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JOGOU FAROFA NO VENTILADOR

E aí Tião da Zaeli, vai entregar “Caixa 2” e “Fake News” da campanha eleitoral?

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Sábado, 29 de março, lição do dia: não passe na frente dos frequentadores do Boteco da Alameda depois de colocar 1kg de farofa no prato… você escolhe: o conforto do Boteco da Alameda ou a gostosura da farofa. Os dois juntos não.

Isso aplica a basicamente tudo na vida. Mas, quem poderia ligar um ventilador na farofa? Quem gosta de jogar “farofa no ventilador” para ver o “circo pegar fogo” e, depois, mesmo sem provas, fazer de conta de que não aconteceu nada? E agora? Tudo depende da flexibilidade do rabo da lagartixa.

Depende dos diagnósticos superficiais, soluções simplistas, afirmações demagógicas, respostas vazias.

Assim tem sido, de modo geral, o conteúdo dos 90 dias de gestão dos prefeitos e vices eleitos em 2024 na Terra de Rondon.

Tem político habituado a falar muito e dizer pouco ou para os que desconhecem o poder da síntese.

Então, fica mais fácil elaborar frases de efeito e listar promessas e compromissos feitos em campanha eleitoral.

De vez em quando, para impressionar a plateia, encena um dedo em riste ou um tom de voz mais alto.

Parecem que ainda estão em palanques eleitorais. Subestimam a população do Estado de Mato Grosso. O que vai mudar? Nada tudo é contrário do que parece.

Jogou farofa no ventilador e vem dizer que fumou o cachimbo da paz? Vem dizer que acabou a crise? Selou acordo?

Tá de brincadeira né! Isso não faz parte do histórico da vida política do jogador de dama.

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A crise é história para boi dormir ou vão aceitar que dizem? Existem denúncias de irregularidades na campanha eleitoral. O próprio vice-prefeito Tião da Zaeli (PL), se delatou ao afirmar que teve “Caixa 2” e “Fake News” na campanha de Flavia Moretti (PL). Isso tem que ser investigado.

O vice-prefeito Tião da Zaeli, precisa explicar esse escândalo, de fazer campanha com dinheiro que não estava na prestação de contas, já que as práticas violam o Artigo 350 do Código Eleitoral, que trata da omissão de informações na prestação de contas, e o Artigo 323, sobre a investigação de notícias falsas.

Código Eleitoral

No ano de 2021, a Lei N° 14.192/21 alterou alguns dispositivos do Código Eleitoral para criminalizar a conduta de divulgação de Fake News durante o período de campanha eleitoral.

Assim sendo, o Artigo 323 do Código Eleitoral estabelece: divulgar, na propaganda eleitoral, ou durante período de campanha eleitoral, fatos que sabe inverídicas em relação a partidos ou a candidatos e capazes de exercer influência perante o eleitorado. Pena: detenção de dois meses a um ano, ou pagamento de 120 a 150 dias e multa.

Caixa 2”, o que é? O Caixa 2 ocorre quando uma quantia de dinheiro é desviada, ou seja, não contabiliza e muito menos declarada aos órgãos de fiscalização.

Deixar de declarar um valor, ou declarar uma quantia menor é crime de sonegação fiscal, previsto na Lei 137/1990. A pena de reclusão de dois a cinco anos e multa.

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No Código Eleitoral o crime de Caixa 2 no Artigo 350, definido como a falsificação ou omissão de informações em documentos, incluindo aqueles referentes a prestação de contas para fins eleitorais.

O uso deste dinheiro não só configura crime, como também transforma a política cada vez mais corrupta. Além de fraudar a Legislação, o Caixa 2 também frauda o processo eleitoral, já que coloca os concorrentes em chances desiguais de vitória.

Se liga: o Senador unista Jayme Campos, analisou a existência de irregularidades na campanha eleitoral.

O que eu achei muito sério foi o que o próprio vice-prefeito se delatou, dizendo que teve “Caixa 2” e “Fake News” na campanha. Isso precisa ser apurado pelos órgãos competentes. Como é que um cidadão que participou ativamente da campanha agora diz publicamente que houve irregularidades! O Ministério Público tem que investigar“, palavras de Jayme Campos.

E aí? Estas, agora, o nobre vice-prefeito da Cidade Industrial vai tirar de letra? Zaeli levará as denúncias adiante ou tudo não passa de um teatro político?

Vamos esperar dia 31 de março de 2025…”tudo pode acontecer. Até a entrega de “Caixa 2”, “Fake News” durante a campanha… tudo vai ser possível, palavras do vice-prefeito de Várzea Grande, Tião da Zaeli.

