VAI SER NA ÚLTIMA HORA
Diego surge como protagonista para ganhar a presidência; situação não se entende entre eles
A eleição da Câmara Municipal de Cuiabá, como costumam ser as disputas Legislativas, sempre se definem nas vésperas, no ultimo dia, nas ultimas horas. Ainda bambeando na indefinição três nomes se colocam como os principais candidatos.
O impasse correligionário divide os parlamentares e confunde a costumeira corrida entre “oposição” e “situação”.
E os últimos dias do ano promete na Câmara Municipal de Cuiabá, não necessariamente no prédio Pascoal Moreira Cabral. Faltando 14 dias para a eleição da Mesa Diretora da Casa, as negociações, que envolvem poder e cargos andam a todo vapor.
Agora chegou o momento de ver quem tem poder de liderança, como se costuma dizer, “quem tem café no bule” para organizar a chapa que agrade a maioria dos parlamentares municipal.
A partir de hoje, a nossa equipe estará acompanhando os bastidores da eleição na Câmara Municipal de Cuiabá.
Então vamos lá:
Depois do acerto para a formação de um nome da bancada de apoio do prefeito, tomada dia 17 de novembro, à época não mereceu muito crédito. E parece que os céticos tinham razão, pois ao menos dois, estão na relação dos três vereadores apontados como pretensos postulantes ao cargo de presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, mesmo que explicitamente não fale de público sobre o caso, por saberem que, em razão da sucessão em 2022, muitas águas vão rolar e com maioria a “oposição” pode ganhar o cargo de presidente da Casa de Leis e pautar o que será votado pelo Legislativo durante o Biênio 2021/2022, e porque não dizer até 2024.
25 vereadores 11 reeleitos
Dos 14 candidatos novatos e dos 11 reeleitos no dia 15 de novembro, 13 votaram no candidato a Prefeito de Cuiabá, Abílio Jacques Brunini Moumer, o polêmico Abílio Junior do Podemos, e outros 12 votaram em Emanuel Pinheiro que venceu de virada e conseguindo junto ao eleitorado 135.871 mil votos, 51,15%.
O protagonista do grupo de “oposição” na Câmara Municipal de Cuiabá deverá ser o vereador reeleito Diego Arruda Vaz Guimarães do Cidadania, vereador mais votado que obteve 4.179 votos e um dos cotados para o cargo de presidência da Câmara Municipal de Cuiabá na 20° Legislatura.
Diego Guimarães obteve o maior número de votos dentre os 25 parlamentares que vão compor a Câmara de Cuiabá pelos próximos 4 anos. E em segundo lugar entre os mais votados figura Marcrean Santos (PP), que obteve 3.729 votos e também foi reeleito.
Só para registro: vereadores eleitos e reeleitos, o grupo da “oposição” formado pelos partidos: Cidadania, Pros, Podemos, DEM, PDT e Solidariedade, estão se alinhando para vencer a eleição.
Neste sábado (19), o grupo vai estar reunido para fazem uma avaliação sobre a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Cuiabá.
Candidato da “oposição”
O vereador Diego Guimarães surge como nome protagonista desde o resultado do pleito eleitoral 2020. Na defesa por uma administração transparente e sob a promessa de fazer uma gestão eficiente, o legislador já conta com 13 apoiadores entre os 25 que compõem o Legislativo cuiabano.
Ao Blog do Valdemir o vereador Diego Guimarães afirma que conta com sua experiência para conquistar a confiança dos colegas da Câmara de Cuiabá e vencer o pleito marcado para o dia 1° de janeiro.
Além disso, o parlamentar do Partido Cidadania se dispõe a trabalhar em diálogo com o prefeito.
“Embora sejam poderes distintos, o Executivo e Legislativo, vamos batalhar juntos para o crescimento de Cuiabá“, disse.
O que era esperado, já que seu nome tá ligado como opositor do prefeito cuiabano o emedebista Emanuel Pinheiro.
Enquanto o grupo de “situação” não se entendem, Diego Guimarães, avança nas negociações. É fato que há apenas uma candidatura da “oposição” o que pode facilitar as articulações.
