Política
Com gestão transparente, Francis transformou Cáceres
Depois de anos de administrações conturbadas, de prefeito afastado e cassado, a cidade de Cáceres hoje vive um novo tempo.
O prefeito de Caceres (225 km a Oeste), Francis Maris Cruz atualmente sem partido, mais que possivelmente ele estará junto com o governador Pedro Taques no PSDB, assumiu uma prefeitura destruída e sem a menor condição tocar e querer fazer um bom trabalho para a população cacerense, depois de estar a frente da prefeitura de Cáceres em apenas um ano arrumando a casa com muita luta e perseguições politicas, hoje o prefeito Francis está colhendo os frutos de seu trabalho e conseguiu colocar Cáceres de novo nos trilhos do crescimento.
A cidade vive hoje um novo ar, ruas recapeadas postos de saúdes com médicos, e remédios, a população que antes o criticavam durante um ano a frente da prefeitura que passou arrumando a Casa, hoje já falam que Francis, está sendo um dos melhores prefeitos que Cáceres, já teve nos últimos anos.
Dona Ana, moradora do bairro COHAB NOVA, elogiou a maneira e a postura como o prefeito vem trabalhando em prol da cidade e dos moradores, "No começo a gente não via trabalho, estava tudo parado, sem remédios nos posto de Saúde, o nosso Pronto Socorro sem atendimento, mas ele sempre falava que estava passando Cáceres a limpo para depois começar os trabalhos, e foi isso que aconteceu valeu à pena esperar". Disse a moradora Dona Ana.
Em entrevista ao Blog do Valdemir, o prefeito Francis, falou um pouco sobre os feitos da sua gestão nos últimos três anos entre elas foi ter conseguindo colocar as contas do poder Executivo em dias, e voltar ter credito com os fornecedores, o que já vinha acontecendo em administrações passadas.
"Pegamos uma prefeitura no chão, secretarias sem computadores, sem estrutura nenhuma para tocar elas, e o mais grave de todos, pegamos a gestão sem nenhum documento das licitações que foram feitas ou em andamento, sofremos uma operação no começo da nossa administração que prenderam os poucos computadores que tínhamos em funcionamento, e assim nos ficamos totalmente engessado de vez na nossa administração, mas depois de passado os problemas internos conseguimos destravar a nossa gestão, e começar a fazer um trabalho bom pela nossa cidade e população, quando a ZPE, estiver realmente funcionando nossa cidade vai dar um grande salto, e acreditamos que vamos nos tornar uma das maiores economia do estado de MT". Disse o prefeito Francis.
Cáceres, hoje conta com apenas um deputado estadual, Dr. Leonardo Albuquerque, do PDT mas que já esta de malas prontas para o PSD de Carlos Favaro, que teve 65% dos votos validos na cidade, se tornando historicamente, o deputado mais votado da história da cidade, mas até agora não mostrou a que veio frustrando assim os mais de 27 mil eleitores que confiram nele.
E segundo o próprio prefeito Francis Maris sua candidatura à reeleição em Cáceres vai depender da população se esta de acordo ou aprovou a sua administração, e nos próximos dias vai ser realizada uma pesquisa de opinião pública para avaliar sua administração. Caso seja aprovado pela população ele estará juntamente com o partido em que for filiado como candidato a reeleição, caso seja reprovado pela opinião pública vai ficar fora do pleito eleitoral de 2016 na cidade de Cáceres.
Política
Uma articulação para unificar a Direita em Mato Grosso
Em um movimento estratégico que redesenha as pretensões eleitorais no Estado de Mato Grosso, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos), e seu predecessor, Mauro Mendes (UB), reuniram-se com o presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto. O encontro, realizado sob reserva em um escritório de advocacia na capital Cuiabá, teve como objetivo central a costura de uma aliança robusta entre a atual administração estadual e a ala bolsonarista do estado. A proposta apresentada pelos mandatários visa consolidar um bloco governista de direita, capaz de neutralizar fragmentações e garantir hegemonia nas urnas no pleito de 2026.
A proposta levada a Valdemar Costa Neto fundamenta-se em uma permuta de apoios que altera as atuais pré-candidaturas postas no tabuleiro político eleitoral mato-grossense. No epicentro do acordo, o grupo liderado por Pivetta e Mendes comprometeu-se a empenhar esforços para eleger o deputado federal José Medeiros (PL) ao Senado da República. Em contrapartida, a cúpula do PL nacional deveria intervir no cenário mato-grossense para que o senador Wellington Fagundes (PL) abdicasse de sua pré-candidatura ao Governo do Estado, abrindo caminho para a chapa encabeçada por Otaviano Pivetta.