Pega a visão: esse chilique em Vadjú terás consequências, afinal, na política quando tudo parece resolvido, sempre há um detalhe que tudo volta à estaca zero.

Segue o fluxo!

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Política

Entre Podemos e Republicanos, Flávia Moretti avalia futuro partidário após crise no PL

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A Prefeita de Várzea Grande, Flávia Petersen Moretti de Araújo, mais conhecida como Flávia Moretti, poderá escolher entre o Podemos e o Republicanos caso deixe o Partido Liberal (PL), segundo informações repassadas por uma fonte próxima à gestora municipal da Cidade Industrial, a definição sobre o futuro partidário da prefeita ganhou força diante da possibilidade de abertura de um processo interno na legenda e de eventual expulsão por divergências políticas relacionadas à sucessão do Governo de Mato Grosso.

A chefe do Executivo Municipal várzea-grandense, Flávia Moretti teria recebido convites de diferentes partidos nos últimos dias, em meio às especulações sobre sua permanência no PL. Neste momento, porém, as conversas estariam concentradas principalmente entre o Podemos e o Republicanos. A movimentação ocorre enquanto a prefeita acompanha os desdobramentos da crise interna e aguarda os próximos encaminhamentos da direção estadual da sigla à qual está filiada.

O impasse teve origem após Flávia Moretti manifestar publicamente apoio à reeleição do governador Otaviano Pivetta, do Republicanos, enquanto o Partido Liberal (PL) trabalha para consolidar a pré-candidatura do senador Wellington Fagundes ao Governo de Mato Grosso. O posicionamento da prefeita foi interpretado pela direção partidária como uma divergência em relação ao projeto político defendido pelo PL para as próximas eleições estaduais.

O presidente estadual do Partido Liberal, Ananias Filho, confirmou que Flávia Moretti e o Prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, serão submetidos a procedimentos internos. De acordo com ele, os filiados que declararam apoio a candidatos de outras legendas serão formalmente notificados e terão prazo para apresentar defesa antes que qualquer decisão definitiva seja tomada pela Executiva Estadual.

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Segundo Ananias Filho, a direção estadual deverá reunir informações sobre a conduta dos prefeitos e instaurar procedimentos para analisar cada caso. Após essa etapa, os processos serão encaminhados a relatores, responsáveis por examinar as circunstâncias, avaliar os argumentos apresentados e ouvir as defesas dos envolvidos, seguindo as regras internas estabelecidas pela legenda.

Concluída a fase de análise, os relatores deverão elaborar pareceres e relatórios sobre os processos. A previsão informada pelo presidente estadual é de que uma decisão seja tomada em um período estimado entre 30 e 60 dias. Além da possibilidade de expulsão, os procedimentos poderão resultar na aplicação de outras medidas disciplinares, conforme a avaliação da executiva partidária.

Ao comentar o processo, Ananias Filho afirmou que a finalidade da apuração é examinar a conduta dos filiados antes da definição de qualquer punição.

Esse procedimento é para analisar a conduta deles e aí o relator faz o relatório. Eu, se fosse relator de algum caso, relatava pela expulsão”, declarou o dirigente, ao demonstrar sua posição pessoal sobre a eventual penalidade.

A crise também já provocou uma saída no interior do Estado. Em Campo Novo do Parecis, o prefeito Edilson Piaia decidiu deixar o Partido Liberal e formalizou o pedido de desfiliação da legenda. O episódio reforça o cenário de tensão provocado pelas divergências entre lideranças municipais e a estratégia eleitoral definida pela direção estadual do partido para a disputa pelo comando de Mato Grosso.

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Uma possível filiação de Flávia Moretti ao Republicanos encontra respaldo em declarações recentes do governador Otaviano Pivetta. O chefe do Executivo Estadual afirmou que prefeitos eventualmente expulsos de seus partidos em razão do apoio à sua candidatura serão recebidos pela legenda caso manifestem interesse em integrar o grupo político, ampliando as alternativas da prefeita em uma eventual saída do PL.

Acho que não há nenhum prefeito precisando de partido, mas os que quiserem serão bem-vindos. Eu vou convidar os bons prefeitos, as boas prefeitas”, declarou Pivetta.

Enquanto o PL conduz os procedimentos internos e a prefeita avalia as possibilidades de permanência ou mudança de legenda, o futuro partidário de Flávia Moretti permanece em aberto, com Podemos e Republicanos despontando, segundo a fonte ouvida, como os principais destinos em discussão.

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