Candidato da “situação”
A base de Emanuel Pinheiro anda longe de um entendimento quanto ao nome de consenso para disputar a presidência.
A falta de entendimento entre os governistas convictos pode custar a presidência.
Nos bastidores o comentário é que, os vereadores reeleitos Marcrean Santos (PP) e Advair Cabral (PTB), pelas últimas conversas com pessoas mais próximas não querem abrir mão. E ainda tem Renivaldo Nascimento (PSDB).
A salvação é que nas últimas horas, a “oposição” ganhou a adesão do vereador eleito Kassio Coelho do Partido Patriota, que obteve 1.488 votos do eleitorado cuiabano, um dos 14 eleitos pela primeira vez, considerado da oposição, porém, vai se juntar a base que já conta com Juca do Guaraná, Marcrean, Renivaldo e Advair.
Nota da redação
O fim dessa novela só poderá ser dito no dia da eleição. Mas a chance maior é que o favoritismo do vereador Diego Guimarães e com espírito de mudança por parte dos novos integrantes parecem que o parlamentar do Cidadania caminha para ser o novo presidente da Câmara Municipal de Cuiabá.
Enquanto o pleito não ocorre, as trocas de farpas nos bastidores continuarão a movimentar a eleição.
Política
Fator imprevisível pode mudar o destino da sucessão estadual
Já estamos em uma quarta-feira de frio leve, em breve que apareça o sol, e caminhando para mais um final de semana. Caros amigos e frequentadores do Boteco da Alameda, neste ambiente turbulento nos bastidores da política na Terra de Rondon… eis que surge o “Guri refestelado da Guarita”, perguntando, os motivos de nenhum jogador do Cuiabá Esporte Clube foram convocados para a Copa do Mundo? Esse guri não tem jeito.
Depois os frequentadores do Boteco da Alameda vão te explicar meu “pequeno gafanhoto”. Sabe porquê? Estamos a caminho da última das últimas do cenário político do nosso “QUERIDO”, “LINDO”, E “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso e a chapa que esquentou na disputa ao Palácio Paiaguás, fortalecendo assim um novo cenário.
Quer saber? Venha com o Boteco da Alameda e siga o fluxo!
O clima é de guerra…
Silenciosa entre os maiores grupos políticos do Estado: Partido Liberal (PL), União Brasil (UB), e o Podemos, surgem hoje como os três pilares capazes de construir o próximo Governador de Mato Grosso.
São partidos que concentram prefeitos, deputados, senadores, lideranças regionais, estrutura política e influência direta nos maiores colégios eleitorais do Estado.
Entretanto, contudo, todavia, o que era para ser demonstração de força, começa a revelar divisões internas, disputas de vaidade e articulações que podem mudar completamente o cenário da sucessão estadual.

PARTIDO LIBERAL
A sigla conquistou as principais prefeituras do Estado, elegendo gestores em Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Sinop, fortalecendo o projeto da direita em Mato Grosso.
Apesar de liderar as pesquisas na Terra de Rondon, a sigla ainda está longe de demonstrar “UNIÃO” interna para uma disputa majoritária.
Se liga: nos corredores palacianos (Paiaguás e Dante de Oliveira), a aposta é que Wellton Fagundes poderá recuar da disputa. As peças começaram a serem mexidas no tabuleiro político eleitoral mato-grossense.
O que se vê nas últimas movimentações vai pegar muitas pessoas e políticos de surpresa. Wellton quer sobreviver?
Então intensifique as visitas polos, reorganiza o seu time e começa a mostrar que independe do apoio do pré-candidato presidencial.
PS: a presença do jornalista e publicitário João Maria de Medeiros, marqueteiro responsável pelas campanhas vitoriosas de Blairo Maggi em 2002 e na reeleição de 2006 no núcleo político de Wellton Fagundes, será um sinal claro de fortalecimento e profissionalização da sua pré-campanha?
Enquanto Wellton Fagundes cresce por fora, o Partido Liberal (PL) enfrenta turbulências internas.
