PORALIZAÇÃO E CAUTELA
É a hora de mostrar quem é o “cara” de 2022: Mauro ou Nenel, alguém amarelou
A um ano das Eleições de 2022, a polarização que marcou as últimas disputas ainda é predominante, com o espaço político dominado por Mauro Mendes (DEM) e Emanuel Pinheiro (MDB).
Emanuel
Nenel Pinheiro colocado como “plano A” do MDB, vem demonstrando cautela em assumir a candidatura. O emedebista tem “jogado para plateia” nos últimos meses de que não será candidato.
Diante deste cenário o meu amigo disse que sabe o motivo do “joguinho” de Nenel: o Executivo está atolado em escândalos envolvendo contratos da secretaria Saúde e Educação em sua gestão, que estão sendo investigados pela Polícia Federal e órgãos de controle, são alguns dos pontos que levantam dúvidas a respeito de sua permanência na disputa.
Com estas dúvidas de que o emedebista Emanuel Pinheiro não deve ser o candidato do partido ao Governo do Estado, rapidamente a especulação sobre quem ocupará esse posto tomou forma e volume.
O MDB nega que tenha qualquer preocupação com isso e que no momento não está discutindo eleição.
Mas algumas movimentações nos últimos dias começaram a chamar atenção. Em entrevistas, em pautas na imprensa pelo interior, o comentário é que Mauro Mendes não vai para a reeleição.
Bom…, este editor não acredita nisso, Mendes é candidatíssimo para reeleição em 2022 pelo Partido Democrata (DEM).
O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Lídio Barbosa, o Juca do Guaraná Filho (MDB), defende a candidatura de Nenel Pinheiro e jogou a dúvida sobre o Democrata Mauro Mendes.
“Emanuel tem que encarar. Ele precisa encarar. Trabalho com essa ideia de que o MDB tenha candidatura própria e o nome seja Emanuel. E tem mais a eleição de 2022 pode ocorrer sem Mauro Mendes. Dizem que ele pensa em não ser candidato“, eitaaa… Juca, tá se saindo muito bem, coloca em dúvida a candidatura de Mendes, faz uma boa articulação política e vira pacificador dos problemas dentro do MDB.
Juca disse ainda que Nenel, mostrou potencial ao vencer a reeleição político em 2020 e aponta que apesar do governador Mauro Mendes ser considerado imbatível, caso saia a reeleição ele, assim como o meio político, não se esqueceu o que ocorreu em 2016.
Mauro Mendes o que?
Você quer me dizer que, apesar do governador Mauro Mendes seguir bem avaliado, por méritos próprios. Que Mauro não precisa de Emanuel como adversário, apesar de alcançar esse tamanho em uma disputa eleitoral vai fazer o que aconteceu em 2016?
Eu me lembro que o Palmeiras foi Campeão Brasileiro e que começava a maior rivalidade no futebol entre Palmeiras e Flamengo, mas, o que aconteceu? O que? Mendes amarelou para Emanuel e não disputou a reeleição? É verdade Mauro? Então quer dizer que você e Nenel vão amarelar em 2022?
Então é por isso que os deputados estaduais da base do Governo do Estado ligaram para a equipe de reportagem do Blog do Valdemir lá da cidade de Rondonópolis e disse que;
“Teremos que escolher um nome que possa juntar forças e mobilizar uma candidatura competitiva que vença o pleito em Mato Grosso“, hummm, então tá.
Então quem vencerá a eleição em MT?
Esta é uma pergunta difícil. Nossas preferências e paixões traem nossa lucidez e discernimento. Então apelo a sua razão para pensarmos juntos uma aproximação a esta resposta. A terceira via só tem nomes eleitoralmente frágeis, de baixo enraizamento popular e pouco conhecidos. As duas lideranças que ficam perdendo terreno em não assumir, um com medo de perder o discurso do contra, descobrindo o tamanho que tem (votos), outro com seu tamanho histórico e, portanto, favorito, não descobriu que sua vitória ê o cenário mais provável.
Para Emanuel Pinheiro disputar a Eleição de 2022 só se trocar de partido, desde que consiga um arco de aliança amplo e com lideranças do interior para chegar aos 141 municípios.

