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Essa migração de Jayme Campos, no entanto, pode provocar descontentamento tanto no PSD quanto no entre os membros do PSDB, seja por questões ideológicas ou incompatibilidade nas bases, o que dificultaria os projetos políticos de alguns participantes.

Além disso, existem os partidos que podem se beneficiar caso a reforma promova esse maremoto político, que são o PP, MDB e até mesmo o PSD que pode receber os descontentes e assim podem passar a ter bancadas mais representativas.

E por falar em bancadas representativas, quem poderia antecipar para o Blog do Valdemir quais os partidos que vão em suas fileiras os deputados: Max Russi, Faissal Calil, Juca do Guaraná, Thiago Silva, Fabinho, e Nininho em março de 2026?

Quer ficar por dentro? Então volte aqui terça-feira, neste mesmo espaço. Isso é se o editor não nos mandar embora.

As movimentações refletem a busca por sobrevivência partidária e maior influência nas eleições de 2026.

O modelo de Federações, experimentado pela primeira vez em 2022, obriga os partidos a atuarem como um bloco por quatro anos.

Essas mudanças podem impactar desde a composição das bases do governo municipal até os candidatos para a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) e a Câmara dos Deputados.

Eitaaa lasqueiraaa, na Política Partidária, 2025 promete!

Segue o fluxo!!

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Política

Entre Podemos e Republicanos, Flávia Moretti avalia futuro partidário após crise no PL

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A Prefeita de Várzea Grande, Flávia Petersen Moretti de Araújo, mais conhecida como Flávia Moretti, poderá escolher entre o Podemos e o Republicanos caso deixe o Partido Liberal (PL), segundo informações repassadas por uma fonte próxima à gestora municipal da Cidade Industrial, a definição sobre o futuro partidário da prefeita ganhou força diante da possibilidade de abertura de um processo interno na legenda e de eventual expulsão por divergências políticas relacionadas à sucessão do Governo de Mato Grosso.

A chefe do Executivo Municipal várzea-grandense, Flávia Moretti teria recebido convites de diferentes partidos nos últimos dias, em meio às especulações sobre sua permanência no PL. Neste momento, porém, as conversas estariam concentradas principalmente entre o Podemos e o Republicanos. A movimentação ocorre enquanto a prefeita acompanha os desdobramentos da crise interna e aguarda os próximos encaminhamentos da direção estadual da sigla à qual está filiada.

O impasse teve origem após Flávia Moretti manifestar publicamente apoio à reeleição do governador Otaviano Pivetta, do Republicanos, enquanto o Partido Liberal (PL) trabalha para consolidar a pré-candidatura do senador Wellington Fagundes ao Governo de Mato Grosso. O posicionamento da prefeita foi interpretado pela direção partidária como uma divergência em relação ao projeto político defendido pelo PL para as próximas eleições estaduais.

O presidente estadual do Partido Liberal, Ananias Filho, confirmou que Flávia Moretti e o Prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, serão submetidos a procedimentos internos. De acordo com ele, os filiados que declararam apoio a candidatos de outras legendas serão formalmente notificados e terão prazo para apresentar defesa antes que qualquer decisão definitiva seja tomada pela Executiva Estadual.

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Segundo Ananias Filho, a direção estadual deverá reunir informações sobre a conduta dos prefeitos e instaurar procedimentos para analisar cada caso. Após essa etapa, os processos serão encaminhados a relatores, responsáveis por examinar as circunstâncias, avaliar os argumentos apresentados e ouvir as defesas dos envolvidos, seguindo as regras internas estabelecidas pela legenda.

Concluída a fase de análise, os relatores deverão elaborar pareceres e relatórios sobre os processos. A previsão informada pelo presidente estadual é de que uma decisão seja tomada em um período estimado entre 30 e 60 dias. Além da possibilidade de expulsão, os procedimentos poderão resultar na aplicação de outras medidas disciplinares, conforme a avaliação da executiva partidária.

Ao comentar o processo, Ananias Filho afirmou que a finalidade da apuração é examinar a conduta dos filiados antes da definição de qualquer punição.

Esse procedimento é para analisar a conduta deles e aí o relator faz o relatório. Eu, se fosse relator de algum caso, relatava pela expulsão”, declarou o dirigente, ao demonstrar sua posição pessoal sobre a eventual penalidade.

A crise também já provocou uma saída no interior do Estado. Em Campo Novo do Parecis, o prefeito Edilson Piaia decidiu deixar o Partido Liberal e formalizou o pedido de desfiliação da legenda. O episódio reforça o cenário de tensão provocado pelas divergências entre lideranças municipais e a estratégia eleitoral definida pela direção estadual do partido para a disputa pelo comando de Mato Grosso.

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Uma possível filiação de Flávia Moretti ao Republicanos encontra respaldo em declarações recentes do governador Otaviano Pivetta. O chefe do Executivo Estadual afirmou que prefeitos eventualmente expulsos de seus partidos em razão do apoio à sua candidatura serão recebidos pela legenda caso manifestem interesse em integrar o grupo político, ampliando as alternativas da prefeita em uma eventual saída do PL.

Acho que não há nenhum prefeito precisando de partido, mas os que quiserem serão bem-vindos. Eu vou convidar os bons prefeitos, as boas prefeitas”, declarou Pivetta.

Enquanto o PL conduz os procedimentos internos e a prefeita avalia as possibilidades de permanência ou mudança de legenda, o futuro partidário de Flávia Moretti permanece em aberto, com Podemos e Republicanos despontando, segundo a fonte ouvida, como os principais destinos em discussão.

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