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TRABALHAR SEM RECLAMAR

Abílio conseguirá governar sem reclamar e se manter distante do jogo político?

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Bom dia Abilinho, já tomou café hoje? Não se esqueça que a população precisa ser ouvida, a crítica analisada, e pode usar o bom humor para responder de forma embasada. Porém, se ficar nessa forma superficial sem apresentar informações concretas, sem dados, não convence.

Se o humor é, a princípio uma estratégia para garantir leveza a um tema nem sempre leve, como é o caso da política é preciso estar atento porque nem todo assunto pode ser tratado com tom humorístico.

Precisa ser um bom humor embasado, assim sendo, o Boteco da Alameda chegou e os internautas do Blog do Valdemir, já sentiu o que vai rolar.

Segundou e segue o fluxo!

Senhor prefeito eleito, de Cuiabá, Abílio Jaques Brunini (PL), já chega né? O então nobre parlamentar foi eleito para governar Cuiabá, não para reclamar, e é isso que o povo cuiabano espera a partir de 1° de janeiro de 2025.

Governar Cuiabá para quem mais precisa, para aqueles que, duramente muito tempo, ficaram sem a ação do Poder Executivo Municipal. Cuiabá tem pressa.

A população quer saber as linhas gerais do que será a sua gestão. As áreas prioritárias na Saúde, Educação, Economia, Mobilidade e sinalizar na direção da Câmara Municipal de Cuiabá, uma relação sem tremores (onde não tem maioria, mas pode construí-la sem problema).

Ao contrário do que muitos esperam, Abílio Brunini não emitiu qualquer sinal no sentido de construir uma relação institucional, deixando claro que sua grande aposta é mesmo na sua eficácia gerencial.

Na mesma linha, ignora completamente sua posição e a do seu partido no cenário político cuiabano, dando a entender que prefere se manter distante dos embates políticos, pelo menos no primeiro momento do seu governo.

Na seara administrativa, o futuro Prefeito da Capital de todos os mato-grossenses em 2025, Abilinho, precisa confirmar o compromisso de campanha de colocar em prática um plano de ação para os 100 primeiros dias a frente da administração municipal.

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É claro que a prioridade será a Saúde (assim a população espera), com foco inicial na elaboração do atendimento nos Postos de Saúde, Policlínicas, Hospital.

Nobre prefeito eleito Abílio Brunini, estamos cansados de sugestões, queremos que apresente um pedido formal para o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJ/MT), para que sejam realizados o que precisa ser feito.

Todos sabemos que a Saúde dos cuiabanos vem enfrentando uma situação delicada. Agora vem dizer que está assustado com a situação da Saúde e das dívidas de Cuiabá?

Por acaso não tinha conhecimento que em 30 de dezembro de 2022, a dívida era de R$ 1 bilhão e 250 milhões de reais; em 31 de dezembro de 2023, a dívida era de R$ 1, bilhão e 770 milhões de reais? Então diga a população que não sabia da previsão da dívida da Prefeitura de Cuiabá na ordem de R$ 2 bilhões para daqui 15 dias?

Senhor Abílio Brunini, por acaso, na transição que hora acontece, já mapeou despesa por despesa, com o objetivo de assegurar eficiência nos gastos públicos, para assegurar responsabilidade fiscal, zelo com cada centavo, com cada real que o município administra?

Por acaso o “senhor” tem conhecimento que o maior volume das despesas de endividamento é na compra de medicamentos?

E na Educação? Precisa investir imediatamente na preparação das escolas para o que definiu como um ano letivo “dobrado”, ou seja, recuperar o que foi perdido em 2024 e manter a programação do novo ano.

Na Mobilidade, informar que fará algumas intervenções para tornar o transporte de massa mais rápido. E, encaminhar a Câmara Municipal de Cuiabá um pacote de medidas que, ajudará a população a enfrentar a crise que toma conta da nossa querida e MARAVILHOSA Cidade Verde. Não irá fazer nada de mais, só sinaliza que Cuiabá tem pressa.

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O prefeito eleito Abílio Brunini neste momento passa ao largo da política nas suas falas como futuro Prefeito da Capital, que além da importância econômica abriga mais de 445 mil eleitores.

Seu silêncio, sobre esse aspecto da sua posição, no entanto, pode ser interpretado também como uma atitude política no sentido de não entrar agora nesse xadrez complexo e movediço, deixando para exercer o papel político que muitos querem lhe atribuir quando estiver com a sua gestão minimamente consolidada.

Abilinho é um político racional e pragmático para não descartar a possibilidade de estabelecer um canal de comunicação institucional entre os poderes. Vale lembrar que em momentos e circunstâncias diferentes, já emitiram sinais nessa direção.

No campo político-partidário alguns chefes de partido que o apoiaram querem transformá-lo na principal voz em Mato Grosso.

O prefeito eleito, no entanto, mesmo sabendo que em algum momento terá de assumir esse papel, usa a prudência e o pragmatismo para refrear impulsos e segurar a onda para o momento mais adequado para se posicionar: os primeiros meses de 2025.