A viabilidade desse rearranjo ganha contornos pragmáticos devido à transição de forças e às afinidades ideológicas demonstradas nos bastidores da política nacional. Otaviano Pivetta, embora pertença ao Republicanos, goza de notória simpatia por parte do ex-presidente Jair Bolsonaro, o que confere ao vice-governador um trunfo diplomático dentro da direita conservadora. Esse alinhamento é reforçado por interlocuções prévias com o senador Flávio Bolsonaro, indicando que a chapa governista busca não apenas um acordo partidário, mas a bênção definitiva do núcleo central do bolsonarismo.
O impacto imediato dessa negociação gerou uma forte onda de resistência interna, personificada na figura do senador Wellington Fagundes. Ao tomar conhecimento do diálogo ocorrido à revelia da sua liderança regional, o senador reagiu com contundência, classificando a manobra como uma tentativa de submeter o Partido Liberal aos interesses do Palácio Paiaguás.
Para Fagundes, a legenda possui história e autonomia suficientes para não ser tratada como um mero apêndice, ou “puxadinho“, da atual gestão estadual, o que sinaliza uma crise de coordenação entre as bases locais e o comando nacional da sigla.
A justificativa de Fagundes para manter sua candidatura ancora-se em sua performance recente nas pesquisas de intenção de voto, onde ele alega liderar a preferência do eleitorado. Em declarações públicas, o senador sugeriu que a iniciativa de Pivetta e Mendes advém de um suposto receio eleitoral perante sua competitividade nas urnas. Ele defende que o processo democrático exige uma disputa aberta e criticou o que chamou de “política de gabinete“, argumentando que a tentativa de controlar ou extinguir adversários prévios enfraquece a legitimidade da representação política em Mato Grosso.
No aspecto interno da sigla, a tensão é agravada pelo papel desempenhado pelo deputado José Medeiros, apontado como o articulador da reunião entre os líderes governistas e Valdemar Costa Neto. Enquanto Fagundes preza pela candidatura própria ao governo como motor da legenda, Medeiros parece priorizar o projeto de fortalecimento da bancada do PL no Senado, vendo na aliança com o governo uma rota mais segura para sua eleição.
Essa divergência de prioridades revela uma fissura estratégica dentro do próprio Partido Liberal mato-grossense, onde o projeto majoritário estadual colide com as ambições parlamentares federais.
O cronograma de definições partidárias promete novos capítulos nos próximos dias, quando o senador Fagundes deverá se reunir pessoalmente com Valdemar Costa Neto em Brasília. A expectativa é que o comando nacional pondere o peso da lealdade histórica de Fagundes frente ao potencial de unificação oferecido por Pivetta. O desfecho dessa queda de braço determinará se o PL seguirá como protagonista com candidatura própria ou se assumirá o papel de coadjuvante estratégico em uma coalizão mais ampla liderada pelo grupo de Mauro Mendes e seu sucessor natural.
Historicamente, as composições políticas em Mato Grosso costumam ser pautadas por setores fortes da economia, como o agronegócio, que exercem pressão por estabilidade e alinhamento com Brasília. A oferta do grupo governista inclui, inclusive, a garantia de apoio à reeleição de Fagundes ao Senado em 2030, tentando suavizar a retirada de sua candidatura atual com uma promessa de longevidade política. No entanto, a imposição de decisões “de fora para dentro”, como apontado pelo senador, enfrenta resistência cultural em um estado que valoriza o diálogo com as bases locais antes das deliberações de cúpula.
A análise técnica desse movimento indica que, se concretizada, a aliança poderá isolar candidaturas de oposição, criando um “superbloco” de direita e centro-direita. Por outro lado, o vazamento da reunião secreta e a subsequente irritação de lideranças tradicionais podem provocar o efeito inverso, estimulando dissidências que fragmentariam o apoio conservador.
A inteligência política exigida agora recai sobre Valdemar Costa Neto, que precisará equilibrar a expansão de poder do PL no Senado com a manutenção da harmonia e da força do partido no executivo estadual.
Em conclusão, o tabuleiro eleitoral de Mato Grosso permanece em estado de fluxo, aguardando a síntese entre o pragmatismo das cúpulas e o clamor das bases. A disputa entre a continuidade do modelo atual e a afirmação da identidade partidária do PL definirá não apenas os nomes nas urnas, mas a própria natureza da influência bolsonarista na região. O que se observa, essencialmente, é a luta por controle de narrativa e território, onde cada movimento de peça busca assegurar que o destino do estado seja decidido entre aliados, ainda que sob o custo de tensões internas profundas.
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