Há quem diga que Mauro “está” imbatível porque não surgiu “ainda” uma opção de “terceira via”, coisa que só quem não conhece ou não consegue entender as pesquisas. Então continuamos a pensar: o governador Mauro Mendes e o Prefeito da Capital, Emanuel Pinheiro permanecem com os nomes mais fortes na preferência do eleitorado de modo dificultar a chegada de uma terceira via no cenário.
E para uma candidatura ser viável, precisa ter sintonia com povo, precisa de amplitude de alcance, espelhar o sentimento de mudança, de governo forte na Saúde na Educação. Um governo próximo da população, um governo plural.
Para encerrar: um Blairo de 2002, só daqui a 35 anos, quando o editor do Blog do Valdemir estiver com 108 anos de idade.
Política
Reta final: bombardeio de informação de última hora; efeito manada e o voto útil
Quintouuuu caros amigos e frequentadores do Boteco da Alameda, saibam que os políticos na minha “LINDA”, “QUERIDA”, “QUENTE” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon, estão pulando e não conseguem parar. Será que o eleitor no dia da eleição, também vai pular?
Então se liga caros internautas do Blog do Valdemir, é o Aquecimento do Léo Megga: “pula pra cá, pula pra lá, pula parado só não pare de pular“.
A música é uma referência a uma declaração da senadora, Margareth Buzetti (PP), criticando as constantes trocas de apoio e alianças oportunistas no cenário político na Terra de Rondon.
O Boteco da Alameda, no momento, não vai pular vai, mas…, vai esperar, afinal…
A eleição para o Palácio Paiaguás entrou definitivamente em sua fase mais aguda. A 10 dias do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, o Republicanos, Otaviano Pivetta e o liberal Wellton Fagundes, se consolidaram como dois polos centrais da campanha.
E, considerando as últimas pesquisas de intenção de voto, o atual cenário segue altamente polarizado entre Pivetta e Wellton.
Enquanto algumas pesquisas apontam uma vantagem para Wellton, ainda que não muito acentuado, outras indicam maior vantagem para Otaviano, candidato a reeleição.
Mas…, o fato é que na grande maioria dos levantamentos, os candidatos enfrentam empate técnico ao concorrerem em um segundo turno eleitoral.
Diante disso, o esforço concentrado é para atrair os votos dos candidatos indecisos ou que declararam que podem mudar de voto.

Táticas
Diante disso, neste momento, há dois movimentos simultâneos que precisam ser adotados pelas campanhas de Pivetta e de Wellton: consolidar e mobilizar a própria base e buscar os eleitores que ainda podem mudar de posição.
As campanhas precisam deixar muito claro para o eleitor o que está em jogo e por que aquele candidato deve ser escolhido.
Agora é hora de martelar para que o eleitor consiga gravar as principais bandeiras (dos candidatos) e aumentar essa proximidade com o eleitor.
Na reta final, a campanha que faz um candidato ganhar é uma campanha menos sobre apresentar novidades e mais sobre consolidar a percepção pública.
Não basta ter simpatizantes, é preciso transformar apoio em comparecimento às urnas. Só mesmo tempo, qualquer fato novo ganha um peso maior, porque há pouco tempo para reagir.
Uma declaração mal colocada, uma denúncia, um debate ou uma crise institucional pode ocupar os últimos dias de campanha e mudar completamente o tabuleiro político.
Ponto de vista: a campanha de Otaviano Pivetta, entra na reta final da disputa eleitoral com uma estratégia clara e assertiva: forçar o voto útil, transformando o avanço conquistado nas pesquisas em uma missão concreta para encerrar a corrida para o Palácio Paiaguás, já no dia 4 de outubro.
Por que eleitores mudam de opinião na reta final?
Os eleitores da minha “LINDA”, “QUERIDA”, “QUENTE” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon mudam de voto nos últimos dias antes das eleições, conforme documentos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), impulsionado por voto útil, pressão social e bombardeio de informações de última hora.

Efeito manada e o voto útil
Quando a eleição se aproxima muitos eleitores abandonam o candidato que preferem para votar em quem tem mais chance de vencer ou de impedir a vitória de um adversário.
Esse movimento, chamado de voto útil, ganha força nas últimas semanas porque as pesquisas passam a mostrar com mais clareza quem está na disputa real.
Nota de rodapé: eleitores que declararam intenção de voto em candidatos com menos de 10% nas pesquisas, frequentemente migram para os dois primeiros colocados na última semana.
A lógica é simples, ninguém quer desperdiçar o voto. Esse comportamento se intensifica quando há rejeição elevada a um dos candidatos. Nesses casos, o voto deixa de ser uma escolha positiva e passa a ser uma estratégia de contenção: votar não em quem se admira, mas em quem tem força para derrotar quem se rejeita.

O Boteco vai falar
A última semana de campanha costuma concentrar o maior volume de propaganda eleitorais, debates, notícias e ataques entre candidatos. Esse fluxo intenso de informação atinge eleitores que, até então, acompanhavam a disputa com pouca atenção.
O estrategista político Alex Rabelo, disse que os eleitores de baixo envolvimento, aqueles que não acompanha notícias políticas regularmente, tomam decisões com base em informações recentes e simplificadas.
Um escândalo revelado cinco dias antes da eleição pode ter impacto muito maior do que um debate de 20 dias atrás, simplesmente porque está fresco na memória.
Ao mesmo tempo, campanhas investem recursos financeiros e estratégicos na etapa final, justamente porque sabem que há um contingente expressivo de eleitores ainda sem decisão firme.
Anúncios massivos, ataques coordenados e até “Fake News” são estratégias deliberadas para capturar esses votos de última hora.
Segue o fluxo!
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