Sabe que, devido ao elevado grau de comprometimento que assumiu com a população de Cuiabá, será desastroso qualquer movimento político-partidário em relação a 2026 que vier a fazer antes da hora.

Para Abílio Brunini, o que interessa agora é criar as condições para fazer uma boa gestão. Qualquer movimento ou gesto incoerente poderá ter custo elevado.

Abilinho por favor: sem lamúrias, reclamações e acusações, e ignorando a política- partidária e os movimentos da guerra pelo “PODER” estadual.

O seu projeto político a partir de 1° de janeiro de 2025 é fazer um bom governo em Cuiabá, para depois, então, entrar no jogo pesado da briga pelo “PODER” estadual.

Ufa, chega e segue o fluxo!

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Política

PL em Mato Grosso endurece discurso, abre análise sobre infidelidade e prevê “depuração” entre filiados

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Nesta quarta-feira (2), durante entrevista concedida na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL/MT), o presidente estadual do Partido Liberal (PL), Ananias Filho, elevou o tom contra integrantes da legenda que declararam apoio a candidatos de outras siglas nas eleições. O dirigente afirmou que o partido deverá passar por um processo de “depuração” e indicou que casos considerados incompatíveis com as diretrizes da sigla poderão ser submetidos a análise interna.

Embora não tenha citado nominalmente o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ao formular as críticas, Ananias Filho se referiu ao movimento de lideranças do PL que passaram a apoiar projetos políticos vinculados a outras legendas. Segundo o presidente estadual, a situação envolve filiados que, mesmo permanecendo formalmente no partido, decidiram manifestar apoio a candidaturas diferentes daquelas oficialmente defendidas pela sigla.

Entre os nomes mencionados durante a entrevista estão a Prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, e os prefeitos Cláudio Ferreira de Rondonópolis, e Sérgio Machnic de Primavera do Leste. De acordo com Ananias Filho, os integrantes do PL já declararam apoio ao projeto político de Otaviano Pivetta, apontado como candidato ao Governo de Mato Grosso pelo Republicanos, em posição divergente da candidatura defendida pelo Partido Liberal, representada por Wellington Fagundes.

O presidente estadual afirmou que não considera ilegítimo que um filiado tenha posicionamentos políticos próprios ou discorde das decisões tomadas pela legenda. No entanto, criticou aqueles que, após utilizarem a estrutura partidária para conquistar mandatos eletivos, passam a apoiar outros projetos políticos sem promover o desligamento formal do partido.

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Para o comandante estadual do Partido Liberal (PL), Ananias Filho, a coerência política exige uma definição clara diante de divergências consideradas irreconciliáveis.

Eu só acho ruim a pessoa não ter hombridade de chegar no partido e falar: ‘Olha, eu vou me afastar do partido, eu vou me desfiliar do partido e vou apoiar outro candidato’”, declarou o dirigente.

A manifestação reforçou o endurecimento do discurso da direção estadual do PL diante de lideranças que permanecem nos quadros partidários, mas adotam posições eleitorais contrárias às orientações defendidas pela sigla.

Ananias Filho acrescentou que integrantes que receberam apoio partidário e utilizaram a estrutura da legenda durante campanhas eleitorais deveriam, em sua avaliação, demonstrar lealdade ao partido ao decidirem seguir outro caminho político.

Segundo ele, os recursos empregados pelas legendas possuem natureza pública, embora sejam destinados aos partidos conforme as regras do sistema eleitoral, o que, em sua visão, aumenta a responsabilidade dos beneficiados.

Quem usa o partido pode até discordar do rumo que o partido está dando. Mas ele que usou toda a estrutura do partido, recebeu recurso público, que é público, mas que é destinado, por delegação, aos partidos, deveria ter hombridade”, afirmou.

A declaração sintetiza a posição da direção estadual, que pretende examinar a conduta de filiados envolvidos em situações classificadas internamente como possíveis casos de Infidelidade Partidária.

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O Partido Liberal enfrenta, em Mato Grosso, um movimento de afastamento político de lideranças relevantes que decidiram apoiar Otaviano Pivetta, mesmo diante da possibilidade de medidas disciplinares. O cenário expõe uma disputa interna sobre os limites da autonomia das lideranças locais e a obrigação de alinhamento às decisões eleitorais adotadas oficialmente pela estrutura partidária estadual.

Com a instauração dos procedimentos internos, as possíveis expulsões e outras medidas disciplinares passarão por análise jurídica e partidária. O processo deverá avaliar, individualmente, as circunstâncias de cada caso e a eventual existência de elementos que justifiquem punições, de acordo com as normas internas da legenda e os instrumentos jurídicos aplicáveis à situação.

Apesar do tom mais rígido adotado durante a entrevista, Ananias Filho declarou à imprensa que considera natural a saída ou o afastamento político de integrantes em determinados momentos.

Ao resumir sua avaliação sobre a debandada de lideranças, utilizou uma comparação direta:

Isso é igual unha encravada, todo ano tem”.

A frase evidenciou que, para o presidente estadual do PL, o processo de reorganização interna faz parte da dinâmica recorrente da política e deverá prosseguir com a anunciada “depuração” dos quadros partidários.

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