Bom…, deixa pra lá e vamos caminhar, deixando os sinais: o que deveria ser um movimento de fortalecimento do partido acabou gerando desconforto entre lideranças da própria sigla; o partido tem hoje um nome competitivo ao Palácio Paiaguás, porém… ainda não conseguiu alinhar totalmente seus interesses internos.
Vamos saber do nosso analista político Alex Rabelo, do atual cenário vivenciado pelos bolsonarista na Terra de Rondon.
“Se mesmo dividido Wellton lidera as pesquisas, imagine se o grupo estivesse totalmente alinhado“.
Eitaaa lasqueiraaa.
União Brasil…
Vive dias de tensão. O que era para ser estabilidade virou confronto interno: O “Capitão Jaymão” e o “Homem de Ferro“.
O Capitão Jaymão trabalha fortemente e acredita que seu nome passara pela Convenção Partidária no dia 4 de agosto, para representar o União Brasil (UB) na cadeira número 1 do Palácio Paiaguás.
Enquanto isso, em qualquer parte da capital de todos os mato-grossenses, o “Homem de Ferro” deixa claro que seu apoio para o Governo do Estado é a do nome do Republicanos, Otaviano Pivetta.
Esse movimento vem girando desconforto dentro do próprio núcleo duro do União Brasil (UB). Hoje, os números de bastidores começam a preocupar líderes dos partidos.
As lideranças, enxergam esse momento como dos mais frágeis da história recente da sigla na Terra de Rondon.
E a conta dessa divisão pode ser pesado: Alguns deputados estaduais atualmente no mandato podem acabar ficando fora da próxima legislatura.
Entre os nomes citados nos corredores do Palácio Dante de Oliveira estão: Dilmar Dal Bosco e o pastor Sebastião Rezende.
No caso de Sebastião Rezende, outro fator passou a preocupar aliados: o distanciamento de pauta da base ligada as Igrejas Madureira, que historicamente caminhava ao lado do deputado. Agora lideranças religiosas começam a construir o projeto do pastor Bira da Econômica, de Primavera do Leste, nome que pode tirar uma fatia importante do eleitorado conservador e evangélico.

Enquanto isso, em qualquer parte da City, o “Homem de Ferro“ coloca aliados estratégicos e lideranças alinhadas ao projeto de Otaviano Pivetta.
Me diz aí Alex Rabelo, qual será o resultado do embate entre os unistas em Mato Grosso?
“Uma divisão entre Jayme Campos e Otaviano Pivetta pode enfraquecer e, abrir espaço para crescimento de adversários“.
Danou se tudo então?
Calma “pequeno gafanhoto”. Neste ambiente turbulento, eis que surge o crescimento silencioso de outra sigla: O Podemos.
Enquanto o Partido Liberal (PL) e União Brasil (UB) vivem conflitos internos, o partido comandado pelo presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Max Russi, o Podemos, cresce de forma organizada, estruturada e sem grandes desgastes públicos.
Hoje, muitos já enxergam o presidente daquela Casa de Leis, como um nome de equilíbrio para uma eleição marcada por guerras políticas antecipadas.
Mesmo afirmando publicamente que seu foco é a reeleição a uma das cadeiras na Assembleia Legislativa Mato-grossense, nos bastidores o discurso é outro.
E como a política muda rapidamente, igual nuvem passageira, ninguém mais descarta essa possibilidade.
Principalmente diante das dificuldades enfrentadas pelo Republicanos, Otaviano Pivetta, para crescer no interior e consolidar sua candidatura.

O Boteco vai falar
Muitos deputados mato-grossenses enxergam em uma eventual ida de Max Russi ao Palácio Paiaguás a oportunidade de abrir espaço para renovação interna e nova composição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).
Mesmo sem assumir oficialmente uma pré-candidatura ao Governo do Estado, Max Russi começa a ser pressionado por lideranças políticas para entrar definitivamente no jogo majoritário.
Nota de rodapé: talvez seja justamente o fator mais imprevisível da eleição de 2026: os grupos começaram a guerra cedo demais…e isso… pode mudar completamente o destino da sucessão estadual.
Uma coisa é certa: isso tudo é apenas o começo.
O final…, bom…, o final vai ser muito interessante. Aguardem.
Segue o fluxo!
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